A força dos trabalhadores organizados
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28 abril 2012
30 abril 2011
O momento é de luta !
A CGTP-IN salienta que este 1.º de Maio deve ser um poderoso protesto contra a precariedade e as injustiças, contra o desemprego e os baixos salários e pensões, pela valorização do trabalho e da produção, por uma sociedade mais justa. Será «um 1.º de Maio da esperança e confiança de que, com a vontade, a unidade e a luta de quem trabalha, é possível construir alternativas para um Portugal com futuro».
do Jornal Avante
28 abril 2011
1º de Maio de 2011 - A luta necessária
Os trabalhadores não são máquinas! São homens e mulheres com vida
Passados 122 anos da consagração do Dia Internacional do Trabalhador, numa justa homenagem aos trabalhadores que morreram e aos que foram presos e torturados, volta a ser necessário lutar pelos direitos perdidos.
Há mais de 30 anos que a direita em Portugal interrompeu o 25 de Abril de 1974 e o progresso que os trabalhadores e o povo conquistaram.
Aumentou brutalmente o desemprego, o ataque aos salários e direitos dos trabalhadores.
Foi legalizada a precariedade, a generalização dos contratos a termo, os recibos verdes, o trabalho temporário, o contrato de trabalho intermitente, a desregulamentação dos horários de trabalho, banalizou-se a prática de horários de trabalho que chegam às 12 horas por dia.
O trabalhadores trabalham mais e ganham menos. Alastrou a injustiça social e a pobreza.
O salários reais têm vindo a ser reduzidos, uma vez que, o não pagamento de trabalho extraordinário, implica reduções dos salários entre os 25 e os 30%, contribuindo assim, de uma forma significativa, para o aumento da injustiça social.
Regressámos ao século XIX. Os trabalhadores são considerados uma peça de uma engrenagem, como se fossem máquinas e não seres humanos.
Passados 122 anos da consagração do Dia Internacional do Trabalhador, numa justa homenagem aos trabalhadores que morreram e aos que foram presos e torturados, volta a ser necessário lutar pelos direitos perdidos.
Há mais de 30 anos que a direita em Portugal interrompeu o 25 de Abril de 1974 e o progresso que os trabalhadores e o povo conquistaram.
Aumentou brutalmente o desemprego, o ataque aos salários e direitos dos trabalhadores.
Foi legalizada a precariedade, a generalização dos contratos a termo, os recibos verdes, o trabalho temporário, o contrato de trabalho intermitente, a desregulamentação dos horários de trabalho, banalizou-se a prática de horários de trabalho que chegam às 12 horas por dia.
O trabalhadores trabalham mais e ganham menos. Alastrou a injustiça social e a pobreza.
O salários reais têm vindo a ser reduzidos, uma vez que, o não pagamento de trabalho extraordinário, implica reduções dos salários entre os 25 e os 30%, contribuindo assim, de uma forma significativa, para o aumento da injustiça social.
Regressámos ao século XIX. Os trabalhadores são considerados uma peça de uma engrenagem, como se fossem máquinas e não seres humanos.
Por isso, os trabalhadores, são hoje obrigados a, novamente, resistir a esta nova e grave ofensiva contra os seus legítimos direitos.
27 abril 2011
1º de Maio de 2011
1º de Maio de 1886
«Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos indignos porta-vozes das instituições, que trazem os trabalhadores acorrentados! Um dia no qual o trabalhador faça as suas próprias leis e tenha o poder de as executar! Tudo sem o consentimento nem a aprovação dos que oprimem e governam. Um dia no qual, com tremenda força, o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra os que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações. Um dia de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todo tipo. Um dia para começar a desfrutar de 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso e 8 horas para o que nos apetecer.»
Este era o conteúdo de um panfleto que circulava em Chicago, poucos meses antes do 1.º de Maio de 1886, que dava o mote para a tremenda luta que os trabalhadores desencadearam pela jornada de trabalho de 8 horas por dia. A polícia reprimiu a manifestação, ferindo e matando dezenas de operários.
No dia 1 de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito horas.
«Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos indignos porta-vozes das instituições, que trazem os trabalhadores acorrentados! Um dia no qual o trabalhador faça as suas próprias leis e tenha o poder de as executar! Tudo sem o consentimento nem a aprovação dos que oprimem e governam. Um dia no qual, com tremenda força, o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra os que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações. Um dia de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todo tipo. Um dia para começar a desfrutar de 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso e 8 horas para o que nos apetecer.»
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