O jogo sujo de quem financia o terrorismo
A milícia iraquiana Hashd e o exército do Iraque derrotaram combatentes do Estado Islâmico na refinaria de Baiji.
Baiji é a segunda mais importante área recapturada em Salahuddin nos últimos meses, com as forças pró-governo retomando a capital da província, Tikrit, em março passado.
O sucesso pode ser atribuído principalmente à milícia iraquiana apoiada pelo Irã. Iraque, Irão, Rússia, Síria e Hizbullah e a milícia Hashd, que dirigiu toda a operação. Os EUA não quiseram participar.
A milícia iraquiana fez o serviço no solo e a força aérea deu cobertura. A operação contou com informações e orientação da Rússia e do Irão.
A imprensa "ocidental" silenciou tudo isto. Nem jornais nem Televisões disseram uma palavra sobre a vitória dos soldados iraquianos. Recordemos que, ao inverso, deram enorme cobertura quando o Estado Islâmico pela primeira vez ocupou a refinaria e a cidade.
É cada vez mais evidente a cumplicidade dos EUA com o Estado Islâmico e outros grupos terroristas para combaterem o governo da Síria. Esse mesmo jogo é feito pela Turquia, Catar e Arábia Saudita.
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30 outubro 2015
28 setembro 2015
Para refletirmos V
Lágrimas e dentes de crocodilo
A propósito de um "lamento" da Internacional Socialista (IS) «...A deslocação global de dezenas de milhares de seres humanos actualmente em curso, em resultado de conflitos, da repressão ou da fome...» e que "esquece" as causas desses mesmos conflitos, repressão e fome, Filipe Diniz no Avante, entre outras coisas, pergunta:
«... Tudo isto cai do céu? Governos com partidos que integram a IS – como o francês – não têm nada a ver com o assunto? Não participaram na destruição do Iraque e da Líbia, no ataque contra a Síria (no Líbano, o partido filiado na IS passou-se para o campo «anti-Assad»). A França de Hollande não empreende uma vasta acção neocolonial na região subsaariana?...»
e finaliza com as seguintes conclusões:
«A IS não deu por nada.
O PS português faz parte desta hipócrita engrenagem. Mobilizou-a e apoiou-se nela contra a revolução portuguesa, adquiriu nela todos os tiques do dizer uma coisa e fazer o contrário. Com o detalhe que estes documentos da IS ilustram: invocar os problemas mas ocultar as causas é utilizar os problemas para garantir a continuidade das causas.
As lágrimas de crocodilo podem ser comoventes. Mas os dentes do crocodilo são o problema a resolver.»
A propósito de um "lamento" da Internacional Socialista (IS) «...A deslocação global de dezenas de milhares de seres humanos actualmente em curso, em resultado de conflitos, da repressão ou da fome...» e que "esquece" as causas desses mesmos conflitos, repressão e fome, Filipe Diniz no Avante, entre outras coisas, pergunta:
«... Tudo isto cai do céu? Governos com partidos que integram a IS – como o francês – não têm nada a ver com o assunto? Não participaram na destruição do Iraque e da Líbia, no ataque contra a Síria (no Líbano, o partido filiado na IS passou-se para o campo «anti-Assad»). A França de Hollande não empreende uma vasta acção neocolonial na região subsaariana?...»
e finaliza com as seguintes conclusões:
«A IS não deu por nada.
O PS português faz parte desta hipócrita engrenagem. Mobilizou-a e apoiou-se nela contra a revolução portuguesa, adquiriu nela todos os tiques do dizer uma coisa e fazer o contrário. Com o detalhe que estes documentos da IS ilustram: invocar os problemas mas ocultar as causas é utilizar os problemas para garantir a continuidade das causas.
As lágrimas de crocodilo podem ser comoventes. Mas os dentes do crocodilo são o problema a resolver.»
14 fevereiro 2012
Relatório da Liga Árabe
Depois da Líbia, a ameaça paira sobre a Síria
Da rede Voltaire retirei estas notas:
Desde o início dos eventos que pairam sobre a Síria duas interpretações que se têm opostas uma a outra: para o Ocidente e seus aliados do Golfo, o regime esmagou de forma sangrenta a revolução popular, enquanto que para a Síria e seus aliados do BRICS, o país é atacado por grupos armados vindos do exterior.
Ver mais...
16 agosto 2011
Da Líbia para a Síria
Nova guerra organizada e financiada pela CIA
Várias informações provenientes da Rússia, indiciam que a Nato se prepara para uma nova agressão terrorista a um país independente. Desta vez a Síria.
Repete-se o método clássico utilizado pela CIA. Organizam-se grupos de "dissidentes" com financiamento e fornecimento de armas.
O diário The Washington Post, informou que EEUU financiou grupos de opositores e uma televisão crítica do regime sírio, o canal por satélite Barada TV, com sede em Londres. Segundo The Washington Post, as emissões começaram em Abril de 2009. Os dissidentes organizados e financiados pela CIA, criam os factos e a televisão cobre os protestos contra o presidente sírio, Bashar al Assad.
Na Síria, tal como na Líbia, o objectivo chave é o petróleo e o derrube dos que não se subordinam à estratégia geopolítica do eixo EUA, UE-Israel, em Africa e no médio Oriente.
Prevê-se que a intervenção na Síria custe 15 mil milhões de dólares. O plano da Nato/CIA prevê que, ainda que a Russia e China se oponham e não permitam que o Conselho de Segurança das Nacões Unidas, legalizem a agressão militar, a Nato avançará na mesma.
Fonte: http://almanar.com.lb/french/adetails.php?eid=26966&cid=18&fromval=1&frid=18&seccatid=37&s1=1
Várias informações provenientes da Rússia, indiciam que a Nato se prepara para uma nova agressão terrorista a um país independente. Desta vez a Síria.
Repete-se o método clássico utilizado pela CIA. Organizam-se grupos de "dissidentes" com financiamento e fornecimento de armas.
O diário The Washington Post, informou que EEUU financiou grupos de opositores e uma televisão crítica do regime sírio, o canal por satélite Barada TV, com sede em Londres. Segundo The Washington Post, as emissões começaram em Abril de 2009. Os dissidentes organizados e financiados pela CIA, criam os factos e a televisão cobre os protestos contra o presidente sírio, Bashar al Assad.
Na Síria, tal como na Líbia, o objectivo chave é o petróleo e o derrube dos que não se subordinam à estratégia geopolítica do eixo EUA, UE-Israel, em Africa e no médio Oriente.
Prevê-se que a intervenção na Síria custe 15 mil milhões de dólares. O plano da Nato/CIA prevê que, ainda que a Russia e China se oponham e não permitam que o Conselho de Segurança das Nacões Unidas, legalizem a agressão militar, a Nato avançará na mesma.
Fonte: http://almanar.com.lb/french/adetails.php?eid=26966&cid=18&fromval=1&frid=18&seccatid=37&s1=1
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