Os que rotulam os revolucionários de terroristas, são os maiores terroristas do planeta
Este texto vem a propósito da acusação das FARC como organização terrorista. (Ver publicação de 31 de agosto).
Por diversas vezes foram aqui indicados relatórios que mostram os crimes contra a humanidade dos norte americanos e ainda o desrespeito pelos Direitos Humanos.
O Senado norte-americano discutiu um relatório de 6000 páginas, sobre a actividade da CIA no cumprimento da sua política de terrorismo internacional.
No entanto "o país das Liberdades da Democracia" e da transparência, só permitiu que se divulgassem 524 páginas. As restantes 5.476 não foram divulgadas.
Mesmo as 524 páginas divulgadas foram escondidas pela maioria da comunicação social, controlada pelas grandes cadeias americanas.
Os Estados Unidos intervêm em todo o mundo. Aberta ou secretamente. Não dão a conhecer o que fazem e muito menos como o fazem.
Todo o mundo está a ser espiado, secretamente manipulado e, sujeito às mais abomináveis intervenções directas ou indirectas.
Os que denunciam essas atrocidades são presos sem culpa formada e mantidos na prisão sem julgamento.
Do pouco que se conhece do relatório confirma aquilo que já se sabia: a CIA, desenvolveu um chamado «programa de detenção e interrogatório» que incluía «técnicas reforçadas de interrogatório», ou seja as mais abjectas torturas praticadas em Guantanamo e em vários outros campos de detenção espalhados pelo mundo. No sumário do relatório é possível identificar práticas como tortura do sono durante semanas a fio, alimentação e hidratação forçada por via rectal, simulação de afogamento, isolamento, iminência de assassinato, humilhações de variada espécie, estátua, entre outras. Técnicas de tortura, algumas das quais muitos comunistas e outros democratas portugueses conhecem bem praticadas pela PIDE.
Os EUA, potência imperialista que quer controlar o mundo, tem uma política criminosa e coloca-se acima da lei e de quaisquer obrigações do direito internacional.
A História dos EUA está feita de crimes, brutais crimes, de terrorismo de Estado, de crimes contra a Humanidade que numa outra qualquer situação já teriam sido motivo de várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU e muito possivelmente de uma agressão militar em nome da «liberdade» mas sem apoio internacional. O maior factor de instabilidade, de ameaça à Paz, de perigo para os povos, são os EUA, o seu governo, as suas forças armadas, as bases militares e as suas agências de terrorismo organizado, espalhadas por todo o mundo.
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03 setembro 2015
01 janeiro 2015
manual da CIA para assassinatos políticos
Wikileaks revela manual da CIA para assassinatos políticos
Um manual secreto da Agência Central de Inteligência (CIA) que define o assassinato político como forma de limitar a ação de grupos insurgentes circula atualmente na internet, após ter sido revelado pelo site Wikileaks.
A REUTERS/Petar Kujundzic reproduziram partes de um relatório secreto da CIA que analisa diversas operações de assassinato em vários países. Estão referenciados os alvos entre os quais está a Organização para a Libertação de Palestina (OLP), Exército Republicano Irlandês (IRA), a Frente de Libertação Nacional de Argélia (FLN) e as FARC.
A publicação do Wikileaks foi divulgada na Internet dez dias depois do Comitê de Inteligência do Senado norte americano ter apreciado o relatório secreto, só parcialmente divulgado, sobre o emprego da tortura contra prisioneiros supostamente vinculados a acções terroristas, sem acusações formais nem julgamento em Tribunal.
O manual revelado pelo Wikileaks data de 7 de julho de 2009, seis meses depois de Leon Panetta assumir a direção da CIA e pouco depois de que o agente John Kiriakou – atualmente preso – denunciasse pela primeira vez a prática de crueis torturas por parte de oficiais interrogadores.
Segundo o Wikileaks, o relatório da CIA inclui estudos de casos no Afeganistão (2001-2009), Argélia (1954-1962), Colômbia (2002-2009), Iraque (2004-2009), Israel (de 1972 a 2009), Peru (1980-1999), Irlanda do Norte (1969-1998) e Sri Lanka (1983-2009).
As operações descritas nos planos da CIA incluem: assassinatos políticos, sequestros, remoção de lideranças, neutralização e marginalização de dirigentes guerrilheiros.
Ademais, encontram-se evidências sobre a participação da CIA na luta contra as guerrilhas na Colômbia durante o mandato de Álvaro Uribe, através de ataques a objetivos de alto valor combinando operações militares e de informação e programas para provocar e tratar desertores.
Não são referidas as acções em Portugal após o 25 de Abril, em conluio com Mário Soares e Carlucci. Essas estão noutros documentos.
Um manual secreto da Agência Central de Inteligência (CIA) que define o assassinato político como forma de limitar a ação de grupos insurgentes circula atualmente na internet, após ter sido revelado pelo site Wikileaks.
A REUTERS/Petar Kujundzic reproduziram partes de um relatório secreto da CIA que analisa diversas operações de assassinato em vários países. Estão referenciados os alvos entre os quais está a Organização para a Libertação de Palestina (OLP), Exército Republicano Irlandês (IRA), a Frente de Libertação Nacional de Argélia (FLN) e as FARC.
A publicação do Wikileaks foi divulgada na Internet dez dias depois do Comitê de Inteligência do Senado norte americano ter apreciado o relatório secreto, só parcialmente divulgado, sobre o emprego da tortura contra prisioneiros supostamente vinculados a acções terroristas, sem acusações formais nem julgamento em Tribunal.
O manual revelado pelo Wikileaks data de 7 de julho de 2009, seis meses depois de Leon Panetta assumir a direção da CIA e pouco depois de que o agente John Kiriakou – atualmente preso – denunciasse pela primeira vez a prática de crueis torturas por parte de oficiais interrogadores.
Segundo o Wikileaks, o relatório da CIA inclui estudos de casos no Afeganistão (2001-2009), Argélia (1954-1962), Colômbia (2002-2009), Iraque (2004-2009), Israel (de 1972 a 2009), Peru (1980-1999), Irlanda do Norte (1969-1998) e Sri Lanka (1983-2009).
As operações descritas nos planos da CIA incluem: assassinatos políticos, sequestros, remoção de lideranças, neutralização e marginalização de dirigentes guerrilheiros.
Ademais, encontram-se evidências sobre a participação da CIA na luta contra as guerrilhas na Colômbia durante o mandato de Álvaro Uribe, através de ataques a objetivos de alto valor combinando operações militares e de informação e programas para provocar e tratar desertores.
Não são referidas as acções em Portugal após o 25 de Abril, em conluio com Mário Soares e Carlucci. Essas estão noutros documentos.
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