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03 dezembro 2011

O Orçamento e a política da direita (5)

O bodo de 12 mil milhões de euros do governo aos bancos privados

Para pagarmos os juros escandalosos que a Banca impõe pelas "ajudas", diz o Governo que temos que aceitar as condições de quem empresta. Agora, para recapitalizar a Banca que andou a fazer chorudos negócios, e a distribuir o dinheiro pelos acionistas, já não é quem empresta que dita as condições. É quem precisa do dinheiro, ou seja, a Banca privada, novamente.  

O Orçamento e a política da direita (4)

Quando interessa ao grande capital já o governo não respeita o memorando da Troika

A desculpa "foi a Troika que impôs" só serve para roubar os trabalhadores. Para reduzir as receitas fiscais das grandes empresas já se pode alterar o "memorando".  

O Orçamento e a política da direita (3)

O PSD/CDS não tributam o offshore da Madeira
Não vale a pena disfarçar, não vendam gato por lebre

O Orçamento e a política da direita (2)

Bancos, SGPS e Grupos financeiros...
Tirar a quem trabalha para dar ao grande capital financeiro
Mais escândalos

16 abril 2011

A miséria desta política.

Todos iguais?

As notícias, na Televisão, nos jornais, nas rádios, são o espelho de uma política degradada, que se debate no pântano da miséria em que estamos.
   
O espectáculo dado pela Quadratura do Círculo na passada quinta feira, na SIC, é demonstrativo dos  "Quatro lados do Círculo" como demonstrou Pacheco Pereira ao socorrer-se do desenho sobre a mesa. 
Os quatro lados do Quadrado, transformado em Círculo, PS, PSD, CDS e Presidente da República, que nos governam, "arco governamental", como se identificam entre eles, não têm soluções e arrastam Portugal e os portugueses para uma miséria igual à sua miséria política. 
Apesar de, no debate, não estar ninguém do PCP, ou da esquerda, a António Costa, "escapou-lhe a boca para a verdade" e teve que reconhecer que alternativa a estas soluções, PECs e FMI, só as do PCP e Bloco, que implicam a saída do Euro e da UE, mas...
Este "mas..." diz tudo. O "mas" representa o reconhecimento da falta de coragem para enfrentar os interesses do grande capital, dos "mercados", dos bancos privados que perderiam o negócio dos altos juros pagos com o dinheiro do povo. 


O povo trabalhador, perante o que vê nos jornais e na Televisão, diz "são todos iguais".
De facto os que estão constantemente na televisão, os que prometem uma coisa e fazem outra, os que ora dizem que são contra os partidos e contra os políticos e, na primeira oportunidade, lá estão enfiados, eles e os "amigos", como os jogadores de futebol, vão para onde os comprarem por mais dinheiro...


...esses, de facto, são TODOS IGUAIS.


Mas serão assim todos os partidos? E aqueles que estão sempre com os trabalhadores, nas fábricas, nas empresas, os que na Assembleia da República apresentam propostas que a "maioria" chumba, aqueles que António Costa reconheceu como diferentes mas...


Nesta miséria de política para onde há 35 anos, nos arrastaram os partidos TODOS IGUAIS = PS+PSD+CDS existe um que, desde há 90 anos, luta ao lado do povo e dos trabalhadores, que resistiu ao fascismo, que alertou para os perigos do Euro, que lutou contra a destruição da nossa produção, das pescas, da agricultura e que continua na luta, em desvantagem, mas raramente aparece na Televisão.
 
Esses são DIFERENTES !