8 de fevereiro de 2013

O que a imprensa não informa

Cuba preside à Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos - CELAC
 
A censura, subtil, discreta, que a direita exerce na comunicação social em Portugal, tem por objectivo principal esconder o máximo possível das realizações da esquerda.
Os jornalistas com receio de perderem o emprego são "influenciados" a escrever apenas o que interessa à direita no poder.
 

Isto vem a propósito da censura feita a todas as notícias da presidência de Cuba da Comunidade dos estados latino-americanos e caribenhos - CELAC, de que já falei (aqui) e (aqui).
Hoje, novamente, vi na imprensa da América Latina novas notícias "esquecidas" em Portugal.

Os ministros de educação dos países membros da CELAC participaram no encontro no Palácio de Convenções de Havana, em Cuba, onde trocaram experiências em matéria de educação, como parte das atividades do Congresso Internacional de Pedagogia 2013.

No fórum, que terminou esta sexta-feira (8), reuniram-se os 33 ministros das nações que integram a Celac.  

De acordo com a ministra de Educação de Cuba, Ena Elsa Velázquez, quase quatro mil acadêmicos e especialistas de 40 países participam neste Congresso.

Durante a jornada de quarta-feira (6), o ministro cubano de educação, Rodolfo Alarcón, fez uma conferência onde se referiu aos desafios para conseguir um ensino universitário de qualidade a nível nacional e internacional.

Alarcón considerou que além da ênfase em preparar profissionais competentes com amplo domínio teórico e técnico, as universidades devem priorizar a formação de pessoas com um profundo sentido de humanidade e de compromisso com o desenvolvimento social.

  

O caso dos Cinco Cubanos presos nos EUA

Outra notícia que tem sido esquecida em Portugal, é o caso dos Cubanos presos ilegalmente nos EUA e que o "país das liberdades" mantém presos há mais de 13 anos sem culpa formada.

O presidente do Parlamento Cubano, Ricardo Alarcón, aproveitou o encontro da CELAC para explicar aos delegados presentes detalhes sobre o caso dos cinco antiterroristas cubanos presos nos EUA.

Gerardo Hernández, Fernando González, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e René González foram detidos em 1999 por manter sob observação grupos extremistas que planeavam ações terroristas contra Cuba.

Os participantes no encontro da CELAC, expressaram sua solidariedade e apoio aos cinco cubanos presos.