11 de maio de 2012

Para onde estamos a ser levados


Troika não quer Portugal a crescer

E porque quem manda em Portugal é a Troika, dizem eles que não há "margem para adoptar medidas de crescimento que envolvam gastos públicos"(leia-se: investimentos públicos). Contudo, como tem sido denunciado, o negócio da Toika com o empréstimo agiota a Portugal, que vamos pagar bem caro, vai quase todo para "ajudar" a banca privada. 

Segundo o Diário Económico, as autoridades internacionais, (leia-se os nossos patrões) poderão estar dispostas a ajustar algumas metas orçamentais - sobretudo em percentagem do PIB e não em valores absolutos. Ora, como o PIB está a reduzir, os ajustes podem ser negativos. Isso não disseram eles.


O Diário Económico revela também que "o agravar da recessão, a escalada do desemprego e o impacto desta no saldo da Segurança Social será a grande questão da quarta revisão ao programa português. Mas, apesar de preocupada com a economia, a ‘troika' rejeita a ideia de Portugal adoptar medidas de crescimento que estimulem a procura, utilizando verbas públicas".

O Diário Económico não disse, mas imagino eu, esta foi a ordem que Passos Coelho, solícito e venerando, recebeu com rapa pé e servil genuflexão, quando foi a despacho da Troika.

Despacho complementado com ralhete: O Estado não tem nada que fomentar o crescimento. Os privados que o façam - se virem que lucram com isso! 
Cumpra-se!
A Bem do Capital