3 de junho de 2011

Porquê votar na CDU?

São muitas as razões para votar CDU. Podem ser vistas em http://www.cdu.pt


Não esquecer quem nos levou ao desastre


Mais que acreditar em promessas, os eleitores devem fazer uma análise do que tem sido a política dos partidos que nos têm governado. PS, PSD e CDS/PP.


E a CDU? Que tem feito?


A CDU - PCP PEV nunca esteve no Governo mas tem um trabalho de grande mérito nas autarquias. 
O PCP é o partido que mais defende os trabalhadores. Com a CDU está o PCP, está o Partido Ecologista "Os Verdes", está a Intervenção Democrática, ID, estão milhares de independentes, de jovens, de técnicos, de intelectuais, todos trabalhadores honestos e competentes, em quem se pode confiar.


Os eleitos da CDU não são corruptos, não roubam as autarquias e o Estado, o dinheiro dos cidadãos, não fazem negócios criminosos.


Na Assembleia da República, a CDU tem feito propostas de criminalização do enriquecimento ilícito e dos corruptos, que os partidos da direita, não querem aceitar.


A política patriótica e de esquerda que a CDU defende tem como linhas principais as seguintes:



O verdadeiro caminho do combate à pobreza passa pela construção de uma sociedade mais justa e solidária, com o aumento da produção e riqueza criada no nosso País e uma mais justa distribuíção. O Estado tem que assumir as suas obrigações constitucionais.


Pôr portugal a produzir


Portugal precisa de uma política que promova a produção nacional, que aposte na pesca, na agricultura e na reindustrialização do país que perdeu, muita da sua indústria transformadora. A substituição das importações por produção nacional, o que, com o aumento do poder de compra dos trabalhadores e do povo, combate o desemprego. 
A CDU luta contra a precariedade e os falsos recibos verdes, por aprofundar as funções sociais do Estado, alargar e melhorar a protecção no desemprego, combater a precariedade e trabalho clandestino. 


Distribuir melhor a riqueza nacional


Estas medidas e ainda o justo aumento do salário mínimo nacional para os 500 euros e para, pelo menos, 600 euros até 2013, assim como das pensões e reformas mais baixas e a reposição do abono de família, promovem paralelamente a dinamização do mercado interno nacional.