1 de novembro de 2012

Dom Policarpo e a política


Se Jesus voltasse à terra corria com Dom Policarpo e todos os vendilhões do Templo.

Hoje a Televisão voltou a bombardear-nos com as opiniões de D. Policarpo.
Dom Policarpo, aliou-se aos banqueiros, para defender os ricos e o roubo aos pobres.
Dom Policarpo defende o que está a ser feito: maior austeridade para os pobres e menos impostos para os ricos.
Dom Policarpo que vive à grande num palacete de grande luxo defende que "é preciso aprender a viver com menos".

Que direito para falar assim?

Dom Policarpo com medo de perder os previlégios, tem medo das manifestações e quer que o povo espere quatro anos para nas eleições ressuscitar os que entretanto morrerem à fome e então demitir o governo. Diz Dom Policarpo que assim é que é a "democracia representativa".
Dom Policarpo nada diz e nada faz para defender quem trabalha e os pobres que não param de aumentar. Temos que esperar pelas próximas eleições. Diz Dom policarpo da sua poltrona de oiro.



Dom Policarpo não diz que o Governo está ilegal porque não cumpre a Constituição que jurou cumprir.
Dom Policarpo não diz que o povo votou um Programa de Governo que o Governo rasgou. Foi apenas para ganhar eleições e enganar o povo.
Dom Policarpo não diz que este governo é uma fraude e defende corruptos e ladrões. 

Falar de cátedra ou no púlpito?

Dom Policarpo, que não foi eleito pelo povo, defende esta democracia em que são eleitos os Partidos que mais mentem e não cumprem os seus próprios Programas.

Então, digo eu, temos que esperar mais quatro anos, para voltarmos a ser enganados, como temos sido há 36 anos.

O povo a sofrer e D. Policarpo a defender os ricos !

O povo que não para de sofrer os desempregados que não param de aumentar, os pobres que são cada vez mais e com mais fome, numa sociedade em que as possibilidades da ciência e da técnica são enormes, não podem aceitar ter que esperar e só terem voz nas eleições de quatro em quatro anos. Até lá morriamos todos, menos os ricos, claro!

Ai, se Jesus voltasse à terra, Dom Policarpo, e muitos outros como ele, eram corridos, como foram os vendilhões do templo.