13 de maio de 2012

Razões processuais


As leis que a direita faz para proteger os corruptos, os vigaristas e ladrões de milhões

Em julho de 2010, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a condenação de Isaltino Morais, mas anulou a parte respeitante ao crime de corrupção, devido a uma "irregularidade processual".
As "irregularidades processuais" são uma das formas de "safar" os que têm muito dinheiro. 
O Tribunal mandou repetir o julgamento relativamente a esses factos.

Depois das habilidades habituais, passou o tempo e o crime de corrupção para acto ilícito imputado ao autarca estará prescrito.

A procuradora-geral adjunta, Cândida Almeida, atribuiu a culpa da prescrição aos "abusos" que foram praticados no ato da defesa.

Concluindo: Para não fugir à regra é mais um caso de crime provado que não é julgado por "razões processuais". 

Pergunto: Afinal os Tribunais servem para apurar a verdade ou para se enredarem em "questões processuais". 


Quem rouba um pão é ladrão
e vai para a prisão
  
Quem rouba um milhão 
não é julgado e é indemnizado.