6 de dezembro de 2012

Um Congresso invulgar

O Congresso do PCP foi a expressão da sua democracia interna


O Congresso do PCP mostrou o partido por dentro a todos os que o quiseram ver. Quem não conseguiu lugar no seu interior pôde seguir os trabalhos num painel gigante colocado na rua e através dos altifalantes que transmitiram todas as intervenções do interior.

Os testemunhos e as provas mostradas revelaram que o PCP é o partido mais democrático de Portugal. A sua vida interna é feita de discussão permanente de todos os assuntos que interessem aos militantes, aos trabalhadores, ao povo que nos locais de trabalho e de residência, são auscultados e participam.



Não há qualquer partido no país que fomente a participação dos militantes e a discussão tão ampla. Em todas as organizações do partido se discute quer a vida interna quer a situação política e social que o país vive. 

Um Congresso que decorreu em 11 meses e 3 dias de intensa e fraterna discussão

O Congresso do PCP começou a ser discutido onze meses antes da sua realização. Todos os militantes que quiseram fizeram propostas para inclusão de assuntos e temas nos documentos a discutir.

Foram feitas 1.800 propostas e contribuições para as Teses-Resolução Política e cerca de 600 propostas nas alterações ao Programa do Partido. Um total de 2.400 propostas de militantes individuais e organizações. O debate colectivo durante onze meses, está bem patente também na realização de 1.257 reuniões e Assembleias, com a presença de 18.213 militantes.