19 de novembro de 2012

Política de Classe pura e dura


Proibidos transportes de trabalhadores em viaturas das autarquias.
Ministros, secretários de estado, quadros superiores do Estado, técnicos e assessores, esses, podem ter carros e motoristas pagos pelos contribuintes.
Pessoal operário das autarquias não pode ter transporte gratuito.

O Tribunal de Contas, embora saiba que são comuns nas empresas (mesmo entre empresas públicas) o transporte dos funcionários e que isso também acontece, por exemplo, nas Forças Armadas, entende – de forma "inequívoca" – que estes serviços aos seus próprios trabalhadores podem ser considerados ajudas remuneratórias e como tal são proibidos. 
Adiantam os Juizes do Tribunal de Contas que a legislação não permite as autarquias a realizar despesas com o transporte do seu pessoal.

Quem ganha bem pode ter carro e motorista 

Contudo é legal a distribuição de carros e de motoristas para os eleitos, presidentes de Câmara e para muitas das categorias de funcionários superiores do Estado e do Governo.

Nesta sociedade, dita democrática, o poder é exercido por uma classe que explora quem a elege. Ou seja: Há 36 anos, desde que há eleições livres, o povo elege quem mais o rouba.

Por isso:
Os aumentos de impostos são mais elevados para os menores rendimentos.
Os bancos, multinacionais e grandes capitalistas, têm menos impostos que as pequenas empresas.
O roubo e a corrupção não é punida para os muito ricos, normalmente gente do PS, do PSD ou do CDS, aqueles que os eleitores escolhem para (des)governar este país. 
Veja-se a lista dos corruptos, ladrões e dos "tachos" (bem pagos) para concluir quem são eles.

Pobre que rouba um pão, é ladrão e vai preso.
Rico que rouba um milhão...

Nesta sociedade, as leis são feitas para proteger os muito ricos, para defender os privilégios da classe no poder, a classe exploradora, (minoritária) contra a maioria dos trabalhadores.

Os trabalhadores, os explorados, os desempregados os reformados, esses, apenas têm o direito de eleger os seus exploradores, sejam eles do PS, do PSD ou do CDS. Aqueles que se vão alternando no poder há 36 anos.

Um "bom exemplo"

O vídeo da Ratolândia é bem o exemplo do embuste em que os eleitores vêm caindo anos e anos a fio. Quando aprenderemos?