4 de dezembro de 2014

A importância da nossa luta pela Paz

Guerra é uma arma do capitalismo, para ganhar com a crise

É um facto histórico que o capitalismo, quando se vê a braços com uma das suas cíclicas crises e, por ter o poder das armas, busca na guerra uma saída. 
O negócio da venda de armas é um dos mais prósperos do mundo. 
Ao capitalismo, na sua fase imperialista, a guerra é um escape para justificar intervenções e o aumento da exploração de povos e trabalhadores. 
Para o capitalismo não importa quem sofre e morre. Nas guerras não são os capitalistas que morrem. São os trabalhadores e seus filhos, é o povo. 
Para o capitalismo a guerra é também uma oportunidade de negócios.

Em Portugal o O Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC tem feito um trabalho que a comunicação social, infelizmente, tem esquecido. São exemplos os recentes acontecimentos dos dias 12 e 22 passados. "Da Ucrânia ao Médio Oriente a Luta pela Paz" e o "Concerto pela Paz" com a participação de imensos Músicos, Cantores e outros artistas e intelectuais e que nos ofereceram uma bela tarde cultural. 
O CPPC teve um importante papel, ainda que não formalizado e reprimido, durante o regime fascista, como herdeiro dos movimentos da Paz em Portugal desde o início da década de 50 e desenvolve abertamente a sua actividade após o 25 de Abril de 1974. 

O CPPC tem contribuido para a sensibilização pública para a defesa da Paz, através de variadíssimas iniciativas e tem contado com a participação de muitas entidades. Têm contribuido para a cooperação internacional, e para a amizade e solidariedade entre os povos, de harmonia com o espírito da Carta das Nações Unidas.

Enquanto movimento de opinião pública nacional, o CPPC procura interpretar as aspirações dos portugueses empenhados na luta pela paz, pelo respeito dos direitos humanos e dos povos, pelo desenvolvimento e o desanuviamento das relações internacionais. Por isso tem tido ao longo dos anos, um papel importante não só em Portugal como em muitas realizações internacionais.
O CPPC tem recebido inúmeros apoios de entidades e das muitas pessoas amantes da Paz que têm aderido como sócios deste Conselho Português. 
Como disse Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do Conselho, "Para defender a Paz, Todos não somos demais".
Ver em http://www.cppc.pt/