2 de janeiro de 2013

Um presidente inconstitucional que jura falso

Estamos numa República das bananas, com um Cavaco a fisgar nos portugueses

Cavaco, horas depois de ter promulgado o Orçamento de Estado para 2013, reparou que tem "fundadas dúvidas" quando à “justiça”, (note-se que ele não quis dizer constitucionalidade), de vários aspectos do documento que promulgou horas antes. 
Uma coisa ficamos a saber: Este fulano à medida que envelhece vai ficando com dúvidas. Ele que nunca tinha dúvidas nem errava.

Cobarde que foge aos seu atos

Este fulano que jurou cumprir a Constituição não é sequer "homem" para admitir que promulgou um Orçamento anti-constitucional. A sua "coragem" foi dizer que tem "fundadas dúvidas sobre a justiça na repartição dos sacrifícios". Se é um problema de "justiça", como ele disse, então porque é que decidiu enviar o Orçamento para o Tribunal Constitucional? 
O Tribunal Constitucional serve para avaliar o cumprimento da Constituição. 

Mentiroso tal como os outros

Este fulano, que jurou cumprir a Constituição, esperou até ao último minuto para promulgar um documento tão grave sobre o qual tem dúvidas. 
Porque não o enviou logo para o Tribunal Constitucional? 
Ele várias vezes explicou: Foi para não deixar o País numa situação difícil, sem Orçamento. 
Pois, este fulano, para alem jurar falso é mentiroso. Ele bem sabe que o País não ficava sem Orçamento. Continuava com o Orçamento de 2012, em duodécimos pois é assim que manda a lei. 

É isto a Democracia?

Este fulano, considerou que é preferível um Orçamento Inconstitucional, a funcionarmos com o Orçamento aprovado em 2012. Quem lhe conferiu os poderes para ser ele a decidir contra a Constituição que jurou defender?
O que ele fez, e não disse, e por isso é mentiroso como a generalidade dos políticos da direita, foi obrigar os portugueses a partir de 1 de janeiro, a suportar as imposições anticonstitucionais do Orçamento. 
O que ele fez, por opção sua e ilegal, foi criar factos consumados para que os portugueses tenham que suportar as medidas do Governo que todos sabem serem anti-constitucionais.

A política de classe, para defender uma minoria, enganando a maioria

Aquele fulano (como eu tenho resistido a tratá-lo pelo nome que merece...) achou-se no direito de não cumprir a Constituição e penalizar todos os portugueses, com as consequências ilegais do Orçamento.
É esta a sua Democracia. Estaremos nós num estado de direito? Para alem de jurar falso, o fulano que os portugueses puseram naquele poleiro, vai penalizar todos, e o país, com medidas que sabe serem ilegais. 
Foi assim com o roubo do BPN, foi assim com a sua governação. É assim que a direita funciona. Continuem a votar neles, pois, o que mais precisamos é de Portugal em cavacos. E de quem é a responsabilidade?