24 de agosto de 2015

Teoria da Conspiração

A censura dissimulada

Do blog Mundo Cão retirei as seguintes notas:
A «chamada teoria da conspiração, é uma maneira de colar o mesmo rótulo de descrédito em denúncias fundamentadas sobre assuntos importantes mal contados por quem nos governa…/… Trata-se de uma manobra insidiosa para invalidar o contraditório, para amarrar a opinião pública a uma explicação única e definitiva das coisas em vez de a por a reflectir sobre as realidades que nos cercam. É interessante, por exemplo, que haja jornalistas a colaborar nesta mistificação mesmo sabendo – ou devendo saber – que estão a enviar para o grupo dos aldrabões e lunáticos os seus camaradas de profissão que fazem o que têm a fazer: investigar, procurar verdades, sobretudo quando são escondidas».

De facto a facilidade com que se aplica o rótulo de “teoria da conspiração” mostra a cobardia de quem não tem argumentos e quer fugir ao debate dos assuntos.
Questões como «…o golpe na Ucrânia ter conduzido a um governo fascista, ou a possibilidade de o MH 17 não ter sido derrubado por um míssil russo, ou a circunstância de haver produtos comercializados pela multinacional Monsanto que envenenam pessoas e o planeta, ou a invasão do Iraque ter sido baseada num chorrilho de mentiras, ou o neoliberalismo existir e ter criado a crise como regime global…» são assuntos proibidos e censurados pela comunicação social. Proibidos e censurados porquê? Por isso mesmo. Por serem incómodos para quem os censura.

A pluralidade de opiniões
Quando Ford lançou a fabricação de automóveis em série, alguem lhe perguntou se se podia escolher a cor do carro.
Ele respondeu:
Qualquer um pode escolher a cor desde que seja o preto.

Alguns dos comentadores e politólogos da "cassete" do pensamento único. Na foto não se vêm as palas que têm no cérebro, 

Não sendo a censura feita da mesma forma que Salazar fazia, esta censura actual, na Televisão e na generalidade dos meios de comunicação, o que é facto é que tem exactamente os mesmos efeitos, esconder o que não lhes interessa mas, agora, de forma ainda é mais enganadora.
No fascismo ninguém, nem os próprios fascistas, escondiam que havia censura. Por isso, quando líamos um jornal estávamos prevenidos. Agora nesta chamada “democracia”, onde a maioria das liberdades têm que ser compradas por muito dinheiro, a censura, a manipulação das ideias, a deturpação e omissão dos factos, está escondida por uma falsa capa de liberdade de informação. E quando alguém quer fazer uso da sua liberdade e direito de pôr em dúvida, essas “verdades” falsas, logo é apelidado de promotor da “teoria da conspiração” e, o mais grave, é silenciado sem que tenha oportunidade de demonstrar a sua "teoria".

 «Quando exercícios deste tipo se realizam com a participação de centrais de propaganda como por exemplo as que servem as estratégias desenhadas pelo Grupo de Bilderberg percebe-se que neles nada há de inocente. Tais órgãos justificam, nesta matéria, o porquê de se auto intitularem “meios de referência”. De facto, basta-lhes seguir o rasto para se conhecerem, passo a passo, as tendências dominantes de quem segue as regras de manipulação e intoxicação dos cidadãos ao serviço do regime único».

O país vai muito bem, o mundo nunca esteve melhor e, quem disser o contrário é “conspirador” e usa a “teoria da conspiração.

O artigo de onde foram retiradas as notas assinaladas, pode ser visto aqui.