14 de abril de 2013

A "renegociação" ao contrário

Aumentou o roubo
A "renegociação" da dívida que o governo fez, agrava a nossa dependência

Temos o futuro mais comprometido. Mais juros para pagar durante mais tempo. Esta política compromete as gerações vindouras, a vida dos nossos netos. Quem tolera esta política de direita, é conivente. 

Milhares de milhões que desaparecem chamados "ajuda"

Os juros da dívida pública continuam a aumentar mais do que aquilo que produzimos. Para a capitalização dos Bancos estão previstas fatias de muitos milhares de milhões o que também faz disparar os juros que vamos ter que pagar. 

A divida vai aumentar ainda mais. Pedir emprestado para pagar os juros. Paga o povo ganham os bancos. Este é o negócio dos que nos "ajudam". Eles ganham mais em juros do que o valor que nos emprestaram. 

O capitalismo está numa crise profunda

Os bancos, que nada produzem, têm sido a máquina de enriquecimento de grandes capitalistas internacionais. Essa máquina alimenta-se do nosso dinheiro. Dinheiro roubado às reformas de quem trabalhou e descontou. Dinheiro retirado aos ordenados que diminuem. Dinheiro desviado ao Serviço Nacional de Saúde para o qual descontamos. Dinheiro roubado aos contribuintes que pagam para serviços que o Estado extingue.

Ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres

A classe média está a desaparecer, a empobrecer. 
Os milionários, os banqueiros, aumentam as suas fortunas. De onde lhes vêm o dinheiro?

Esta geração é responsável pelo empobrecimento dos nossos filhos e netos. É responsável por permitir que governos há muitos anos a fazer esta política de direita, continuem a destruir o nosso país. Será isto tão difícil de perceber?

A desculpa que "não há alternativa"

A direita, a troika PS+PSD+CDS às ordens da troika FMI+BCE+UE, dizem que não há alternativa. 
Isto é uma grande mentira e uma desculpa para não estragar o negócio dos bancos.

A alternativa é coisa que não convém aos bancos. Por isso a silenciam. 
A alternativa é investir na produção nacional. A alternativa é não canalizar os recursos para os bancos mas para a produção. A alternativa é produzir e reduzir as importações. A alternativa é reduzir o desemprego e criar postos de trabalho. A alternativa é renegociar a dívida, não aceitar os juros especulativos dos bancos. 

Exemplos e alternativas

Os países em desenvolvimento, Brasil, Rússia, Índia  China, África do Sul, (BRICS) mostram estão a construir a alternativa para se libertarem da tirania deste capitalismo terrorista comandado pelo FMI.
A Islândia, um pequeno país na Europa, mostrou a dignidade do povo que não se submeteu e está em grande progresso. 

Bancos e banqueiros
Todos temos o dever de apelar à consciência de quem se cala, de quem "deixa andar" - e por isso é também responsável pelo futuro de Portugal. Pelo futuro dos seus filhos e netos que não nos perdoarão.

Este blogue C de... 

...bem ou mal, tem tentado chamar à realidade as consciências adormecidas, os "eternamente enganados", os que teimam em desculpar quem nos rouba.

Não tenho conseguido dedicar o tempo que esta "missão" deveria exigir. 
Vou estar ausente, no estrangeiro e, interromper por mais tempo as publicações neste blogue. Não abandonarei a luta, a luta pelo esclarecimento, a luta contra a passividade que permite os vampiros comer tudo e não deixar nada.
Até já!