14 de junho de 2011

25 de Abril continua a ser traído

A NATO quer e o "governo" obedece


O governo PS ainda em gestão, submisso às potências estrangeiras, aceitou a instalação em Portugal do “comando operacional”, da Força Marítima de Reacção Rápida ‘Strikfornato’ da NATO. Mais uma violação da Constituição da República Portuguesa, que expressamente afirma a igualdade entre os Estados, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, a cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade e ainda "preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos".




A pouca vergonha é tal que Mário Soares relembrou há dias as conversas com o seu grande amigo, chefe da CIA, Frank Carlucci, a sua traição ao 25 de Abril, preparada em encontros semanais na Embaixada dos EUA e nos jogos de ténis entre Carlucci e Otelo. Hoje os traidores sentem-se tão àvontade que se orgulham de ter conspirado, até com a Igreja e com o D. António Ribeiro, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, para que este desse instruções aos sacerdotes para dizerem nas missas o que deviam fazer para, alterar o rumo do 25 de Abril, rumo esse agora tão bem conhecido de todos nós. Submissão total aos grandes interesses económicos e militares dos EUA.


Ainda hoje, mais ou menos elaborados, esses métodos são usados para condicionar o voto dos eleitores nesta falsa democracia.


É caso para dizer que, da missa não sabemos nem a metade. Quais as condições e as consequências deste “comando operacional” para o nosso país?
Os jornais, silenciam, deixando que os portugueses tenham que aceitar factos consumados.