Mais de 20 pessoas entre os
quais jornalistas e médicos foram assassinadas pelas forças
israelitas num ataque ao Hospital Nasser, um dos últimos centros
médicos ainda activos em Gaza. A relatora das Nações Unidas (ONU)
para os Territórios Palestinianos Ocupados, Francesca Albanese,
pediu aos Estados que intervenham para travar o "massacre"
israelita na Faixa de Gaza, alertando que a inacção dos países
perpetua a violência.
As forças de Israel tal como fazem
as pessoas que procuram alimentos e são assassinadas, está também
a atrair médicos e jornalistas que se dirigem aos locais
bombardeados para serem também assassinados.
O
responsável da Agência das Nações Unidas de Assistência aos
Refugiados Palestinianos (UNRWA), Philippe Lazzarini, descreveu o
ataque como uma forma de “silenciar as últimas vozes que relatam a
morte de crianças pela fome”.
“A indiferença e a
inacção do mundo são chocantes”, escreveu o responsável da
UNRWA numa publicação na sua conta no X.
Por seu lado, o
Secretário-Geral da ONU, António Guterres, condenou os ataques
israelitas mortais ao hospital de Gaza no mesmo dia e apelou a “uma
investigação imediata, transparente e imparcial” sobre as mortes
provocadas.
Também o porta-voz da ONU, Stéphane
Dujarric, afirmou que “estes recentes assassinatos horríveis
realçam os riscos extremos enfrentados pelos profissionais de saúde
e jornalistas ao realizarem o seu trabalho vital no meio deste
conflito brutal”.
De acordo com o Ministério da Saúde
palestiniano em Gaza, o número de mártires da agressão do regime
israelita na Faixa subiu para 62.744, e o número de feridos atingiu
os 158.259.
Aumenta
o genocídio do povo palestiniano devido ao bloqueio da entrada de
ajuda humanitária pelas forças israelitas.
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