O Presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou esta
segunda-feira, 25 de agosto, a escalada de violência e os ataques
indiscriminados do Governo israelita contra o povo palestiniano na
Faixa de Gaza. O líder cubano denunciou a "impunidade" do
regime sionista, referindo que os ataques resultaram em mais de 62
mil assassinatos e colocaram milhares de pessoas, incluindo crianças,
em risco de morrer de fome e subnutrição.
Na mesma
linha, o chefe de Estado fez um apelo urgente para pôr fim à
"barbárie", destacando os ataques deliberados contra
hospitais e jornalistas. Recentemente, um ataque direto ao Complexo
Médico Nasser, na cidade de Khan Yunis, resultou na morte de pelo
menos 20 pessoas, incluindo cinco profissionais da imprensa.
Os
repórteres, identificados como Hossam Al-Masri, Mohamad Salama,
Maryam Abu Daqqa, Muath Abu Taha e Ahmad Abu Aziz, foram mortos
enquanto documentavam os crimes de Israel na região. Com estas novas
vítimas, o número de jornalistas mortos em Gaza desde 7 de outubro
de 2023 sobe para 245, naquilo que Cuba considera ser uma política
de ataques cobardes contra jornalistas palestinianos.
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