12 de outubro de 2011

CONSELHO PORTUGUÊS PARA A PAZ E COOPERAÇÃO

É preciso parar os graves crimes contra a humanidade na Líbia


O Conselho Português para a Paz e Cooperação, emitiu o seguinte comunicado que, como é "norma", a comunicação dita social esconde, por não coincidir com a política dos seus donos.



Parar a agressão à Líbia


O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena o massacre que há semanas está a ser perpetrado pela NATO e pelo CNT contra a população de Sirte e de outras cidades da Líbia.
Para além dos violentos bombardeamentos aéreos e terrestres que já provocaram inúmeras vítimas e o êxodo em massa da população em fuga dos bombardeamentos «humanitários», que não poupam hospitais e bairros residenciais, o brutal bloqueio à cidade está a intensificar-se provocando carências extremas de medicamentos, alimentos e água. É a própria imprensa internacional, que silenciou os massacres cometidos pela NATO ao longo dos últimos meses, a ser obrigada a reconhecer que Sirte enfrenta um verdadeiro desastre humanitário.


Ver o texto completo do comunicado em:
http://c-de.blogspot.com/p/cortes-e-recortes.html

11 de outubro de 2011

Stop the Machine

Em Washington preparam-se grandes manifestações para dia 15


Em Portugal a nossa comunicação dita social não se mostra "interessada" em aprofundar os problemas do capitalismo e muito menos revelar as movimentações de indignação que se ampliam em todo o mundo. 


Contudo o mundo, gira e avança. Estão já concentrados em mais de 300 cidades dos EUA, como Seattle, Los Angeles, Houston, Dallas, Filadelfia, Chicago, Boston,  muitos manifestantes que decidiram ocupar as ruas como em Wall Street.   Os motivos da indiganação são o desemprego e a injustiça na distribuição da riqueza e ainda os que protestam contra a Guerra, em especial a do Afeganistão e pelos direitos civis. 
Ver notícia completa aqui no separador "Cortes e recortes"



10 de outubro de 2011

O expoente máximo das desigualdades

Onde meia dúzia de multimilionários têm mais que 90% da população
 
Estados Unidos: muitos pobres e poucos muito ricos


Cinco décadas depois de criado o Programa Social nos Estados Unidos, mais de 46,2 milhões de pessoas vivem na pobreza total, 15,1% da população nacional.
 
As famílias sem habitação aumentaram em 50% em algumas cidades, e 38,4 milhões recebem cupons de alimentação - mais que em qualquer momento dos últimos 50 anos.
 


Para as estatísticas de Washington, consideram-se pobres as pessoas que são parte de famílias de quatro pessoas cujos rendimentos não superam os 22.314 dólares (16.600 euros) anuais.
 
Economistas da Universidade de Columbia discordam dos critérios que são utilizados para avaliar a pobreza real. Contudo, economistas conservadores advertem que uma mudança na fórmula provoca um aumento da pobreza, o que poderia levar a um aumento inaceitável no custo dos programas federais e estatais de serviço social.
 
O desemprego de 9,1% afeta toda a nação.

Fonte: Prensa Latina

Convite

O PCP divulgou um Convite para que todos os interessados participem num debate a realizar terça-feira dia 11 no Centro de Trabalho Vitória (Av. da Liberdade, 170 - Lisboa).

9 de outubro de 2011

Eleições na maltratada Madeira, pelos bichos que a esburacam

Assim se revelam os campeões da "Democracia"



Vitor Dias no seu blog "o tempo das cerejas" publicou um trecho de uma notícia do Público que diz "O presidente do governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, considerou “normal” o transporte de eleitores em viaturas de organismo públicos, acompanhados por autarcas sociais-democratas. “Aqui foi sempre assim”, disse AJJ.


Mais adiante informa o mesmo jornal que "funcionários regionais começaram às 22 hs (!!!) de sexta-feira a retirar das ruas toda a propaganda dos partidos alegadamente por causa do «dia de reflexão»".


Diria eu, é por causa desse periodo de reflexão que, à boca das urnas, na hora da votação, militantes sociais democratas que se dispõem a acompanhar os eleitores recolhidos nas suas casas, completam essa reflexão, instruindo os eleitores "de como devem votar". Nobre missão cívica. Eu próprio presenciei a essas cenas no Concelho de Mafra, por coincidência de maioria absoluta do PSD.


Diligentes, os funcionários da Electricidade da Madeira, andam prevenidos nos carros da empresa com as bandeiras do PSD

Descrevi algumas no meu texto de 6 de junho, neste blog. 
Também "em Mafra foi sempre assim" desde que o PSD é maioria, claro. 

Vários testemunhos de delegados de partidos, não do PSD, revelaram que a partir das 18 horas (do dia da votação) os membros das mesas de voto, todos do PSD, mostraram um afã e nervosismo a consultar os cadernos eleitorais e fazer listas dos que ainda não tinham votado. Telemóveis em grande actividade e papeis com nomes, eram passados aos condutores de vários carros estacionados à porta da Secção de Voto, que logo partiam para a sua missão. Passados alguns minutos regressavam com os eleitores faltosos e já bem instruídos onde votar.
Alguns, muito idosos e doentes, amparados pelos tais acompanhantes do carro, pediam para que esses acompanhantes os ajudassem a votar na câmara de voto.
Verifiquei que vários, traziam nos bolsos uns papelinhos que consultaram no acto de pôr a cruzinha, pois a indicação passada na igreja, para votar na setinha voltada para o céu, poderia ser insuficiente. 


O caso, para mim mais caricato, foi uma senhora de idade avançada que, depois de entregar o cartão de eleitor na mesa e receber o boletim de voto, ficou muito embaraçada pois precisava de votar com o seu cartão de eleitor. A presidente da mesa, devolveu-lhe o cartão e a senhora, de imediato confrontou o cartão com o boletim de voto e devolveu o cartão. Achei estranho mas concluí que, talvez por se terem esgotado os tais papelinhos, alguém lhe desenhou no próprio cartão de eleitor, o símbolo onde deveria votar.


Isto passou-se em várias secções de voto onde havia delegados de outros partidos a fiscalizar.
Que acontecerá em locais onde essa fiscalização é muito difícil?


Outras histórias não repito, pois estão relatadas no texto deste blog que referi.


Comparemos isto com a eficiente "limpeza" da propaganda dos partidos às 22 horas de Sexta-feira anterior.





Mais uma guerra entre as muitas dos EUA

10 anos de guerra, morte e pilhagem no Afeganistão

Do Conselho Português para a Paz e Cooperação, recebi um comunicado que relembra os que foi a Guerra do Afeganistão com pretexto nos atentados contra as torres gémeas em Nova Iorque.


Ocorrida na sequência dos ataques de 11 de Setembro de 2001 a Nova Iorque e sob o pretexto de «combater o terrorismo», a agressão e ocupação do Afeganistão iniciou uma década em que o imperialismo, com destaque para os EUA, em conivência ou em aliança com outras potências e com a participação formal da NATO, elevou significativamente a sua agressividade e militarização, levando a cabo uma série brutal de ataques, invasões e ocupações em países soberanos, como o Iraque ou, mais recentemente, a Líbia – com o seu rol de centenas de milhar de mortos e estropiados e da degradação das condições de vida de milhões de seres humanos – numa estratégia de domínio global, de controlo de rotas e de recursos naturais, com destaque para os energéticos. Procurando assim, através da guerra e da usurpação da soberania e de recursos de outros povos, iludir ou encontrar uma (falsa) «saída» para a profunda crise em que se encontra e para a qual arrasta o mundo...

O comunicado integral pode ser lido (aqui).

População de Oeiras

Alguem disse que, feito um estudo sociológico em Oeiras, se concluiu que a população do Concelho se divide em dois grandes grupos:


O minoritário é dos que sabem que Isaltino é corrupto e por isso não votam nele, e
O maioritário é dos que sabem que Isaltino é corrupto mas votam nele.


Creio que este estudo vai ser adaptado e complementado com outros estudos como os da medição do QI e ser aplicado noutras regiões do país (como a da Madeira).


Disse Pablo Picasso"Nunca conseguirás convencer um rato de que um gato traz boa sorte."

Eu responderia: Um rato não, mas um eleitor...


8 de outubro de 2011

Os bombardeamentos humanitários vão continuar

Líbia martirizada: Ao fim de sete meses de bombardeamentos NATO não garante ter ganho a guerra enquanto não eliminar todos os apoiantes de Kadafi

Insurgentes apoiado pela NATO hoje continuaram o cerco de Sirte, embora o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) tenha atribuido ao bombardeamento aéreo o agravamento da situação humanitária no local. 


O ministro francês da Defesa, Gerard Longuet, garantiu hoje em Bruxelas que a campanha de bombardeamentos da NATO na Líbia vai continuar. 


Longuet afirmou que os bombardeamentos aéreos vão continuar até que todas as bolsas de resistência estejam extintas e que o novo governo líbio peça para parar.  


Apesar dos antigos rebeldes controlarem a maioria do território líbio,  algumas regiões continuam a estar controladas por forças pró-Kadhafi, incluindo Sirte na costa mediterrânica, a cidade de Bani Walid e partes do sul do país. 


O ministro francês está em Bruxelas a participar na cimeira de ministros da Defesa da NATO.


Estas são as notícias que nos aparecem, distribuídas pelos centros de difusão da informação controlados pela CIA e pela NATO. Ainda que à mistura venha muita mentira, há realidades que já não conseguem esconder. A guerra contra o regime Líbio vem sendo preparada pelo menos, desde que Kadafi (ex-amigo dos governos ocidentais), não cedeu às chantagens que lhe fizeram e não entregou o petróleo à exploração das petrolíferas, norte americanas, francesas e inglesas.

Fabricação de mercenários


A CIA investiu no treino de agentes que criaram os "insurgentes" ou "rebeldes". Em fevereiro deste ano, há nove meses, começou o que se apelidou de guerra civil, desencadeada pelos agentes da CIA, das forças especiais inglesas, francesas e NATO, criando os pretextos para uma intervenção armada desses países e mais tarde, em março, da NATO com o apoio de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, para controlar o espaço aéreo e impedir a aviação líbia de matar os "insurgentes", tidos como sendo a população. A resolução vigoraria por três meses, tempo considerado mais que suficiente para a queda do  regime que segundo eles era odiado pelo povo.


Tentativas goradas, para a resolução pacífica


Apesar das tentativas de negociação da União Africana, das propostas de Kadafi para a realização de eleições na Líbia, a NATO nada disso aceitou.
Perante os bombardeamentos da NATO muito para além do que diziam ser o controlo do espaço aéreo, bombardeamentos que incluíam a casa de Kadafi, as estações de televisão, hospitais, redes de abastecimento de água e electricidade, ruas e viadutos, e todas as infraestruturas, Kadafi entregou ao povo cerca de um milhão de armas. Os populares aliados aos militares desferiram rudes golpes contra os tais rebeldes. 
Como resposta a NATO passou a bombardear todas as zonas civis onde admitia haver apoiantes de Kadafi, iniciando uma guerra genocida. Bombardeamentos feitos diariamente por sofisticados aviões, por helicópteros, por navios de guerra ao longo da costa da Líbia com o Mediterrâneo.


Mais bombas que rebeldes


Passaram-se os tais três meses e Kadafi não dava mostras de ceder, apesar dos poderosos meios de Guerra da NATO, dos EUA, da França e Inglaterra. Passaram a devastar tudo o que pudesse abrigar apoiantes de Kadafi, e assim abriram os caminhos para que os rebeldes se aproximassem das principais cidades defendidas pela população armada e tropas governamentais.
Onde não conseguiam entrar lá estavam, diligentes, os aviões da NATO a bombardear bairros inteiros onde tinham informações dos rebeldes que havia pessoas que apoiavam Kadafi. 
Na entrada em Tripoli, após muitos dias de bombardeamentos da NATO, os rebeldes exibiram filmes e fotografias a metralharem os edificios de habitação e matarem, vitoriosamente, os moradores que tinham escapado aos bombardeamentos. 


Já nem falam do texto aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU


Já lá vão nove meses de guerra, três vezes mais que o tempo infamemente concedido pelo Conselho de Segurança da ONU. Agora com toda a arrogância (democrática), com ou sem aprovação da ONU, dizem que a "campanha dos bombardeamentos" vai continuar. 
Não o dizem, mas digo eu, que irá continuar, até que os apoiantes de Kadafi forem todos mortos, para assim terem garantida a vitória eleitoral na farsa de eleições que, como democratas que mostram ser,  irão promover.


Deixem-se morrer à fome e sede os habitantes de Sirte


Não dizem eles mas, mandaram dizer, através de jornais ingleses e norte americanos, que o melhor é deixar morrer à fome e sede a população da cidade de Sirte cercada e impedida de abastecimentos de alimentos e água.
Depois de Sirte, seguirão para Bani Walid e as cidades do sul do país, onde as populações e as tribos apoiantes de Kadafi decidiram impedir a entrada dos invasores e colonos imperialistas.

Têm razão os ministros da NATO que vai ser preciso continuar os bombardeamentos por muito mais tempo. 
Lembram as notícias que a guerra idêntica no Afeganistão, onde a NATO tem milhares de tropas no terreno, dura há mais de 10 anos.

Quem paga estas guerras? 


Os que fingem não perceber, e aceitam a justificação de que se trata de uma guerra para defender as populações, é moralmente conivente com os muitos milhares de mortos, mulheres, velhos e crianças, mortos e o sofrimento dos feridos pelos bombardeamentos humanitários da NATO.

Ver:  http://c-de.blogspot.com/2011/10/bombardeamentos-humanitarios.html

7 de outubro de 2011

A justiça acompanha a política de classe


Na sequência da prisão e libertação de Isaltino Morais...


As sanções aplicadas a seis ex-gestores do BCP, entre os quais Jardim Gonçalves, ficaram esta sexta-feira sem efeito, após o juiz ter considerado que as provas acusatórias apresentadas pelo empresário Joe Berardo são nulas, por violarem o sigilo bancário. Os advogados de defesa manifestaram-se satisfeitos com a decisão do tribunal. (noticia de hoje da RTP)


Este é o teor da informação que traduz bem como é encarada a lei e a justiça numa sociedade em que quem manda é a classe dos ricos, ou dos grandes capitalistas ou ainda dos que exploram quem trabalha.


A outra classe, a classe explorada, diria assim:

O banqueiro, Jardim Gonçalves e os outros cinco arranjaram forma de endrominar o grande capitalista e também acionista do BCP, Joe Berardo. Este queixou-se ao Tribunal que lhe deu razão. No entanto os outros esmiuçaram as leis que mandaram fazer e verificaram que não podendo desmentir a fraude, podiam anular as provas que se deveriam ter mantido em segredo "sigilo bancário". Portanto o tribunal agora deu razão aos acusados. 

Certamente em privado, uma parte disse à outra:
- Nós sabemos que tens razão mas, não te armes em parvo, pois, como revelaste o que era segredo, a tua razão deixa de o ser. Faltaste a uma lei importante dos capitalistas. Portanto... Faça-se justiça!.
E assim, tudo fica em família, nada que não se possa resolver com uma valente festa e comezaina entre todos eles, no iate ou mansão do mais voluntarioso, paga é claro, com o dinheiro dos depositantes do BCP. Entretanto o Joe já deve estar a preparar uma outra manigância para se recompensar (à custa do dinheiro do Banco, ou seja dos depositantes). Moral da história: De fraude em fraude os banqueiros vão-se lixando uns aos outros mas sempre com o dinheiro dos depositantes. Nada perdem. Quem paga é sempre o mesmo.

Dir-me-hão: Então quem se deveria queixar são os que lá põem o seu magro dinheirinho.
Digo eu: Experimentem e logo verão que eles não são parvos e fizeram as leis para se defenderem.
Dirás tu: Então num tribunal a Justiça é feita de acordo com as leis que foram feitas por quem tem o poder para as fazer?
Diremos todos: À pois é! Então não tinhas ainda reparado nisso. Todas as leis, dependem da relação de forças entre os exploradores e os explorados.
Digo eu: Pois é! Não lutes, não... e logo verás as leis que vão ser feitas a seguir!


Bombardeamentos humanitários

A Comissão Europeia (CE) alertou nesta sexta-feira que é "crítica" a situação em Sirte, cidade natal de Muammar Kadafi, onde forças do regime deposto resistem, e pediu o respeito ao direito humanitário internacional e a retirada dos civis.


Esta é a notícia que circula nalguns jornais estrangeiros e que vem na sequência de outras, não difundidas cá na nossa terra, que informam que a NATO bombardeia selvaticamente a cidade de Sirte, matando a eito, civis, mulheres, velhos e crianças que não abandonam a cidade cercada.


Em alguns jornais "ocidentais e cristãos" defendia-se há dias a intenção da CNT (governo fantoche dos rebeldes) deixar morrer de fome e de sede a população da cidade de Sirte, uma vez que os intensos bombardeamentos da NATO à cidade, destruíram a maioria das infraestruturas de abastecimento de água e electricidade.


Na guerra pela ocupação da Líbia e roubo do petróleo e dos milhares de milhões de euros dos Fundos líbios depositados nos bancos ocidentais, vale tudo, mesmo os mais horrendos crimes contra a humanidade e as ações de genocídio e exterminação das tribos e populações apoiantes do governo e de Kadafi.


A estas ações ainda há quem continue a apelidar, hipocritamente, de "ações humanitárias". O tempo julgará, infelizmente, depois de terem sido assassinadas mais de 50.000 pessoas, entre as quais mulheres velhos e crianças e de se ter destruído um dos países mais desenvolvidos de toda a África .   


Nota: às 18:30 acrescento esta frase do blog "o cantigueiro"
"têm arrasado escolas, hospitais, casas particulares, ruas, bairros inteiros... exterminando milhares de inocentes e abrindo caminho ao extraordinário e tão “solidário” negócio multimilionário da “reconstrução”, o segundo negócio mais lucrativo dos fabricantes, negociantes e traficantes de armamentos. Como assistimos na Líbia e na longa lista de intervenções militares americanas que antecederam esta".





6 de outubro de 2011

A ação dos deputados comunistas

Jornadas Parlamentares em Torres Vedras

Os Deputados do PCP estiveram nos dias 3 e 4 deste mês em Torres Vedras para reunirem e visitarem as entidades dos Concelhos do Oeste e do Norte de Lisboa. Bernardino Soares em nome dos deputados do PCP disse que "ao realizar estas jornadas parlamentares (...) pudemos comprovar, mais uma vez, as imensas potencialidades produtivas da região e do país. Falamos da indústria, das pescas e da agricultura"... 

Há varios anos que o PCP vem realizando ações para sensibilizar os portugueses e os governos para a necessidade vital de aproveitar essas potencialidades. 

No entanto a direita (nacional e estrangeira) tem feito "orelhas moucas" e como mostraram os deputados, "em pleno distrito de Lisboa, nos seus concelhos do Norte e Oeste, encerraram nos últimos anos dezenas de escolas, extensões de saúde e serviços de atendimento permanente, centros de emprego e de atendimento da segurança social, estações dos CTT, estações de caminho de ferro ou farmácias (...) a via férrea, a Linha do Oeste, está completamente obsoleta, enquanto poderia e deveria ser um importante motor da actividade económica da região (...) dezenas e dezenas de aldeias estão completamente isoladas, no que ao transporte público diz respeito, à noite e durante todo o fim-de-semana,  aqui, os utentes do transporte rodoviário de passageiros, feito através do monopólio de uma empresa privada, pagam pelos seus bilhetes ou passe social de Torres Vedras para Lisboa valores acima do estabelecido no tarifário oficial". 

O documento que resultou desta iniciativa é uma importante súmula do confronto entre as políticas de direita que deram os resultados que estão à vista e a política alternativa proposta pelo PCP.




Desemprego e situação social


Nos encontros com dirigentes e delegados sindicais de diferentes sectores de actividade, foi transmitida a preocupante situação do desemprego que esta região enfrenta.


Concluiram os deputados comunistas que "a desregulamentação dos horários de trabalho; os abusos na utilização do lay-off; o não pagamento do trabalho suplementar; o desrespeito e bloqueio das convenções colectivas de trabalho (...) os baixos salários, o agravamento da exploração de quem trabalha, tem como consequência o facto de, só nos concelhos do Oeste, existirem mais de 49 mil reformados em que a média da pensão de reforma ronda os 290 euros". Foram informados que "um trabalhador desempregado viu indeferida a prestação de subsídio de desemprego pelo facto de ser dirigente de uma colectividade" que levou os deputados do PCP a prometer "exigir explicações ao Governo sobre este caso em concreto".


O ataque ao Serviço Nacional de Saúde - SNS


Os deputados tiveram reuniões com entidades da Saúde e confirmaram que "para o Governo PSD/CDS-PP a saúde não é um investimento, mas um custo que urge reduzir, sem se importar se as populações têm acesso à saúde, ou se os cuidados são prestados com qualidade" e que está a haver uma "transferência de custos para os utentes, para justificar a privatização da saúde, tornando-a num negócio lucrativo para os grandes grupos económicos". Os utentes pagam impostos para um serviço que o estado não presta e pagam os tratamentos aos privados.
Os profissionais e responsáveis queixam-se que o Governo "cortou de 11% nos orçamentos dos hospitais" e que  há necessidade de milhares de enfermeiros, quando existem também milhares de enfermeiros desempregados. 


Neste sentido o PCP vai levar a efeito uma interpelação ao Governo sobre política de saúde no próximo dia 12 de Outubro e avançar com um conjunto de iniciativas, designadamente:
 
"- Um projecto de lei para eliminar a possibilidade de privatização das Unidades de Saúde Familiar...;
 
- Um projecto de resolução que aponte para a inclusão nos serviços de saúde dos profissionais que neles prestem serviço, ...;
 
- Um projecto de lei que possibilite a dispensa gratuita de medicamentos em ambulatório nos hospitais públicos, nos casos em que o seu custo para o hospital seja inferior ao valor da comparticipação paga pelo Estado no mercado privado.




A agricultura maltratada


Nos encontros com Associação de Agricultores do Distrito de Lisboa, União das Cooperativas do Ribatejo e Oeste, Organização dos Produtores Pecuários de Alenquer, Cooperativa Agrícola de Alenquer resultam informações que evidenciam o carácter negativo para a agricultura e os agricultores da região das políticas agrícolas nacional e comunitária (PAC) e a urgência da sua reversão. Há exemplos da redução da produção, da redução de produtores. Há exemplos dos problemas com a comercialização, Grande Distribuição e Mercado Abastecedor (Castanheira do Ribatejo). Há exemplos das dificuldades de associações agrícolas, cooperativas e Organização de Produtores Pecuários. 



A Região Oeste é uma importante região vitivinícola. Numa situação em que os produtores e as adegas cooperativas lutam pela sobrevivência, o anunciado aumento do IVA sobre o vinho, de 6% para 23%, desferiria um golpe fatal nesta actividade.
As dificuldades sentidas pelo sector vinícola da Região Oeste têm levado, ao longo dos últimos anos, a que um número crescente de produtores tenha abandonado a cultura da vinha. 


A Cooperativa de Fruticultores do Cadaval - CoopVal, que agrupa mais de 300 associados, a maioria dos quais pequenos produtores, é responsável por cerca de 10% da produção nacional de pêra rocha. Tal como no caso do sector vitivinícola, a política da grande distribuição arruína os produtores. 


Tudo para os grandes, nada para os pequenos


Na reunião com a ACIRO - Associação Comercial, Industrial e Serviços da Região Oeste foram salientadas "as dificuldades que estas empresas enfrentam na obtenção de crédito, não sendo novas, têm sido agravadas com o “memorando da Troika” através da imposição, por parte da banca, de juros agiotas..." situação que confirma a validade da proposta dos deputados comunistas para "um papel mais activo da CGD no apoio e financiamento da economia real".

Os responsáveis da ACIRO manifestaram indignação sobre "os privilégios concedidos pelo Governo às grandes superfícies comerciais, sobre as vergonhosas imposições que estas grandes superfícies continuam a fazer aos produtores nacionais e à generalidade das empresas".
 



Destruiu-se a produção industrial


Como há muito o PCP tem dito "A produção nacional, nomeadamente a produção industrial comprova-se como o elemento central para a resolução dos problemas estruturais da nossa economia". A visita à Cooperativa Operária de Fabrico de Colchões “Bom Repouso” mostrou as potencialidades de um "projecto cooperativo", que com o empenho de cooperantes e trabalhadores, a inovação e a valorização do trabalho, evidencia-se a importância do potencial industrial do país. A experiência da Cooperativa, com investimento no essencial baseado em recursos próprios, revela também a realidade que há muito o PCP tem vindo a denunciar, no que toca às dificuldades e custos de acesso à banca.



O apoio da Banca é só para alguns


Os deputados comunistas insistiram em se avançar com políticas de apoio à produção nacional como, "uma política de crédito, em que a Caixa Geral de Depósitos tenha um papel central e de “referência” no mercado bancário nacional. Defendem que "Os três Programas de aplicação dos fundos comunitários, devem ser reformulados e reprogramados, dando prioridade absoluta às pequenas empresas dos sectores produtivos, agricultura, pescas, indústria transformadora e sector cooperativo".


Nova machadada nos preços da energia


Os deputados comunistas reafirmaram a sua disposição de luta "para que seja criado um sistema de preços da energia – electricidade, gás  combustíveis líquidos, regulados e uma forte e atempada intervenção da Autoridade da Concorrência.


Defesa da produção nacional e das exportações


No âmbito da sistemática acção e intervenção em defesa da produção nacional e adequada protecção do mercado português...exigem que os bens importados, e em particular dos agro-alimentares, cumpram os requisitos impostos à produção nacional e se dê uma particular atenção "às volumosas importações da grande distribuição e de combate a operações de dumping".
 



Para a defesa da Cultura e do Associativismo Popular


Durante a reunião tida com as associações de cultura e defesa do património (Associação de Defesa e Valorização do Património Cultural de Torres Vedras; o Museu da Lourinhã, a Associação Estufa), o Grupo Parlamentar do PCP foi confrontado com "os efeitos das políticas de desvalorização do associativismo e do trabalho artístico e cultural. A falta de apoios e diminuição galopante do financiamento do estado às artes e à cultura, a burocracia, a ausência de uma política de estímulo à produção, criação, difusão e fruição culturais".

Concluiram os deputados que "a política de direita de submissão e de destruição do Serviço Público de Arte e Cultura, ... a mercantilização dos bens culturais e a sua elitização, apenas são combatidos pelas Associações culturais.
Por isso informaram que "O PCP vai realizar no próximo dia 24 de Outubro, uma Audição Parlamentar sobre o financiamento do Estado às artes e à cultura, incorporando já a análise à proposta de Orçamento do Estado que entretanto será entregue".


Os ataques ao Poder Local, à fiscalização e intervenção das populações


No encontro com o executivo camarário de Sobral de Monte Agraço, foram reveladas "as realidades e dificuldades enfrentadas pelos eleitos e pelas populações, gravemente afectados pela crise económica e social que o país vive", e os ataques ao Poder Local.


Para a consulta ao documento integral dos Deputados do PCP siga a seguinte ligação  http://pcp.pt/encerramento-das-jornadas-parlamentares-do-pcp-em-torres-vedras

Os responsáveis pela crise, para tótós

2ª Parte - Emagrecer o Estado (para engordar os privados)


Esta ideia, que se pretende inculcar nos tótós, "emagrecer o Estado", associada à ideia que o emagrecimento é uma ação saudável, pode ser muito perigosa, mesmo na saúde. O "emagrecimento" tem por objectivo tornar o organismo mais eficaz, mais capaz de fazer mais e melhor e não levá-lo a uma atrofia e morte lenta.
Infelizmente, a política de capitalismo neoliberal que os partidos de direita vêm desenvolvendo, mostra que este emagrecimento é anorexia. Não é uma mania, nem um comportamento, é uma doença que serve os interesses dos negócios privados, à custa de toda a população portuguesa.  


O Estado, assim emagrecido, deixa de exercer as funções sociais para as quais pagam os contribuintes. 
Os contribuintes não deixam de pagar as suas contribuições e ainda por cima vão ter que recorrer a serviços privados que se pagam bem. As empresas privadas, cobram os serviços que anteriormente eram quase gratuitos e recebem do Estado os subsídios para "rentabilizar" os serviços que prestam.
Mais adiante darei alguns exemplos de "emagrecimentos" que engordam os monopólios privados da saúde, do ensino, dos transportes e auto estradas, entre outros.
Aos totós um conselho: Deixem de ver apenas o que o PS, PSD, CDS quer mostrar na televisão e jornais que estão comprados pelos do costume.

5 de outubro de 2011

As responsabilidades da crise, para tótós.

1ª Parte - Os portugueses (os trabalhadores?) gastam acima das suas possibilidades.


É frequente o governo desculpar-se com a crise para justificar a política que os leva a penalizar os trabalhadores e a população em geral.

Os argumentos para enganar tótós são muitos.
Jornais e televisão insistem em retransmitir esta ideia. 

Os portugueses que gastam acima das suas possibilidades foi argumento muito batido. Contudo como nem todos somos tótós e fomos descobrindo que quem gasta acima das suas possibilidades são os que sacam à fartazana em remunerações de 5.000, 10.000 e mais euros ou acumulam reformas pelos tachos que também tinham e têm remunerados a mais de 10.000 e 20.000 euros mensais. E como o exemplo vem de cima o nosso Presidente fez questão de confirmar.
 Carro do electricista que fez horas extraordinárias

Há dias foi dada uma notícia, já aqui referida, que enquanto os carros novos de gama baixa estão a reduzir as vendas, carros de luxo e topo de gama como os Porsches aumentaram as vendas em 40%. Claro que a Televisão não se atreveu a comentar esta verificação. 

Numa outra notícia a Televisão informava que aumentam as casas a ser vendidas em hasta pública. Acrescentou que era uma boa oportunidade para alguns fazerem bons negócios. Quem é que gasta acima das possibilidades? Quem tem que vender a casa ou quem compra casas, muitas de luxo, só porque é um bom negócio? A esses a banca dá todo o crédito que puder, o que na estatística aparece como muita gente a viver dos créditos.

Ontem a RTP deu uma nova versão dos "portugueses viverem acima das suas possibilidades" ao apresentar um estudo da pordata que concluia que importamos mais do que exportamos. Esta é a versão que toca num dos problemas essenciais.
 Carro comprado com o subsídio de desemprego como entrada inicial
Hoje o Presidente da República, o tal que dá o exemplo, voltou a repetir que os portugueses vivem acima das suas possibilidades. Das duas, uma! Ou está a falar de alguns, ou as possibilidades estão a ser reduzidas abaixo das necessidades.
Teve esse senhor o descaramento de dizer que temos que aproveitar as nossas potencialidades. Toda a gente sabe que a maior potencialidade de uma sociedade são as pessoas. Contudo ele tudo faz para facilitar os despedimentos e aumentar o desemprego.
Referiu-se ainda às nossas potencialidades do mar quando foi ele que subsidiou o abatimento da frota pesqueira.
 Carro do ministro da Justiça Social

É um facto indesmentível que importamos mais que exportamos. Mas quem impôs esta política? Recordem-se dos governos PS, PSD e CDS a mando de Bruxelas, a darem subsídios para acabar com a agricultura e muitas indústrias que precisavam de ser ajudadas. Abriram, ainda, as portas à venda de empresas portuguesas às multinacionais, muitas delas encerradas depois, e que levaram, para os accionistas estrangeiros, muitas centenas de milhões de euros da nossa produção.
Muitos patrões compraram Porsches e Lamborguinis e encerraram as empresas deixando os trabalhadores na rua. 
Há quem se atreva a dizer que os portugueses não querem trabalhar. Quem é que não quer trabalhar? E assim os responsaveis pelo governo deste país, eleitos pelo povo, é certo, destroem as nossas potencialidades e fazem os trabalhadores pagar a crise.

Resumindo e concluindo: Quem governa este país há 35 anos tem vindo a agravar a crise mas culpa os trabalhadores e obriga-os a pagar os defices e as dívidas que eles não criaram. Há ainda muitos tótós que vão nisto.

Interregno forçado

Aos amigos, leitores e seguidores deste blog

Por ter estado ausente desde o ultimo dia de setembro, foi forçado a interromper os meus escritos que pretendo que sejam renovados diariamente.
Espero, hoje, retomar o ritmo, escrevendo de forma simples e despreocupada sobre os assuntos que julgo úteis para ajudar a compreender o mundo e a sociedade em que vivemos.

30 de setembro de 2011

Sábado 1 de Outubro - Manifesta a tua indignação

Os buracos e a crise de alimento dos bichos da madeira

Dizia Salazar: "É aos pobres que temos que ir buscar o dinheiro porque eles são muitos e já estão habituados"

Já não é possível esconder que esta crise é inerente ao sistema capitalista que se apropria das mais valias do trabalho de quem produz e, com esse dinheiro, multiplica-o artificialmente com operações especulativas. A maioria dos "valores" que servem para os especuladores fazerem fortunas é dinheiro fictício. É papel que nada vale mas serviu para os muito ricos fazerem os seus negócios de comprar e vender enormes somas, com o financiamento dos bancos também eles com dinheiro fictício. 

Ou seja, os "buracos" de uns são tapados com os "buracos" dos outros. 
Quando um precisou do dinheiro para tapar o seu "buraco" foi pedir ao outro que lhe pagasse o que devia. O outro que tem um "buraco igual e não tem dinheiro para pagar, foi pedir a outro que lhe pagasse o que devia. Como pescadinha de rabo na boca, andam todos à volta mas, por cada volta que dão, vão sacando mais dinheiro através de juros o que aumenta os buracos de cada um e de todos.


Solução: para tapar todos os buracos que criaram, mais e maiores que os que o bicho da madeira, faz na madeira, vai de dar ordens aos governos (que estão às ordens dos mercados) para transformarem as suas dívidas em dívidas públicas. Com artes de vigarista profissional, os governos privatizam o que dá lucro e nacionalizam o que dá prejuizo. E assim vão transformando as dívidas privadas em dívidas públicas, cada vez maiores. 


Injectam o nosso dinheiro, dos nossos impostos, do que nos retiram dos ordenados, do que nos aumentam os preços, nos bancos falidos, - cheios de buracos, tal como a madeira carunchosa que alimentou os bichos que a comem durante anos - e, com o nosso dinheiro, tapam os buracos para que os bichos continuem a ter alimento para comer. 

29 de setembro de 2011

Acordos! e mais acordos. E quando é que acordamos?

Com os agradecimentos ao amigo que enviou e as desculpas por não referenciar o autor que não conheço.

O Governo português ao serviço da troika estrangeira

A troika está disponível para trocar o corte na taxa social única (TSU) por outra medida. 
Notícia do Diário Económico.

Ficamos a saber que o Governo português foi autorizado pela troika.
Entretanto sabemos também pelo presidente da República que já não é em em 2012 que está a luz ao fundo do túnel. 2012 vai ser um ano de maiores sacrifícios.
Em 2008 Sócrates dizia que os sacrifícios feitos iriam acabar em 2009.
Em 2009 foi prometido o fim da crise em 2010.
Em 2010 os "governantes" aplicando sempre mais medidas de austeridade, prometeram o fim dos sacrifícios em 2011.
E agora?
Afinal, continuamos a pagar as dívidas que não contraímos e eu pergunto. Para onde vai o dinheiro que estamos a pagar? 
Há alguns a ganhar fortunas com esta "crise" (ver aqui).

28 de setembro de 2011

Vamos continuar a comer e calar?

O Governo comemora os 100 dias de retrocesso civilizacional

Imagem do blog ferroadas

Manifestemos a nossa indignação pelos 13.000 dias de ataque ao 25 de Abril de 1974
13.000 dias de Governos de direita a destruir Portugal e a encher os bolsos dos magnatas. 13.000 dias a andar para trás. Isto tem que parar. A luta faz-se também na rua

Aumentam as desigualdades
Os ricos cada vez mais ricos com o dinheiro proveniente de quem trabalha

Américo Amorim, o rei da cortiça, ficou 800 milhões de euros mais rico. O patrão da Jerónimo Martins viu os seus bens reforçados em 635 milhões.

A soma das fortunas dos três mais ricos de Portugal, Américo Amorim, Belmiro de Azevedo e Alexandre Soares dos Santos é 6,38 mil milhões de euros, o equivalente a 3,6% do produto interno bruto nacional. 

Estas três fortunas cresceram 1,4 mil milhões em 2010 ano de crise de aumento de impostos ao trabalhadores e reduções de ordenados.

25 de setembro de 2011

Luta contra a "censura" e manipulação

Os Orgãos de Comunicação dita Social, dominados pelos grandes grupos económicos escondem a informação

Foi mais uma vez o que se passou com a Festa do Avante, é o que se passa com as manifestações de protesto contra as medidas (de direita) do Governo.


Através do link http://www.festadoavante.pcp.pt/index.html na página da Festa do Avante podem ver-se as imagens que as Televisões não mostraram.


Clicando no link http://www.pcp.pt/contra-o-programa-de-agress%C3%A3o-por-um-portugal-com-futuro pode ver-se uma das importantes acções do PCP de sábado passado.


Também no Sábado decorreu uma Sessão Pública sobre os Estaleiros de Viana do Castelo que pode ser vista em http://www.pcp.pt/pcp-solid%C3%A1rio-com-os-trabalhadores-dos-estaleiros-de-viana-do-castelo


A denúncia sobre o PREMAC - Programa de Redução e Melhoramento da Administração Central - reduzindo os serviços do Estado em áreas fundamentais como a Cultura e não cumprimento da Constituição, pode ser visto em http://www.pcp.pt/consequ%C3%AAncias-para-cultura-da-concretiza%C3%A7%C3%A3o-do-premac






50 organizações portuguesas tomam posição conjunta
Pelo reconhecimento do Estado palestiniano como membro das Nações Unidas, ver em http://www.odiario.info/?p=2213