5 de março de 2013

Centenário de Álvaro Cunhal

Encontro com Jovens com Jerónimo de Sousa 
A alegria de viver e de lutar

Amanhã dia 6, dia de aniversário do PCP, na Casa do Alentejo em Lisboa, pelas 21.00 horas.

Encontro com Jovens. Uma forma de comemorar o aniversário do PCP inscrita no Centenário de Álvaro Cunhal.
"A alegria de viver e lutar vem-nos da profunda convicção de que é justa, empolgante e invencível a causa porque lutamos" 

4 de março de 2013

Mais desemprego

Governo insiste numa política que despede os pais e nega o emprego aos filhos 

A CGTP informa que "Os dados do Eurostat relativos ao desemprego de Janeiro confirmam que o desemprego continua a aumentar neste início de 2013. Atingiu uma taxa de 17,6%, a terceira mais elevada da União Europeia e a mais alta de sempre no país, que corresponde a 960 mil desempregados em sentido estrito e a mais de 1 milhão e meio se considerarmos os inactivos disponíveis e indisponíveis e os subempregados. Num ano o número real de desemprego e subemprego aumentou em 217 milhares".

"Passado um ano do chamado Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego, acordo entre Governo, patronato e UGT, o país está em recessão, há um número record de falências e em vez de emprego temos uma persistente destruição de postos de trabalho"
. É nisto que a UGT colabora.

O Comunicado da CGTP conclui "O que o país precisa é de uma mudança de políticas que inverta o rumo da economia, promova o crescimento, a criação de emprego e a melhoria da protecção social. Com a luta dos trabalhadores e do povo esta política será derrotada".



As manifestações de ontem que a CGTP apoiou confirmam que o povo está a acordar e a reagir. A luta vai continuar e como disse Arménio Carlos "este Governo está por um fio".Contudo não basta trocar o Governo. É preciso um Governo patriótico e de esquerda que faça uma política verdadeiramente alternativa. Estaremos atentos a novas tentativas de outro governo parecido, com novas caras mas a mesma velha política de alternância, que suportamos há 36 anos. Precisamos de uma nova política para o povo e para Portugal. 

A luta continua, no trabalho e na rua.


3 de março de 2013

É tempo de luta. Quem não luta está já derrotado

A História da Humanidade é feita de lutas. Luta de classes. Dos oprimidos contra a opressão. 
Sem luta não há progresso social 

As grandes Manifestações que foram recentemente realizadas em todo o país, da CGTP-IN, sindicais e de organizações diversas de esquerda, partidos e outras como a de ontem "que se lixe(m) a(s) Troika(s)", mostraram a vontade do povo reagir contra esta política de direita que acentua as desigualdades, penaliza quem trabalha e leva o país para o desastre. 

Têm sido grandiosas manifestações, que mostram a imensa onda de combatividade e solidariedade e, a crescente consciência política dos trabalhadores e população em geral. Como diz a CGTP, é preciso defender o país do desastre e acabar com o terrorismo social.



A CGTP-IN exorta "todos os trabalhadores, todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais, a intensificar a acção sindical nos locais de trabalho...". (ver aqui).

Manifestações e Comunicação Social (3)

Jornal Público cego e surdo por ordem do patrão?
É a austeridade ou a censura que não permite o Público comprar ou ler os jornais internacionais?


Um importante entre muitos outros:

Manifestações e Comunicação Social (2)

Público - O Terreiro do Paço encolheu
Quando o Papa veio a Portugal no Terreiro do Paço estavam mais de 300 mil pessoas. Agora o pasquim Público diz que lá não cabem 180 mil pessoas.

O Público esqueceu que não foi só o Terreiro do Paço que ficou cheio. Foram as ruas do Ouro e Augusta e ainda o Rossio.

A imprensa e televisão não conseguem esconder o que foram as manifestações contra a política de direita e contra as troikas que a executam.

Inventam todos os truques para enganar para mentir para deturpar a realidade. Quem esteve nas manifestações sabe bem o que foi a força do povo farto desta política.

Manifestações e Comunicação Social

A imprensa destaca as palavras de Seguro esquecendo que o PS faz parte da troika nacional

É significativo que seguro tenha que reconhecer que o povo não aceita mais a política de austeridade.
Contudo temos que recordar que a política de austeridade é a política da direita que rouba o povo para dar aos bancos e banqueiros.

Os responsáveis têm nomes



Não devemos esquecer que após o 25 de Abril de 1974 o PS com Mário Soares foi o iniciador desta política. Há 36 anos que a troika PS, PSD e CDS estão nos Governos de Portugal sempre a puxar para a direita e a destruir o 25 de Abril.

É preciso recordar...

É preciso lembrar que Seguro agora fala contra a política de austeridade mas o PS votou contra o aumento do salário mínimo.
O PS foi obreiro das "Revisões da Constituição", apoiou a destruição das freguesias e apoia a privatização da Água.

Muito mais haveria que recordar sobre o papel que o PS tem desempenhado há 36 anos a apoiar a política de direita contra as conquistas do 25 de Abril.


Quem são eles. De onde vêm? De que partidos?
Não nos deixemos enganar com distrações

Nas manifestações de ontem o povo gritou nas ruas «É preciso um novo 25 de Abril».

Não queremos a troika estrangeira como não queremos a troika nacional que submete o país aos que nos roubam para dar aos Bancos.

"Que se lixem as troikas" por uma política "Alternativa patriótica e de esquerda". Pela soberania de Portugal e do povo. É o povo quem mais ordena.

As fortes manifestações de ontem

Arménio Carlos: «Governo sabe que está por um fio» 


O secretário-geral da intersindical CGTP-IN, Arménio Carlos, disse aos jornalistas, quando se juntou à manifestação de ontem, que o Governo «sabe que está por um fio (e …) não tem legitimidade política, moral e ética para continuar a governar». 

O líder da CGTP-IN lembrou os cada vez mais frequentes protestos em relação a intervenções de diversos ministros, nomeadamente com "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, e símbolo da revolução do 25 de Abril de 1974.

Arménio Carlos apelou também à demissão do Governo e disse ser fundamental alterar esta política de modo a potenciar o crescimento e o emprego.

O povo está a acordar e mostra perceber que política é esta que rouba quem trabalha e quem descontou para a sua reforma.



As manifestações da iniciativa do movimento "Que se lixe a 'troika'" em mais de 40 cidades, tiveram o apoio da CGTP e contaram, certamente, com muito mais de um milhão de pessoas, apesar dos números ainda não estarem confirmados.

A canção «Grândola, Vila Morena», foi grito de «revolta» por todo o país.

Várias gerações de portugueses afirmaram «está na hora de mudar» e que «o Governo deve ir para rua».
Os cartazes mostraram humor crítico e revolta «Fora do Governo», «Cortes? Só se for para cortar as troikas» ou «Troikas nunca mais, Portugal sempre», «parem de nos roubar», «Solta a Grândola que há em ti», «Revolução dos escravos» e as vozes e gritaram «o povo é quem mais ordena» «deixa passar que o governo vamos derrotar» «nas escolas e na rua a luta continua», etc. De punho erguido, entoaram-se cânticos e palavras «anti-troika».
O principal alvo dos gritos foi o primeiro-ministro, Passos Coelho. Em algumas das manifestações apareceram coelhos enforcados. Cartazes diziam «coelho só à caçador». 



Nas manifestações foram simbolicamente aprovadas moções de censura ao Governo e exigência de eleições.



2 de março de 2013

O povo na rua exige demissão do governo

Seguramente bastante mais de um milhão de pessoas em todo o país contra as troikas e a política de direita

Temos um governo sem vergonha, que mentiu para se instalar no poder em nome de um povo enganado e agora não larga o tacho para servir os grandes capitalistas, os banqueiros. Um governo a mando da troika estrangeira e apoiado na toika nacional dos partidos da política de direita.

O Governo irá cair
O povo está a ACORDAR 
BASTA de política de direita. 
Bastam 36 anos de governos da troika nacional PS+PSD+CDS.
Os trabalhadores e o povo, com as suas organizações, farão a alternativa patriótica e de esquerda. 
A luta continua!


Que se lixeM aS troikaS

A LUTA É CONTRA A POLÍTICA DE DIREITA

Todos à Rua - A rua é do povo


A troika de cá PS, PSD e CDS em acordo com a troika estrangeira para "melhorar" o memorando


1 de março de 2013

Que se lixem as troikas

Não esquecer que a toika estangeira foi colocada cá pela troika portuguesa PS+PSD+CDS

Não esquecer que o memorando ou pacto de agressão aos portugueses foi assinado pelos que defendem a troika PS+PSD+CDS e que querem passar despercebidos. 
Não podemos colaborar nesse disfarce. 
É preciso chamar os bois pelos nomes.


QUE SE LIXEM AS TROIKAS

Não adianta assobiar para o lado. É a política de direita, que serve os bancos e banqueiros, AUMENTA A EXPLORAÇÃO E AS DESIGUALDADES que está em causa.  
Quem são os seus autores e os executantes?
Os seus autores são os governos dos partidos de direita. Esquecer isto é distrair as pessoas. Precisamos de ACORDAR mas também precisamos de NÃO ANDAR DISTRAÍDOS. 

As cidades e o povo na rua:



A rua é do povo. A solidariedade, cultiva a consciência, a unidade e organização que transforma a nossa força em resultados. Uma equipa desunida e desorganizada não marca golos.


Sábado, 2 de março todos na rua para derrotar o governo e a política de direita


28 de fevereiro de 2013

Uma peça de teatro bem montada

Troikas, entroikadores e entroikados

Após todo este tempo, ninguém pode estar convencido de que é por estupidez que os nossos ministros, a começar pelo primeiro, permanecem nesta política de desastre.
Não nos podemos deixar levar por esta encenação teatral de tais figurantes e atores.
Eles bem se esforçam por desempenhar o papel de estúpidos, de mentecaptos, de idiotas, de acéfalos, e outros bem representados.

Vítor Gaspar há anos que anuncia políticas, remédios, que os resultados mostram ser contrários ao que afirma querer curar. 
Vítor Gaspar por muito idiota que seja não pode ser tão ignorante que não saiba que tudo o que programa vai ter o resultado contrário do que anuncia como objetivo.
Então como se explica esta peça teatral que representa este governo?


Professores, Doutores, remédios, feiticeiros e feitiços



Se eu estou enfraquecido, a desfalecer por excesso de trabalho e falta de comida e, se o meu patrão se oferecer para me ajudar retirando-me o pouco que ainda comia, desconfio mas, se for crédulo, ainda posso dar o benefício da dúvida. 
Se, nos dias seguintes, estiver pior, apesar do meu “protetor” insistir que não devo comer, mais desconfio. 
Se, passadas umas semanas sem comer e a trabalhar mais, eu estiver quase a morrer sem forças, mas ainda capaz de raciocinar, penso: “Este meu "protetor" ou é estúpido e me leva à morte sem o querer ou, quer mesmo que eu morra para dar o lugar a outro que ainda ganhe menos do que eu”.

Perceber a política, ou deixar andar?

Confesso que, desde o primeiro dia, não acreditei nas receitas deste governo, da troika de cá nem da troika de lá. Mas sei que muita gente acreditou. 
Acreditaram os que dizem nada perceber de economia e que nada querem perceber de política. Esses foram “levados” pela encenação teatral dos senhores Doutores e Professores ajudados por muitos comentadores, jornalistas e politólogos nos jornais e na televisão.
 

Com o passar dos meses, os senhores doutores continuavam a insistir no tratamento do jejum. A fome e fraqueza aumentaram. Mas eles continuaram a dizer que essa é a solução. Os politólogos e comentadores começaram a vacilar e, alguns, envergonhados, já admitiam que o remédio estava errado.

Descobrir a careca. A verdade é como o azeite

Passados anos, toda a gente vê que o remédio é veneno mas os nossos governantes e a troika continuam a insistir nele.
Porquê? São os únicos estúpidos que ainda não viram o erro?

Não! Estúpidos não são, apesar de imitarem bem.

Não tenho dúvidas que, tal como o meu "protetor" que me dizia para eu não comer - e ele comia a minha comida - este governo não pode dizer que nos quer submeter à total dependência dos banqueiros alemães, sem forças, para reagir, como a rã que foi lentamente cozida sem se aperceber, - e quando percebeu já era tarde pois não tinha forças para fugir.
 
A mentira já não pega. Acaba-se o teatro


Este governo, ou melhor, esta política de direita, estes doutores, professores, estas troikas de técnicos que nos cobram fortunas pelos seus estudos e receitas, todos eles, sabem bem que os objetivos que pretendem com esta política não podem ser revelados.
Dizem que é para nosso bem porque não são tão estúpidos que caiam na asneira de dizer que é para entregar o país nas mão dos poderosos banqueiros que tudo ganham à nossa custa. Por isso dizem, com voz mansa e paternal, aos que nada querem perceber de economia e de política: “Nós é que sabemos, deixem a política e confiem nos técnicos que nós somos. Confiem nos nossos "protetores" da europa que nos "ajudam".

Os banqueiros, que retiraram dos bancos todo o dinheiro que podiam, dinheiro nosso, não podem falir. Por isso têm que ganhar os altos juros dos empréstimos que nos fazem com o nosso dinheiro. Os lucros vão para os bancos da Suiça, bem guardados e escondidos. Isso eles não podem dizer. Nem eles nem os atores da política de direita. É assim o capitalismo.

27 de fevereiro de 2013

Incêndio do Reichstag‎

Ato fundador do III Reich e da perseguição aos comunistas

Em 27 de Fevereiro de 1933, cinco dias antes das eleições legislativas, o parlamento alemão, o Reichstag foi incendiado. O acusado foi um jovem holandês de 24 anos pedreiro desempregado que tinha chegado recentemente à Alemanha, Marinus van der Lubbe, acusado de comunista e com a missão de fazer sabotagens e terrorismo. 
Sua confissão foi conseguida após torturas impostas pela Gestapo. 

Durante todo o processo, Lubbe comportou-se como um autómato, apático, incapaz de enunciar uma frase, senão para reiterar a culpa. Observadores afirmaram, então, que ele estava drogado. 

Foi condenado à morte em 23 de Dezembro e decapitado em 10 de janeiro de 1934. Hitler afirmou que o incêndio estava ligado a uma conspiração comunista. Hermann Goering, mesmo sem provas, ordenou a prisão de vários líderes do Partido Comunista Alemão.



Um sinal divino
 
Adolf Hitler interpretou o incêndio como um "sinal divino", e expressou tal euforia ao dizer para um jornalista: “Você está a testemunhar o início de uma grande época da história alemã! Este incêndio é o começo.” 

Hitler e Goebbels mandaram a imprensa fazer a cobertura jornalística do incêndio e divulgar profusamente que foram os comunistas os seus autores. Seguindo os conselhos de Hitler, empossado chanceler da Alemanha quatro semanas antes, o presidente von Hindenburg declarou estado de emergência e autorizou o decreto que permitiu limitar as liberdades.

Campanhas científicas para a rejeição do comunismo

Criado o ambiente iniciou-se a perseguição aos comunistas. Milhares de comunistas, Sociais-democratas e liberais foram presos e torturados. Foram banidas todas as atividades políticas.

Os jornais disseminaram provas, forjadas, da conspiração comunista e os comentadores e politólogos afirmaram em uníssono que apenas Hitler e os nazis seriam capazes de evitar que o comunismo assumisse o poder. 
Joseph Goebbels controlava toda a comunicação social, que passou a propagandear o nazismo e os constantes discursos de Adolf Hitler.

Salazar aprendeu com Hitler e Mussolini 

Tudo isto se passou depois das vitórias do Socialismo e da criação da União Soviética em 1922, que atemorizavam a grande burguesia. Em Portugal Salazar tinha ascendido ao poder após a revolução de 1926 e a Ditadura Militar imposta, que haveria de o nomear Presidente do Conselho de Ministros em 1932. Salazar seguiu os exemplos de Hitler, criou a polícia política e iniciou também a propaganda anticomunista, a perseguição aos comunistas e a proibição dos partidos, legitimada com a aprovação de uma nova Constituição em 1933.

O incêndio do Reichstag, foi o ato fundador do III Reich, e abriu as portas do poder de Hitler. Em 5 de março, os nacionais-socialistas e seus aliados obtiveram 51,8% dos votos.

Em 2008 foram anuladas as condenações - de Marinus van der Lubbe que tinha sido executado em 1934 - e dos acusados pelo regime nazi.

25 de fevereiro de 2013

A fuga de documentos secretos do Vaticano

Documentos de Deus que a Igreja não podia conhecer ou, documentos da Igreja que Deus não podia saber?

Os escândalos no Vaticano continuam a aparecer. O relatório do inquérito sobre o caso da fuga de documentos secretos vai ser também secreto. Será transmitido exclusivamente ao novo papa e não às congregações como se chegou a anunciar.

Sob o título «Sexo e carreira, as chantagens do Vaticano atrás da renúncia de Bento XVI», o jornal La Repubblica garantiu que o cardeal da Opus Dei, Julian Herranz, tinha abordado o Papa, sobre o dossiê «mais escabroso» dos documentos secretos: o de «uma rede transversal unida por orientação sexual». Segundo esse jornal essa conversa terá contribuído para a decisão da renúncia do Papa

 
Mais escândalos vão aparecendo

Hoje os jornais trazem novas informações sobre a sucessão de escândalos na Igreja.
Entretanto o Papa decidiu alterar a lei para que conclave possa ocorrer mais rapidamente e foi conhecida a decisão de afastamento do Cardeal britânico por “comportamentos impróprios”. 


O conclave que já não terá a presença do principal clérigo da Grã Bretanha, o cardeal Keith O’Brien, de 74 anos, afastado, esta segunda-feira, após acusações de conduta imprópria com outros padres. 

Um ex-sacerdote acusa o O’Brien de ter tentado manter um contacto sexual com ele num encontro noturno no seminário de St. Andrews. «Na altura tive medo de comunicar o incidente. Ele exercia sempre um poder sobre mim. Era algo mais do que meu chefe, mais que o diretor da minha companhia. Tinha a capacidade de controlar todos os aspetos da minha vida. Quando te ordenam como sacerdote fazes voto de obediência», disse o denunciante.

24 de fevereiro de 2013

A censura existe. Disfarçada mas existe


Conclusões da vitória eleitoral do anti-imperialista Rafael Correa

Da imprensa progressista estrangeira, recolhi informações que a nossa comunicação social não publica. Como referi no passado dia 19, a grande vitória de Rafael Correa, no Equador, tem sido apagada pela censura que domina os grandes órgãos de comunicação. 

Revolução Cidadã

No Equador o povo ratificou o mandato do seu Presidente para continuar o caminho traçado, avançando mais rápida e profundamente no processo da "Revolução Cidadã”. 
O projeto de criar uma ordem social baseada no socialismo do sumak kawsay, o "bem viver” dos nossos povos originários, exige atuar com rapidez e determinação, disse Correa.


A luta anti-imperialista

O povo confirmou que quer um presidente que iniciou um enorme processo de mudanças sociais e económicas no Equador.
As eleições ratificaram a política de integração latino-americana, que deu força à ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), que pôs fim à presença dos Estados Unidos base militar de Manta, que realizou uma exemplar auditoria da dívida externa, que deu asilo a Julian Assange e que retira o Equador do CIADI (Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos, criado pelo Banco Mundial)

As conspirações financiadas pelos Estados Unidos, a manipulação da comunicão social, a oposição das classes dominantes e os estratagemas do imperialismo apesar de poderosos, não venceram a determinação e vontade do povo que defende as conquistas alcançadas.

Este poder não desgasta

O enorme triunfo de Correa demonstra que a tese "o poder desgasta”, só é válida na democracia quando o poder se exerce contra o povo.

Esta eleição superou ainda a paralisia de decisões gerada por uma Assembleia Nacional que travou algumas das mais importantes iniciativas propostas por Correa.

Vamos estar atentos à reação do imperialismo e ao reforço das conspirações contra o povo do Equador.

Unir, organizar e lutar

Contra a política de direita, pela demissão deste governo

A CGTP exorta à intensificação da acção sindical nos locais de trabalho, apela à dinamização e reforço das lutas de âmbito mais geral contra a ofensiva capitalista e pela exigência de demissão do Governo PSD/CDS;

Lutas das organizações dos trabalhadores:
 

-        Semana de luta em defesa do Sector Empresarial do Estado, de 27 Fevereiro a 9 Março;
-        Acção junto à Assembleia da República, promovida pela Comissão Promotora da «Água é de todos”, no dia 28 de Fevereiro;
-        Greve dos trabalhadores da Rodoviária do Tejo, de 28 Fevereiro a 6 de Março;
-        Greve dos trabalhadores da CP e da CP/Carga, no dia 6 de Março;
-        Greve dos trabalhadores da REFER, no dia 7 de Março;
 


-        Greve dos trabalhadores dos Transportes Sul do Tejo, em 8 de Março;
-        Manifestação Nacional dos trabalhadores e reformados do sector dos transportes, dia 9 de Março;
-        Acção Nacional pela exigência da publicação imediata das portarias de extensão, em 12 de Março;
-        Manifestação Nacional dos Trabalhadores da Administração Pública, dia 15 de Março, em Lisboa;
-        Manifestação do Dia Nacional da Juventude, em 27 de Março, em Lisboa.
 

Arménio Carlos, anunciou ainda o apoio e participação da CGTP na manifestação de 2 de Março e disse que “A hora é de unir. Os problemas dos trabalhadores justificam que todos contribuam para travar as políticas que estão a fazer mal ao país”.
 

23 de fevereiro de 2013

José Afonso continua connosco, sempre!


Há 26 anos morreu Zeca Afonso. Cantor de Abril, compositor da luta contra o fascismo. José Afonso, uma das maiores referências da música popular portuguesa. Cantor da senha da Revolução do 25 de Abril, Grândola, hoje, mais uma vez, e sempre, canção de luta.
Falecido a 23 de Fevereiro de 1987, com 57 anos, Zeca Afonso, foi o companheiro, o camarada que um mês antes da revolução, interpretou «Grândola, Vila Morena» no Coliseu de Lisboa, ao lado de Adriano Correia de Oliveira, Fernando Tordo e Manuel Freire. Zeca, como Adriano, continua ao nosso lado. Sempre.

22 de fevereiro de 2013

Unidade séria para uma política verdadeiramente alternativa

Construir o caminho de uma política alternativa, patriótica e de esquerda

Amanhã Sábado, dia 23 de Fevereiro, realiza-se a Conferência Nacional «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido», na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A Conferência Nacional apresentará um balanço do trabalho desenvolvido, fará uma avaliação da situação vivida no nosso país decorrente da aplicação do programa imposto aos portugueses e decidirá sobre novas iniciativas a realizar no âmbito deste movimento.

Clique (aqui) e (aqui) ou (aqui).

Defender a Constituição é um fator de unidade


Várias personalidades abordarão diversos temas:
• António Avelãs Nunes, Professor Catedrático: «Mudar de política para defender a democracia».
• Guilherme da Fonseca, Juiz Jubilado do Tribunal Constitucional: «A importância da defesa da Constituição da República Portuguesa na resolução da crise».
• Tolentino Mendonça, padre, professor e poeta: «A situação da Cultura em Portugal».
• Fausto Leite, advogado especialista em Direito do Trabalho: «Os direitos dos trabalhadores e a Constituição da República Portuguesa».
• João Vilela, Mestre em História: «Um País com quase 900 anos de História que sempre soube lutar pela soberania e independência nacional».
• Joana Manuel, actriz: «A juventude em Portugal neste momento de crise».

Uma luta que se alarga e se complementa

A Conferência Nacional é, também, o resultado de uma luta que se desenvolve em todos setores da vida nacional e da vontade de romper com o ciclo de governos da política de direita, para concretizar uma solução política, um governo e um programa patriótico ao serviço do povo e do País.

É urgente juntar as forças, sectores e personalidades democráticas, que ponham em prática um programa para uma política e um governo patrióticos e de esquerda.
Urge juntar os homens e mulheres, gente esclarecida, séria e honrada, dispostos a assumir e desencadear uma ação patriótica para defender o País, os trabalhadores e o povo, do desastre que se avoluma.


A luta dos trabalhadores e populações é determinante e insubstituivel

 
Este movimento pode ser um complemento importante da insubstituível luta dos trabalhadores e das populações, que é condição para resistir à ofensiva da direita, para o alargamento da consciência política que permita a urgente rutura com esta política e para a construção de uma política alternativa.

Vamos dar força a este movimento!


21 de fevereiro de 2013

Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido

Conferência Nacional
 

No próximo dia 23 de Fevereiro, realiza-se a Conferência Nacional «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido», na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

A Conferência Nacional tem lugar no Anfiteatro 3.2.14 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Campo Grande, Edifício C5, 1749-016 Lisboa), pelas 14.40 horas.

Cada dia que passa é maior a urgência da resposta ao Apelo «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido»

Vencendo a resignação e a manipulação fatalista, afirmamos o nosso inconformismo perante um pacto de agressão que está a conduzir Portugal e o povo português ao declínio económico, ao empobrecimento e à perda de direitos duramente conquistados, num quadro de intolerável regressão social.

  
Denunciamos as opções, os conteúdos e as consequências de uma orientação política que vem arrastando o país para uma dependência crescente, avolumando injustiças e desigualdades, hipotecando as suas possibilidades de crescimento, estrangulando o presente e comprometendo o futuro das jovens gerações.

Portugal tem futuro!       
 

Acreditando que Portugal tem futuro, tem recursos, a começar pelo seu povo, e capacidades para se afirmar como nação soberana e desenvolvida, confiamos em que é possível encetar um caminho de crescimento, de valorização do trabalho e de dignificação das condições de vida do povo português, e identificamos esse caminho com o cumprimento, a defesa e afirmação do projecto que a Constituição da República Portuguesa consagra e cujos valores e dinâmica transformadora assumem um sentido de progresso civilizacional.

Apelo
   

Apelamos por isso a todos os democratas e patriotas, para que manifestem a sua opinião e para que inscrevam, como imperativo patriótico da sua intervenção cívica e política, a denúncia e a rejeição do programa que está a ser imposto.

Alice Vieira – Escritora
Alfredo Maia – Jornalista
Álvaro Siza Vieira – Arquitecto
António Avelãs Nunes – Professor Catedrático
António Borges Coelho – Historiador
Armando Alves – Artista Plástico
Carlos Mota Soares – Professor Universitário
Deolinda Machado – Activista de Movimentos Católicos
Duran Clemente – Capitão de Abril
Eduardo Souto Moura – Arquitecto
Guilherme da Fonseca – Juiz jubilado do Tribunal Constitucional
Inês Gregório – Actriz e Historiadora
Isabel Allegro de Magalhães – Professora Universitária
Joana Manuel – Actriz
José Barata Moura – Professor Universitário
José da Cruz Santos – Editor
José Ernesto Cartaxo – Sindicalista
Kalidás Barreto – Sindicalista
Levy Batista – Advogado
Manuel Gusmão – Professor Universitário e Poeta
Manuel Loff – Professor Universitário
Mário de Carvalho – Escritor
Urbano Tavares Rodrigues – Escritor
Raquel Freire – Realizadora
...e mais 800 subscritores
https://sites.google.com/site/emdefesadeumportugalsoberano/home

Facebook - https://www.facebook.com/pages/Em-defesa-de-um-Portugal-soberano-e-desenvolvido/295243417207944

20 de fevereiro de 2013

Por uma UNIDADE que valha a pena

É preciso ir ao cerne da questão: Unidade para quê?
Produtos da mesma fábrica, com embalagens diferentes, têm efeitos diferentes?

Seguro, Sampaio, Pina Moura, Mário Lino, João Proença e vários outros dirigentes e figuras do PS e BE juntaram-se em unidade, num jantar de homenagem a Carlos Brito, o famigerado dissidente do PCP. 
O PS parece ser o abrigo (ou caixote do lixo), dos que sentem que é nesse partido que melhor podem fazer as negociatas que lhes têm dado altos lucros.  

Que compromissos para uma política de esquerda?

Nesse jantar os discursos mostraram o oportunismo de quem se mascara de esquerda mas não assume uma rutura com a política de direita que o PS tão bem tem servido ao longo dos anos.

Nesse jantar de "amigos" em que a "unidade" se faz com corruptos e responsáveis pela política das Troikas, não se viu nem ouviu uma tomada de posição, um compromisso de luta, contra esta política de direita. 


Imagem "arrastada" do Arrastão http://arrastao.org/1531628.html

Produtos brancos

Queremos uma "unidade" para construir a tábua de salvação do capitalismo, dos bancos e banqueiros, para quando (como disse Seguro, não há pressa) o Governo caír de podre? 
Queremos uma "unidade" mascarada de esquerda para melhor enganar?
Esse jantar mostrou uma "unidade" dos que não se atrevem a por em causa o cerne da política de direita. É como diz o povo, mudar as moscas mas deixar a mesma merda. Ou se preferirem "mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma". 

Disse o poeta popular, António Aleixo:
P'ra a mentira ser segura
e atingir profundidade,
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
Neste caso "nem a verdade é verdadeira". É apenas a aparência de uma ideia de Marketing que pretende vender mais a quem está menos prevenido. Uma ideia que funciona como a embalagem bonita para esconder um mau produto.

As mesmas ideias em diferentes embalagens

Foi flagrante o "lapso" da coincidência de desta "unidade" à volta de um documento com o mesmo  título da Moção de Passos Coelho. Isto mostra que até os lapsos não aparecem por acaso. São produto de uma "fábrica" que produz as mesmas ideias para defender a mesma política, mas com rótulos diferentes. São os produtos brancos que vendem melhor em tempos de crise.