3 de março de 2013

Manifestações e Comunicação Social

A imprensa destaca as palavras de Seguro esquecendo que o PS faz parte da troika nacional

É significativo que seguro tenha que reconhecer que o povo não aceita mais a política de austeridade.
Contudo temos que recordar que a política de austeridade é a política da direita que rouba o povo para dar aos bancos e banqueiros.

Os responsáveis têm nomes



Não devemos esquecer que após o 25 de Abril de 1974 o PS com Mário Soares foi o iniciador desta política. Há 36 anos que a troika PS, PSD e CDS estão nos Governos de Portugal sempre a puxar para a direita e a destruir o 25 de Abril.

É preciso recordar...

É preciso lembrar que Seguro agora fala contra a política de austeridade mas o PS votou contra o aumento do salário mínimo.
O PS foi obreiro das "Revisões da Constituição", apoiou a destruição das freguesias e apoia a privatização da Água.

Muito mais haveria que recordar sobre o papel que o PS tem desempenhado há 36 anos a apoiar a política de direita contra as conquistas do 25 de Abril.


Quem são eles. De onde vêm? De que partidos?
Não nos deixemos enganar com distrações

Nas manifestações de ontem o povo gritou nas ruas «É preciso um novo 25 de Abril».

Não queremos a troika estrangeira como não queremos a troika nacional que submete o país aos que nos roubam para dar aos Bancos.

"Que se lixem as troikas" por uma política "Alternativa patriótica e de esquerda". Pela soberania de Portugal e do povo. É o povo quem mais ordena.

As fortes manifestações de ontem

Arménio Carlos: «Governo sabe que está por um fio» 


O secretário-geral da intersindical CGTP-IN, Arménio Carlos, disse aos jornalistas, quando se juntou à manifestação de ontem, que o Governo «sabe que está por um fio (e …) não tem legitimidade política, moral e ética para continuar a governar». 

O líder da CGTP-IN lembrou os cada vez mais frequentes protestos em relação a intervenções de diversos ministros, nomeadamente com "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, e símbolo da revolução do 25 de Abril de 1974.

Arménio Carlos apelou também à demissão do Governo e disse ser fundamental alterar esta política de modo a potenciar o crescimento e o emprego.

O povo está a acordar e mostra perceber que política é esta que rouba quem trabalha e quem descontou para a sua reforma.



As manifestações da iniciativa do movimento "Que se lixe a 'troika'" em mais de 40 cidades, tiveram o apoio da CGTP e contaram, certamente, com muito mais de um milhão de pessoas, apesar dos números ainda não estarem confirmados.

A canção «Grândola, Vila Morena», foi grito de «revolta» por todo o país.

Várias gerações de portugueses afirmaram «está na hora de mudar» e que «o Governo deve ir para rua».
Os cartazes mostraram humor crítico e revolta «Fora do Governo», «Cortes? Só se for para cortar as troikas» ou «Troikas nunca mais, Portugal sempre», «parem de nos roubar», «Solta a Grândola que há em ti», «Revolução dos escravos» e as vozes e gritaram «o povo é quem mais ordena» «deixa passar que o governo vamos derrotar» «nas escolas e na rua a luta continua», etc. De punho erguido, entoaram-se cânticos e palavras «anti-troika».
O principal alvo dos gritos foi o primeiro-ministro, Passos Coelho. Em algumas das manifestações apareceram coelhos enforcados. Cartazes diziam «coelho só à caçador». 



Nas manifestações foram simbolicamente aprovadas moções de censura ao Governo e exigência de eleições.



2 de março de 2013

O povo na rua exige demissão do governo

Seguramente bastante mais de um milhão de pessoas em todo o país contra as troikas e a política de direita

Temos um governo sem vergonha, que mentiu para se instalar no poder em nome de um povo enganado e agora não larga o tacho para servir os grandes capitalistas, os banqueiros. Um governo a mando da troika estrangeira e apoiado na toika nacional dos partidos da política de direita.

O Governo irá cair
O povo está a ACORDAR 
BASTA de política de direita. 
Bastam 36 anos de governos da troika nacional PS+PSD+CDS.
Os trabalhadores e o povo, com as suas organizações, farão a alternativa patriótica e de esquerda. 
A luta continua!


Que se lixeM aS troikaS

A LUTA É CONTRA A POLÍTICA DE DIREITA

Todos à Rua - A rua é do povo


A troika de cá PS, PSD e CDS em acordo com a troika estrangeira para "melhorar" o memorando


1 de março de 2013

Que se lixem as troikas

Não esquecer que a toika estangeira foi colocada cá pela troika portuguesa PS+PSD+CDS

Não esquecer que o memorando ou pacto de agressão aos portugueses foi assinado pelos que defendem a troika PS+PSD+CDS e que querem passar despercebidos. 
Não podemos colaborar nesse disfarce. 
É preciso chamar os bois pelos nomes.


QUE SE LIXEM AS TROIKAS

Não adianta assobiar para o lado. É a política de direita, que serve os bancos e banqueiros, AUMENTA A EXPLORAÇÃO E AS DESIGUALDADES que está em causa.  
Quem são os seus autores e os executantes?
Os seus autores são os governos dos partidos de direita. Esquecer isto é distrair as pessoas. Precisamos de ACORDAR mas também precisamos de NÃO ANDAR DISTRAÍDOS. 

As cidades e o povo na rua:



A rua é do povo. A solidariedade, cultiva a consciência, a unidade e organização que transforma a nossa força em resultados. Uma equipa desunida e desorganizada não marca golos.


Sábado, 2 de março todos na rua para derrotar o governo e a política de direita


28 de fevereiro de 2013

Uma peça de teatro bem montada

Troikas, entroikadores e entroikados

Após todo este tempo, ninguém pode estar convencido de que é por estupidez que os nossos ministros, a começar pelo primeiro, permanecem nesta política de desastre.
Não nos podemos deixar levar por esta encenação teatral de tais figurantes e atores.
Eles bem se esforçam por desempenhar o papel de estúpidos, de mentecaptos, de idiotas, de acéfalos, e outros bem representados.

Vítor Gaspar há anos que anuncia políticas, remédios, que os resultados mostram ser contrários ao que afirma querer curar. 
Vítor Gaspar por muito idiota que seja não pode ser tão ignorante que não saiba que tudo o que programa vai ter o resultado contrário do que anuncia como objetivo.
Então como se explica esta peça teatral que representa este governo?


Professores, Doutores, remédios, feiticeiros e feitiços



Se eu estou enfraquecido, a desfalecer por excesso de trabalho e falta de comida e, se o meu patrão se oferecer para me ajudar retirando-me o pouco que ainda comia, desconfio mas, se for crédulo, ainda posso dar o benefício da dúvida. 
Se, nos dias seguintes, estiver pior, apesar do meu “protetor” insistir que não devo comer, mais desconfio. 
Se, passadas umas semanas sem comer e a trabalhar mais, eu estiver quase a morrer sem forças, mas ainda capaz de raciocinar, penso: “Este meu "protetor" ou é estúpido e me leva à morte sem o querer ou, quer mesmo que eu morra para dar o lugar a outro que ainda ganhe menos do que eu”.

Perceber a política, ou deixar andar?

Confesso que, desde o primeiro dia, não acreditei nas receitas deste governo, da troika de cá nem da troika de lá. Mas sei que muita gente acreditou. 
Acreditaram os que dizem nada perceber de economia e que nada querem perceber de política. Esses foram “levados” pela encenação teatral dos senhores Doutores e Professores ajudados por muitos comentadores, jornalistas e politólogos nos jornais e na televisão.
 

Com o passar dos meses, os senhores doutores continuavam a insistir no tratamento do jejum. A fome e fraqueza aumentaram. Mas eles continuaram a dizer que essa é a solução. Os politólogos e comentadores começaram a vacilar e, alguns, envergonhados, já admitiam que o remédio estava errado.

Descobrir a careca. A verdade é como o azeite

Passados anos, toda a gente vê que o remédio é veneno mas os nossos governantes e a troika continuam a insistir nele.
Porquê? São os únicos estúpidos que ainda não viram o erro?

Não! Estúpidos não são, apesar de imitarem bem.

Não tenho dúvidas que, tal como o meu "protetor" que me dizia para eu não comer - e ele comia a minha comida - este governo não pode dizer que nos quer submeter à total dependência dos banqueiros alemães, sem forças, para reagir, como a rã que foi lentamente cozida sem se aperceber, - e quando percebeu já era tarde pois não tinha forças para fugir.
 
A mentira já não pega. Acaba-se o teatro


Este governo, ou melhor, esta política de direita, estes doutores, professores, estas troikas de técnicos que nos cobram fortunas pelos seus estudos e receitas, todos eles, sabem bem que os objetivos que pretendem com esta política não podem ser revelados.
Dizem que é para nosso bem porque não são tão estúpidos que caiam na asneira de dizer que é para entregar o país nas mão dos poderosos banqueiros que tudo ganham à nossa custa. Por isso dizem, com voz mansa e paternal, aos que nada querem perceber de economia e de política: “Nós é que sabemos, deixem a política e confiem nos técnicos que nós somos. Confiem nos nossos "protetores" da europa que nos "ajudam".

Os banqueiros, que retiraram dos bancos todo o dinheiro que podiam, dinheiro nosso, não podem falir. Por isso têm que ganhar os altos juros dos empréstimos que nos fazem com o nosso dinheiro. Os lucros vão para os bancos da Suiça, bem guardados e escondidos. Isso eles não podem dizer. Nem eles nem os atores da política de direita. É assim o capitalismo.

27 de fevereiro de 2013

Incêndio do Reichstag‎

Ato fundador do III Reich e da perseguição aos comunistas

Em 27 de Fevereiro de 1933, cinco dias antes das eleições legislativas, o parlamento alemão, o Reichstag foi incendiado. O acusado foi um jovem holandês de 24 anos pedreiro desempregado que tinha chegado recentemente à Alemanha, Marinus van der Lubbe, acusado de comunista e com a missão de fazer sabotagens e terrorismo. 
Sua confissão foi conseguida após torturas impostas pela Gestapo. 

Durante todo o processo, Lubbe comportou-se como um autómato, apático, incapaz de enunciar uma frase, senão para reiterar a culpa. Observadores afirmaram, então, que ele estava drogado. 

Foi condenado à morte em 23 de Dezembro e decapitado em 10 de janeiro de 1934. Hitler afirmou que o incêndio estava ligado a uma conspiração comunista. Hermann Goering, mesmo sem provas, ordenou a prisão de vários líderes do Partido Comunista Alemão.



Um sinal divino
 
Adolf Hitler interpretou o incêndio como um "sinal divino", e expressou tal euforia ao dizer para um jornalista: “Você está a testemunhar o início de uma grande época da história alemã! Este incêndio é o começo.” 

Hitler e Goebbels mandaram a imprensa fazer a cobertura jornalística do incêndio e divulgar profusamente que foram os comunistas os seus autores. Seguindo os conselhos de Hitler, empossado chanceler da Alemanha quatro semanas antes, o presidente von Hindenburg declarou estado de emergência e autorizou o decreto que permitiu limitar as liberdades.

Campanhas científicas para a rejeição do comunismo

Criado o ambiente iniciou-se a perseguição aos comunistas. Milhares de comunistas, Sociais-democratas e liberais foram presos e torturados. Foram banidas todas as atividades políticas.

Os jornais disseminaram provas, forjadas, da conspiração comunista e os comentadores e politólogos afirmaram em uníssono que apenas Hitler e os nazis seriam capazes de evitar que o comunismo assumisse o poder. 
Joseph Goebbels controlava toda a comunicação social, que passou a propagandear o nazismo e os constantes discursos de Adolf Hitler.

Salazar aprendeu com Hitler e Mussolini 

Tudo isto se passou depois das vitórias do Socialismo e da criação da União Soviética em 1922, que atemorizavam a grande burguesia. Em Portugal Salazar tinha ascendido ao poder após a revolução de 1926 e a Ditadura Militar imposta, que haveria de o nomear Presidente do Conselho de Ministros em 1932. Salazar seguiu os exemplos de Hitler, criou a polícia política e iniciou também a propaganda anticomunista, a perseguição aos comunistas e a proibição dos partidos, legitimada com a aprovação de uma nova Constituição em 1933.

O incêndio do Reichstag, foi o ato fundador do III Reich, e abriu as portas do poder de Hitler. Em 5 de março, os nacionais-socialistas e seus aliados obtiveram 51,8% dos votos.

Em 2008 foram anuladas as condenações - de Marinus van der Lubbe que tinha sido executado em 1934 - e dos acusados pelo regime nazi.

25 de fevereiro de 2013

A fuga de documentos secretos do Vaticano

Documentos de Deus que a Igreja não podia conhecer ou, documentos da Igreja que Deus não podia saber?

Os escândalos no Vaticano continuam a aparecer. O relatório do inquérito sobre o caso da fuga de documentos secretos vai ser também secreto. Será transmitido exclusivamente ao novo papa e não às congregações como se chegou a anunciar.

Sob o título «Sexo e carreira, as chantagens do Vaticano atrás da renúncia de Bento XVI», o jornal La Repubblica garantiu que o cardeal da Opus Dei, Julian Herranz, tinha abordado o Papa, sobre o dossiê «mais escabroso» dos documentos secretos: o de «uma rede transversal unida por orientação sexual». Segundo esse jornal essa conversa terá contribuído para a decisão da renúncia do Papa

 
Mais escândalos vão aparecendo

Hoje os jornais trazem novas informações sobre a sucessão de escândalos na Igreja.
Entretanto o Papa decidiu alterar a lei para que conclave possa ocorrer mais rapidamente e foi conhecida a decisão de afastamento do Cardeal britânico por “comportamentos impróprios”. 


O conclave que já não terá a presença do principal clérigo da Grã Bretanha, o cardeal Keith O’Brien, de 74 anos, afastado, esta segunda-feira, após acusações de conduta imprópria com outros padres. 

Um ex-sacerdote acusa o O’Brien de ter tentado manter um contacto sexual com ele num encontro noturno no seminário de St. Andrews. «Na altura tive medo de comunicar o incidente. Ele exercia sempre um poder sobre mim. Era algo mais do que meu chefe, mais que o diretor da minha companhia. Tinha a capacidade de controlar todos os aspetos da minha vida. Quando te ordenam como sacerdote fazes voto de obediência», disse o denunciante.

24 de fevereiro de 2013

A censura existe. Disfarçada mas existe


Conclusões da vitória eleitoral do anti-imperialista Rafael Correa

Da imprensa progressista estrangeira, recolhi informações que a nossa comunicação social não publica. Como referi no passado dia 19, a grande vitória de Rafael Correa, no Equador, tem sido apagada pela censura que domina os grandes órgãos de comunicação. 

Revolução Cidadã

No Equador o povo ratificou o mandato do seu Presidente para continuar o caminho traçado, avançando mais rápida e profundamente no processo da "Revolução Cidadã”. 
O projeto de criar uma ordem social baseada no socialismo do sumak kawsay, o "bem viver” dos nossos povos originários, exige atuar com rapidez e determinação, disse Correa.


A luta anti-imperialista

O povo confirmou que quer um presidente que iniciou um enorme processo de mudanças sociais e económicas no Equador.
As eleições ratificaram a política de integração latino-americana, que deu força à ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), que pôs fim à presença dos Estados Unidos base militar de Manta, que realizou uma exemplar auditoria da dívida externa, que deu asilo a Julian Assange e que retira o Equador do CIADI (Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos, criado pelo Banco Mundial)

As conspirações financiadas pelos Estados Unidos, a manipulação da comunicão social, a oposição das classes dominantes e os estratagemas do imperialismo apesar de poderosos, não venceram a determinação e vontade do povo que defende as conquistas alcançadas.

Este poder não desgasta

O enorme triunfo de Correa demonstra que a tese "o poder desgasta”, só é válida na democracia quando o poder se exerce contra o povo.

Esta eleição superou ainda a paralisia de decisões gerada por uma Assembleia Nacional que travou algumas das mais importantes iniciativas propostas por Correa.

Vamos estar atentos à reação do imperialismo e ao reforço das conspirações contra o povo do Equador.

Unir, organizar e lutar

Contra a política de direita, pela demissão deste governo

A CGTP exorta à intensificação da acção sindical nos locais de trabalho, apela à dinamização e reforço das lutas de âmbito mais geral contra a ofensiva capitalista e pela exigência de demissão do Governo PSD/CDS;

Lutas das organizações dos trabalhadores:
 

-        Semana de luta em defesa do Sector Empresarial do Estado, de 27 Fevereiro a 9 Março;
-        Acção junto à Assembleia da República, promovida pela Comissão Promotora da «Água é de todos”, no dia 28 de Fevereiro;
-        Greve dos trabalhadores da Rodoviária do Tejo, de 28 Fevereiro a 6 de Março;
-        Greve dos trabalhadores da CP e da CP/Carga, no dia 6 de Março;
-        Greve dos trabalhadores da REFER, no dia 7 de Março;
 


-        Greve dos trabalhadores dos Transportes Sul do Tejo, em 8 de Março;
-        Manifestação Nacional dos trabalhadores e reformados do sector dos transportes, dia 9 de Março;
-        Acção Nacional pela exigência da publicação imediata das portarias de extensão, em 12 de Março;
-        Manifestação Nacional dos Trabalhadores da Administração Pública, dia 15 de Março, em Lisboa;
-        Manifestação do Dia Nacional da Juventude, em 27 de Março, em Lisboa.
 

Arménio Carlos, anunciou ainda o apoio e participação da CGTP na manifestação de 2 de Março e disse que “A hora é de unir. Os problemas dos trabalhadores justificam que todos contribuam para travar as políticas que estão a fazer mal ao país”.
 

23 de fevereiro de 2013

José Afonso continua connosco, sempre!


Há 26 anos morreu Zeca Afonso. Cantor de Abril, compositor da luta contra o fascismo. José Afonso, uma das maiores referências da música popular portuguesa. Cantor da senha da Revolução do 25 de Abril, Grândola, hoje, mais uma vez, e sempre, canção de luta.
Falecido a 23 de Fevereiro de 1987, com 57 anos, Zeca Afonso, foi o companheiro, o camarada que um mês antes da revolução, interpretou «Grândola, Vila Morena» no Coliseu de Lisboa, ao lado de Adriano Correia de Oliveira, Fernando Tordo e Manuel Freire. Zeca, como Adriano, continua ao nosso lado. Sempre.

22 de fevereiro de 2013

Unidade séria para uma política verdadeiramente alternativa

Construir o caminho de uma política alternativa, patriótica e de esquerda

Amanhã Sábado, dia 23 de Fevereiro, realiza-se a Conferência Nacional «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido», na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A Conferência Nacional apresentará um balanço do trabalho desenvolvido, fará uma avaliação da situação vivida no nosso país decorrente da aplicação do programa imposto aos portugueses e decidirá sobre novas iniciativas a realizar no âmbito deste movimento.

Clique (aqui) e (aqui) ou (aqui).

Defender a Constituição é um fator de unidade


Várias personalidades abordarão diversos temas:
• António Avelãs Nunes, Professor Catedrático: «Mudar de política para defender a democracia».
• Guilherme da Fonseca, Juiz Jubilado do Tribunal Constitucional: «A importância da defesa da Constituição da República Portuguesa na resolução da crise».
• Tolentino Mendonça, padre, professor e poeta: «A situação da Cultura em Portugal».
• Fausto Leite, advogado especialista em Direito do Trabalho: «Os direitos dos trabalhadores e a Constituição da República Portuguesa».
• João Vilela, Mestre em História: «Um País com quase 900 anos de História que sempre soube lutar pela soberania e independência nacional».
• Joana Manuel, actriz: «A juventude em Portugal neste momento de crise».

Uma luta que se alarga e se complementa

A Conferência Nacional é, também, o resultado de uma luta que se desenvolve em todos setores da vida nacional e da vontade de romper com o ciclo de governos da política de direita, para concretizar uma solução política, um governo e um programa patriótico ao serviço do povo e do País.

É urgente juntar as forças, sectores e personalidades democráticas, que ponham em prática um programa para uma política e um governo patrióticos e de esquerda.
Urge juntar os homens e mulheres, gente esclarecida, séria e honrada, dispostos a assumir e desencadear uma ação patriótica para defender o País, os trabalhadores e o povo, do desastre que se avoluma.


A luta dos trabalhadores e populações é determinante e insubstituivel

 
Este movimento pode ser um complemento importante da insubstituível luta dos trabalhadores e das populações, que é condição para resistir à ofensiva da direita, para o alargamento da consciência política que permita a urgente rutura com esta política e para a construção de uma política alternativa.

Vamos dar força a este movimento!


21 de fevereiro de 2013

Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido

Conferência Nacional
 

No próximo dia 23 de Fevereiro, realiza-se a Conferência Nacional «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido», na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

A Conferência Nacional tem lugar no Anfiteatro 3.2.14 da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Campo Grande, Edifício C5, 1749-016 Lisboa), pelas 14.40 horas.

Cada dia que passa é maior a urgência da resposta ao Apelo «Em defesa de um Portugal soberano e desenvolvido»

Vencendo a resignação e a manipulação fatalista, afirmamos o nosso inconformismo perante um pacto de agressão que está a conduzir Portugal e o povo português ao declínio económico, ao empobrecimento e à perda de direitos duramente conquistados, num quadro de intolerável regressão social.

  
Denunciamos as opções, os conteúdos e as consequências de uma orientação política que vem arrastando o país para uma dependência crescente, avolumando injustiças e desigualdades, hipotecando as suas possibilidades de crescimento, estrangulando o presente e comprometendo o futuro das jovens gerações.

Portugal tem futuro!       
 

Acreditando que Portugal tem futuro, tem recursos, a começar pelo seu povo, e capacidades para se afirmar como nação soberana e desenvolvida, confiamos em que é possível encetar um caminho de crescimento, de valorização do trabalho e de dignificação das condições de vida do povo português, e identificamos esse caminho com o cumprimento, a defesa e afirmação do projecto que a Constituição da República Portuguesa consagra e cujos valores e dinâmica transformadora assumem um sentido de progresso civilizacional.

Apelo
   

Apelamos por isso a todos os democratas e patriotas, para que manifestem a sua opinião e para que inscrevam, como imperativo patriótico da sua intervenção cívica e política, a denúncia e a rejeição do programa que está a ser imposto.

Alice Vieira – Escritora
Alfredo Maia – Jornalista
Álvaro Siza Vieira – Arquitecto
António Avelãs Nunes – Professor Catedrático
António Borges Coelho – Historiador
Armando Alves – Artista Plástico
Carlos Mota Soares – Professor Universitário
Deolinda Machado – Activista de Movimentos Católicos
Duran Clemente – Capitão de Abril
Eduardo Souto Moura – Arquitecto
Guilherme da Fonseca – Juiz jubilado do Tribunal Constitucional
Inês Gregório – Actriz e Historiadora
Isabel Allegro de Magalhães – Professora Universitária
Joana Manuel – Actriz
José Barata Moura – Professor Universitário
José da Cruz Santos – Editor
José Ernesto Cartaxo – Sindicalista
Kalidás Barreto – Sindicalista
Levy Batista – Advogado
Manuel Gusmão – Professor Universitário e Poeta
Manuel Loff – Professor Universitário
Mário de Carvalho – Escritor
Urbano Tavares Rodrigues – Escritor
Raquel Freire – Realizadora
...e mais 800 subscritores
https://sites.google.com/site/emdefesadeumportugalsoberano/home

Facebook - https://www.facebook.com/pages/Em-defesa-de-um-Portugal-soberano-e-desenvolvido/295243417207944

20 de fevereiro de 2013

Por uma UNIDADE que valha a pena

É preciso ir ao cerne da questão: Unidade para quê?
Produtos da mesma fábrica, com embalagens diferentes, têm efeitos diferentes?

Seguro, Sampaio, Pina Moura, Mário Lino, João Proença e vários outros dirigentes e figuras do PS e BE juntaram-se em unidade, num jantar de homenagem a Carlos Brito, o famigerado dissidente do PCP. 
O PS parece ser o abrigo (ou caixote do lixo), dos que sentem que é nesse partido que melhor podem fazer as negociatas que lhes têm dado altos lucros.  

Que compromissos para uma política de esquerda?

Nesse jantar os discursos mostraram o oportunismo de quem se mascara de esquerda mas não assume uma rutura com a política de direita que o PS tão bem tem servido ao longo dos anos.

Nesse jantar de "amigos" em que a "unidade" se faz com corruptos e responsáveis pela política das Troikas, não se viu nem ouviu uma tomada de posição, um compromisso de luta, contra esta política de direita. 


Imagem "arrastada" do Arrastão http://arrastao.org/1531628.html

Produtos brancos

Queremos uma "unidade" para construir a tábua de salvação do capitalismo, dos bancos e banqueiros, para quando (como disse Seguro, não há pressa) o Governo caír de podre? 
Queremos uma "unidade" mascarada de esquerda para melhor enganar?
Esse jantar mostrou uma "unidade" dos que não se atrevem a por em causa o cerne da política de direita. É como diz o povo, mudar as moscas mas deixar a mesma merda. Ou se preferirem "mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma". 

Disse o poeta popular, António Aleixo:
P'ra a mentira ser segura
e atingir profundidade,
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
Neste caso "nem a verdade é verdadeira". É apenas a aparência de uma ideia de Marketing que pretende vender mais a quem está menos prevenido. Uma ideia que funciona como a embalagem bonita para esconder um mau produto.

As mesmas ideias em diferentes embalagens

Foi flagrante o "lapso" da coincidência de desta "unidade" à volta de um documento com o mesmo  título da Moção de Passos Coelho. Isto mostra que até os lapsos não aparecem por acaso. São produto de uma "fábrica" que produz as mesmas ideias para defender a mesma política, mas com rótulos diferentes. São os produtos brancos que vendem melhor em tempos de crise.

19 de fevereiro de 2013

Eleições no Equador

Imprensa e Televisão escondem as vitórias da esquerda

A comunicação social dominada pelos grandes grupos económicos esconde as transformações sociais no mundo, as vitórias de anti-imperialistas, como esconde as ações da CGTP do PCP e da verdadeira esquerda em Portugal. 

 
No Equador o Presidente Rafael Correa obteve uma nova grande vitória e está prestes a obter outra no Parlamento. 

Rafael Correa teve quase 57% dos votos. A oposição fortemente apoiada pelos EUA teve 23% (Ex-Banqueiro Guillermo Lasso) e o expresidente Lucio Gutiérrez, (do Partido Sociedad Patriótica) apenas 6,6%.

Solidariedade com a Revolução Bolivariana


18 de fevereiro de 2013

A Igreja Católica

O que nos mostra a renúncia do Papa

A propósito da renúncia do Papa, em Carta Maior estão narrados factos que merecem ser analisados para se compreender o que é a Igreja Católica no presente.
Não se trata de querelas teológicas. É o dinheiro, as contas sujas do banco do Vaticano, os escândalos cada vez mais frequentes, a corrupção, a pornografia e a pedofilia, a luta pelo poder do grande capital, o apoio às políticas mais reacionárias, às ditaduras de Estados, que estão na origem da inédita renúncia do papa.

A Igreja Católica é hoje um ninho de corvos pedófilos, corruptos, ladrões sedentos de poder, aliados ao grande capitalismo internacional, e por isso imunes e capazes de tudo para defender o seu poder pessoal. A hierarquia católica mostra a sua decomposição moral, tal como os partidos de direita executores da política capitalista que domina o mundo.



O
diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier

Do artigo é de Eduardo Febbro, que se apoia em Philippe Portier, retirei as seguintes pistas de raciocínio:
"o papa, encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu (...) os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro".

"Descobriu" que "O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios...".

"o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas".



A reação, a extrema direita quer mais

Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.



Correspondência secreta do Papa

Depois do escândalo provocado pela divulgação da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana (...) contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja.

A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada (...) operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia (...).

Apoio aos governos fascistas


(...) os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre (...), [que pretendem] legitimar no seio da igreja a corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo, saúdam a renúncia do Papa.

O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.

A Mafia e o Banco do Vaticano

As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais.

A rede e os tentáculos do polvo

No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro.


O que é hoje a Igreja Católica


(...) Tedeschi começou a elaborar um relatório secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas. 

A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema [capitalista que defende]. 

(ver ainda) http://www.lepoint.fr/dossiers/monde/pape-demission/

Internet ao serviço de quem?

Em Portugal e no mundo o poder capitalista utiliza a Internet para dominar

Há dias vi a circular na Internet um alerta sobre o software das finanças e os ficheiros SAF-T.
Explicava o autor que informava ser técnico de informático a trabalhar no assunto, que o ficheiro SAF-T era, até 1 de Janeiro de 2013, um ficheiro de auditoria, fornecido ao inspector das finanças nos eventos de inspecção.
Este ficheiro permite controlar a fuga aos impostos cruzando os dados de multibanco e bancários e ainda possibilita conferir muitos outros dados.
Explicava também que um ficheiro SAF-T, contém os dados gerais da empresa, dados de todos os seu clientes, de todos os produtos ou serviços vendidos pela empresa, dados das transações, data, hora, cliente e nif do cliente, produtos vendidos, valor, valor de iva, etc.

Todos os dados SAF-T de todas as empresas são enviados para as finanças mensalmente

Esta imposição legal permite conhecer uma boa parte da vida de qualquer cidadão. Os seus hábitos o que consome o que faz e o que escolhe, através de todos os documentos que atestam as suas relações através de transações.
Podem inclusive ser cruzados com os dados de familiares e conhecer factos passados no mesmo dia e à mesma hora entre eles. Se estavam juntos ou em locais diferentes e quais esses locais. Qualquer transação por multibanco, pagamento de uma despesa num café, numa loja, em qualquer parte pode ser conhecida.


Qualquer político ou pessoa pública pode ser rastreado. Para o bem ou para o mal

E quem domina estas bases de dados? A fúria das privatizações entrega tudo isto a empresas privadas. Muitos desses dados podem servir de comercio escondido de influências. Não há garantia da privacidade dos dados.
Poderá ainda acontecer que estes dados vão parar a outros países e sejam trabalhados pela CIA, pelo FBI e NSA (National Security Agency) americana, tal como foram os nossos dados pessoais do Arquivo de Identificação enviados aos Estados Unidos da América por Sócrates.

A submissão da política de direita, ao poder capitalista instalado

Na realidade isto foi debatido em Portugal e no Parlamento Europeu, tal como o polémico Echelon dos EUA que tem como finalidade escutar as comunicações internacionais, sejam conversas telefónicas, faxes, e-mails, ou outras.
Antes da década de 90 do século passado, o argumento era a luta contra os países socialistas. Agora é contra o terrorismo. Desenganemo-nos, pois a luta sempre foi e continua a ser pelo controlo do poder dos EUA e do poder financeiro que controla o sistema capitalista, à escala planetária.

O domínio económico como fim e o político e militar como meio

Este métodos de espionagem não visa apenas a segurança dos EUA, eles espiam também com fins políticos e económicos. Sabe-se que os EUA têm agências na Europa disfarçadas de empresas comerciais, para espionagem comercial e industrial no sentido de favorecer as empresas americanas.
Ver em http://www.heise.de/tp/r4/artikel/6/6929/1.html

Em 18 de Maio de 2001, foi conhecido o relatório elaborado pela Comissão Provisória, nomeada pelo Parlamento Europeu, para investigar o Echelon, e que confirmou “ A existência de um sistema global de interceptação das comunicações em que cooperam os Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia”, e que “é que seu propósito interceptar comunicações privadas e comerciais, e não comunicações militares.” (NAVARRO, 2001: 50)

Mais um esquema de controlo pelos grandes grupos económicos

Também a imposição que os EUA querem fazer a todos os países com o argumento do controlo da contrafacção ACTA, é mais um desrespeito pelos direitos dos cidadãos. O PCP propôs que o Estado Português se desvincule e se afirme contra o Acordo Comercial Anti Contrafação - ACTA. ver em http://www.pcp.pt/pcp-prop%C3%B5e-que-o-estado-portugu%C3%AAs-se-desvincule-e-se-afirme-contra-o-acta

É interessante uma análise jurídica brasileira publicada em: http://jus.com.br/revista/texto/5899/vigilancia-tecnologica-bancos-de-dados-internet-e-privacidade e que completa muita da informação aqui trazida.

17 de fevereiro de 2013

Aselhice minha


Textos perdidos 

Por ter estado oito dias fora do local de casa, em viagem pelo norte do país, preparei vários textos para publicar nestes dias. Dificuldades técnicas e aselhice minha, ao pretender gerir esses textos à distância, e com dificuldades de acesso à Internet por WiFi, não só perdi esses textos como alguns que já tinha publicado. Razão pela qual aparecem em alguns links, de outras páginas, a mensagem: "A página que estava a procurar no blogue não existe", remetendo as publicações para o passado dia 10 de fevereiro. 
Aos leitores, as minhas desculpas.