22 de dezembro de 2012

Política de direita: Corrupção

Mais um, entre os muitos exemplos, do que é a política de direita, exercida pela troika interna PS+PSD+CDS




Continuem a votar neles e depois queixem-se.
É hora de acordar!




21 de dezembro de 2012

Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal


Uma vida, pensamento e luta. 
Um exemplo que se projeta na atualidade e no futuro

As Comemorações do Centenário do Nascimento de Álvaro Cunhal serão a justa homenagem ao homem, ao comunista, ao intelectual, ao artista, figura central do século XX, que se afirmou como referência na luta pelos valores da emancipação social e humana no país e no mundo. 

As comemorações do centenário realizam-se ao longo de todo o ano de 2013, ano em que se perfazem 100 anos do seu nascimento.

Álvaro Cunhal é uma das mais ricas e fascinantes personalidades do século XX português, um homem que se destacou na luta pelos valores da emancipação social e humana. Uma figura de forte projeção no plano mundial.

A vida, o pensamento e a obra de Álvaro Cunhal tornam indispensável esta homenagem, de inegável significado. 
Homenagem, ao seu exemplo, inserido na ação coletiva em que se integrou e na causa à qual dedicou toda a sua vida. 
Homenagem também ao seu legado, pensamento, acervo de análises e ação, que expressa um conteúdo a que a vida deu e dá razão. 
Homenagem que tem uma crescente projeção na atualidade e no futuro.

Álvaro Cunhal, militante e dirigente comunista. 
Uma vida inteiramente dedicada à luta pela liberdade, pela democracia e pelo socialismo.
Homem intelectual, artista com um apaixonado interesse por todas as esferas da vida.
Criador que se expressa nas suas obras, quer no plano da literatura, com o romance e o conto (“Até Amanhã, Camaradas”; “Cinco Dias; Cinco Noites”; “A Estrela de Seis Pontas”; “A Casa de Eulália”; “Fronteiras”; “Um Risco na Areia”; “Os Corrécios”; “Sala 3”; “Lutas e Vidas”) e a tradução (“Rei Lear” de Shakespeare), quer no plano das artes plásticas, com o desenho e a pintura ("Desenhos da Prisão", "Projetos"), quer ainda no plano da reflexão teórica sobre a estética e a criação cultural (“A Arte, o Artista e a Sociedade”).

A Álvaro Cunhal se deve uma intervenção notável na vida política, económica, social e cultural do seu tempo, uma invulgar atitude de constante observação, estudo e investigação da realidade social e histórica no supremo intuito, político e moral, de intervir, coletivamente, para a sua transformação. Ficaram célebres os estudos que fez sobre o aborto (“O Aborto Causas e Soluções”); sobre a história de Portugal, desde a Idade Média aos nossos dias (“ As Lutas de Classes em Portugal nos Finais da Idade Média”, “Rumo à Vitória”, “A Revolução Portuguesa O Passado e o Futuro”, “A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril”, entre tantos outros); sobre a questão agrária em Portugal (“Contribuição Para o Estudo da Questão Agrária”); sobre temas de eminente pendor político (Discursos Políticos e diversas outras obras).

Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra, em 10 de Novembro de 1913. Iniciou a sua atividade política quando estudante na Faculdade de Direito de Lisboa. Participou no movimento associativo estudantil, tendo sido eleito em 1934 como representante dos estudantes no Senado Universitário. Foi militante da Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas (FJCP), sendo eleito seu secretário-geral em 1935. Membro do Partido Comunista Português desde 1931, passou, a partir de 1935, a integrar o quadro de militantes clandestinos. É preso neste período duas vezes, em 1937 e em 1940. Participa na reorganização do PCP, em 1940/41, e é membro do seu Secretariado de 1942 a 1949. Preso de novo em 1949 e levado a julgamento, faz em Tribunal uma contundente acusação à ditadura fascista e a defesa da política do seu Partido. Condenado, permanece 11 anos seguidos nas cadeias fascistas, cerca de 8 anos dos quais em completo isolamento. Transferido da penitenciária de Lisboa para a prisão-fortaleza de Peniche, evadiu-se em 3 de Janeiro de 1960 com um grupo de outros destacados militantes comunistas. Integrou de novo o Secretariado do Comité Central e foi eleito Secretário-geral do PCP em Março de 1961.

Álvaro Cunhal deu uma contribuição decisiva na análise da situação nacional, no traçar da orientação, na definição das tarefas e na direção da ação política do PCP, criando condições para a Revolução de Abril e influenciando o seu desenvolvimento.

Até ao fim da sua vida, Álvaro Cunhal manteve uma intervenção intensa na vida política, na atividade cultural e artística.

Morreu aos 92 anos em 13 de Junho de 2005 e o seu funeral (no dia 15 de Junho), com a participação de centenas de milhar de pessoas, uma extraordinária homenagem dos comunistas, dos democratas e patriotas, dos trabalhadores e do povo a quem Álvaro Cunhal dedicou a sua vida, constituiu uma manifestação que foi em si mesma uma afirmação de determinação, empenho e confiança na continuação da luta pela causa que abraçou.

Defender o Poder Local e as Freguesias



Contra tudo e contra todos, o Governo quer impor a extinção de 1165 freguesias em todo o País.

As populações, os trabalhadores e os autarcas não pararam a sua luta em defesa do Poder Local democrático.  

Para sábado, às 14 horas, está prevista uma concentração, promovida pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), frente ao Palácio de Belém, onde se apelará à «reflexão» do Presidente da República sobre uma Lei que estabelece critérios cegos para a reorganização do território das freguesias, impondo um modelo desadequado da realidade portuguesa.

A hora é de solidariedade, refere a ANAFRE, que apela à participação de todas as freguesias no protesto de Lisboa, mesmo daquelas que supostamente não serão extintas ou agregadas.

O projecto de liquidação das freguesias e as ameaças ao futuro de muitos municípios faz parte de uma política de destruição do Poder Local tal como acontece com muitas outras conquistas de Abril que a direita está a liquidar.

Esta política da direita está a empobrecer a vida democrática, a afastar as populações dos assuntos que lhes dizem respeito e a destruir os valores de Abril e a democracia.

Não baixemos os braços. O momento é de lutar.


20 de dezembro de 2012

Ordenados secretos

É assim a política de direita disfarçada de democracia.

Ordenados de 300.000 euros


O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem recusado divulgar os vencimentos auferidos por altos cargos na Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, que, segundo o Correio da Manhã, rondam os 300 mil euros anuais.



João Moreira Rato e Cristina Casalinho, beneficiam de um regime de excepção no IGCP. 

Regime de excepção e ilegal

Ambos os gestores do IGCP não entregaram as declarações de rendimentos junto do Tribunal Constitucional, o que deviam ter efectuado até 18 de Agosto.
Em 10 de Setembro o Correio da Manhã, questionou Vítor Gaspar. O ministro não respondeu.

É isto a política de direita, política de classe do capitalismo.

19 de dezembro de 2012

Defender a Constituição

DEFENDER AS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO E A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA

A CGTP lançou um manifesto e está a recolher assinaturas para a Defesa das Funções Sociais do Estado consagradas na Constituição. 

A Constituição da República Portuguesa assenta em três pilares essenciais da Democracia: Económica, Social e Cultural. Incumbe ao Estado assegurar a coesão social e o bem-estar dos cidadãos, através da prestação e garantia da satisfação das suas necessidades colectivas na estrita observância dos princípios da Universalidade, Solidariedade e Justiça Social.

O ataque sistemático que tem vindo a ser feito às conquistas alcançadas com o 25 de Abril, está agora a atingir As Funções Sociais do Estado. 
O governo pretende limitar ou mesmo anular o princípio da Universalidade dos direitos sociais.

Estão agora mais que nunca, em perigo os direitos básicos da população ao ensino à saúde, bem como à protecção social.
O governo está a atacar esses direitos essenciais, com vista à sua privatização. 




O Governo não fala verdade

O Estado Português gasta menos que a generalidade dos países europeus com as suas funções sociais. 
A despesa pública era, em 2011, de 48,9% do PIB, sendo de 49,4% na zona euro. 
Por sua vez, a despesa com protecção social por pessoa, em Portugal, era, em 2010, apenas 2/3 do valor médio na zona euro.   

O Capitalismo cria as crises
A política de direita destroi a Economia
O Povo é que paga

A dívida pública, que era de 68,8% em 2007, com esta política chegará aos 124% em 2013. A austeridade não resolveu os problemas das contas públicas, antes os agravou.

Destruir as Funções Sociais do Estado é aumentar de uma forma brutal a pobreza, diminuir a esperança média de vida e pôr em causa a coesão social.

As Funções Sociais estão próximas do precipício, havendo já racionamentos na Saúde, cortes de prestações na Segurança Social e um criminoso desinvestimento na Educação. 
Estes são sectores vitais para o desenvolvimento do país e para garantir a qualidade de vida das populações. 

Aumento brutal das desigualdades sociais

A destruição e privatização das Funções Sociais do Estado, a par de salários cada vez mais reduzidos e do aumento de desempregados vão aumentar as desigualdades sociais já muito graves.

Importa registar, que a taxa de pobreza era de 18% em 2010, mas seria de 43% se não fossem as ajudas sociais.
Se hoje forem eliminadas as Funções Sociais do Estado, a pobreza poderá disparar para mais de 50% da população.
A Segurança Social, a Saúde e a Educação são áreas onde os ataques mais tendem a avolumar-se. 

O negócio das privatizações para os ricos

A privatização da Segurança Social poria em causa o princípio da Universalidade e da Solidariedade e significaria que os grupos sociais de maior rendimento e riqueza fossem empurrados para aderir a sistemas privados, reduzindo as receitas da Segurança Social, deixando os desempregados e os de menores rendimentos, entregues à sua sorte.

Na Saúde, estudos realizados mostram que a esperança de vida decresce, com doenças e a morte prematura a aumentar nos mais pobres. Só políticas públicas fortes podem evitar tais efeitos dramáticos.     

Na Educação, está em marcha um ataque à Escola Pública. A “importação” do modelo organizacional alemão revela já a opção pela elitização do ensino, condicionando o acesso ao ensino superior e à formação global do individuo para as famílias mais pobres.

Continua o ataque ao 25 de Abril

Foi com o 25 de Abril que a generalidade das pessoas idosas passou a ter direito a pensões e reformas.
Foi o 25 de Abril que criou o Serviço Nacional de Saúde, que permitiu o aumento da longevidade e a redução da mortalidade infantil
Foi o 25 de Abril que alargou o Ensino a todos os jovens. Que promoveu a Democratização do Ensino, o alargamento da escolaridade obrigatória e uma forte expansão no Ensino Superior.
Hoje tudo isto está a regredir.

É mentira que seja por falta de dinheiro que estas políticas são aplicadas.

O Estado tem vindo a transferir o dinheiro, de nós todos, para os Bancos Privados. Com a política de austeridade imposta pelo Governo, os portugueses estão a ter um aumento brutal dos impostos e ao mesmo tempo menos Segurança Social, menos Saúde, menos Educação e menos apoios sociais. O Governo quer reduzir 4.000 milhões de euros.
Só para o BPN foi o dobro do que querem reduzir às Funções Sociais do Estado.
Estão cativos para "apoio" aos Bancos, e nós a pagarmos os juros, três vezes mais (12.000 milhões) do que o que o Governo quer reduzir no Orçamento para as Funções Sociais.

É preciso mudar de política

Por estas razões, é indispensável e urgente mudar de política. Promover o crescimento e o desenvolvimento económico, apoiar a produção nacional, criar mais emprego e distribuir melhor a riqueza que está concentrada nas mãos de meia dúzia e a fugir do país.

18 de dezembro de 2012

Vamos brincar à caridadezinha

Susaninha a heroina de Jonet

(Jonet não é chonet. Sabe bem o que faz)

Desenho retirado De fotos de Sérgio Lavos
http://fotos.sapo.pt/sergiolavos/fotos/?uid=fL5AJz4ltGIZIqd3NYEf



DONA ABASTANÇA

«A caridade é amor» 
Proclama dona Abastança 
Esposa do comendador 
Senhor da alta finança. 

Família necessitada 
A boa senhora acode 
Pouco a uns a outros nada 
«Dar a todos não se pode.» 

Já se deixa ver 
Que não pode ser 
Quem 
O que tem 
Dá a pedir vem. 

O bem da bolsa lhes sai 
E sai caro fazer o bem 
Ela dá ele subtrai 
Fazem como lhes convém 
Ela aos pobres dá uns cobres 
Ele incansável lá vai 
Com o que tira a quem não tem 
Fazendo mais e mais pobres. 

Já se deixa ver 
Que não pode ser 
Dar 
Sem ter 
E ter sem tirar. 

Todo o que milhões furtou 
Sempre ao bem-fazer foi dado 
Pouco custa a quem roubou 
Dar pouco a quem foi roubado. 

Oh engano sempre novo 
De tão estranha caridade 
Feita com dinheiro do povo 
Ao povo desta cidade. 

(Manuel da Fonseca)

17 de dezembro de 2012

Dignidade e Humanismo

Isabel Jonet. Uma Tia intelectual do Séc XIII.


A presidente do Banco Alimentar Isabel Jonet, deu mais uma entrevista onde afirmou ser "mais adepta da caridade do que da solidariedade".

Esta senhora é um bom exemplo do retrocesso civilizacional que esta política de direita está a gerar no nosso país. Um exemplo vergonhoso da mentalidade salazarenta das esmolas e dos coitadinhios dos pobrezinhos. Para ela é bom que existam muitos pobres para que se pratique a caridadezinha.

Explicou ainda que não está preocupada com os casos de idosos que aparecem mortos em casa, mas sim com as carências por que passam enquanto são vivos. 

Quantos mais pobrezinhos, mais agradecidos há pela caridadezinha.

No mesmo estilo de Marketing comercial, um morto deixa de ser um cliente da caridadezinha. Para ela é preferível que se aguente um velho com fome mas sem o deixar morrer para que continue a haver um bom mercado de pobrezinhos para dar esmolas.

Depois de ter sido alvo de generalizadas críticas de toda a sociedade, Jonet, afirmou não estar nada preocupada com o que dela se escreve. Ela, tal como Salazar, mantém-se orgulhosamente só e estúpidamente convencida que é uma intelectual fora de tempo. Sim ela nasceu com oitocentos anos de atraso. Já não pode assistir à cura pelas fogueiras da Idade Média ou aos exorcismos da inquisição.

No vídeo abaixo, Pacheco Pereira, políticamente correcto, numa análise bem feita, não se atreve a desmascarar a política de direita e a cultura sem valores que a suporta. Sim estamos a atravessar um abjeto retrocesso civilizacional. A direita, o capitalismo, tem que destruir a solidariedade e os valores humanos para justificar a exploração do homem pelo homem, a luta pela sobrevivência, a competitividade e tudo o mais que faz esquecer o progresso por uma vida mais justa.  

Mas vale a pena ouvir Pacheco Pereira, na sua defesa asséptica dos valores humanos. Ai Pacheco Pacheco, forque falas tão bem mas foges à causa desse vírus que o capitalismo espalha pelo mundo. Os baixos valores humanos que matam a solidariedade para gerar a competitividade e, neste caso, a caridadezinha, têm responsáveis. A política de direita, o capitalismo e a sociedade que geram. 






16 de dezembro de 2012

100.000 visitas

C de...  100.000 visitas, 154 seguidores, 787 mensagens e mais de 500 comentários


Com menos de dois anos de existência, C de… tem o redondo número de 100.000 visitas. Dizem as estatísticas que foram publicados 787 artigos aos quais foram feitos mais de 500 comentários.
154 seguidores dão-nos forte estímulo para C de... Continuar.

Mostrar e refletir sobre a realidade

Como disse em 7 de Fevereiro deste ano quando o blogue atingiu as 50.000 visitas, C de… Comunicar, Conversar, Comentar, Criticar, despertar Consciências... sempre procurou mostrar a realidade, particularmente a realidade que é muitas vezes esquecida ou encoberta. Procurou fazê-lo de forma despretensiosa, simples, acessível. 
 

Não baixar os braços. Reagir!

Os tempos que vivemos são dramáticos para a maioria dos portugueses. São tempos, duros, complexos e por isso peço uma atenuante pela forma por vezes exaltada, ou de revolta mais sofrida, como desabafei a minha indignação pelas injustiças que vi. 
Procurei, como disse em Fevereiro, escrever de forma clara, para pessoas que, tal como eu, se interessam por compreender o mundo em que vivemos e cooperar para o tornar melhor. 

C de... Compreender, adquirir Consciência!

Novamente, em 2012, por ter estado ausente e com muitas outras atividades, tive que interromper as publicações durante três meses. 
Aproxima-se um novo ano, certamente mais difícil, mais exigente. Sei que tenho insuficiências e luto comigo mesmo por objectivos mais elevados. Por isso preciso de opiniões de sugestões para que o C de… possa melhor prosseguir o objectivo de ajudar a compreender o mundo e a política que nos oprime. Essa compreensão, essa consciência é indispensável para uma luta convicta, estimulante, só possível a quem sabe o que quer e que caminhos tomar, para uma sociedade melhor, mais justa e mais humana.

Amor, Camaradagem, Solidariedade, Unidade, Organização.

Grande Manifestação

A luta intensifica-se para defender a Constituição, para salvar a Democracia e o País.

Ontem, sábado 15, foi uma enorme manifestação com dois inícios, no Largo de Alcântara e no Largo do Calvário e terminou em Belém, bem longe da porta de entrada da residência oficial de Cavaco Silva. As ruas foram cortadas por muitas centenas de polícias e muitas dezenas de carros. Vedações de metal e grades impediram que as muitas dezenas de milhar de manifestantes se aproximassem do Palácio de Belém. 



Missão da Polícia: Não deixar acordar o Presidente.

Para proteger os ouvidos de Cavaco Silva dos fortes protestos e reivindicações, foi preciso guardar uma distancia de mais de um quilómetro. Eram já 16.00 horas. Havia quem dissesse que Cavaco estava a dormir a sesta e com tanta gente poderia acordar, coitado.
Um Presidente que trabalha tanto precisa de descansar. 

Aviso ao Presidente


Arménio Carlos deixou um conselho a Cavaco Silva: "Ouça o povo e exerça os poderes que a Constituição da República Portuguesa lhe confere." Os manifestantes aplaudiram e incentivaram o líder sindical a ir mais longe: "Não cometa o erro de promulgar um OE para depois solicitar a sua fiscalização sucessiva."


É preciso continuar a lutar, vamos ganhar!

Arménio Carlos realçou as "intensas lutas e acima de tudo de coragem e valentia que os trabalhadores e o povo têm demonstrado". Afirmou: "A luta não vai parar, vai prosseguir e intensificar-se". Lembrou ainda que  "hoje, mais do que nunca, é necessário engrossar este caudal de luta que é de todos e para todos" e acrescentou: "é para ganhar e vamos ganhar."

Travar o desastre

O Secretário Geral da CGTP criticou os que deixam andar à espera que o governo caia de podre e disse: "nós não defendemos a política do quanto pior melhor". O povo está a sofrer e cada dia que passa com este Governo no poder, é mais um dia de angústia e sofrimento para a esmagadora maioria dos que vivem e trabalham em Portugal"
Não podemos deixar que Portugal vá ao fundo para depois o recuperar com enormes sacrifícios. É preciso continuar a luta e para breve teremos novas e fortes lutas para travar o desastre que este Orçamento vai acentuar.

15 de dezembro de 2012

Igreja. Boa conselheira?

A Igreja está a revelar-se relativamente à pedofilia
Ainda não se revelou de que lado está, nesta luta entre ricos e pobres. 
A comunicação social ainda evita falar nisso

Aumentam os casos conhecidos de pedofilia na Igreja. E os que não conhecemos?
A Igreja tem feito declarações que mostra de que lado está. Está do lado dos muito ricos e apenas finge defender os pobres. Para a Igreja as esmolas são a sua preferência. A Igreja mostra estar mais interessada em perpetuar as esmolas do que defender uma política que acabe com a pobreza.

Coisas da Igreja

Já aqui neste blogue, revelei conselhos que muitos padres dão nas igrejas para os fieis votarem no partido das setinhas viradas para o céu.
Já aqui lembrei as declarações de Mário Soares que conspirou com a Igreja para que os Padres aconselhassem as pessoas a não apoiar o Partido Comunista.



14 de dezembro de 2012

A dureza das verdades


Um governo do "custe o que custar"

Estamos numa ditadura de um governo fora da lei.
Um governo que foi para o poder mentindo.
Um governo que, como os anteriores, de direita, enganou os eleitores.
Ganhou as eleições por fraude.
Depois de estar no poder não cumpre a Constituição. 
Não cumpre as leis do país e em conivência com o Presidente da República faz novas leis inconstitucionais.
As leis são aprovadas por uma maioria de deputados corruptos que subvertem o regime democrático do país e levam os portugueses à miséria.



No separador Conjecturas, mais algumas verdades politicamente não corretas.

Sábado 15 às 15 horas concentração no largo de Alcântara para ir ao Pastel de Belém. 

13 de dezembro de 2012

Perguntas


Idade de reforma

Se aumenta o desemprego, em especial para os jovens, porque é que o governo aumenta a idade de reforma? 
Será para ter velhos a trabalhar e jovens desempregados? 

Tempo de trabalho

Se um em cada cinco trabalhadores, um está no desemprego, porque é que aumentam as horas de trabalho?
Será para ter mais desempregados a receber dos trabalham?

Resposta:

Sábado dia 15 às 15 horas concentração em Alcântara para marchar para o palácio de Belém  Vamos ver se o fantasma que jurou defender a Constituição, manda o Orçamento para o Tribunal Constitucional.

11 de dezembro de 2012

9 de dezembro de 2012

Os Mercados e os Mitos (conclusão)


De nada valem as justificações do Governo quando vimos fazerem ao contrário do que seria preciso


Os governos de direita justificam-se com a necessidade de recorrerem aos mercados. Contudo isso é consequência das políticas económicas e financeiras que destroem a nossa sustentabilidade e nos fazem perder a independência.



Primeiro foram as privatizações das empresas estratégicas. Depois foi a destruição da Agricultura das Pescas da Industria e de muitos sectores da produção nacional. Depois foi o uso e abuso dos subsídios que parecia serem uma ajuda e rapidamente se revelaram ser um negócio especulativo com altas vantagens para quem nos "ajudava". Assim acabamos por perder a nossa autonomia financeira.

Governo ao serviço do capitalismo e não dos trabalhadores e do povo

Carvalhas denuncia: Se "Portugal tivesse um governo patriótico ao serviço do povo e do país" nada disto acontecia. Impunha aos bancos que assumissem as suas responsabilidades e libertava dinheiro para financiar a economia nacional. "Na verdade, fala-se muito da dívida pública para se esconder a dívida privada e em particular a da Banca! Para se esconder que se está a resolver os problemas do sistema financeiro à custa da dívida pública, à custa do corte de subsídios, dos salários, das reformas e do aumento brutal de impostos".

Profetas da desgraça?

"Quando o PCP afirmava, que o governo estava errado e a criar falsas expectativas para fazer passar as suas medidas, que 2013 ainda seria pior do que 2012, e que ao contrário do que dizia o Ministro das Finanças e a troika, não haveria nenhuma recuperação em 2012, analistas, economistas e académicos chamaram-nos profetas da desgraça! Infelizmente tínhamos mais uma vez razão". 

É preciso avisar toda a gente

"O país precisa de romper com este rotativismo. Precisa de um governo de esquerda com uma nova política assente no crescimento económico que, para ter êxito, necessita da intervenção empenhada e criativa dos trabalhadores e das suas organizações de classe e deste grande Partido, patriota e internacionalista: o Partido Comunista Português".


Petição

CGTP LANÇA PETIÇÃO

EM DEFESA DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO CONSAGRADAS NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA

Começa assim o "Abaixo-assinado" que a CGTP está a fazer circular:  "As funções sociais do Estado são indissociáveis da qualidade de vida dos cidadãos e do desenvolvimento do país. Foi com o 25 de Abril de 1974 que a generalidade das pessoas idosas passou a ter direito a pensões e reformas; foi construído um Serviço Nacional de Saúde assente na universalidade e qualidade, que permitiu ganhos substantivos em saúde, como o aumento da esperança de vida e a redução da mortalidade infantil; democratizou-se o ensino, foi prolongada a escolaridade obrigatória e desenvolveu-se o acesso gratuito a todos os níveis de ensino.



Estas funções sociais estão a ser postas em causa pelas políticas de austeridade do Governo do PSD-CDS. O anúncio de uma redução de 4.000 milhões de euros na Saúde, na Educação e na Segurança Social, a concretizar-se, porá em causa o próprio Estado Social. 

Portugal não está, apenas, confrontado com um problema de ordem financeira, mas, sobretudo, com uma questão marcadamente ideológica de subversão da C.R.P. no que respeita a direitos, garantias e princípios, nomeadamente os que consagram a coesão social e o bem-estar das pessoas.

É necessário sublinhar que o Estado Português está abaixo da média europeia no que respeita a gastos com as funções sociais, embora essa realidade seja frequentemente deturpada. É ainda necessário ter presente que a destruição das funções sociais do Estado e a privatização dos serviços públicos, a par do aumento do desemprego, da precariedade, de salários cada vez mais reduzidos e do agravamento das condições de vida da população, fariam eclodir desigualdades sociais ainda mais profundas e explodir rupturas sociais gravíssimas".

Ainda mais grave é sabermos que muito mais que o dinheiro que o Governo diz querer poupar, se destina a dar aos bancos para aumentar os seus lucros. 

Se não travarmos esta política de direita, só os ricos poderão ter acesso àquilo que deveria ser um direito de todos.

C de... contesta, convida todos os seus leitores a subscreverem este Manifesto. 

8 de dezembro de 2012

Manifestação no Porto "Contra o Orçamento"


Foi, como se esperava, uma grande manifestação

Muitos milhares de trabalhadores, reformados e desempregados compareceram à chamada da CGTP para dar mais um empurrão a este governo ilegítimo.

A Moção aprovada no final mostra o sentimento das populações:

"Decorrido um ano e meio de Governo do PSD/CDS, o país está mais atrasado no seu desenvolvimento, mais endividado e dependente, mais desigual, e menos democrático. Portugal está, hoje, muito pior".
(...)
O chamado “memorando de entendimento” assinado entre o PS, PSD e CDS com a tróica estrangeira – autêntico programa de exploração dos trabalhadores e empobrecimento do povo e do país – é o principal instrumento que os grupos económicos e financeiros têm utilizado para desferir um ataque sem precedentes aos [trabalhadores]...
(...)
O Orçamento do Estado para 2013 intensifica e amplia o ataque do Governo em todas as frentes,
(...)

A política de direita é uma política criminosa. Sob o plano expressamente anunciado da “refundação” do papel do Estado, o Governo anseia por atingir o objectivo supremo do grande capital económico e financeiro, que é o de subverter o regime democrático (...) a extinção de autarquias, no quadro de uma enorme ofensiva contra o Poder Local Democrático, bem como a destruição das Funções Sociais do Estado.
(...)
É um imperativo nacional prosseguir o combate sem tréguas contra esta política que subverte os ideais, direitos, liberdades e garantias constitucionais, princípios fundamentais que enformam uma sociedade Democrática, Solidária e Progressista. 
(...)
A CGTP-IN, exorta todos os trabalhadores a intensificarem a acção reivindicativa nos locais de trabalho, condição necessária e decisiva para defender os direitos e melhorar as condições de trabalho; alargar o campo da luta mais geral contra a promulgação ou aplicação das medidas gravosas contidas no Orçamento do Estado...
(...)
Hoje, aqui no Porto, no dia 15 em Lisboa, todos os dias nos locais de trabalho, vamos:
Defender os Direitos! Defender Abril! Defender um Portugal de Progresso, Solidário e Soberano!

Os Mercados e os Mitos (1)


Capitalismo especulativo. Um capitalismo que nada produz. 

Carlos Carvalhas, no Congresso do PCP falou sobre os Mercados e os Mitos, ou como ele disse os «chamados mercados». Carvalhas frisou que «esses ditos mercados tem bilhete de identidade e são Bancos, companhias de seguro e fundos especulativos em que assenta a economia de casino».

Os Mercados são uma "identidade mítica que nos é apresentada como algo que decide pelos povos, pelas nações, apesar de não ter sido eleita nem escrutinada", disse Carlos Carvalhas.

O Deus Mercado

"Para que o mito funcione – os mercados são sempre referenciados de forma abstracta, “divina”.

Os Mercados dizem-nos que temos que cumprir, "isto é, pagar os juros usurários" e sujeitar-mo-nos às "medidas de extorsão!"

Carvalhas mostrou que "com a decisão ditada pela Alemanha de o Banco Central Europeu não financiar os Estados (o que não acontece nos EUA, Japão, Inglaterra) ... Portugal deixou de poder contar com o Banco de Portugal para se financiar e... ficou dependente dos ditos "mercados". Meteram a raposa no galinheiro".
(...)
"É necessário sublinhar e recordar que Portugal antes da crise (2007) não só tinha uma dívida pública inferior a boa parte dos países europeus (França, Bélgica, Itália …) como se financiava a taxas de juro inferiores à média europeia".

Os nossos impostos vão para os Bancos privados

Explicou Carvalhas que o Estado se transformou "em rede de segurança dos Bancos privados à custa dos contribuintes".  "O Estado transformou-se de facto em prestamista de último recurso dos Bancos, devendo injectar 3 400 milhões de euros até ao fim do ano no BPN, o Banco das figuras gradas do PSD e de Cavaco Silva".
*

Lembrou ainda que do "empréstimo da troika, 12 mil milhões de euros são para a Banca. O BCP já ficou com 3 mil milhões e o BPI com 1 500 milhões. E há ainda 7 mil milhões que estão a vencer juros – pagos pelos contribuintes, isto é, pelos trabalhadores – e que o governo não os injecta na economia porque diz estarem de precaução no caso de a Banca vir a precisar!". E somos nós que pagamos os juros!

Uma dívida perpétua

"Em Portugal e na Europa, os Estados aumentam os seus défices orçamentais por causa do sistema financeiro, aumentaram a sua dívida pública para salvar a Banca, melhor dizendo, os banqueiros e os seus principais accionistas".

"Este governo está a enredar Portugal numa dívida perpétua e numa repetição de medidas de austeridade. Ao contrário do que diz o Ministro dos submarinos (...) a política que está a ser seguida não vai levar a que Portugal recupere a sua soberania, mas sim a que o País fique cada vez mais endividado e dependente", disse Carvalhas..

Renegociar, palavra maldita que lhes estraga o negócio

Lembrou ainda que "Quando o PCP denunciava as PPP's e as rendas excessivas, e quando foi pioneiro ao afirmar que era necessário renegociar a dívida, a resposta dos economistas e comentadores enfeudados ao sistema foi a do silêncio, da indiferença, ou da negação sobranceira".

"Depois de negarem a evidência começaram então a conjugar o re, de reavaliação, de reanálise, de revisitação da dívida e dos termos acordados com a troika, para evitarem chamar os bois pelos nomes: renegociação!"
(...)
Pôr Portugal a produzir, para a nossa economia

"Quando o PCP afirmou e afirma que era e é necessário pôr Portugal a produzir, que a questão central do país era e é o crescimento económico e a sua reindustrialização durante muito tempo fizeram de conta que não ouviam".

"Agora, até o PS o afirma em voz grossa e o Ministro da Economia, pelo menos em palavras, parece que também descobriu a necessidade de reindustrializar o país!"
(...)
Os patrões do Governo mandam privatizar, privatizar tudo o que dá lucro

"Sempre afirmámos também, que as privatizações (a venda dos anéis) levariam a entregar ao estrangeiro a preços de saldo, alavancas fundamentais da economia, acentuando a nossa dependência".

"Os dados aí estão a evidenciá-lo. (...)
Ainda no tempo de Sócrates foi afirmado pelo então presidente do AICEP, que por cada mil euros de lucros das empresas detidas por investidores estrangeiros só cá ficavam 19, os restantes, saíram em lucros e dividendos. A situação não melhorou, piorou!"

Uma política de classe. Uma traição a Portugal e aos trabalhadores

Será que os nossos governos são estúpidos? Não! Eles sabem bem que o PCP tem razão. Mas, com a razão do PCP não se governam eles e os amigos "mercados".

Dentro de alguns dias espero abordar novas ideias da pedagógica intervenção de Carlos Carvalhas.

* troca de fotografia em 08/12 às 22.30

7 de dezembro de 2012

Duas histórias


A política de direita. Os seus valores e moral

Neste blogue tenho relatado  várias situações que considero caracterizarem a política de direita.
Bem sei que a política de direita é fundamentalmente caracterizada pela exploração de quem trabalha (a grande maioria) em benefício de uma pequena minoria. 

Contudo, a política de direita processa-se disfarçadamente em muitos domínios da nossa vida, manipula as consciências, conjugando-se para manter uma ideologia que sustenta a exploração e para amansar os explorados.

Por isso, na tentativa de alertar algumas consciências, sempre que posso, denuncio essas subtilezas que a toda a hora nos anestesiam e retiram a capacidade crítica.


1ª História
Um Presidente de Câmara

Um presidente de Câmara do Partido Socialista, que eu conheci, pessoalmente, bem, uma vez levou à Assembleia Municipal uma proposta que parecia aceitável, mas… vinda de onde vinha fez-me desconfiar. Numa reunião pública fiz-lhe várias perguntas, no sentido de esclarecer as minhas desconfianças. A todas elas me respondeu mostrando as melhores intenções. Fiquei convencido e a proposta foi aprovada.

Poucos meses depois verifiquei que os objetivos declarados não foram os seguidos na prática, mas, exactamente ao contrário, no sentido das minhas desconfianças. 
Numa outra reunião pública confrontei o presidente da Câmara com as informações que tinha prestado na Assembleia que aprovou a sua proposta. 
Fiquei perplexo com a sua resposta, em alto e bom som para todos ouvirem, acompanhada de um riso alarve:

- O que é que o senhor queria que eu dissesse? Se eu tivesse dito a verdade os senhores não aprovavam a minha proposta!





2ª História 
Um dirigente do Partido Socialista

Em conversa com um dirigente do Partido Socialista, que tinha acabado uma formatura em ciências políticas, a dada altura ele disse-me: 
- Vocês [comunistas] são uns utópicos. Até parece que não sabem que o objectivo de qualquer partido é tomar o poder.
Tentei reproduzir as palavras de Álvaro Cunhal no livro “Paredes de Vidro” e disse-lhe:
- A verdade pode no imediato custar caro a quem a respeita. Mas nós temos a consciência que a verdade acaba por triunfar. 

Esse dirigente socialista riu-se e com ar paternalista disse:
- É o que eu digo. Vocês são uns sonhadores. Não é assim que se conquista o poder. 
Perante o meu silêncio e visível tristeza, acrescentou:
- Primeiro conquista-se o poder. Depois então, se houver necessidade, se esclarecem as coisas. 

O problema é que isto não são casos isolados. Não são casos de pessoas, com os seus erros ou defeitos. Isto é a mentalidade que se desenvolve no seio de alguns partidos para sustentar uma política, uma opção de vida.

O problema é que há trabalhadores, explorados que desculpam estas coisas. 

O problema é que ainda há os que dizem que são todos iguais. E, como são todos iguais, continuam a votar nos que nos roubam nos 36 anos de "democracia". Inteligente! não é?



Um exemplo de Jornalismo


RTP1 Bom Dia Portugal
Hoje dia 7 de dezembro

Em causa a polémica da extinção de mais de 1150 freguesias

Os factos

João Tomé de Carvalho informa que toda a oposição está contra.
As respostas vêm de Miguel Relvas e do Secretário de Estado da Administração Local, entre outras.

João Tomé de Carvalho entrevista depois o presidente da ANAFRE.
O Presidente da Associação Nacional de Freguesias explica que não faz sentido esta reforma, pois as freguesias não têm dívidas e nada contribuem para o défice uma vez que representam 0.1% do Orçamento de Estado.

O Jornalista João Tomé de Carvalho interrompe e pergunta:
- Mas acha que faz sentido manter freguesias onde moram meia dúzia de pessoas?

O presidente da ANAFRE diz que as pessoas devem escolher a forma como se agrupar e tenta explicar que não é essa a situação.

João Tomé de Carvalho (o "jornalista"), interrompe novamente e repete a pergunta.

O presidente da ANAFRE "cai na ratoeira" e diz: 
- Pode não fazer sentido, mas...

A entrevista termina aí sem se ouvirem as explicações do entrevistado. 

João Tomé de Carvalho "enganou" o presidente da ANAFRE e logo avança com as explicações do Secretario de Estado.



As consequências

Conclui o ouvinte:

A extinção de mais de 1150 freguesias é para acabar com as freguesias de menos de 6 pessoas.
Pois claro!. O Governo tem razão. Não faz sentido haver mais de 1150 freguesias com menos de 6 pessoas.

A mentira

Pergunto:
Há freguesias com meia dúzia de pessoas? É claro que não!
Então porque é que o "jornalista" João Tomé de Carvalho faz a pergunta que fez? É isso que está em causa na extinção das 1150 freguesias? Claro que não! Então porque não deixou o representante das freguesias explicar?

Foi marcadamente intencional este ato de desinformar.
Isto não é jornalismo.
Isto é manipular a opinião pública.
Uma mentira pública destas na televisão devia ser punida com uma pena severa.

O ator que representa o papel de jornalista sabe bem o que está a fazer. Faz o frete ao seu chefe Miguel Relvas e, segundo os modelos da política de direita, sabe que, para manter o poder, tem que mentir.

É assim que a direita informa. É assim que a direita engana os portugueses. É esta a política de direita.