Hoje a luta é no Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade
C de Comunicar, C de Conversar, C de Comentar, C de Criticar, C de Conhecer, C de... Cultura
12 de novembro de 2011
11 de novembro de 2011
É preciso Nacionalizar os Bancos
Os bancos são os principais causadores da crise
Os Bancos têm vindo a emprestar dinheiro que não têm, a juros especulativos e na maioria estão em riscos de falência. Foi a ganância dos lucros de mais de 1 milhão de euros diários que têm sido distribuídos em dividendos aos banqueiros e acionistas, que levou à bancarrota.
Agora, com a exigência da sua recapitalização, protestam porque isso vai levar a que o Estado, (todos nós) que os está a financiar, fique também como acionista e os possa fiscalizar.
Se o Governo defendesse uma política patriótica e controlasse os Bancos, não estávamos como estamos.
A política neo-liberal que foi permitida deixou que os Bancos controlassem a economia do país em seu benefício próprio e sem controlo.
É urgente que o dinheiro que estamos a pagar para os Bancos, (mais de 20.000 milhões de financiamentos e juros) ao menos seja aplicado na urgente nacionalização da banca.
Os Bancos têm vindo a emprestar dinheiro que não têm, a juros especulativos e na maioria estão em riscos de falência. Foi a ganância dos lucros de mais de 1 milhão de euros diários que têm sido distribuídos em dividendos aos banqueiros e acionistas, que levou à bancarrota.
Agora, com a exigência da sua recapitalização, protestam porque isso vai levar a que o Estado, (todos nós) que os está a financiar, fique também como acionista e os possa fiscalizar.
Se o Governo defendesse uma política patriótica e controlasse os Bancos, não estávamos como estamos.
A política neo-liberal que foi permitida deixou que os Bancos controlassem a economia do país em seu benefício próprio e sem controlo.
É urgente que o dinheiro que estamos a pagar para os Bancos, (mais de 20.000 milhões de financiamentos e juros) ao menos seja aplicado na urgente nacionalização da banca.
Bernardino Soares desmascara esta política e o Orçamento de 2012
Temos um Presidente que não é português?
Cavaco defende para Itália o que não defendeu para Portugal
Quando os comunistas criticaram o negócio dos bancos que vão buscar dinheiro ao BCE a 1% e depois emprestam a portugal a mais de 12% Cavaco disse que de nada vale criticar os mercados.
Agora, para a Itália, defende que o BCE devia financiar directamente o Estado italiano sem ter que se sujeitar aos mercados.
Quando os comunistas criticaram o negócio dos bancos que vão buscar dinheiro ao BCE a 1% e depois emprestam a portugal a mais de 12% Cavaco disse que de nada vale criticar os mercados.
Agora, para a Itália, defende que o BCE devia financiar directamente o Estado italiano sem ter que se sujeitar aos mercados.
Manifestação da Função Pública
Frente Comum apela à luta sem medos
É já amanhã Sábado 12
Do Marquês aos Restauradores, os protestos são contra o roubo aos trabalhadores da Função Pública.
Quanto mais calados, mais roubados!
Perante a agressão aos trabalhadores da Função Pública, as estruturas sindicais do sector apelam à manifestação de Sábado 12 com concentração no Marquês de Pombal às 14.30 horas.
A dirigente da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, apelou a uma união forte dos funcionários públicos para que saiam à rua no sábado e lutem "sem medos".
«Que venham para a rua, que lutem, que se indignem, que falem porque não adianta ficar parado, não adianta ter medo, não adianta encolher os ombros". A sindicalista avisou, se os trabalhadores da função pública não lutarem agora «as coisas vão complicar».
É já amanhã Sábado 12
Do Marquês aos Restauradores, os protestos são contra o roubo aos trabalhadores da Função Pública.
Quanto mais calados, mais roubados!
Perante a agressão aos trabalhadores da Função Pública, as estruturas sindicais do sector apelam à manifestação de Sábado 12 com concentração no Marquês de Pombal às 14.30 horas.A dirigente da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, apelou a uma união forte dos funcionários públicos para que saiam à rua no sábado e lutem "sem medos".
«Que venham para a rua, que lutem, que se indignem, que falem porque não adianta ficar parado, não adianta ter medo, não adianta encolher os ombros". A sindicalista avisou, se os trabalhadores da função pública não lutarem agora «as coisas vão complicar».
Jerónimo de Sousa em Évora
Governo faz jogo dos banqueiros enquanto arruína o país
O secretário-geral do PCP afirmou que "estes meses de aplicação do Pacto de agressão do FMI e União Europeia e de governo do PSD/CSD, mostram quão preocupante é o rumo que segue o país e quanto acertadas eram as nossas análises e os alertas do nosso Partido sobre as suas consequências para os portugueses e para o país".
"Vemos o país a caminhar para uma mais profunda recessão económica, a agravar todos os seus problemas com a destruição de mais emprego, de mais empresas e de mais produção nacional". Jerónimo de Sousa mostrou que com este caminho, esta política, a solução é cada vez mais difícil e os sacrificios cada vez maiores e sem resultado à vista.
" Vemos nestes meses de aplicação do Pacto de agressão quanto mentiram Portas e Passos para enganar os portugueses, ocultando as suas verdadeiras intenções" acusou Jerónimo de Sousa, que apelou para a luta organizada, contra as injustiças e para impedir o Pacto da direita que conduzirá o país à ruína, ao declínio e à perda da soberania nacional.
Disse: "Por isso nos estamos a dirigir aos trabalhadores, ao povo, aos democratas e patriotas, para que com a sua acção contribuam para construir um grande movimento popular de exigência de rejeição desse Pacto de extorsão nacional" explicando ainda que é preciso romper "com as políticas que o moldam e que nada se distinguem das que conduziram o país à crise".
Jerónimo mostrou que esta operação é um negócio dos bancos que cínicamente chamam de "ajuda".
Em juros e comissões vamos pagar 35 mil milhões (34,4 de juros, mais 665 mil de comissões), o que "significa que se teria que pagar 113 mil milhões, pelos 78 mil milhões que não são sequer para aplicar no desenvolvimento do país, mas para garantir, numa grande medida, os interesses dos senhores do dinheiro. É claro que isto é um roubo ao país e ao povo".
"Não se vê nem Passos Coelho, nem Paulo Portas, nem o Presidente da República, nem o PS, nem a União Europeia ou o FMI, nem os comentadores que nos martelam todos os dias com a inevitabilidade de aceitar as medidas do pacto de agressão – não se vê nenhum deles a protestar. Não há problema. É para o capital, eles não levam a mal", disse Jerónimo de Sousa.
O País e os portugueses precisam de uma nova política, uma política patriótica e de esquerda, que tenha como objectivos o desenvolvimento económico, a elevação das condições de vida dos trabalhadores e das opulações, a defesa e promoção do interesse público e dos direitos dos cidadãos, o apoio efectivo às pequenas e médias empresas.
O secretário-geral do PCP concluiu com a "confiança nas nossas próprias forças e nas possibilidades que se podem abrir com a luta dos trabalhadores e do nosso povo".
O secretário-geral do PCP afirmou que "estes meses de aplicação do Pacto de agressão do FMI e União Europeia e de governo do PSD/CSD, mostram quão preocupante é o rumo que segue o país e quanto acertadas eram as nossas análises e os alertas do nosso Partido sobre as suas consequências para os portugueses e para o país".
"Vemos o país a caminhar para uma mais profunda recessão económica, a agravar todos os seus problemas com a destruição de mais emprego, de mais empresas e de mais produção nacional". Jerónimo de Sousa mostrou que com este caminho, esta política, a solução é cada vez mais difícil e os sacrificios cada vez maiores e sem resultado à vista.
" Vemos nestes meses de aplicação do Pacto de agressão quanto mentiram Portas e Passos para enganar os portugueses, ocultando as suas verdadeiras intenções" acusou Jerónimo de Sousa, que apelou para a luta organizada, contra as injustiças e para impedir o Pacto da direita que conduzirá o país à ruína, ao declínio e à perda da soberania nacional.
Disse: "Por isso nos estamos a dirigir aos trabalhadores, ao povo, aos democratas e patriotas, para que com a sua acção contribuam para construir um grande movimento popular de exigência de rejeição desse Pacto de extorsão nacional" explicando ainda que é preciso romper "com as políticas que o moldam e que nada se distinguem das que conduziram o país à crise".
Jerónimo mostrou que esta operação é um negócio dos bancos que cínicamente chamam de "ajuda".
Em juros e comissões vamos pagar 35 mil milhões (34,4 de juros, mais 665 mil de comissões), o que "significa que se teria que pagar 113 mil milhões, pelos 78 mil milhões que não são sequer para aplicar no desenvolvimento do país, mas para garantir, numa grande medida, os interesses dos senhores do dinheiro. É claro que isto é um roubo ao país e ao povo".
"Não se vê nem Passos Coelho, nem Paulo Portas, nem o Presidente da República, nem o PS, nem a União Europeia ou o FMI, nem os comentadores que nos martelam todos os dias com a inevitabilidade de aceitar as medidas do pacto de agressão – não se vê nenhum deles a protestar. Não há problema. É para o capital, eles não levam a mal", disse Jerónimo de Sousa.
O País e os portugueses precisam de uma nova política, uma política patriótica e de esquerda, que tenha como objectivos o desenvolvimento económico, a elevação das condições de vida dos trabalhadores e das opulações, a defesa e promoção do interesse público e dos direitos dos cidadãos, o apoio efectivo às pequenas e médias empresas.
O secretário-geral do PCP concluiu com a "confiança nas nossas próprias forças e nas possibilidades que se podem abrir com a luta dos trabalhadores e do nosso povo".
10 de novembro de 2011
Manifestação da Função Pública
Sábado, dia 12, as 14.30 horas, no Marquês de Pombal
Sábado, dia 12, as 14.30 horas, no Marquês de Pombal, trabalhadoras e trabalhadores da Administração Pública vão manifestar-se em Lisboa, respondendo ao apelo da Frente Comum e dos seus sindicatos, a que se associaram várias outras estruturas, tanto da CGTP-IN, como da UGT ou sem filiação.
É uma acção de grande importância, face ao ataque brutal que está em curso, contra todos os trabalhadores e em especial, contra a Função Pública.
Esta luta vai continuar na greve geral de dia 24, como apelam as organizações sindicais.
Sábado, dia 12, as 14.30 horas, no Marquês de Pombal, trabalhadoras e trabalhadores da Administração Pública vão manifestar-se em Lisboa, respondendo ao apelo da Frente Comum e dos seus sindicatos, a que se associaram várias outras estruturas, tanto da CGTP-IN, como da UGT ou sem filiação.
É uma acção de grande importância, face ao ataque brutal que está em curso, contra todos os trabalhadores e em especial, contra a Função Pública.
Esta luta vai continuar na greve geral de dia 24, como apelam as organizações sindicais.
Registo dos Direitos Humanos nos EUA
Sobre os direitos civis e políticos (segunda parte)
Em "Cortes e recortes" foi publicada a segunda parte do relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA.
Aí se constata que "Nos Estados Unidos, o governo restringe e viola gravemente os direitos políticos e civis dos cidadãos."
Em "Cortes e recortes" foi publicada a segunda parte do relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA.
Aí se constata que "Nos Estados Unidos, o governo restringe e viola gravemente os direitos políticos e civis dos cidadãos."
7 de novembro de 2011
6 de novembro de 2011
Quem engorda e quem emagrece
A luta ideológica e os falsos argumentos
Servindo-me de uma importante análise do economista Carlos Carvalhas, publicada na revista Militante nº 315, vou destacar algumas reflexões que desmascaram os argumentos que servem a ideologia dominante, que sustenta esta política de direita, para servir os interesses da classe exploradora, dos grupos financeiros que dominam a economia.
Servindo-me de uma importante análise do economista Carlos Carvalhas, publicada na revista Militante nº 315, vou destacar algumas reflexões que desmascaram os argumentos que servem a ideologia dominante, que sustenta esta política de direita, para servir os interesses da classe exploradora, dos grupos financeiros que dominam a economia.
Estas reflexões podem ser vistas no separador "Conceitos" deste blog.
Ver em http://c-de.blogspot.com/p/conceitos.html
Ver em http://c-de.blogspot.com/p/conceitos.html
Estão em causa os direitos humanos
A pretexto da crise o governo destrói os direitos fundamentais
Só quem tem dinheiro tem liberdade. E hoje o dinheiro está nos cofres de alguns.
Acentuam-se as desigualdades. As necessidades básicas da maioria da população estão em risco.
Jerónimo de Sousa disse ontem que o governo está a preparar "medidas que visam levar ainda mais longe o grave pacote anti-laboral que tem vindo a tornar público". Disse também que o governo não esconde que quer "reduzir a pó o direito de todos os trabalhadores ao 13º. e 14º. mês. Reduzir o tempo de férias. Reduzir os feriados e fazer regressar a semana-inglesa com trabalho gratuito", dando continuidade ao que decidiu sobre o "alargamento do horário de trabalho; de eliminação do direito a descanso em dias feriado que se poderão traduzir na destruição de mais de 250 mil postos de trabalho; de redução do pagamento das horas extraordinárias e do trabalho nocturno e do valor das indemnizações e do alargamento dos motivos de despedimento sem justa causa".
A vida pessoal está em causa
Como mostrou o Secretário Geral do PCP "estas medidas são de uma enorme gravidade que não pagam nem a dívida, nem diminuem o défice, apenas aumentam a exploração e concentração da riqueza e que conjugadas, nomeadamente com o banco de horas conduzirão à implosão da organização do tempo de trabalho, em prejuízo do direito à autonomia e ao direito à planificação da vida pessoal de cada um".
Só quem tem dinheiro tem liberdade. E hoje o dinheiro está nos cofres de alguns.
Acentuam-se as desigualdades. As necessidades básicas da maioria da população estão em risco.
Jerónimo de Sousa disse ontem que o governo está a preparar "medidas que visam levar ainda mais longe o grave pacote anti-laboral que tem vindo a tornar público". Disse também que o governo não esconde que quer "reduzir a pó o direito de todos os trabalhadores ao 13º. e 14º. mês. Reduzir o tempo de férias. Reduzir os feriados e fazer regressar a semana-inglesa com trabalho gratuito", dando continuidade ao que decidiu sobre o "alargamento do horário de trabalho; de eliminação do direito a descanso em dias feriado que se poderão traduzir na destruição de mais de 250 mil postos de trabalho; de redução do pagamento das horas extraordinárias e do trabalho nocturno e do valor das indemnizações e do alargamento dos motivos de despedimento sem justa causa".
A vida pessoal está em causa
Como mostrou o Secretário Geral do PCP "estas medidas são de uma enorme gravidade que não pagam nem a dívida, nem diminuem o défice, apenas aumentam a exploração e concentração da riqueza e que conjugadas, nomeadamente com o banco de horas conduzirão à implosão da organização do tempo de trabalho, em prejuízo do direito à autonomia e ao direito à planificação da vida pessoal de cada um".
Tudo para os Bancos
O governo está, claramente, ao serviço da banca e dos banqueiros
Os Bancos que em Portugal têm tido lucros fabulosos distribuindo gordos dividendos aos acionistas, dizem que não estão em condições de financiar a economia. Querem receber mais dinheiro. Aumentam os juros do dinheiro que emprestam ao Estado, enquanto recebem do Estado dinheiros públicos. Na passada quinta feira o governo aceitou as condições de recapitalização da banca e da utilização dos 12 mil milhões do empréstimo pedido para o país.
É um escândalo que a banca se sirva dos dinheiros públicos (avultados) para fazer negócios especulativos e continue a distribuir dividendos.
Por isso Jerónimo de Sousa disse que "os 12 mil milhões do empréstimo a Portugal que estão disponíveis para a banca podiam e deviam ser para os nacionalizar a todos! E isso é o que devia ser feito. Colocar a banca ao serviço do povo e do país, colocar a banca ao serviço do aumento da produção das pequenas e médias empresas e não ao serviço da especulação e da acumulação descomunal das facturas de meia dúzia de famílias à custa do povo e dos trabalhadores!"
Os Bancos que em Portugal têm tido lucros fabulosos distribuindo gordos dividendos aos acionistas, dizem que não estão em condições de financiar a economia. Querem receber mais dinheiro. Aumentam os juros do dinheiro que emprestam ao Estado, enquanto recebem do Estado dinheiros públicos. Na passada quinta feira o governo aceitou as condições de recapitalização da banca e da utilização dos 12 mil milhões do empréstimo pedido para o país.
É um escândalo que a banca se sirva dos dinheiros públicos (avultados) para fazer negócios especulativos e continue a distribuir dividendos.
Por isso Jerónimo de Sousa disse que "os 12 mil milhões do empréstimo a Portugal que estão disponíveis para a banca podiam e deviam ser para os nacionalizar a todos! E isso é o que devia ser feito. Colocar a banca ao serviço do povo e do país, colocar a banca ao serviço do aumento da produção das pequenas e médias empresas e não ao serviço da especulação e da acumulação descomunal das facturas de meia dúzia de famílias à custa do povo e dos trabalhadores!"
5 de novembro de 2011
Estamos a ser escandalosamente roubados
Cada português já deve mais de 11.000 euros aos bancos privados de dívidas que não contraíram
Sim é isso mesmo. Cada português, desde que nasce, fica logo a dever à banca privada mais de 11.000 euros. Uma família de 4 pessoas deve para já, 44.000 euros. Contudo, como os juros que estamos a pagar estão a subir, e o Estado não consegue pagar o que deve, vai ter que pedir mais empréstimos e a dívida e os juros aumentam. Em 2012 provavelmente cada português já deve mais que 12.000 ou 13.000 euros. Para os anos seguintes é sempre a subir caso esta política não seja interrompida.
Na intervençao de encerramento da Assembleia de Organização de Lisboa do PCP, Jerónimo de Sousa, divulgou que, finalmente, foi dada resposta ao PCP sobre o valor dos juros da chamada "ajuda" a Portugal.
Disse o Secretário Geral que "o valor dos juros a pagar pelo País são de 34,4 mil milhões de euros" e repetiu "34,4 mil milhões em 78 mil milhões de um empréstimo a que cinicamente chamam ajuda. Ajuda que cobra também comissões exorbitantes, 665 milhões de euros. Ou seja. Pediram 78 mil milhões e o País e o povo vão pagar mais de 110 mil milhões!"
É de facto um escândalo, um roubo, que serve exclusivamente a banca. O negócio das "ajudas" que a UE engendrou, é uma forma de extorquir dinheiro aos paises e seus povos, a favor dos mais ricos. Os bancos obtêm financiamento a cerca de 1% do Banco central Europeu (BCE) e depois emprestam aos Estados a cerca do 20% ou até muito mais, como acontece na Grécia, onde os juros já ultrapassaram os 100%.
Ou seja, nós contribuimos para encher os cofres do BCE e, depois, este banco Europeu empresta aos bancos privados a pouco mais de 1% com aval do Estado. Depois, os bancos privados, emprestam ao Estado a juros vintes vezes mais altos. Dinheiro que os contribuintes vão pagar aconteça o que acontecer. Se o banco privado falir, como aconteceu com o BPN, o Estado paga as suas dívidas, com dinheiro emprestado por outros bancos privados a 20% de juro. Depois das dívidas pagas o banco é novamente entregue aos privados, a preço de saldo.
[Se o banco não falir pagamos-lhe juros a 20% para que o banco nos empreste o dinheiro que pusemos no BCE e que o BCE emprestou a 1% ao banco privado para o banco privado nos emprestar a 20% o nosso dinheiro que estava no BCE].
É isto a "engenharia financeira do capitalismo" muito mais escandalosa que o negócio da D. Branca. E assim se transfere o dinheiro que ganhamos a trabalhar para os cofres dos bancos privados que, como referi ontem, ganham mais de 1 milhão de euros por dia.
Sim é isso mesmo. Cada português, desde que nasce, fica logo a dever à banca privada mais de 11.000 euros. Uma família de 4 pessoas deve para já, 44.000 euros. Contudo, como os juros que estamos a pagar estão a subir, e o Estado não consegue pagar o que deve, vai ter que pedir mais empréstimos e a dívida e os juros aumentam. Em 2012 provavelmente cada português já deve mais que 12.000 ou 13.000 euros. Para os anos seguintes é sempre a subir caso esta política não seja interrompida.
Na intervençao de encerramento da Assembleia de Organização de Lisboa do PCP, Jerónimo de Sousa, divulgou que, finalmente, foi dada resposta ao PCP sobre o valor dos juros da chamada "ajuda" a Portugal.
Disse o Secretário Geral que "o valor dos juros a pagar pelo País são de 34,4 mil milhões de euros" e repetiu "34,4 mil milhões em 78 mil milhões de um empréstimo a que cinicamente chamam ajuda. Ajuda que cobra também comissões exorbitantes, 665 milhões de euros. Ou seja. Pediram 78 mil milhões e o País e o povo vão pagar mais de 110 mil milhões!"
É de facto um escândalo, um roubo, que serve exclusivamente a banca. O negócio das "ajudas" que a UE engendrou, é uma forma de extorquir dinheiro aos paises e seus povos, a favor dos mais ricos. Os bancos obtêm financiamento a cerca de 1% do Banco central Europeu (BCE) e depois emprestam aos Estados a cerca do 20% ou até muito mais, como acontece na Grécia, onde os juros já ultrapassaram os 100%.
Ou seja, nós contribuimos para encher os cofres do BCE e, depois, este banco Europeu empresta aos bancos privados a pouco mais de 1% com aval do Estado. Depois, os bancos privados, emprestam ao Estado a juros vintes vezes mais altos. Dinheiro que os contribuintes vão pagar aconteça o que acontecer. Se o banco privado falir, como aconteceu com o BPN, o Estado paga as suas dívidas, com dinheiro emprestado por outros bancos privados a 20% de juro. Depois das dívidas pagas o banco é novamente entregue aos privados, a preço de saldo.
[Se o banco não falir pagamos-lhe juros a 20% para que o banco nos empreste o dinheiro que pusemos no BCE e que o BCE emprestou a 1% ao banco privado para o banco privado nos emprestar a 20% o nosso dinheiro que estava no BCE].
É isto a "engenharia financeira do capitalismo" muito mais escandalosa que o negócio da D. Branca. E assim se transfere o dinheiro que ganhamos a trabalhar para os cofres dos bancos privados que, como referi ontem, ganham mais de 1 milhão de euros por dia.
4 de novembro de 2011
O aproveitamento da crise para aumentar o roubo
Os bancos e multinacionais aumentam os lucros com a crise
Enquanto os trabalhadores ficam mais pobres os especuladores aumentam escandalosamente os lucros.
Os quatro maiores bancos privados no mercado português - BES, BCP, BPI e Santander - tiveram lucros diários de 1,31 milhões, em média, desde o início do ano. Ao mesmo tempo, cortaram 8,6 mil milhões no financiamento às empresas, ajudando a estrangular a economia.
Menos de um por cento das multinacionais controla cerca de 40 por cento da riqueza mundial, segundo revela um estudo de investigadores suíços que analisaram as ligações de 43 060 multinacionais, ligadas entre si.
O estudo, foi publicado na revista britânica NewScientist. As suas conclusões confirmam a ideia generalizada de que um pequeno grupo de corporações, maioritariamente bancos, controla a vida económica (e, por via desta, política) do planeta.
Entretanto as "ajudas" da troika estrangeira e a medidas de "austeridade" da troika nacional (PS; PSD; CDS) roubam aos portugueses o dinheiro que vai para a banca.
Veja neste vídeo os resultados desta política:
Enquanto os trabalhadores ficam mais pobres os especuladores aumentam escandalosamente os lucros.
Os quatro maiores bancos privados no mercado português - BES, BCP, BPI e Santander - tiveram lucros diários de 1,31 milhões, em média, desde o início do ano. Ao mesmo tempo, cortaram 8,6 mil milhões no financiamento às empresas, ajudando a estrangular a economia.
Menos de um por cento das multinacionais controla cerca de 40 por cento da riqueza mundial, segundo revela um estudo de investigadores suíços que analisaram as ligações de 43 060 multinacionais, ligadas entre si.
O estudo, foi publicado na revista britânica NewScientist. As suas conclusões confirmam a ideia generalizada de que um pequeno grupo de corporações, maioritariamente bancos, controla a vida económica (e, por via desta, política) do planeta.
Entretanto as "ajudas" da troika estrangeira e a medidas de "austeridade" da troika nacional (PS; PSD; CDS) roubam aos portugueses o dinheiro que vai para a banca.
Veja neste vídeo os resultados desta política:
3 de novembro de 2011
Álvaro Cunhal em fevereiro de 1994
Álvaro Cunhal
A revolução de Abril 20 anos depois
publicado na Revista Vértice nº 59, de Março-Abril de 1994
A situação para a qual a política de direita está arrastando Portugal, é contrária a interesses vitais do povo e do país.
O sistema socioeconómico (capitalismo monopolista de Estado), o regime político (formalmente democrático mas de cariz autoritário e ditatorial), direitos nacionais (independência e soberania submetidos a decisões supranacionais), a concretizarem-se completamente os objectivos estratégicos das forças de direita no poder, significaria um verdadeiro desastre para o povo português e para Portugal, com duradouras e trágicas consequências. Não se trata de uma visão «catastrofista» da realidade como dizem alguns. A realidade da política contra-revolucionária de direita é que encerra elementos de catástrofe.
A revolução de Abril 20 anos depois
publicado na Revista Vértice nº 59, de Março-Abril de 1994
7. Política de verdade e política de mentira
A situação para a qual a política de direita está arrastando Portugal, é contrária a interesses vitais do povo e do país. O sistema socioeconómico (capitalismo monopolista de Estado), o regime político (formalmente democrático mas de cariz autoritário e ditatorial), direitos nacionais (independência e soberania submetidos a decisões supranacionais), a concretizarem-se completamente os objectivos estratégicos das forças de direita no poder, significaria um verdadeiro desastre para o povo português e para Portugal, com duradouras e trágicas consequências. Não se trata de uma visão «catastrofista» da realidade como dizem alguns. A realidade da política contra-revolucionária de direita é que encerra elementos de catástrofe.
É isto a Democracia?
Soberania Nacional já não existe na Europa?
Sarkozy, ditador, ficou alarmado com a consulta popular na Grécia. Perante a inevitabilidade desta ser decidida, atreveu-se a dar ordens ao governo grego sobre o que deve ser perguntado no referendo.
A democracia serve apenas de fachada para impor o projeto do capital financeiro.
Sarkozy, ditador, ficou alarmado com a consulta popular na Grécia. Perante a inevitabilidade desta ser decidida, atreveu-se a dar ordens ao governo grego sobre o que deve ser perguntado no referendo.
A democracia serve apenas de fachada para impor o projeto do capital financeiro.
2 de novembro de 2011
Referendo atrevido
Uma pedra no "charco" da Europa dos Bancos.
Uma consulta ao povo, num problema vital para o país, parece ter desorientado as "democracias". Ninguem esperava que uma decisão dos que mandam na Europa, pudesse ser referendada.
A história não é nova. Já o Presidente da República da Islândia exigiu que o povo se pronunciasse sobre o plano do governo para pagar a dívida desse país. Nessa altura isso foi "abafado" pois constituia um mau exemplo.
O que é certo é que as crises e as medidas de austeridade têm sido tratadas sem a participação popular.
Não tem sido explicada a origem destas crises e, muito menos, as alternativas para as superar.
As vozes que o tentam fazer, têm sido abafadas e as televisões e jornais quase não lhes dão "tempo de antena".
Temos que exigir conhecer a origem da crise.
Queremos saber quem são os responsáveis.
Exigimos saber para onde está a ir o dinheiro das tais "ajudas", com juros especulativos, que se pagam aos bancos.
É evidente que não é com a política que provocou a crise que vamos sair dela.
Na Grécia, o Governo parece ter chegado à conclusão, após as medidas impostas pela cimeira, que as "ajudas" que a Europa está a dar, nada resolvem e, pelo contrário, tornam mais difícil a recuperação e o país cada vez mais dependente.
Em Portugal a situação é semelhante. Com as medidas das troikas o país está a afundar-se.
Não é com emprestimos a 20% que vamos saír da crise.
Não é a pagar as dívidas que os bancos criaram que desenvolvemos a economia.
Não é a vender ao desbarato as empresas públicas que o Estado pode controlar o crescimento.
Não é a aumentar o tempo de trabalho e o desemprego e a reduzir os salários que se aumenta a produtividade.
Claro que, aos banqueiros e às actividades especulativas, que nada produzem, não convem alterar o rumo das coisas. É com as "ajudas" e os juros que eles ganham. A crise, para eles, não tem dado grandes prejuizos, pelo contrário. Por isso lhes convém não desestabilizar este negócio.
O pior que lhes poderia acontecer era o povo fiscalizar esta política.
Um referendo, apesar de um ato isolado, é uma ação fiscalizadora que não pode ser permitido, nestas "democracias" em que o povo apenas serve para votar (depois de bem enganado).
É certo que também se pode enganar o povo com um referendo. Mas é um risco e, sobretudo, um mau exemplo que pode "contaminar" outros povos.
Segundo esses interesses, a estabilidade é deixar os bancos, os "mercados", decidir e o povo limitar-se a pagar.
Por isso, a decisão do Governo grego foi uma pedra neste charco (tranquilo) da Europa dos bancos.
Uma consulta ao povo, num problema vital para o país, parece ter desorientado as "democracias". Ninguem esperava que uma decisão dos que mandam na Europa, pudesse ser referendada.
A história não é nova. Já o Presidente da República da Islândia exigiu que o povo se pronunciasse sobre o plano do governo para pagar a dívida desse país. Nessa altura isso foi "abafado" pois constituia um mau exemplo.
O que é certo é que as crises e as medidas de austeridade têm sido tratadas sem a participação popular.
Não tem sido explicada a origem destas crises e, muito menos, as alternativas para as superar.
As vozes que o tentam fazer, têm sido abafadas e as televisões e jornais quase não lhes dão "tempo de antena".
Temos que exigir conhecer a origem da crise.
Queremos saber quem são os responsáveis.
Exigimos saber para onde está a ir o dinheiro das tais "ajudas", com juros especulativos, que se pagam aos bancos.
É evidente que não é com a política que provocou a crise que vamos sair dela.
Na Grécia, o Governo parece ter chegado à conclusão, após as medidas impostas pela cimeira, que as "ajudas" que a Europa está a dar, nada resolvem e, pelo contrário, tornam mais difícil a recuperação e o país cada vez mais dependente.
Em Portugal a situação é semelhante. Com as medidas das troikas o país está a afundar-se.
Não é com emprestimos a 20% que vamos saír da crise.
Não é a pagar as dívidas que os bancos criaram que desenvolvemos a economia.
Não é a vender ao desbarato as empresas públicas que o Estado pode controlar o crescimento.
Não é a aumentar o tempo de trabalho e o desemprego e a reduzir os salários que se aumenta a produtividade.
Claro que, aos banqueiros e às actividades especulativas, que nada produzem, não convem alterar o rumo das coisas. É com as "ajudas" e os juros que eles ganham. A crise, para eles, não tem dado grandes prejuizos, pelo contrário. Por isso lhes convém não desestabilizar este negócio.
O pior que lhes poderia acontecer era o povo fiscalizar esta política.
Um referendo, apesar de um ato isolado, é uma ação fiscalizadora que não pode ser permitido, nestas "democracias" em que o povo apenas serve para votar (depois de bem enganado).
É certo que também se pode enganar o povo com um referendo. Mas é um risco e, sobretudo, um mau exemplo que pode "contaminar" outros povos.
Segundo esses interesses, a estabilidade é deixar os bancos, os "mercados", decidir e o povo limitar-se a pagar.
Por isso, a decisão do Governo grego foi uma pedra neste charco (tranquilo) da Europa dos bancos.
Perguntas evidentes
Gato escondido com o rabo de fora
Como é que um referendo, uma consulta ao povo, amedronta e põe em pânico, estas "democracias"?
Então democracia já não é o poder do povo e para o povo?
Como é que um referendo, uma consulta ao povo, amedronta e põe em pânico, estas "democracias"?
Então democracia já não é o poder do povo e para o povo?
O governo faz o mal e a caramunha
Paulo Portas e as falinhas mansas
Na televisão, Paulo Portas deu a deixa da estratégia do "comer e calar". Disse que os portugueses devem ver o exemplo da Grécia que, se afunda, porque o povo está a desestabilizar as soluções que foram encontradas para salvar o país e a Europa.
Esperteza bastante primária. Felizmente as pessoas estão a aprender depois de tanto sugadas pelos vampiros.
As soluções para a crise, segundo a política que ele defende são: aumentar o horário de trabalho e reduzir os ordenados; aumentar o desemprego e reduzir os apoios sociais...etc. etc.
Não foram os trabalhadores que criaram a situação que estamos a viver. No texto abaixo isso é bem demonstrado. (clicar aqui)
Em Portugal, como em quase todos os países capitalistas, os grandes grupos financeiros vêm há anos a aproveitar a "crise" que criaram, para acentuar a exploração e fazer uma transfusão de dinheiro das classes exploradas para os grandes exploradores. A "crise" é para a maioria mas, para eles, a crise é um negócio muito lucrativo. Este facto é indesmentível pois os muito ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. As camadas médias da população, também elas exploradas, estão a desaparecer para se juntarem às camadas mais pobres.
Nos últimos 12 meses, o crescimento da fortuna dos mais ricos foi 2 vezes superior ao aumento da riqueza a nível mundial. Os mais ricos do mundo, 1% da população mundial, controlam quase 40% (exactamente 38,7%) da riqueza de todo o mundo!
Os governos eleitos pelos povos, fazem a política neoliberal dos poderosos, acentuando as desigualdas atravéz do que chamam "austeridade". Austeridade para a maioria, mas eles continuam a sugar o sangue e o dinheiro dos que trabalham.
Paulo Portas, avisou: Não podemos desestabilizar. Porque os "mercados" ficam nervosos (por perderem o negócio), e depois é pior.
Ou seja. Paulo Portas defende que devemos "comer e calar", porque quem manda são os "mercados".
Mas afinal quem desestabiliza?
Os que refilam por estarem a ser roubados, ou os que roubam?
Os que obrigam a trabalhar de graça, para poderem despedir mais, ou os que trabalham e não recebem?
Dizia Bertolt Brecht: "Dizem violento o rio que tudo arrasta..., mas não dizem violentas as margens que o oprimem".
Na televisão, Paulo Portas deu a deixa da estratégia do "comer e calar". Disse que os portugueses devem ver o exemplo da Grécia que, se afunda, porque o povo está a desestabilizar as soluções que foram encontradas para salvar o país e a Europa.Esperteza bastante primária. Felizmente as pessoas estão a aprender depois de tanto sugadas pelos vampiros.
As soluções para a crise, segundo a política que ele defende são: aumentar o horário de trabalho e reduzir os ordenados; aumentar o desemprego e reduzir os apoios sociais...etc. etc.
Não foram os trabalhadores que criaram a situação que estamos a viver. No texto abaixo isso é bem demonstrado. (clicar aqui)
Em Portugal, como em quase todos os países capitalistas, os grandes grupos financeiros vêm há anos a aproveitar a "crise" que criaram, para acentuar a exploração e fazer uma transfusão de dinheiro das classes exploradas para os grandes exploradores. A "crise" é para a maioria mas, para eles, a crise é um negócio muito lucrativo. Este facto é indesmentível pois os muito ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. As camadas médias da população, também elas exploradas, estão a desaparecer para se juntarem às camadas mais pobres.
Nos últimos 12 meses, o crescimento da fortuna dos mais ricos foi 2 vezes superior ao aumento da riqueza a nível mundial. Os mais ricos do mundo, 1% da população mundial, controlam quase 40% (exactamente 38,7%) da riqueza de todo o mundo!
Os governos eleitos pelos povos, fazem a política neoliberal dos poderosos, acentuando as desigualdas atravéz do que chamam "austeridade". Austeridade para a maioria, mas eles continuam a sugar o sangue e o dinheiro dos que trabalham.
Paulo Portas, avisou: Não podemos desestabilizar. Porque os "mercados" ficam nervosos (por perderem o negócio), e depois é pior.
Ou seja. Paulo Portas defende que devemos "comer e calar", porque quem manda são os "mercados".
Mas afinal quem desestabiliza?
Os que refilam por estarem a ser roubados, ou os que roubam?
Os que obrigam a trabalhar de graça, para poderem despedir mais, ou os que trabalham e não recebem?
Dizia Bertolt Brecht: "Dizem violento o rio que tudo arrasta..., mas não dizem violentas as margens que o oprimem".
1 de novembro de 2011
Crise do capitalismo
Do blog Olhar à esquerda, retirei este fragmento de um texto de Juvenal que aconselho a ler:
O PADRASTO DA CRISE INTERNACIONAL
Já todos percebemos que a dramática crise que estamos a viver, é provocada pelo sistema bancário e pelas dívidas soberanas.
... na sua origem está uma golpada do Sistema Capitalista, proporcionada pelo sistema bancário americano.
Se é verdade que a questão do “Sub-prime” foi o detonador da crise, as razões mais profundas são a dívida contabilizada de cerca de 16 triliões de dólares, o passivo que os Estados Unidos têm a descoberto e se calcula na ordem dos 115 Triliões de dólares, mais a parcela de dólares que circula à sorrelfa e se calcula que sejam quatro vezes mais do que as emissões oficiais.
O sistema de emissão da moeda americana, estando na mão de entidades privadas, a celebrada Reserva Federal, tem permitido todas as barbaridades...
Texto completo (aqui)
O PADRASTO DA CRISE INTERNACIONAL
Já todos percebemos que a dramática crise que estamos a viver, é provocada pelo sistema bancário e pelas dívidas soberanas.
... na sua origem está uma golpada do Sistema Capitalista, proporcionada pelo sistema bancário americano.
Se é verdade que a questão do “Sub-prime” foi o detonador da crise, as razões mais profundas são a dívida contabilizada de cerca de 16 triliões de dólares, o passivo que os Estados Unidos têm a descoberto e se calcula na ordem dos 115 Triliões de dólares, mais a parcela de dólares que circula à sorrelfa e se calcula que sejam quatro vezes mais do que as emissões oficiais.
O sistema de emissão da moeda americana, estando na mão de entidades privadas, a celebrada Reserva Federal, tem permitido todas as barbaridades...
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