Cavaco Silva não explica porque é que renegociar a dívida é mau. Porquê?
Passos Coelho tenta explicar com argumentos para idiotas. Utiliza o papão de ficarmos sem novos empréstimos. É uma rotunda mentira.
Quem empresta faz um negócio. Discutir os montantes, juros e prazos de pagamento é normal.
Diz Passos Coelho que se ficarmos a dever os credores não voltam a emprestar.
Renegociar não é ficar a dever!
Renegociar uma dívida é um negócio como qualquer outro em que se discutem, preços e condições de juros e prazos. É o que qualquer entidade faz para defender os seus interesses. Chegar a um acordo que seja aceitável por ambas as partes, não é ficar a dever.
Em qualquer negócio qualquer das partes defende os seus interesses. Os portugueses que elegeram um governo para os defender estão perante traidores que defendem os interesses dos que nos exploram.
Passos Coelho faz dos portugueses parvos, como um traidor, não aceita defender os interesses de Portugal perante a banca privada que já ganhou milhares de milhões de euros e à custa dos papalvos.
Passos Coelho e a clique que representa os banqueiros têm medo de renegociar. Porquê? Expliquem porquê?
C de Comunicar, C de Conversar, C de Comentar, C de Criticar, C de Conhecer, C de... Cultura
22 de outubro de 2011
Governo dá o exemplo
Os sacrifícios não são para todos
Ministro declara morada em Braga e recebe 1400 euros de subsídio mensal apesar de estar a viver em Lisboa.
(ver notícia aqui)
Ministro declara morada em Braga e recebe 1400 euros de subsídio mensal apesar de estar a viver em Lisboa.
(ver notícia aqui)
Cinismo e descaramento
Obama: Khadafi e Iraque demonstram liderança americana renovada
O presidente Barack Obama disse que a morte do antigo líder líbio Muammar Khadafi e a retirada militar total das tropas americanas do Iraque até ao final do ano evidenciam a renovada liderança da América no mundo.
«Esta semana, tivemos dois poderosos lembretes do quanto renovámos a liderança Americana no mundo», disse Obama na sua mensagem semanal à rádio.
Para o presidente norte-americano, os sucessos da política externa americana fazem parte de uma história maior.
Diário Digital / Lusa
A política do quero posso e mando
Quando Barack Obama se candidatou a presidente, muitas pessoas tiveram esperança numa nova política de Paz e entendimento com os povos do mundo. Obama foi nomeado Prémio Nobel da Paz. Porém, cedo se verificou que toda a sua campanha foi uma fraude. A base de Guantánamo continua torturando, os soldados estado-unidenses continuam no Iraque e no Afeganistão, sempre com a intensificação dos crimes sobre civis. Os tribunais especiais e militares, prendem, acusam e julgam sem direito a defesa. Os suspeitos são torturados sem provas de qualquer crime. Invadem países soberanos sempre que lhes apetece, como no Paquistão.
A recente a invasão da Líbia, as ameaças ao Irão, à Síria e a todos os povos que não se submetam aos seus interesses mostram a verdadeira face de Obama e da política de norte americana. Apesar de alastrar a fome nos Estados Unidos, das condições de vida do povo estarem a ser degradadas a ponto de gerar revoltas cada vez maiores, os orçamentos militares aumentam, assim como os orçamentos da CIA e de muitas organizações que têm por missão gerar conflitos, dissidências e matar governantes eleitos, nos países alvo da política imperialista americana. As guerras são um negócio que matam e destroem as vidas de muitos milhares de pessoas mas enriquecem grandes corporações.
Fomentar o medo e a agressividade, fazem parte da cultura que desde cedo é incutida às pessoas nos EUA. Desde tenra idade que crianças usam armas e são treinadas para matar.
Nas escolas ensinam que os americanos podem tudo e que são superiores aos outros povos, contudo, vivem cada vez pior.
Pelo discurso de Obama, após a morte de Kadafi, confirmamos o seu lembrete: a "liderança no mundo" foi mais uma vez demonstrada com a guerra na Líbia. Confirmamos também que a história dos EUA é a história dos seus sucessos de guerra, de genocídios, de invasões, de mortes de substituição de governos e de regimes, de apoio a ditadores que sirvam os seus interesses e de morte aos que se lhes opõem.
O presidente Barack Obama disse que a morte do antigo líder líbio Muammar Khadafi e a retirada militar total das tropas americanas do Iraque até ao final do ano evidenciam a renovada liderança da América no mundo.
«Esta semana, tivemos dois poderosos lembretes do quanto renovámos a liderança Americana no mundo», disse Obama na sua mensagem semanal à rádio.
Para o presidente norte-americano, os sucessos da política externa americana fazem parte de uma história maior.
Diário Digital / Lusa
A política do quero posso e mando
Quando Barack Obama se candidatou a presidente, muitas pessoas tiveram esperança numa nova política de Paz e entendimento com os povos do mundo. Obama foi nomeado Prémio Nobel da Paz. Porém, cedo se verificou que toda a sua campanha foi uma fraude. A base de Guantánamo continua torturando, os soldados estado-unidenses continuam no Iraque e no Afeganistão, sempre com a intensificação dos crimes sobre civis. Os tribunais especiais e militares, prendem, acusam e julgam sem direito a defesa. Os suspeitos são torturados sem provas de qualquer crime. Invadem países soberanos sempre que lhes apetece, como no Paquistão.
A recente a invasão da Líbia, as ameaças ao Irão, à Síria e a todos os povos que não se submetam aos seus interesses mostram a verdadeira face de Obama e da política de norte americana. Apesar de alastrar a fome nos Estados Unidos, das condições de vida do povo estarem a ser degradadas a ponto de gerar revoltas cada vez maiores, os orçamentos militares aumentam, assim como os orçamentos da CIA e de muitas organizações que têm por missão gerar conflitos, dissidências e matar governantes eleitos, nos países alvo da política imperialista americana. As guerras são um negócio que matam e destroem as vidas de muitos milhares de pessoas mas enriquecem grandes corporações.
Fomentar o medo e a agressividade, fazem parte da cultura que desde cedo é incutida às pessoas nos EUA. Desde tenra idade que crianças usam armas e são treinadas para matar.
Nas escolas ensinam que os americanos podem tudo e que são superiores aos outros povos, contudo, vivem cada vez pior.
Pelo discurso de Obama, após a morte de Kadafi, confirmamos o seu lembrete: a "liderança no mundo" foi mais uma vez demonstrada com a guerra na Líbia. Confirmamos também que a história dos EUA é a história dos seus sucessos de guerra, de genocídios, de invasões, de mortes de substituição de governos e de regimes, de apoio a ditadores que sirvam os seus interesses e de morte aos que se lhes opõem.
21 de outubro de 2011
Os responsáveis pela "crise"
Viródisco e tocómesmo
Notícia do Diário Digital:
Crise: «Culpados não são todos do mesmo partido» - Rui Rio
Rui Rio respondeu assim a uma questão que lhe foi dirigida após dar uma conferência sobre o tema «Política e Economia: ideias para enfrentar a crise», integrada no projeto «Porto de Desafios», do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), no âmbito das comemorações dos 125 anos desta escola.
A questão era sobre a responsabilização, em sede judicial, dos governantes que tomaram decisões que vieram a lesar o país, um tema de que se tem falado nos últimos dias por causa da crise profunda em que se encontra Portugal.
Comentário:
Grande novidade! Há muito que sabemos que os responsáveis pela situação que vivemos, são os políticos da direita que há 35 anos traíram o 25 de Abril, têm vindo a desrespeitar a Constituição e as promessas com que enganam os eleitores, para fazer uma política de classe a favor dos grandes grupos financeiros, nacionais e estrangeiros. São os governos alternados do PS, do PSD e do CDS-PP. Vira o disco e toca o mesmo.
Notícia do Diário Digital:
Crise: «Culpados não são todos do mesmo partido» - Rui Rio
O presidente da Câmara Municipal do Porto afirmou quinta-feira à noite que «não há um culpado» apenas pela crise em que o país está mergulhado, considerando que «há muitos culpados e não são todos do mesmo partido».
Rui Rio respondeu assim a uma questão que lhe foi dirigida após dar uma conferência sobre o tema «Política e Economia: ideias para enfrentar a crise», integrada no projeto «Porto de Desafios», do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), no âmbito das comemorações dos 125 anos desta escola.
A questão era sobre a responsabilização, em sede judicial, dos governantes que tomaram decisões que vieram a lesar o país, um tema de que se tem falado nos últimos dias por causa da crise profunda em que se encontra Portugal.
Comentário:
Grande novidade! Há muito que sabemos que os responsáveis pela situação que vivemos, são os políticos da direita que há 35 anos traíram o 25 de Abril, têm vindo a desrespeitar a Constituição e as promessas com que enganam os eleitores, para fazer uma política de classe a favor dos grandes grupos financeiros, nacionais e estrangeiros. São os governos alternados do PS, do PSD e do CDS-PP. Vira o disco e toca o mesmo.
20 de outubro de 2011
19 de outubro de 2011
Esta política vive da mentira!
As mentiras e as meias verdades
O perdão da dívida não é um caminho que possa ser seguido por Portugal, diz o vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, que entende que, apesar de aplicado à Grécia, “o perdão da dívida é o fim da linha” e como tal só aplicável quando todas as outras medidas falharem...
Primeiro: Não se trata de perdão da dívida. Trata-se sim de exigir renegociação da dívida. De não aceitar prazos e juros especulativos, dos bancos privados, mas os juros que o BCE pratica com os bancos.

Segundo: O caminho pode ser seguido, só que não convém aos bancos (mercados) que deixam de ganhar os juros exorbitantes que querem ganhar.
Terceiro: A renegociação da dívida só não vale de nada se forem seguidas as mesmas políticas que estão a afundar o país.
O perdão da dívida não é um caminho que possa ser seguido por Portugal, diz o vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, que entende que, apesar de aplicado à Grécia, “o perdão da dívida é o fim da linha” e como tal só aplicável quando todas as outras medidas falharem...
Primeiro: Não se trata de perdão da dívida. Trata-se sim de exigir renegociação da dívida. De não aceitar prazos e juros especulativos, dos bancos privados, mas os juros que o BCE pratica com os bancos.

Segundo: O caminho pode ser seguido, só que não convém aos bancos (mercados) que deixam de ganhar os juros exorbitantes que querem ganhar.
Terceiro: A renegociação da dívida só não vale de nada se forem seguidas as mesmas políticas que estão a afundar o país.
Por isso, a renegociação da dívida é o único caminho para libertar fundos que, em vez de irem para pagar juros, irão apoiar a produção nacional, criar emprego e reduzir importações.
A renegociação da dívida não é o fim da linha, é o princípio de uma outra linha, de uma política patriótica que defenda o país dos especuladores do grande capital.
A democracia destes governos
Os roubos do 13º mês e subsídio de Natal foi a alternativa para não despedir 100.000 funcionários públicos.
ver mais (aqui)
Vítor Gaspar, seguindo o exemplo dos assaltantes de estrada, é suficientemente democrata para dar a escolher A BOLSA OU A VIDA ?
ver mais (aqui)
18 de outubro de 2011
Desfile de indignação e protesto
Contra o pacto de agressão aos trabalhadores portugueses
Mais de 5000 pessoas responderam ao apelo do PCP e participaram no desfile que percorreu as ruas da «baixa» de Lisboa. Numa jornada de luta contra o pacto de agressão que se insere no movimento de massas e marca o arranque de um conjunto de iniciativas promovidas pelo PCP.
Chuva ácida ou água benta?
Pecados e falta de memória
Com este título publicou o "diario.info" um interessante artigo de Vaz de Carvalho sobre os "PECADOS E FALTA DE MEMÓRIA" da hierarquia da Igreja. De certo modo é uma outra abordagem do papel da Igreja, que tem alguma relação com os textos publicados aqui sobre a religião.
Este artigo aborda apenas um tema, o da ligação da Igreja ao nazi-fascismo, e aos interesses da classe exploradora.
Ver aqui em "Conceitos"
17 de outubro de 2011
A entrevista do ministro das finanças, em palavras simples
Ministro das Finanças, um ET vindo de outro mundo?
Na entrevista dada hoje, na RTP, Vítor Gaspar quis que acreditássemos que a mesma política que afundou o país, traduzida no Orçamento para 2012, vai agora salvar Portugal.
Apesar das evasivas titubeantes, de vendedor de banha da cobra, só pude confirmar que, medidas para o crescimento económico não existem. Ao contrário, é fácil de adivinhar que todas as medidas anunciadas, vão agravar a nossa economia. Não é preciso ser-se economista para verificar que, com a redução da produção, com o aumento das horas de trabalho por cada trabalhador, vai aumentar dramaticamente o desemprego, a pobreza e a fome. Não é preciso ser muito inteligente para saber que, com mais desempregados não há economia, fragilizada, que se recomponha. Toda a gente sabe que a riqueza provem do trabalho, da produção!
Vistas curtas? ou... quem vier atrás que feche a porta?
Confirmei também que o ministro das finanças, não é a pessoa indicada para defender a nossa economia. Pois, pensando apenas em termos financeiros, destrói a economia, como meio de recuperação futura. Ao dar o exemplo da venda de empresas públicas, saudáveis, aos investidores estrangeiros, mostrou a sua pequenez de pensamento como mau "tesoureiro".
Se ele fosse gestor de uma empresa em dificuldades, para resolver problemas de tesouraria, vendia as máquinas da empresa. Pagava as dívidas mas ficava sem poder trabalhar para o futuro. Sem máquinas despedia o pessoal mas não podia ficar sem as despesas fixas. Não teria futuras receitas para as pagar.
Com este "ministro" os credores ficam com as dívidas saldadas, agradecem muito e a empresa vai rapidamente à falência.
Pobres, a morrer, mas honestos (com os desonestos)
Diz o ministro: com estas medidas recuperamos a nossa credibilidade nos mercados. Ainda que fosse verdade, e não é, para que nos servia a credibilidade e o elogio de termos pago todas as nossas dívidas, se estávamos falidos? Falidos mas sem dívidas! Pelos vistos o nosso ministro das finanças é um ministro dos credores, com a missão de pagar dívidas vendendo o país.
Como bem disse Jerónimo de Sousa esta é uma política de terra queimada; pôr os portugueses a trabalhar sem receber, a passar fome, para pagar dívidas. E depois?
O depois, apesar das perguntas do jornalista, o ministro não disse.
Qual o plano B, caso isso falhe? Perguntou o jornalista.
Bem... pois... prefiro não pensar que isto falhe...
Podem perguntar os leitores: Qual a alternativa? Creio que foi já defendida à exaustão, apesar da comunicação social fugir a esta questão que não convém aos bancos e banqueiros, também chamados "mercados" (não de nabos e hortaliça).
A alternativa existe!
Primeiro: A alternativa só poderá ser executada por quem tenha por prioridade defender Portugal e os portugueses.
Segundo: Renegociar com os credores (bancos e mercados) para alongar os prazos de pagamento e reduzir os juros especulativos. Com o valor reduzido das prestações libertar os fundos para voltar a dinamizar a nossa produção, agrícola, nas pescas, na indústria. Com isso seria possível reduzir o desemprego e importar menos do estrangeiro. É claro que muitas empresas estrangeiras perderiam parte do seu negócio agora tão facilitado. Mas Portugal e os portugueses ganhariam.
Terceiro: Alterar as leis que permitem que as grandes empresas e acionistas, retirem do país grandes fortunas, sem pagar impostos. Acabar com os offshores, paraísos fiscais e outras formas de fugas de capitais que nos roubam o que seria suficiente para pagar as dívidas.
Muitas outras medidas, económicas e financeiras, já ditas e repetidas, poderiam ser aplicadas para que não fossem apenas os trabalhadores a pagar (a crise e as dívidas, de que não são responsáveis).
Não se trata de ser mais esperto ou inteligente. Tratam-se de "opções de classe" para favorecer "amigos" mas que não defendem o povo que elegeu este governo.
Na entrevista dada hoje, na RTP, Vítor Gaspar quis que acreditássemos que a mesma política que afundou o país, traduzida no Orçamento para 2012, vai agora salvar Portugal.
Apesar das evasivas titubeantes, de vendedor de banha da cobra, só pude confirmar que, medidas para o crescimento económico não existem. Ao contrário, é fácil de adivinhar que todas as medidas anunciadas, vão agravar a nossa economia. Não é preciso ser-se economista para verificar que, com a redução da produção, com o aumento das horas de trabalho por cada trabalhador, vai aumentar dramaticamente o desemprego, a pobreza e a fome. Não é preciso ser muito inteligente para saber que, com mais desempregados não há economia, fragilizada, que se recomponha. Toda a gente sabe que a riqueza provem do trabalho, da produção!Vistas curtas? ou... quem vier atrás que feche a porta?
Confirmei também que o ministro das finanças, não é a pessoa indicada para defender a nossa economia. Pois, pensando apenas em termos financeiros, destrói a economia, como meio de recuperação futura. Ao dar o exemplo da venda de empresas públicas, saudáveis, aos investidores estrangeiros, mostrou a sua pequenez de pensamento como mau "tesoureiro".
Se ele fosse gestor de uma empresa em dificuldades, para resolver problemas de tesouraria, vendia as máquinas da empresa. Pagava as dívidas mas ficava sem poder trabalhar para o futuro. Sem máquinas despedia o pessoal mas não podia ficar sem as despesas fixas. Não teria futuras receitas para as pagar. Com este "ministro" os credores ficam com as dívidas saldadas, agradecem muito e a empresa vai rapidamente à falência.
Pobres, a morrer, mas honestos (com os desonestos)
Diz o ministro: com estas medidas recuperamos a nossa credibilidade nos mercados. Ainda que fosse verdade, e não é, para que nos servia a credibilidade e o elogio de termos pago todas as nossas dívidas, se estávamos falidos? Falidos mas sem dívidas! Pelos vistos o nosso ministro das finanças é um ministro dos credores, com a missão de pagar dívidas vendendo o país.
Como bem disse Jerónimo de Sousa esta é uma política de terra queimada; pôr os portugueses a trabalhar sem receber, a passar fome, para pagar dívidas. E depois?
O depois, apesar das perguntas do jornalista, o ministro não disse.
Qual o plano B, caso isso falhe? Perguntou o jornalista.
Bem... pois... prefiro não pensar que isto falhe...
Podem perguntar os leitores: Qual a alternativa? Creio que foi já defendida à exaustão, apesar da comunicação social fugir a esta questão que não convém aos bancos e banqueiros, também chamados "mercados" (não de nabos e hortaliça). A alternativa existe!
Primeiro: A alternativa só poderá ser executada por quem tenha por prioridade defender Portugal e os portugueses.
Segundo: Renegociar com os credores (bancos e mercados) para alongar os prazos de pagamento e reduzir os juros especulativos. Com o valor reduzido das prestações libertar os fundos para voltar a dinamizar a nossa produção, agrícola, nas pescas, na indústria. Com isso seria possível reduzir o desemprego e importar menos do estrangeiro. É claro que muitas empresas estrangeiras perderiam parte do seu negócio agora tão facilitado. Mas Portugal e os portugueses ganhariam.
Terceiro: Alterar as leis que permitem que as grandes empresas e acionistas, retirem do país grandes fortunas, sem pagar impostos. Acabar com os offshores, paraísos fiscais e outras formas de fugas de capitais que nos roubam o que seria suficiente para pagar as dívidas.
Muitas outras medidas, económicas e financeiras, já ditas e repetidas, poderiam ser aplicadas para que não fossem apenas os trabalhadores a pagar (a crise e as dívidas, de que não são responsáveis).
Não se trata de ser mais esperto ou inteligente. Tratam-se de "opções de classe" para favorecer "amigos" mas que não defendem o povo que elegeu este governo.
16 de outubro de 2011
"Que fazer?" (2)
A agonia do Capitalismo Monopolista (terrorista) de Estado e o início de quê?
Após a leitura e reflexão do texto de Venerando Matos, vi o belo texto teórico de Filipe no seu blog “o assalto ao céu”.
Também este texto merece uma reflexão, não por discordância mas para reforçar algumas ideias que considero importantes, para uma conclusão.
A derrota dos países socialistas
1. O intenso ataque ideológico, aos países socialistas, aproveitando e explorando erros, falseando a verdade e a história, que acabou por minar a coesão interna desses países e criar condições para a sua derrota, tal como se previa, não visava a defesa da democracia e dos povos mas o completo domínio do capitalismo no planeta.
É assim que o capitalismo funciona na sua permanente função monopolista. Tal como as grandes empresas, em nome da competitividade, absorvem as pequenas, e acabam por monopolisar os mercados, matando a concorrência, também o capitalismo em nome da democracia, destrói as sociedades anticapitalistas para dominar o mundo, sem concorrência.
Tal como mostra Filipe, “a partir da década de 90 do último século com a ofensiva neoliberal, respaldada na destruição dos países socialistas(…)” os banqueiros e monopólios estenderam livremente o seu poder ao domínio das democracias burguesas, “transformando-as em ditaduras de fachada democrática, com os governos de turno transformados em conselhos de administração dos interesses exclusivos daqueles”.
Diz Filipe que “A novidade actual do Capitalismo Monopolista (Terrorista) de Estado - C.M.(T.)E - é exactamente a sua transformação numa dominação de classe com contornos claramente neofascistas, lançado numa nova etapa da repressão dos movimentos operários e populares, no estrangulamento das liberdades políticas dos regimes burgueses anteriormente vigentes, com o crescente recurso a novas práticas terroristas no campo social, no campo económico, no campo militar. De facto, perante o crescente protesto e indignação populares, confrontado com um notável ascenso das lutas de massas operárias e de outras camadas sociais flageladas, o nóvel C.M.(T.)E. revela de forma exuberante os seus reais contornos de ditadura terrorista do grande capital, perdendo gradualmente as capas e as máscaras "democráticas" burguesas”. Filipe avança com um conjunto de dados que revelam a estratégia do CM(T)E.
O crescimento de uma revolta. Com que objectivos?
2. Como nos ensina a dialética e a história da luta de classes, “o actual CM(T)E confronta-se com uma crescente disposição anti-imperialista e mesmo anti-capitalista dos povos agredidos, numa vasta corrente multinacional de renhidas lutas operárias e populares em todos os continentes”.
“E é neste ponto que incide a urgência de uma clara avaliação por parte das forças revolucionárias do momento em que estamos” diz Filipe que avança que “o capitalismo atingiu um grau… que inviabiliza qualquer solução política … que persista na aplicação das fórmulas nacional-democráticas defendidas há escassas duas ou três décadas”. Filipe mostra ainda que no estádio actual do capitalismo globalizado e monopolista, não é possível “querer "reformar" o capitalismo financeirizado "mau" e substituí-lo por um "capitalismo de rosto humano e ao serviço das pessoas".
Rutura com o capitalismo, transição para o socialismo
3. Conclui então o autor que é evidente a “necessidade histórica imposta pela marcha dos povos o fim do capitalismo como sistema sócio-político”. Como seria irrealista e perigoso pensar que o capitalismo cederá sem luta, as suas posições face à vontade dos povos, “só nos resta recorrer aos processos insurrecionais populares de massas, paciente e determinadamente organizados e que coloquem com clareza o objectivo da constitucionalização de um novo poder de classe, assente em novos Estados dos trabalhadores”.
Para isso, “Só movimentos revolucionários amplos e unificados, simultaneamente sociais e políticos, terão a força capaz de derrotar a resistência que será oposta pelo grande capital e assegurar a transição para o Socialismo”.
Defende, portanto, Filipe que “Em Portugal, os comunistas têm colocado a questão da necessidade de uma ruptura política democrática e patriótica…” e que “chegou a hora da necessidade da clarificação dessa fórmula, afirmando que essa ruptura só poderá ser obtida pela via revolucionária e que só será democrática e patriótica se se colocar como objectivo a construção de um novo poder de Estado dos operários em aliança com as outras classes e camadas laboriosas”.
"Audácia, mais audácia, sempre mais audácia"
4. Por fim, constatando que “as condições objectivas amadurecem mês a mês, semana a semana, dia a dia; as condições subjectivas têm que acompanhar esse desenvolvimento rápido do real” pelo que é preciso e urgente pôr em marcha um programa que defina “as propostas de alianças sociais e de organização da luta política …, a par da proposição da conquista de um novo Estado dos trabalhadores, popular e socialista.
"Audácia, mais audácia, sempre mais audácia", cita Filipe, que termina apelando para que a “vanguarda digna desse nome” tenha a necessária audácia. “Os aliados esperam sempre dos revolucionários esse esforço indispensável e insubstituível de se colocarem à cabeça do movimento operário e popular. Na verdade, o discurso persuade - mas o exemplo, arrasta!"
Condições subjetivas particulares e gerais
5. Creio que falta uma análise destas condições subjectivas, mais alargada e global. Hoje, mais do que nunca, é inevitável a conjugação de esforços na generalidade dos países e, em especial, nos países onde o capitalismo globalizado tem as suas bases. Aceito que a iniciativa por algum lado deve começar, mas nada disto deve ser deixado à espontaneidade. Por tudo isto, também creio que é sobre o “amadurecimento” das condições subjectivas, não só em Portugal, que devem incidir as nossas análises, realistas, rigorosas, urgentes, para que as iniciativas, também rápidas e audaciosas, possam avançar, pois a oportunidade não espera e a responsabilidade que temos, assim o exige.
Após a leitura e reflexão do texto de Venerando Matos, vi o belo texto teórico de Filipe no seu blog “o assalto ao céu”.
Também este texto merece uma reflexão, não por discordância mas para reforçar algumas ideias que considero importantes, para uma conclusão.
A derrota dos países socialistas
1. O intenso ataque ideológico, aos países socialistas, aproveitando e explorando erros, falseando a verdade e a história, que acabou por minar a coesão interna desses países e criar condições para a sua derrota, tal como se previa, não visava a defesa da democracia e dos povos mas o completo domínio do capitalismo no planeta.
É assim que o capitalismo funciona na sua permanente função monopolista. Tal como as grandes empresas, em nome da competitividade, absorvem as pequenas, e acabam por monopolisar os mercados, matando a concorrência, também o capitalismo em nome da democracia, destrói as sociedades anticapitalistas para dominar o mundo, sem concorrência.
Tal como mostra Filipe, “a partir da década de 90 do último século com a ofensiva neoliberal, respaldada na destruição dos países socialistas(…)” os banqueiros e monopólios estenderam livremente o seu poder ao domínio das democracias burguesas, “transformando-as em ditaduras de fachada democrática, com os governos de turno transformados em conselhos de administração dos interesses exclusivos daqueles”.
Diz Filipe que “A novidade actual do Capitalismo Monopolista (Terrorista) de Estado - C.M.(T.)E - é exactamente a sua transformação numa dominação de classe com contornos claramente neofascistas, lançado numa nova etapa da repressão dos movimentos operários e populares, no estrangulamento das liberdades políticas dos regimes burgueses anteriormente vigentes, com o crescente recurso a novas práticas terroristas no campo social, no campo económico, no campo militar. De facto, perante o crescente protesto e indignação populares, confrontado com um notável ascenso das lutas de massas operárias e de outras camadas sociais flageladas, o nóvel C.M.(T.)E. revela de forma exuberante os seus reais contornos de ditadura terrorista do grande capital, perdendo gradualmente as capas e as máscaras "democráticas" burguesas”. Filipe avança com um conjunto de dados que revelam a estratégia do CM(T)E.
O crescimento de uma revolta. Com que objectivos?
2. Como nos ensina a dialética e a história da luta de classes, “o actual CM(T)E confronta-se com uma crescente disposição anti-imperialista e mesmo anti-capitalista dos povos agredidos, numa vasta corrente multinacional de renhidas lutas operárias e populares em todos os continentes”.
“E é neste ponto que incide a urgência de uma clara avaliação por parte das forças revolucionárias do momento em que estamos” diz Filipe que avança que “o capitalismo atingiu um grau… que inviabiliza qualquer solução política … que persista na aplicação das fórmulas nacional-democráticas defendidas há escassas duas ou três décadas”. Filipe mostra ainda que no estádio actual do capitalismo globalizado e monopolista, não é possível “querer "reformar" o capitalismo financeirizado "mau" e substituí-lo por um "capitalismo de rosto humano e ao serviço das pessoas".
Rutura com o capitalismo, transição para o socialismo
3. Conclui então o autor que é evidente a “necessidade histórica imposta pela marcha dos povos o fim do capitalismo como sistema sócio-político”. Como seria irrealista e perigoso pensar que o capitalismo cederá sem luta, as suas posições face à vontade dos povos, “só nos resta recorrer aos processos insurrecionais populares de massas, paciente e determinadamente organizados e que coloquem com clareza o objectivo da constitucionalização de um novo poder de classe, assente em novos Estados dos trabalhadores”.
Para isso, “Só movimentos revolucionários amplos e unificados, simultaneamente sociais e políticos, terão a força capaz de derrotar a resistência que será oposta pelo grande capital e assegurar a transição para o Socialismo”.
Defende, portanto, Filipe que “Em Portugal, os comunistas têm colocado a questão da necessidade de uma ruptura política democrática e patriótica…” e que “chegou a hora da necessidade da clarificação dessa fórmula, afirmando que essa ruptura só poderá ser obtida pela via revolucionária e que só será democrática e patriótica se se colocar como objectivo a construção de um novo poder de Estado dos operários em aliança com as outras classes e camadas laboriosas”.
"Audácia, mais audácia, sempre mais audácia"
4. Por fim, constatando que “as condições objectivas amadurecem mês a mês, semana a semana, dia a dia; as condições subjectivas têm que acompanhar esse desenvolvimento rápido do real” pelo que é preciso e urgente pôr em marcha um programa que defina “as propostas de alianças sociais e de organização da luta política …, a par da proposição da conquista de um novo Estado dos trabalhadores, popular e socialista.
"Audácia, mais audácia, sempre mais audácia", cita Filipe, que termina apelando para que a “vanguarda digna desse nome” tenha a necessária audácia. “Os aliados esperam sempre dos revolucionários esse esforço indispensável e insubstituível de se colocarem à cabeça do movimento operário e popular. Na verdade, o discurso persuade - mas o exemplo, arrasta!"
Condições subjetivas particulares e gerais
5. Creio que falta uma análise destas condições subjectivas, mais alargada e global. Hoje, mais do que nunca, é inevitável a conjugação de esforços na generalidade dos países e, em especial, nos países onde o capitalismo globalizado tem as suas bases. Aceito que a iniciativa por algum lado deve começar, mas nada disto deve ser deixado à espontaneidade. Por tudo isto, também creio que é sobre o “amadurecimento” das condições subjectivas, não só em Portugal, que devem incidir as nossas análises, realistas, rigorosas, urgentes, para que as iniciativas, também rápidas e audaciosas, possam avançar, pois a oportunidade não espera e a responsabilidade que temos, assim o exige.
"Que fazer?"
O PROCESSO HISTÓRICO TEM LEIS QUE A PRÁTICA CONFIRMA
Diria que a desorganização e desespero estão de facto associados. Organizemo-nos e o desespero será transformado em força, em consciência colectiva, de classe, em determinação para alcançar objectivos comuns.
É também a organização que, pelo debate e partilha de ideias, levará certamente a “um programa mínimo de acção”, que substitua a ideia perigosa e inconsequente de uma “ideologia difusa dos protestos”, e tenha por objectivo agregador “uma alternativa à actual fase selvagem e neo-liberal do capitalismo” ou mesmo a alternativa ao capitalismo como fase histórica ultrapassada;
É esta forma de caminhar que, creio, resolve as outras questões colocadas por Venerando Matos:
Mas este caminho, organizado e tendente a uma plataforma de unidade anticapitalista, só é viável a partir das estruturas de classe existentes (independentemente de a dinâmica conseguida levar à sua adequação). E, para sermos realistas, essas estruturas organizadas, são sem sombra de dúvida os partidos anticapitalistas, os sindicatos e outras organizações de classe dos trabalhadores, que terão que criar a unidade necessária, para alargar as frentes de luta. O resto é conversa para baralhar e dividir.
Então, serão as massas de trabalhadores e seus aliados que pela dinâmica criada definirão os caminhos e as estratégias a adoptar. Como disse Antonio Machado “o caminho faz-se caminhando” desde que saibamos, todos, para onde queremos ir.
Venerando Matos, no seu blog Pedras Rolantes em "15 de Outubro - Dia Mundial da Indignação- o fim de um ciclo, o início de quê?" aborda, com realismo, as questões que se colocam hoje a muitas pessoas que, vítimas da exploração, sem perspectivas de futuro, “indignadas”, querem uma alternativa para esta sociedade. Coloca, VM, questões como os perigos da desorganização e desespero de muitos que consideram que “este tipo de manifestações parece começar a esgotar-se”.
Diria que a desorganização e desespero estão de facto associados. Organizemo-nos e o desespero será transformado em força, em consciência colectiva, de classe, em determinação para alcançar objectivos comuns.
É também a organização que, pelo debate e partilha de ideias, levará certamente a “um programa mínimo de acção”, que substitua a ideia perigosa e inconsequente de uma “ideologia difusa dos protestos”, e tenha por objectivo agregador “uma alternativa à actual fase selvagem e neo-liberal do capitalismo” ou mesmo a alternativa ao capitalismo como fase histórica ultrapassada;
É esta forma de caminhar que, creio, resolve as outras questões colocadas por Venerando Matos:
Mas este caminho, organizado e tendente a uma plataforma de unidade anticapitalista, só é viável a partir das estruturas de classe existentes (independentemente de a dinâmica conseguida levar à sua adequação). E, para sermos realistas, essas estruturas organizadas, são sem sombra de dúvida os partidos anticapitalistas, os sindicatos e outras organizações de classe dos trabalhadores, que terão que criar a unidade necessária, para alargar as frentes de luta. O resto é conversa para baralhar e dividir.
Então, serão as massas de trabalhadores e seus aliados que pela dinâmica criada definirão os caminhos e as estratégias a adoptar. Como disse Antonio Machado “o caminho faz-se caminhando” desde que saibamos, todos, para onde queremos ir.
15 de outubro de 2011
Estamos a voltar à miséria do fascismo
O que foi conseguido no 25 de Abril está agora a ser roubado
Nalguns casos estamos a ficar pior que no tempo da guerra. Isto para encher os bolsos dos ricos e dos poderosos.
Nalguns casos estamos a ficar pior que no tempo da guerra. Isto para encher os bolsos dos ricos e dos poderosos.
Desfile de indignação e protesto «Contra o Pacto de Agressão - Lutar por um Portugal com futuro»
Terça-Feira 18 de Outubro de 2011, do Chiado para a Rua Augusta, Lisboa
Face ao anúncio, por parte do Governo PSD/CDS, de medidas brutais contra os direitos dos trabalhadores e do povo, e de afundamento do país, o PCP realiza um Desfile de indignação e protesto:
«Contra o Pacto de Agressão - Lutar por um Portugal com futuro»,
Terça feira 18, pelas 18h00, com início no Chiado em direcção à Rua Augusta, em Lisboa, com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.
14 de outubro de 2011
A INDIGNAÇÃO alastra
As políticas de austeridade são um caminho errado, apenas para retirar direitos e aumentar a exploração.
Ativistas de muitos países, irão juntar-se à manifestação internacional, pela "mudança global" convocada para 15 de Outubro em várias cidades, (e em Lisboa) e solidarizam-se com a luta dos portugueses.
Em Portugal, a revolta alastra, e há fortes razões para isso. As recentes medidas do Governo, PSD e CDS com o apoio do PS mostram a natureza de classe de quem aplica uma política que serve o grande capital.
Há 35 anos que a direita vem desviando o rumo de uma política que o povo português aspirava.
Não bastaram as sucessivas alterações da Constituição de Abril, como os Governos e Presidente da República, têm vindo, ostensivamente, a desrespeitá-la. Os resultados estão à vista! Agravam-se as desigualdades. Os ricos cada vez mais ricos, enquanto aumenta dramáticamente o número de pobres cada vez mais pobres.
Aumenta o horário de trabalho, apesar de aumentar o desemprego.
Reduzem-se os direitos e os salários.
Aumentam os impostos para quem trabalha e isentam-se os dos bancos, banqueiros e especuladores.
A fuga de dinheiros do nosso trabalho, para os bolsos de grandes capitalistas, que o levam para o estrangeiro, para os offshores e paraisos fiscais esgota os recursos do País.
É a política da terra queimada. É a destruição do país independente.
Temos razão para estar indignados!
Contudo, não basta a indignação! A direita, o poder financeiro não teme a indignação. Apenas teme a força organizada das massas, dos trabalhadores conscientes dos seus interesses de classe. É a conjunção dessa indignação consciente, com a organização que poderá alterar a relação de forças entre os exploradores no poder e os explorados sem perspectivas.
Os movimentos de "Indignados" são importantes e uma forma primária de despertar para a luta. Mas não se podem ficar por aí sob pena de fracassarem e desiludirem os aderentes. São precisos objectivos realistas, um programa que unifique as acções, que as torne eficazes e percorra um caminho em direcção aos objectivos para transformar a sociedade.
A nossa força está nas organizaçóes de classe, dos trabalhadores. Partidos e Sindicatos de classe, constituidos por trabalhadores conscientes que não cedem às miragens, a oportunismos e outros truques da direita. Trabalhadores e organizações que não traem a classe que representam.
É isso que "Indignados" teremos que ter presente a continuação da luta e tornar eficaz a ação. Até lá, a direita no poder, o capitalismo, continua a sorrir e dizer: "cão que ladra não morde".
Lutemos, manifestemo-nos em 15 de Outubro, mas tenhamos a consciência que a luta tem que avançar com as organizações de classe, nas fábricas e locais de trabalho, onde os trabalhadores, que tudo produzem, têm força, se estiverem organizados.
UNIDOS POR UMA MUDANÇA GLOBAL – 15 DE OUTUBRO, 15 HORAS NO MARQUÊS DE POMBAL
Tomemos as ruas no dia 15 de Outubro, às 15 horas no Marquês de Pombal, para ganhar força para uma organização mais elevada.
Em termos unitários, a CGTP, a mais poderosa estrutura sindical dos trabalhadores, está a organizar a luta com várias acções discutidas e planeadas desde as bases, com sindicatos, comissões de trabalhadores e plenários de trabalhadores nas empresas.
Não esqueçamos as jornadas de Luta entre 20 e 27 de Outubro.
A luta continua!
Ativistas de muitos países, irão juntar-se à manifestação internacional, pela "mudança global" convocada para 15 de Outubro em várias cidades, (e em Lisboa) e solidarizam-se com a luta dos portugueses.
Em Portugal, a revolta alastra, e há fortes razões para isso. As recentes medidas do Governo, PSD e CDS com o apoio do PS mostram a natureza de classe de quem aplica uma política que serve o grande capital.
Há 35 anos que a direita vem desviando o rumo de uma política que o povo português aspirava.
Não bastaram as sucessivas alterações da Constituição de Abril, como os Governos e Presidente da República, têm vindo, ostensivamente, a desrespeitá-la. Os resultados estão à vista! Agravam-se as desigualdades. Os ricos cada vez mais ricos, enquanto aumenta dramáticamente o número de pobres cada vez mais pobres.
Aumenta o horário de trabalho, apesar de aumentar o desemprego.
Reduzem-se os direitos e os salários.
Aumentam os impostos para quem trabalha e isentam-se os dos bancos, banqueiros e especuladores.
A fuga de dinheiros do nosso trabalho, para os bolsos de grandes capitalistas, que o levam para o estrangeiro, para os offshores e paraisos fiscais esgota os recursos do País.
É a política da terra queimada. É a destruição do país independente.
Temos razão para estar indignados!
Contudo, não basta a indignação! A direita, o poder financeiro não teme a indignação. Apenas teme a força organizada das massas, dos trabalhadores conscientes dos seus interesses de classe. É a conjunção dessa indignação consciente, com a organização que poderá alterar a relação de forças entre os exploradores no poder e os explorados sem perspectivas.
Os movimentos de "Indignados" são importantes e uma forma primária de despertar para a luta. Mas não se podem ficar por aí sob pena de fracassarem e desiludirem os aderentes. São precisos objectivos realistas, um programa que unifique as acções, que as torne eficazes e percorra um caminho em direcção aos objectivos para transformar a sociedade.
A nossa força está nas organizaçóes de classe, dos trabalhadores. Partidos e Sindicatos de classe, constituidos por trabalhadores conscientes que não cedem às miragens, a oportunismos e outros truques da direita. Trabalhadores e organizações que não traem a classe que representam.
É isso que "Indignados" teremos que ter presente a continuação da luta e tornar eficaz a ação. Até lá, a direita no poder, o capitalismo, continua a sorrir e dizer: "cão que ladra não morde".
Lutemos, manifestemo-nos em 15 de Outubro, mas tenhamos a consciência que a luta tem que avançar com as organizações de classe, nas fábricas e locais de trabalho, onde os trabalhadores, que tudo produzem, têm força, se estiverem organizados.
UNIDOS POR UMA MUDANÇA GLOBAL – 15 DE OUTUBRO, 15 HORAS NO MARQUÊS DE POMBAL
Tomemos as ruas no dia 15 de Outubro, às 15 horas no Marquês de Pombal, para ganhar força para uma organização mais elevada.
Em termos unitários, a CGTP, a mais poderosa estrutura sindical dos trabalhadores, está a organizar a luta com várias acções discutidas e planeadas desde as bases, com sindicatos, comissões de trabalhadores e plenários de trabalhadores nas empresas.
Não esqueçamos as jornadas de Luta entre 20 e 27 de Outubro.
A luta continua!
As perguntas a que Passos Coelho foge
Jerónimo prova que as medidas são uma política de "terra queimada".
Intervenção de Jerónimo de Sousa na Assembleia de República
Intervenção de Jerónimo de Sousa na Assembleia de República
Jerónimo de Sousa:
«O Governo está a fazer uma política de terra queimada»
Sexta 14 de Outubro de 2011No debate quinzenal no dia seguinte ao anuncio das medidas que vão ser apresentadas no Orçamento do Estado, Jerónimo de Sousa afirmou que estas medidas são gravíssimas e violentas para os trabalhadores e para o povo, enquanto que o capital financeiro continuará a roubar o país. A resposta a esta ofensiva terá a firme luta para as derrotar.
As aldrabices continuam com esta política
Passos Coelho, tal como Sócrates, continua a mentir
As mentiras, por ele próprio. O que ele disse e o que ele faz
Esta política PS, PSD e CDS precisa da mentira para sobreviver com os votos dos tótós que se deixam enganar.
As mentiras, por ele próprio. O que ele disse e o que ele faz
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