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9 de dezembro de 2014

Voo MH17. As mentiras forjadas pelo imperialismo

Tal como as "armas de destruição maciça" que serviram de pretexto para invadir o Iraque, também o abate do Boing 777 da Malaysia Airlines, está desmascarado 

O cinismo e a hipocrisia das potências imperialistas ultrapassa o que podemos imaginar. 
Perante os crimes hediondos que praticam pelos cantos do mundo Presidentes, como Obama, Prémio Nobel da Paz, inventam situações e pretextos criminosos para fazer a guerra, como foi o que arranjaram para invadir o Iraque. Em julho passado conceberam destruir a vida de  298 passageiros mais a tripulação do voo MH17 abatendo o Boing 777 da Malaysia Airlines para justificar as agressões às populações da Ucrânia oriental, culpando a Rússia.

Está hoje provado à exaustão que foi tudo forjado com o governo fascista que assaltou o poder em Kiev.

Tanta desfaçatez só é possível porque o imperialismo controla a comunicação social, monopolizada pelos grandes grupos económicos. As grandes cadeias de informação que comandam a distribuição de notícias por todo o mundo dão as orientações para a comunicação social nos vários países como acontece em Portugal. As notícias da CNN da Fox, da BBC e muitas outras cadeias são passadas na nossa televisão e jornais, enquanto que as tentativas de contraditório são subtilmente censuradas muitas vezes pelos próprios jornalista que se submetem para não perderem o emprego. 

Vem isto a propósito das inúmeras confirmações já obtidas de que o Boing 777 da Malaysia Airlines, foi abatido por aviões a mando do governo fantoche, pró fascista declarado, de Kiev.



Os EUA tentaram durante muito tempo que as provas não fossem conhecidas. O governo de Kiev reteve ou destruiu as gravações dos relatos dos pilotos. As fotos, incluindo as de satélite e os resultados dos testes estiveram na posse dos Estados Unidos e do Reino Unido e da NATO durante meses enquanto as agências noticiosas faziam o seu papel de responsabilizar a Rússia.  

Já em 28 de julho o diário,info mostrava que o MH17 foi desviado 200 quilómetros para norte em relação à rota habitualmente seguida pela Malaysia Airlines e que inesplicavelmente "mergulhou" directamente para o meio da zona de guerra. Porquê? Que tipo de comunicação recebeu o MH17 da torre de controlo de tráfego aéreo de Kiev?

EUA e Kiev calados como ratos
  
Kiev tem permanecido silencioso acerca da questão. E no entanto a resposta teria sido simples, caso Kiev tivesse divulgado a gravação das comunicações entre a torre de controlo e o voo MH17.
Os SBU (serviços de segurança ucranianos) confiscaram a gravação. 

Passados 4 meses as evidências são reconhecidas. Contudo os EUA e Kiev mantêm-se em silêncio.
Há dias, o Conselho de Segurança da Holanda terminou a colecta de fragmentos do Boeing da Malaysia Airlines, que caiu em Julho no leste da Ucrânia. 
O antigo piloto da Lufthansa, Peter Haisenko, analisou diferentes versões da queda da aeronave na Ucrânia e garante após análise das muitas provas, de que o avião não foi abatido por um míssil terra-ar, mas por ataque directo de um avião militar.


As acusações contra a Rússia foram mal-alinhavadas desde o início contrariamente aos factos fidedignos, disse Haisenko. Todos os peritos que investigavam a catástrofe, inclusive da comissão holandesa, sabem que não foi um míssil, mas um caça. Isso é evidente.

Os jornais e televisões que transmitiram as informações organizadas pelos americanos, sabem bem que o que informaram foram falsidades. Contudo são raros os que corrigiram as mentiras. Na generalidade mantiveram-se calados revelando cumplicidade e falta de respeito pelos seus leitores.

Ver também RESISTIR INFO DE 21 DE JULHO  http://resistir.info/chossudovsky/mh17_21jul14.html
ou http://www.odiario.info/?p=3475
e muitas outras que os links indicam.




4 de dezembro de 2014

A importância da nossa luta pela Paz

Guerra é uma arma do capitalismo, para ganhar com a crise

É um facto histórico que o capitalismo, quando se vê a braços com uma das suas cíclicas crises e, por ter o poder das armas, busca na guerra uma saída. 
O negócio da venda de armas é um dos mais prósperos do mundo. 
Ao capitalismo, na sua fase imperialista, a guerra é um escape para justificar intervenções e o aumento da exploração de povos e trabalhadores. 
Para o capitalismo não importa quem sofre e morre. Nas guerras não são os capitalistas que morrem. São os trabalhadores e seus filhos, é o povo. 
Para o capitalismo a guerra é também uma oportunidade de negócios.

Em Portugal o O Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC tem feito um trabalho que a comunicação social, infelizmente, tem esquecido. São exemplos os recentes acontecimentos dos dias 12 e 22 passados. "Da Ucrânia ao Médio Oriente a Luta pela Paz" e o "Concerto pela Paz" com a participação de imensos Músicos, Cantores e outros artistas e intelectuais e que nos ofereceram uma bela tarde cultural. 
O CPPC teve um importante papel, ainda que não formalizado e reprimido, durante o regime fascista, como herdeiro dos movimentos da Paz em Portugal desde o início da década de 50 e desenvolve abertamente a sua actividade após o 25 de Abril de 1974. 

O CPPC tem contribuido para a sensibilização pública para a defesa da Paz, através de variadíssimas iniciativas e tem contado com a participação de muitas entidades. Têm contribuido para a cooperação internacional, e para a amizade e solidariedade entre os povos, de harmonia com o espírito da Carta das Nações Unidas.

Enquanto movimento de opinião pública nacional, o CPPC procura interpretar as aspirações dos portugueses empenhados na luta pela paz, pelo respeito dos direitos humanos e dos povos, pelo desenvolvimento e o desanuviamento das relações internacionais. Por isso tem tido ao longo dos anos, um papel importante não só em Portugal como em muitas realizações internacionais.
O CPPC tem recebido inúmeros apoios de entidades e das muitas pessoas amantes da Paz que têm aderido como sócios deste Conselho Português. 
Como disse Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do Conselho, "Para defender a Paz, Todos não somos demais".
Ver em http://www.cppc.pt/



3 de dezembro de 2014

Estados Unidos da América, Canadá e Ucrânia do lado do Nazismo


Os Estados Unidos, o Canadá e a Ucrânia foram os únicos países que, numa reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, votaram contra o projecto russo de resolução condenando o nazismo. 
O documento é dedicado ao 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial, que acontecerá no próximo ano.

A favor do documento apresentado pela Rússia votaram 115 dos 193 estados membros da ONU. Três países votaram contra: Canadá, EUA e Ucrânia. As restantes 55 delegações, incluindo a da União Europeia, abstiveram-se de expressar suas opiniões sobre este assunto.

A política do imperialismo, confirma-se constantemente. Exploração extrema, violação dos Direitos Humanos, tortura e prisões arbitrárias, constantes golpes para derrubar democracias, apoio aos mais tenebrosos ditadores como Pinochet, Mubarak, Somoza, Suharto, etc. etc. em África, América do Sul e na Ásia. 

Da Voz da Rússia, extraí alguns trechos da informação. A resolução, condena tentativas de negar o Holocausto, exorta a garantir a ratificação universal e a aplicação eficaz da Convenção internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial. O documento expressa preocupação com a glorificação do movimento nazista e dos antigos membros da organização Waffen-SS.

Tudo isso se baseia nos princípios adoptados pela ONU desde o fim da Segunda Guerra Mundial e dos Julgamentos de Nuremberg. Mas ultimamente alguns países têm-se afastado desses princípios. Na Ucrânia, soldados da Guarda Nacional põem suásticas em seus uniformes. Nos países bálticos, o dia da libertação dos ocupantes fascistas é declarado dia de luto. Estes e outros fatos causam preocupação em Moscovo e na maior parte do mundo. Mas não em Kiev, Ottawa e Washington, nota o vice-presidente do Comitê para assuntos internacionais do Conselho da Federação russo, Andrei Klimov.

O presidente da Ucrânia, Piotr Poroshenko, declara publicamente que o país está preparado para uma guerra total com a Rússia. Total quer dizer por todos os meios e formas. Isto não é apenas uma ideologia, mas também uma terminologia hitleriana. Mas a Europa, como na década de 30 do século passado, está escondendo a cabeça na areia: espera o assunto seja resolvido sem ela, enquanto que ela, despercebida, defende seus interesses. Esta política de avestruz não vai levar a nada de bom, adverte o senador Andrei Klimov:

“Tal política já resultou em seu tempo na Segunda Guerra Mundial. Os europeus incentivavam o agressor durante muito tempo guiados por certas considerações racionais de que, supostamente, incentivando Hitler, eles poderiam assim pôr a União Soviética em seu devido lugar. E acabaram mal – praticamente todos foram vítimas de ocupação. Infelizmente, a história se repete”.

Hoje, na véspera do 70º aniversário da vitória sobre o fascismo, este monstro está a renascer. E existem Governos a apoiá-lo. A resolução visa lembrar aos países, as consequências de uma tal política e a inviolabilidade do veredicto dos Julgamentos de Nuremberg. É bom lembrar antes que seja tarde demais.

19 de novembro de 2014

Ainda o Muro de Berlim e os Muros do mundo.

18 mil quilómetros de muros

Depois do que escrevi no poste do dia 11, volto a falar de muros.  

Hoje existem mais de 7,5 mil quilómetros de muros construídos pelo capitalismo para isolar países e povos. Muros físicos, bem sólidos, que fazem parte da política de exploração e subjugação de países e populações, à estratégia imperialista. Estão projetados e em construção mais de 10 mil quilómetros de outros muros todos construídos pelo capitalismo e nomeadamente pelos EUA, como o que acontece para isolar o México. Só esse tem 3.000 quilómetros. Quando todos os muros em construção estiverem acabados, e se entretanto o capitalismo não projetar novos, atingirão mais de 18 mil quilómetros. 

Os muros mais famosos

Deixando para outra ocasião os outros tipos de muros que o capitalismo usa para limitar a liberdade a quem lhes interessa, falemos apenas dos muros puros e duros. Os muros mais conhecidos são o que separam os EUA do México, o muro de Ceuta e Melilla, o muro da Cisjordânia e faixa de Gaza (construído pelo Governo de Israel que vai roubar mais 10% do território da Cisjordânia, que ficará dividida e isolada do resto do país), o muro da Irlanda do Norte (eufemisticamente "Linha de Paz"), o muro que divide as Coreias, O Muro da Arábia Saudita que atingirá 9.000 km e será o mais longa do mundo, altamente sofisticado com tecnologias de segurança, o muro de Chipre (Nicósia que divide a capital em duas partes, e tem 180 km.), o Wall Bagdad, construído pelo exército americano (iniciado em 2007) e tem 5 km., O Muro da Índia e do Paquistão com 2,9 mil quilómetros de arame farpado, o Muro Caxemira, o Wall Botswana e Zimbabwe com 500 km. de comprimento, o Muro Irão e Paquistão, o Muro da Tailândia e da Malásia, o Muro do Iraque e Kuwait, o Muro da Índia e Bangladesh com 4.000 km., o Muro Uzbequistão, eletrificado e minado que isola em parte o Afeganistão, o Muro Egito-Gaza e ainda outros como o do Rio de Janeiro para separar a cidade Olímpica das favelas.

Bloqueio. Muro à volta de Cuba.

Os EUA só não construíram um muro à volta de Cuba porque é uma ilha. Contudo sujeitam esse país a um bloqueio económico que infringe as leis internacionais e pela 23ª vez foi condenado na ONU por 188 países. Apenas Israel e EUA votaram contra.
Se há tantos muros, muitos deles maiores que o de Berlim, outros que criam situações dramáticas entre habitantes que estão isolados e até condenados à sede por cortes do abastecimento de água como é o caso de Gaza, porque é que só o de Berlim (com motivações que não vale a pena repetir) é que é citado? Da parte da propaganda e da censura controlada pelo imperialismo não admira. Admira sim que, democratas e pessoas que deveriam lutar por uma sociedade melhor, se coloquem do lado do imperialismo para, com ele, fazer coro contra o Muro de Berlim que deveriam saber, foi construído justamente para defesa do socialismo contra as permanentes guerras, conflitos, invasões e ingerências para criar dificuldades.

A derrota dos países socialistas

O imperialismo venceu e acabou por derrotar os países socialistas. Mas que aconteceu depois disso?
O Pacto de Varsóvia foi extinto. Mas a NATO logo estendeu os seus domínios e guerras a quase todo o mundo. O tratado de Lisboa consolidou esse expansionismo.
Os EUA e a Europa trataram de lançar as suas multinacionais aos novos mercados. Meia dúzia de grandes multimilionários dominaram o poder económico e o poder político. 
Lançaram o desemprego, a fome, a miséria com o nome de liberdade.
Vencida a resistência dos países socialistas, os EUA lançaram-se em novas guerras que destruíram países e mataram milhares de pessoas, civis, mulheres e crianças inocentes, para dominarem o Médio Oriente e as suas riquezas como o petróleo.
Fomentaram golpes militares e o terrorismo para derrubar governos legítimos substituindo-os por ditaduras dando apoio e abrindo o caminho ao fascismo declarado.

Da guerra fria para a guerra quente

O mundo passou da guerra fria para a guerra quente, violenta e assassina, sem controlo, à revelia da ONU e das leis internacionais.
Os EUA nunca respeitaram os direitos humanos, mas agora, de mãos livres a CIA (Agência Nacional de Inteligência) pratica os mais hediondos crimes e torturas, discricionariamente, em qualquer lugar do mundo capitalista. O orçamento da CIA, e militar, atinge verbas incalculáveis enquanto grande parte do povo americano vive com fome e na miséria (46,2 milhões).
Em 2013, o orçamento da CIA equivalia a mais de 52,6 mil milhões de dólares. 
A NSA (Agência Nacional de Segurança), cuja missão é interceptar todas as conversas telefónicas, e-mails e mensagens de rádio no planeta. gasta muito mais. 
Por sua vez a NRO (Serviço Nacional de Reconhecimento), gasta ainda mais do dobro destes valores.
Os serviços secretos do exército que tem também orçamentos equivalentes. Existem mais de 15 agências de inteligência dedicadas a áreas específicas, com mais de 107.000 funcionários que desestabilizam governos ou oposições, formam terroristas, para em seguida intervirem de acordo, exclusivamente, com os interesses dos EUA e do imperialismo.

Foi isto que a queda do Muro de Berlim facilitou. Festejem que o imperialismo e o fascismo, agradecem.


11 de novembro de 2014

Derrubemos os muros e cantemos alto

Muros de pedra, muros do dinheiro, muros de injustiças

Sobre muros não diria mais nada se não fosse uma minha revisão pela leitura dos comentários do texto Berlim, 25 anos – a festa, mas não para todos  no blogue "entre as brumas da memória".

Derrubar um muro pode ser um motivo de alegria, de festa, mas, como o título indica, numa sociedade de classes nem todos terão os mesmos motivos para a festa. 
Se esse derrube significar, como significou, abrir o caminho para alguns erguerem novos muros, creio que deveremos refletir e procurar ver a floresta e não apenas a árvore.
Na realidade, objectivamente, após o derrube do muro, cresceu a ofensiva exploradora com que os trabalhadores hoje estão confrontados, deu-se uma regressão social de dimensão civilizacional, aumentou a fome e a miséria da maioria dos trabalhadores enquanto alguns, aumentaram escandalosamente as suas fortunas. Cresceu a corrupção, os crimes, fizeram-se e continuam a fazer-se guerras em vários cantos do mundo. Destruíram-se países e regiões inteiras, mataram-se milhares de mulheres e crianças inocentes, o fascismo que estava encoberto saiu à rua, mata e tortura, ergue muros de forças de segurança, tomou conta de governos. 

Muro construído pelos EUA na fronteira com o México. Cruzes assinalando os mortos que tentaram passar

Metáforas para fazer pensar

As metáforas utilizando, palavras ou expressões em sentido figurado, alargam-nos a visão e fazem-nos pensar. Com a queda do muro de Berlim puderam os berlinenses comprar jeans, frequentar os centros comerciais do lado ocidental, enquanto perdiam empregos, as casas os transportes gratuitos.
A liberdade de comprar, comprar, comprar tudo o que quiserem (desde que tenham dinheiro) estendeu-se aos direitos das pessoas também colocados à venda. Hoje quem quer saúde paga-a, quem quer assistência social compra seguros ou PPRs. Os que tiverem dinheiro. 
Para que alguns possam ter grandes fortunas a crescer, outros tiveram que ir para o desemprego, coisa que não conheciam, e tiveram que baixar os salários. Hoje tudo é mercado. Tudo se compra e tudo se vende livremente, para quem puder, claro. A liberdade é comprada. A segurança, o usufruto da cultura, do lazer, é negócio que custa muitos euros. Os berlinenses conseguiram alcançar a sociedade onde tudo é negócio, do salve-se quem puder ou tiver dinheiro.

Muro Espanha - Marrocos

Preconceitos: Muros opacos em que não reparamos

Continuando com as metáforas que nos fazem pensar, vamos pois derrubar todos os muros. Não só o da faixa de Gaza, o do México que separa os mexicanos dos Estados Unidos, e todos os outros que foram erguidos graças à queda do Muro de Berlim, como também os muros dentro dos países que separam os ricos dos pobres, muros de condomínios fechados onde só tem liberdade os que têm dinheiro. Derrubemos também os muros das clínicas e hospitais privados, que separam os que precisam de cuidados de saúde dos que têm dinheiro para ter saúde. Derrubemos também muros, portas e portagens que retiram liberdade e direitos. Mais importante ainda; derrubemos também os muros dos nossos preconceitos que nos tapam a visão e nos impedem de conhecer o que está para lá desta sociedade desumana e injusta em que alguns (sempre os alguns) exploram quem trabalha e produz.
Derrubemos todos os muros, excepto os que ergamos com a nossa luta e consciência para nossa defesa e impedir alguns de explorar todos os outros.

Nota: Depois de ter publicado este texto vi no FOICEBOOK :
http://foicebook.blogspot.pt/2014/11/os-25-anos-do-derrube-do-muro-de-berlim.html

1 de novembro de 2014

Ainda as noticias mais censuradas

Hoje é dia de todos os santos
O drama da falta de água potável na faixa de Gaza

Hoje, dia de todos os santos, continuam a morrer inocentes e crianças na Faixa de Gaza.

Como já foi referido, a ARGENPRESS tem vindo a seleccionar as notícias que as grandes cadeias de informação para todo o mundo, mais têm censurado. (ver aqui)
O problema da falta de água em Gaza é uma delas.
Os Crimes Contra a Humanidade praticados por Israel, com a ajuda dos EUA, não são apenas o lançamento de mísseis e bombas que matam as populações civis e em especial as crianças. Ernesto Carmona (especialmente para ARGENPRESS.info) em Gaza informou que "actualmente 1,7 milhões de palestinos vivem sem água potável". 

Revelou ainda que "95% da água em Gaza não atende aos padrões para consumo humano pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A água contaminada causa problemas crónicos de saúde e contribui para as altas taxas de mortalidade infantil. Um estudo estima que 26% das doenças em Gaza são o resultado de abastecimento de água contaminada". 

Que mundo querem estes monstros formar com estas crianças?

A água contaminada também afecta agricultura em Gaza. 
A guerra que Israel pratica de permanente matança de populações agrava os problemas de quem escapa às bombas. Essa política de permanente boicote e destruição dos bens essenciais à vida, constitui uma componente do genocídio que Israel pratica. 


Por isso esta é uma das notícias mais censuradas pelas grandes cadeias de informação controladas pelo grande capital e imperialismo dos EUA. 
Ver notícia em http://www.argenpress.info/2014/10/las-25-noticias-mas-censuradas-2013_31.html

Imagens que dizem o que as palavras não conseguem






22 de março de 2013

24 de fevereiro de 2013

A censura existe. Disfarçada mas existe


Conclusões da vitória eleitoral do anti-imperialista Rafael Correa

Da imprensa progressista estrangeira, recolhi informações que a nossa comunicação social não publica. Como referi no passado dia 19, a grande vitória de Rafael Correa, no Equador, tem sido apagada pela censura que domina os grandes órgãos de comunicação. 

Revolução Cidadã

No Equador o povo ratificou o mandato do seu Presidente para continuar o caminho traçado, avançando mais rápida e profundamente no processo da "Revolução Cidadã”. 
O projeto de criar uma ordem social baseada no socialismo do sumak kawsay, o "bem viver” dos nossos povos originários, exige atuar com rapidez e determinação, disse Correa.


A luta anti-imperialista

O povo confirmou que quer um presidente que iniciou um enorme processo de mudanças sociais e económicas no Equador.
As eleições ratificaram a política de integração latino-americana, que deu força à ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), que pôs fim à presença dos Estados Unidos base militar de Manta, que realizou uma exemplar auditoria da dívida externa, que deu asilo a Julian Assange e que retira o Equador do CIADI (Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos, criado pelo Banco Mundial)

As conspirações financiadas pelos Estados Unidos, a manipulação da comunicão social, a oposição das classes dominantes e os estratagemas do imperialismo apesar de poderosos, não venceram a determinação e vontade do povo que defende as conquistas alcançadas.

Este poder não desgasta

O enorme triunfo de Correa demonstra que a tese "o poder desgasta”, só é válida na democracia quando o poder se exerce contra o povo.

Esta eleição superou ainda a paralisia de decisões gerada por uma Assembleia Nacional que travou algumas das mais importantes iniciativas propostas por Correa.

Vamos estar atentos à reação do imperialismo e ao reforço das conspirações contra o povo do Equador.

19 de novembro de 2012

Obama refina cinismo


Obama incentiva o extermínio do povo Palestiniano por Israel.

Os EUA são o país que mais conflitos e guerras provocam em especial depois da queda da URSS.
A pretexto do combate ao terrorismo, armam e financiam grupos terroristas. 
Recentemente bombardearam e arrasaram o Afeganistão e o Iraque. 
Obama bombardeou e destruiu a Líbia, continuou a destruir o Afeganistão e daí bombardeia o Paquistão com aviões telecomandados, matando civis, mulheres e crianças. 
Financia e fornece armas para fomentar a guerra civil na Síria cujo objectivo é o assalto ao Irão. 

Obama, o prémio Nobel da Paz, para defender Israel que segue a mesma política, diz: "Não há nenhum país no mundo que toleraria mísseis jogados contra seus cidadãos do lado de fora de suas fronteiras". 
É o cinismo absoluto de quem bombardeou com os muitos milhares de mísseis vários países do médio oriente.

Israel, com o apoio dos EUA, há anos que conduz uma guerra de ocupação da Palestina e de extermínio do seu povo. 

Os EUA são o país que maior número de vítimas causou em todo o mundo nas guerras que provoca.
Exemplos de conflitos provocados pelo imperialismo americano:

1846 - 1848 - MÉXICO - Invasão do México e anexação, pelos EUA, da República do Texas

1890 - ARGENTINA - Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para impor interesses econômicos americanos.

1891 - CHILE - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.

1891 - HAITI - Tropas americanas esmagam revolta de operários e negros na ilha de Navassa, anexada pelos EUA.

1893 - HAWAI - Marinha suprime o reinado independente e anexa o Hawaí aos EUA.

1894 - NICARÁGUA - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe.

1894 - 1895 - CHINA - Marinha, Exército e Fuzileiros invadem o país durante a guerra sino-japonesa.

1894 - 1896 - CORÉIA - Tropas ocupam Seul durante a guerra da Coreia.

1895 - PANAMÁ - Tropas desembarcam no porto de Corinto e invadem a província Colombiana.

1898 - 1900 - CHINA - Tropas dos Estados Unidos ocupam a China durante a Rebelião Boxer.

1898 - 1910 - FILIPINAS - EUA esmagam as lutas pela independência do país, dominado pelos EUA. (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, Filipinas - 27/09/1901 e Bud Bagsak, Sulu, Filipinas 11/15/1913) matam mais de 600.000 filipinos.

1898 - 1902 - CUBA - Tropas americanas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana.

Desde 1898 até hoje - PORTO RICO está ocupado.

1898 - ILHA DE GUAM - Marinha americana desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje.

1898 - ESPANHA - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial.

1898 - NICARÁGUA - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur e ocupam parte do país.

1899 - ILHA DE SAMOA - Tropas EUA invadem a Ilha e impõem a sucessão do trono de Samoa.

1899 - NICARÁGUA - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua pela 2ª vez.

1901 - 1914 - PANAMÁ - Marinha intervém na revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção.

1903 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho.

1903 - 1904 - REPÚBLICA DOMINICANA - Tropas norte americanas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução.

1904 - 1905 - CORÉIA - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o território coreano durante a guerra russo-japonesa.

1906 - 1909 - CUBA -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições.

1907 - NICARÁGUA - Tropas americanas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua.

1907 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra com a Nicarágua.

1908 - PANAMÁ - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o Panamá durante período de eleições.

1910 - NICARÁGUA - Fuzileiros navais norte americanos desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua.

1911 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil, invadem Honduras.

1911 - 1941 - CHINA - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas.

1912 - CUBA - Tropas americanas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana.

1912 - PANAMÁ - Fuzileiros navais americanos invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais.

1912 - HONDURAS - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano.

1912 - 1933 - NICARÁGUA - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos.

1913 - MÉXICO - Fuzileiros da Marinha americana invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução.

1913 - MÉXICO - Durante a Revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas em apoio aos revolucionários.

1914 - 1918 - PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - Os EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha.

1914 - REPÚBLICA DOMINICANA - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução do povo dominicano em Santo Domingo.

1914 - 1918 - MÉXICO - Marinha e exército dos Estados Unidos invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas.

1915 - 1934 - HAITI- Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos.

1916 - 1924 - REPÚBLICA DOMINICANA - Os EUA invadem e estabelecem um governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos.

1917 - 1933 - CUBA - Tropas americanas desembarcam em Cuba, e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos.

1918 - 1922 - RÚSSIA - Marinha e tropas americanas enviadas para combater a revolução socialista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles.

1919 - HONDURAS - Fuzileiros norte americanos desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço.

1918 - IUGOSLÁVIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia.

1920 - GUATEMALA - Tropas americanas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala.

1922 - TURQUIA - Tropas norte americanas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna.

1922 - 1927 - CHINA - Marinha e Exército americano mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista.

1924 - 1925 - HONDURAS - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional.

1925 - PANAMÁ - Tropas americanas invadem o Panamá para reprimir os trabalhadores em greve geral. 


1927 - 1934 - CHINA - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos, ocupando o território chinês.

1932 - EL SALVADOR - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados para reprimir a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN - comandadas por Marti.

1939 - 1945 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki.

1946 - IRÃO - Marinha americana ameaça usar misseis nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irão.

1946 - JUGOSLÁVIA - A marinha americana ameaça invadir a zona costeira da Jugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos.

1947 - 1949 - GRÉCIA - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego.

1947 - VENEZUELA - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, colocando um ditador no poder.

1948 - 1949 - CHINA - Fuzileiros americanos invadem pela ultima vez o território chinês antes da vitória comunista.

1950 - PORTO RICO - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce.

1951 - 1953 - CORÉIA - Os EUA intervêm no conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Os Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul.

1954 - GUATEMALA - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país.

1956 - EGITO - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas invadem o Canal de Suez sustentados pela Sexta Esquadra dos EUA. 

1958 - LÍBANO - Forças da Marinha americana invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil.

1958 - PANAMÁ - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos.

1961 - 1975 - VIETNÃ. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA numa guerra total de que saíram derrotados em 1973.

1962 - LAOS - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil.

1964 - PANAMÁ - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira e seu país.

1965 - 1966 - REPÚBLICA DOMINICANA - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas norte americanos desembarcaram na capital do país São Domingo para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924.

1966 - 1967 - GUATEMALA - Boinas Verdes e marines americanos invadem o país para combater movimento revolucionário contrario aos interesses econômicos do capital americano.

1969 – SOMÁLIA - EUA intervém no golpe de estado somalí para evitar a formação de um governo socialista.

1969 - 1975 - CAMBOJA - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja.

1971 - 1975 - LAOS - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana.

1973 - CHILE - A CIA e forças armadas dos EUA, intervieram 
em 11 de setembro de 1973, no derrube do presidente constitucional do Chile (eleito em Outubro 1970), e colocaram no governo do país o ditador general Augusto Pinochet. Durante esse golpe de estado e no bombardeamento do Palácio Presidencial morreram centenas de democratas ao lado de Salvador Allende e milhares de pessoas foram eliminadas pelos militares de Pinochet e agentes da CIA. 

1975 - CAMBOJA - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez.

1980 - IRÃO - O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, de reféns feitos por estudantes da Revolução Islâmica.

1982 - 1984 - LÍBANO - Os Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos após a invasão do país por Israel

1983 - 1984 - ILHA DE GRANADA - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Os Estados Unidos invadiram a ilha para eliminar a influência de Cuba e da União Soviética na política da ilha.

1983 - 1989 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira, invadem o Honduras

1986 - BOLÍVIA - Exército americano invade o território boliviano.

1989 - ILHAS VIRGENS - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano.

1989 - PANAMÁ - Esta intervenção americana no Panamá envolveu 27 mil soldados que ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.

1990 - LIBÉRIA - Tropas americanas invadem a Libéria durante guerra civil.

1990 - 1991 - IRAQUE - Os Estados Unidos com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país. George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo.

1992 - 1994 - SOMÁLIA - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália. Forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país.

1993 - IRAQUE - No início do governo Clinton, é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait.

1994 - 1999 - HAITI - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti.

1996 - 1997 - ZAIRE (EX REPÚBLICA DO CONGO) -Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus.

1997 - LIBÉRIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria. 

1997 - ALBÂNIA - Tropas americanas invadem a Albânia.

2000 - COLÔMBIA - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde"). 

Até ao Sec. XXI muitas mais intervenções agressivas poderiam ser citadas.
Contudo a partir da queda da URSS, também ela provocada pela permanente intervenção dos EUA nos boicotes económicos, no financiamento de grupos dissidentes, e na guerrilha interna, a ação imperialista dos EUA intensificou-se como já se esperava. à Guerra Fria sucedeu a "Guerra Quente" que os EUA já sem o travão da URSS, passaram a fazer a todos os povos que não acatassem as suas imposições.

2001 - AFEGANISTÃO - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. 
Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje. 

2003 - IRAQUE - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição massiva, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca. 

2005 – Criação de um Comando Regional em África, que segundo Bush “…os EUA como única super potência mundial deve como uma necessidade de afirmação, dedicar mais atenção ao continente africano, criando o AFRICOM, para afirmar essa intenção no mundo 2007", dando corpo à “nova” estratégia americana para África.

2010 - A NATO define uma nova estratégia de intervenção no planeta, alargando as suas atribuições.

SÉC.XXI - 2010, 2011, 2012 - IRAQUE, LÍBIA, PAQUISTÃO, CORNO DE AFRICA, AFEGANISTÃO, SÍRIA, CAMBODJA, LAOS, CUBA, GRANADA, NICARÁGUA, VENEZUELA, e El SALVADOR, HONDURAS e PANAMÁ, TIMOR, SERVIA, BÓSNIA, SOMÁLIA e IÉMENE, etc, etc, etc, fazem dos Estados Unidos da América o país que mais contribui para a guerra no mundo e para a opressão dos povos que lutam contra a dominação capitalista/imperialista. Esta intervenção tem sido particularmente agressiva depois da queda da URSS. Milhões de pessoas inocentes, civis, mulheres e crianças têm sido vítimas desta ação agressiva. Paralelamente, a fome, a miséria, a doença, o aumento da exploração, a destruição de países, o retrocesso civilizacional destes últimos anos são os efeitos mais visíveis desta ação de terrorismo de Estado dos EUA.
Nunca na história da humanidade um só país provocou tanto sofrimento.


24 de maio de 2012

Um alerta que vem da Alemanha

Mais uma eloquente demonstração de como funcionam as multinacionais e o capitalismo  


Pena não estar legendado em português


18 de maio de 2012

Coisas que andam esquecidas


São raras e muito "selecensuradas" as notícias que aparecem sobre a Líbia depois da morte de Kadaffi.
 
Seria lógico que depois de uma tão violenta guerra, se tivessem notícias das prometidas eleições, após dez dias como chegou a afirmar o CNT (Conselho Nacional de Transição), ou sobre as averiguações das "valas comuns de milhares de mortos" como os jornais profusamente divulgaram há um ano. 
Li hoje no jornal inglês "The Telegraph" a noticia que resumo:
 
NATO acusada de não investigar as mortes civis na Líbia

A Human Rights Watch (HRW) acusou a NATO de não reconhecer o alcance dos danos colaterais que causou durante a campanha que ajudou a derrubar Muammar Gaddafi. 
Fred Abrahams, assessor especial da HRW, disse num comunicado que "Os ataques foram permitidos somente para alvos militares, e sérias questões permanecem por apurar, em incidentes provocados pela NATO".
O relatório afirma ser a investigação mais extensa até à data de vítimas civis da campanha aérea da NATO, apresenta uma estimativa de maior número de mortes do que o da Amnistia Internacional que em março documentou 55 mortes de civis, incluindo 16 crianças e 14 mulheres.
 
Em resposta, a NATO considera que a sua operação Líbia foi de grande sucesso, ilustrando a capacidade dos aliados para trabalhar bem juntos numa campanha. 
A NATO realizou mais de 26.000 incursões, incluindo mais de 9.600 missões de ataque e destruiu cerca de 5.900 alvos até 31 de outubro do ano passado.
 
Abrahams, principal autor do relatório da HRW, disse que os cuidados que a NATO tomou durante a campanha foram "minados pela sua recusa em examinar as dezenas de mortes de civis" e que as mortes na Líbia podem prejudicar a capacidade da NATO para realizar futuras operações fora dos territórios dos seus membros, na América do Norte e Europa.
A HRW destacou o ataque à aldeia de Majer, 160 km a leste de Tripoli, em 08 de agosto, quando bombardeamentos aéreos da NATO mataram 34 civis e feriram mais de 30. 
"Durante quatro visitas a Majer, incluindo um dia depois do ataque, a única prova possível de uma presença militar encontrada pela Human Rights Watch foi uma camisa estilo militar - roupa comum para muitos libaneses - sob os escombros das casas ", disse.
A NATO disse, sem provar, que os alvos atingidos eram "alvos militares legítimos, selecionados de forma consistente com o mandato da ONU".

Para alem destas investigações por fazer, dos números apresentados serem muito duvidosos, ficam as perguntas essenciais. 
Que ganhou a população da Líbia com esta guerra? 
Para quando a democracia na Líbia? 
Quando termina a ditadura que persegue, mata, tortura etnias e os apoiantes de Kadaffi, civis e militares?

28 de novembro de 2011

Perigo da escalada agressiva da NATO

Os EUA criam pretextos para o ataque à Síria e Irão

Crise do capitalismo e III Guerra Mundial

Conforme escrevi no separador "Conjecturas" deste blog, a crise do capitalismo poderá provocar atos desesperados do poder financeiro que controla os governos e pretende controlar o mundo. A análise dos factos e as tendências agressivas do imperialismo americano e seus aliados na NATO, agora voltados para a Síria, permite prever essa possibilidade o que poderá trazer consequências muito vastas, tipo Terceira Guerra Mundial.
Em http://c-de.blogspot.com/p/conjecturas.html, justifico essa hipotese. 

Os EUA procuram criar pretextos para o ataque à Síria e Irão. O porta-aviões CVN 77 George H. W. Bush foi enviado para a costa da Síria. Há quem admita que se preparam para a criação de uma zona de exclusão aérea tal como na Líbia. A embaixada dos Estados Unidos em Damasco ordenou aos seus cidadãos que saiam do país e Obama retirou seu embaixador Robert Ford. A França admite uma intervenção militar da NATO.
Bombardeamentos humanitários na Líbia
Tal como diz o Partido Comunista Grego KKE, o ataque ao Irão pode exigir atacar primeiro a Síria. Israel está vivamente interessado nesta escalada de guerra que significaria o domínio na região. A Turquia, Arábia Saudita e Jordânia, juntamente com os EUA e a UE, desempenham um papel especialmente reaccionário. Não se pode, também, excluir que através destes países se verifique uma intervenção militar contra a Síria. 

Os objectivos destas potências são o controle das matérias-primas da região, as rotas de transporte de energia e mercadorias, a partilha do mercado, o enfraquecimento da influência económica e política de países da região, privar o povo palestino de um aliado estável na sua luta, abrir caminho para o assalto ao Irão e também reduzir a influência da Rússia e da China na região. 

China e Rússia que se opõem a esta agressão, estão a preparar posições e a Rússia enviou já navios de guerra para águas territoriais sírias para dissuadir qualquer ataque.

Note-se que uma intervenção militar imperialista na Síria provocará uma escalada de guerras com consequências imprevisíveis.

Sondagens feitas nos EUA mostram que a maioria dos norte americanos se opõem a uma intervenção militar na Síria, com apenas 12% a favor de qualquer tipo de conflito.

(recolha de informações em várias publicações)

31 de outubro de 2011

Morte de Kadafi

As tentativas de desinformar que falham

Logo após a morte de Kadafi, apesar da profusão de vídeos e demonstrações dos troféus de guerra dos rebeldes, o CNT tentou fazer passar a mensagem de que Kadafi tinha sido morto pelos seus apoiantes para que não revelasse segredos. Isso chegou a ser sugerido como verdadeiro na nossa televisão (ver aqui em 18/out.). Contudo a grande maioria das notícias revela o contrário. Kadafi foi morto com crueldade pelos rebeldes. Era aos rebeldes que não interessava que Kadafi fosse julgado pois isso iria motivar grandes ações de apoio em sua defesa.
Guerrilheiros, revolucionários, não se comportam assim.


Acaba a intervenção da NATO, não acabou a luta e a guerra da desinformação
  
Acaba hoje a intervenção da NATO que "oficialmente" durou oito meses, depois de um mês de guerra civil em que os rebeldes foram apoiados pelas tropas especiais inglesas e pela CIA. Oito meses de guerra da NATO, com forças potentissimas, muitos milhares de bombardeamentos diários, que, para alem dos alvos militares, mataram imensos civis, mulheres e crianças, destruiriam as infraestruturas de comunicação, de água, de electricidade, de gás e muitos edifícios de habitação, escolas creches e até hospitais. Destruíram o país mais desenvolvido de África. 

Guerra de uma organização, de um grupo de países, que decidiu, unilateralmente, interceder a favor de rebeldes em oposição a um governo legal que ainda há poucos anos era considerado amigo. 
Se Kadafi era ditador há 42 anos porque é que foi, tanto tempo, amigo dos que agora o combateram.

Incompreensível é também a afirmação de que o ditador era odiado pela maioria do povo. Como é possível que fossem precisos nove meses de guerra, com fortes apoios em armamento, da Inglaterra, França e Estados Unidos, e oito meses de intervenção directa da NATO, com milhares de bombardeamentos, por aviões e navios de guerra, em apoio a uma das partes (que se dizia maioritária) e fortemente armada, numa guerra civil. Onde foi Kadafi buscar as forças para aguentar este combate? É questão que o futuro dirá.


25 de outubro de 2011

Mais uma vez os EUA isolados

Assembleia Geral da ONU exige fim de bloqueio contra Cuba

A Assembleia Geral da ONU exigiu hoje, terça-feira (25), pelo vigésimo ano consecutivo, o fim do bloqueio norte-americano imposto a Cuba há meio século.
 
Novamente a decisão é da maioria esmagadora de 186 paises. Apenas os EUA e Israel votaram contra.
 
É significativa a prepotência dos EUA e o conluio de Israel. Enquanto Obama afirma que a liderança dos EUA no mundo foi mais uma vez demonstrada nas Guerras do Iraque e Líbia, a Assembleia da ONU e os 186 países mostram que essa liderança apenas é conseguida pela força das armas.
"O dano económico direto contra o povo cubano supera os 975 bilhões de dólares", disse o chanceler cubano Bruno Rodríguez. 
 
A condenação quase unânime dos estados Unidos levou o chanceler cubano a dizer: "É inacreditável o fato de que, 20 anos depois, esta Assembleia continue considerando este assunto" os Estados Unidos persistam no bloqueio pois "nunca ocultaram que seu objetivo é derrubar o governo revolucionário" cubano. 
 
"Por que o governo Obama não se ocupa dos problemas dos EUA e deixa nós cubanos resolvermos em paz e sossegados os nossos"?, questionou.
 
Bruno Rodriguez, afirmou que "O governo de Cuba permanecerá o governo do povo, pelo povo e para o povo. Nossas eleições não serão leilões. Não teremos campanhas eleitorais de 4 bilhões de dólares, nem um Parlamento com o apoio de 13% dos eleitores. Não teremos elites políticas corruptas separadas do povo. Continuaremos a ser uma verdadeira democracia e não uma plutocracia. Defenderemos o direito à informação verdadeira e objetiva".

24 de outubro de 2011

A História julgará

Guerra na Líbia. A comunicação social manipulada

Um relato de quem viveu os acontecimentos

22 de outubro de 2011

Cinismo e descaramento

Obama: Khadafi e Iraque demonstram liderança americana renovada

O presidente Barack Obama disse que a morte do antigo líder líbio Muammar Khadafi e a retirada militar total das tropas americanas do Iraque até ao final do ano evidenciam a renovada liderança da América no mundo.

«Esta semana, tivemos dois poderosos lembretes do quanto renovámos a liderança Americana no mundo», disse Obama na sua mensagem semanal à rádio.

Para o presidente norte-americano, os sucessos da política externa americana fazem parte de uma história maior.

Diário Digital / Lusa 

A política do quero posso e mando

Quando Barack Obama se candidatou a presidente, muitas pessoas tiveram esperança numa nova política de Paz e entendimento com os povos do mundo. Obama foi nomeado Prémio Nobel da Paz. Porém, cedo se verificou que toda a sua campanha foi uma fraude. A base de Guantánamo continua torturando, os soldados estado-unidenses continuam no Iraque e no Afeganistão, sempre com a intensificação dos crimes sobre civis. Os tribunais especiais e militares, prendem, acusam e julgam sem direito a defesa. Os suspeitos são torturados sem provas de qualquer crime. Invadem países soberanos sempre que lhes apetece, como no Paquistão. 


A recente a invasão da Líbia, as ameaças ao Irão, à Síria e a todos os povos que não se submetam aos seus interesses mostram a verdadeira face de Obama e da política de norte americana. Apesar de alastrar a fome nos Estados Unidos, das condições de vida do povo estarem a ser degradadas a ponto de gerar revoltas cada vez maiores, os orçamentos militares aumentam, assim como os orçamentos da CIA e de muitas organizações que têm por missão gerar conflitos, dissidências e matar governantes eleitos, nos países alvo da política imperialista americana. As guerras são um negócio que matam e destroem as vidas de muitos milhares de pessoas mas enriquecem grandes corporações.
Fomentar o medo e a agressividade, fazem parte da cultura que desde cedo é incutida às pessoas nos EUA. Desde tenra idade que crianças usam armas e são treinadas para matar.

Nas escolas ensinam que os americanos podem tudo e que são superiores aos outros povos, contudo, vivem cada vez pior. 

Pelo discurso de Obama, após a morte de Kadafi, confirmamos o seu lembrete: a "liderança no mundo" foi mais uma vez demonstrada com a guerra na Líbia. Confirmamos também que a história dos EUA é a história dos seus sucessos de guerra, de genocídios, de invasões, de mortes de substituição de governos e de regimes, de apoio a ditadores que sirvam os seus interesses e de morte aos que se lhes opõem.

7 de outubro de 2011

Bombardeamentos humanitários

A Comissão Europeia (CE) alertou nesta sexta-feira que é "crítica" a situação em Sirte, cidade natal de Muammar Kadafi, onde forças do regime deposto resistem, e pediu o respeito ao direito humanitário internacional e a retirada dos civis.


Esta é a notícia que circula nalguns jornais estrangeiros e que vem na sequência de outras, não difundidas cá na nossa terra, que informam que a NATO bombardeia selvaticamente a cidade de Sirte, matando a eito, civis, mulheres, velhos e crianças que não abandonam a cidade cercada.


Em alguns jornais "ocidentais e cristãos" defendia-se há dias a intenção da CNT (governo fantoche dos rebeldes) deixar morrer de fome e de sede a população da cidade de Sirte, uma vez que os intensos bombardeamentos da NATO à cidade, destruíram a maioria das infraestruturas de abastecimento de água e electricidade.


Na guerra pela ocupação da Líbia e roubo do petróleo e dos milhares de milhões de euros dos Fundos líbios depositados nos bancos ocidentais, vale tudo, mesmo os mais horrendos crimes contra a humanidade e as ações de genocídio e exterminação das tribos e populações apoiantes do governo e de Kadafi.


A estas ações ainda há quem continue a apelidar, hipocritamente, de "ações humanitárias". O tempo julgará, infelizmente, depois de terem sido assassinadas mais de 50.000 pessoas, entre as quais mulheres velhos e crianças e de se ter destruído um dos países mais desenvolvidos de toda a África .   


Nota: às 18:30 acrescento esta frase do blog "o cantigueiro"
"têm arrasado escolas, hospitais, casas particulares, ruas, bairros inteiros... exterminando milhares de inocentes e abrindo caminho ao extraordinário e tão “solidário” negócio multimilionário da “reconstrução”, o segundo negócio mais lucrativo dos fabricantes, negociantes e traficantes de armamentos. Como assistimos na Líbia e na longa lista de intervenções militares americanas que antecederam esta".





8 de setembro de 2011

Democracias? Que democracias?

É preciso descaramento para chamar democracia a este sistema político 

Nem as leis que fazem são cumpridas


A Amnistia Internacional criticou hoje a cumplicidade da União Europeia nos abusos que, os Estados Unidos cometeram com os seus programas de detenção, tortura e transporte ilegal de presumíveis terroristas.
 

Para estas "democracias", terroristas são todos os que não se submetem à ditadura dos EUA. Terroristas são os que defendem a independência dos seus países. São os que se revoltam contra o roubo das matérias-primas que as potências capitalistas praticam. São os que lutam contra a exploração.

A organização de defesa dos direitos humanos considerou que a maioria dos governos se têm mostrado "evasivos" nas investigações sobre as torturas, transferências e prisões secretas na UE para presumíveis terroristas.

"As investigações realizadas a nível nacional foram muito dececionantes e a impunidade prevalece. Uma década depois, a UE continua em silêncio", disse o diretor da secção europeia da Amnistia Internacional, Nicolas Beger.
Apenas a Polónia realizou uma investigação criminal sobre a alegada existência de uma prisão secreta da CIA, o que resultou no reconhecimento de duas vítimas.
De acordo com Beger, "os países da UE agiram em cumplicidade com os programas de tortura e de detenção ilegal norte-americanos".
A Amnistia Internacional pede à actual presidência polaca da UE para que aja no sentido de que sejam investigados os abusos de que terão sido cúmplices alguns governos europeus.

7 de setembro de 2011

NATO - Organização Terrorista

Atenção! O representante da maior organização terrorista, vem a Portugal


O Secretário-Geral da Nato estará amanhã, 8 de Setembro, em Portugal. A NATO e a CIA, são responsáveis por inúmeros crimes cometidos contra povos, países e estados soberanos. Apoiam ditadores que servem o Imperialismo e o saque das riquesas dos países, derrubam governos populares, como o de Allende, invadem paises como as recentes agressões à Líbia, a invasão e ocupação do Iraque, a continuação da ocupação militar do Afeganistão, a amputação da Sérvia da sua Província do Kosovo. 


Apesar da nossa constituição, defender a extinção da NATO, o Governo português, acolheu há um ano, a cimeira desta organização, realizada em Lisboa. Nas ruas, dezenas de milhares de cidadãos, convocados pela Campanha “ Paz sim, Nato não! “, afirmaram alto a sua oposição às políticas belicistas da NATO. Em todo o mundo alastra o repúdio à NATO e aos seus crimes contra a humanidade.




Novamente a NATO é recebida em Portugal. O Governo (PSD, CDS) na continuidade das medidas aprovadas pelo PS, humilha os portugueses com a perda de soberania dos direitos e interesses económicos e sociais, dos trabalhadores e do povo.


Para a Saúde não há dinheiro, mas para apoiar as guerras e participar na NATO, o Governo gasta o que for preciso.


A CGTP-IN emitiu um comunicado de apelo aos trabalhadores e ao povo português para que expressem o seu veemente protesto e repúdio por esta visita, exigindo o fim imediato da participação de forças militares portuguesas em operações da NATO e ainda à continuada mobilização do movimento sindical e das populações na luta contra o militarismo, pela paz, amizade e cooperação entre os povos, pela justiça e progresso social. 





24 de agosto de 2011

A ponta do iceberg

Este foi emprestado pelo As Palavras são Armas

Paquistão, Líbia, Havai, Somália... e tudo o que está escondido, pelos Morte Americanos, mesmo no seu próprio país.