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9 de novembro de 2015

Sai PSD/CDS ficam os seus publicistas

Uma das tarefas prioritárias:
Desmascarar os que há anos manipulam as consciências, desinformam, mentem e têm conseguido enganar.

Apesar das mentiras e manipulações foi conseguido o resultado das eleições que permitiu eleger uma maioria de deputados que se recusa a continuar a política do PSD/CDS que arruinou o país. Apesar das vergonhosas campanhas e chantagens tão difundidas na Comunicação Social, foi conseguido o acordo para viabilizar um governo do PS que se compromete a romper com a já extenuante política de direita. Agora é preciso, é urgente, curar a peste que as forças reacionárias propagaram nos órgãos de comunicação social, em especial na Televisão. Comentadores, cronistas e politólogos, ao serviço dos interesses que arruinaram o país e, com isso bem se governaram, transmitem todos o pensamento único, mascarado de várias linguagens, sem permitirem o verdadeiro contraditório em igualdade de condições. A generalidade dos meios de comunicação e em especial os privados, propriedade de grandes grupos económicos, foi sistematicamente invadida por gente com opções de classe bem definidas, que servem a ideologia da direita, muitas vezes da extrema direita fascizante. O que deveria ser um instrumento da democracia, de debate onde as opiniões contraditórias se expressassem em igualdade de oportunidades, passou a ser um instrumento de uma ideologia, de uma classe dominante que pretende eternizar o seu domínio para bem explorar e ainda fazer com que os explorados agradeçam a exploração, como lei de divina ou, natural.
A maioria dos meios de comunicação, Televisões em especial, são hoje um instrumento de domínio das consciências, quase sempre pago com o dinheiro dos manipulados.
O papel de informação e formação que os meios de comunicação social deveriam ter inverteu-se para promover a mentira, a desinformação, a "distração" e a deformação.


Diz a Constituição da República que:
"A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão..."
"Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações".
"O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura".
"A estrutura e o funcionamento dos meios de comunicação social do sector público devem salvaguardar a sua independência perante o Governo, a Administração e os demais poderes públicos, bem como assegurar a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião."
É isto que se impõe.

5 de outubro de 2015

Resultados das eleições legislativas

Resultados... e o que vem a seguir.
Um balanço muito provisório

Nesta noite de insónias e do Aniversário da Implantação da República, todos os olhares se voltaram para a Televisão. Não para ver ou ouvir o Presidente da República que está muito ocupado, coitado, mas para ver e ouvir o que a Televisão, nos informava no meio de muito lixo tóxico. Como é habitual, manteve a sua estratégia de diminuir a esquerda continuando a lamber as botas da direita. São assim os Jornalistas que temos. Aproveitaram ou atrasaram a divulgação dos resultados onde a esquerda tem sempre mais votos, como é o caso de Lisboa, Setúbal e outros para, face aos resultados que chegavam das zonas mais conservadoras, manipular e esconder a vitória dos partidos de esquerda. Esta só viria a ser mais expressiva a altas horas da madrugada, com a maioria das pessoas a dormir.

O papel do "Quarto Poder"

A comunicação social conhecida como o Quarto Poder, acima dos poderes democráticos, Legislativo, Executivo e Judiciário, foi por isso, há muito “privatizada”, comprada pelos grandes grupos financeiros. Quarto poder que exerce a sua ditatorial função, arma do capital financeiro, para desinformar, manipular e enganar os menos atentos.
Foi esse poder, antidemocrático, que impôs que na Televisão em canal aberto, apenas se fizesse um debate entre Passos e Costa, esquecendo os outros. Foi esse poder ditatorial que impôs que nas primeiras páginas dos jornais só esses aparecessem. Foi esse quarto poder, face do poder do dinheiro, que levou jornalistas a escrever milhares de palavras, que desviaram a campanha para questões fúteis, esquecendo o fundamental e, fizeram dela um jogo de futebol, entre PAF(PSD/CDS) e o PS.

A bipolarização forçada

Assim construíram uma brutal bipolarização, fazendo crer a muita gente que só havia dois contendores, curiosamente, ambos com a mesma política: A direita, (direita do PSD/CDS) e a "esquerda" PS com a sua tradicional política de direita. Esse prato de lentilhas foi temperado com a falsa ideia de "voto útil" que Costa reconheceu que não foi suficiente para que o PS ultrapassasse o PAF.
Na realidade todos esses truques e armadilhas da Comunicação Social e Televisão não conseguiram evitar a subida dos partidos de esquerda e a descida dos partidos da direita. Mais uma vez a Comunicação Social levou a noite toda a tentar esconder isso e a continuar a intoxicar os cérebros menos defendidos.


Já hoje de madrugada procurei as declarações dos partidos. Do PS achei estranho que na sua página na Internet - Notícias e Diário da Campanha nada se refira aos resultados das eleições e nem sequer o discurso de Costa. Nada de oficial encontrei. Registei do que ouvi Costa dizer, que o PS só pode queixar-se de si próprio e não vale a pena atirar culpas à esquerda e à comunicação social [que o serviu muito bem, digo eu] quando nem o desesperado apelo ao «voto útil» lhe valeu!. Desesperado apelo que a Comunicação Social tanto se esmerou a ampliar para que votos de esquerda fossem para o PS. Certamente tal esforço desesperado alguns resultados teve. Certamente muitos votos de esquerda de pessoas, ideologicamente mais débeis ou enganadas pelo "voto útil", foram desperdiçados no PS mostrando aquilo que a CDU vem tentando alertar: Votos úteis são apenas aqueles que não atraiçoam.

Objectivos e a realidade

Jerónimo de Sousa confirmou: «Não é possível deixar de assinalar que este resultado foi construído sob uma intensa campanha ideológica e de condicionamento eleitoral, de chantagem e medo».
Disse ainda: «a CDU reafirma a convicção de que a política patriótica e de esquerda que propomos para enfrentar e vencer os problemas nacionais, emergirá nos próximos tempos como a única saída e a única resposta para travar o caminho de declínio e empobrecimento a que a política de direita - seja quais forem as arrumações que se vierem a revelar nos próximos dias – quer conduzir o país».
Na realidade, para estas eleições a CDU definiu 3 objectivos: aumentar votos em relação a 2011, subir em percentagem e ter mais deputados
Podemos dizer que foram objectivos modestos mas, como se confirmou, foram objectivos realistas como é timbre do PCP e da CDU. Foi pequeno o avanço, mas foi um avanço.
Para que não se prolongue o sofrimento do povo e não se acentue o declínio do País talvez fosse bom sermos mais ambiciosos. Para isso, é sobretudo preciso vencer este “quarto poder” antidemocrático, o monstro em que se está a tornar a Comunicação Social e que impede o povo de reflectir livremente sem preconceitos, medos e chantagens.

A possível maioria de esquerda

Passadas estas eleições, António Costa, vencido e, ao contrário do que o BE e PCP já disseram, parece querer entregar-se, (se não era essa a intenção) nas mãos da direita, admitindo deixar passar o governo do PSD/CDS.
Esta doença dos partidos chamados do "arco da governação" é incurável e faz com que António Costa, que durante a campanha várias vezes insistiu em que a direita não tinha com quem dialogar, e que o PS tinha, vá dialogar com a direita esquecendo os partidos em ascensão, BE e PCP-PEV.
Não deixemos que nos iludam. Recordemos que PS, CDU, BE, representam mais de 50% dos eleitores e a maioria na Assembleia da República. As soluções estão agora nas mão do PS que, se quiser fazer uma política de ruptura com a direita, como chegou a prometer, tem a oportunidade de não viabilizar um governo de direita e enveredar por uma política que possa ter o apoio da esquerda. O resto se verá.

8 de agosto de 2015

Cenoura murcha

A história do burro e da cenoura revisitada

O comunicado do Sindicato dos Médicos, com o título acima começa assim:
"Não é difícil ver quem se pretende que seja o burro nesta história"

"Os médicos de família já estão no limite da sua capacidade de oferecerem cuidados de qualidade aos seus doentes.


Segundo informações nos jornais, Paulo Macedo quer dar mais dinheiro aos médicos, cerca de 350 euros líquidos, para que aceitem alargar as suas listas de utentes. Isso significa que os médicos de família que estão já sobrecarregados venham a ter entre mais de 2300 a 2800 doentes para atender. Significa ainda que as consultas que se exigem aos médicos não ultrapassem os 15 minutos sejam reduzidas para cerca de metade do tempo. As noticias dizem que o Governo vai avançar com esta medida à revelia dos sindicatos que alertam que os médicos, "a serem iludidos por esta cenoura murcha e desbotada", vão prejudicar qualidade dos cuidados de saúde aos doentes.
As exigências da limitação dos tempos de consulta são uma indignidade quer para utentes que têm direitos, quer para os médicos que devem defender a ética inerente à sua profissão.


Imagem retirada de WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

14 de novembro de 2014

A direita no seu melhor

Corrupção, roubo, fuga ao fisco, lavagem de dinheiro, offshores, etc. Os escândalos sucedem-se a ritmo alucinante.

É assim a direita que sustenta o capitalismo. Capitalismo que, com a voga do neoliberalismo, não olha a meios para atingir o seu fim: o Lucro à custa do que for preciso. É assim o ADN, ou se quiserem de forma mais prosaica, a massa de que são feitos os políticos da direita.  Os políticos do "arco do poder", da troika, dos partidos que nos têm governado há 38 anos. 
38 anos a ser assim governados por responsabilidade de quem vota sem responsabilidade.
Resultado: 38 anos de escândalos, com ricos cada vez mais ricos e pobres, cada vez mais e, mais pobres.



10 de maio de 2012

Os governantes da direita


Mário Lino, jamais

Crescem as evidências acerca da personalidade dos governantes que o PS - e outros da direita - escolhe.
A lista é já extensa e não se refere apenas a um Governo. É a prática constante dos partidos de direita que nos (des)governam há 36 anos. Mário Lino, já envolvido em vários casos crime, é agora confrontado com falsas declarações. O crime em questão é punível com uma pena de até cinco anos de prisão.

Em causa estão depoimentos assinaladas pelo procurador Marques Vidal e que se reportam aos contactos de Mário Lino com o presidente da Refer, Luís Pardal, sobre Manuel Godinho, principal arguido do processo “Face Oculta” e com o próprio sucateiro de Ovar.


Diz o povo que, quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Diz também o povo que, o exemplo vem de cima e quem sai aos seus não degenera. Foi assim que Mário Soares, o patriarca do oportunismo, aquele que disse que em política tudo serve para ganhar «Em política, feio, feio, é perder», começou e não degenerou. O problema do país e dos portugueses é que permitem que alguns ganhem para que todos os outros percam. 
Sabemos que todos os homens têm defeitos, uns mais outros menos, é claro. Mas, quando estes valores negativos são defendidos e estimulados por quem representa uma política, algo está mal que transcende os defeitos individuais. 
Serve bem a consigna "defender os valores de Abril" para que se retome a "revolução interrompida" por estes "senhores". 
Sobre isto, que caracteriza a política de direita, espero brevemente desenvolver mais alguns dados pouco conhecidos.



21 de abril de 2012

Só não vêm quem não quer


Que quer então o Governo e a Troika?
  
Como se verifica, os argumentos da necessidade de reduzir o défice eram e são falsos. Perante os resultados de aumento do défice e da destruição do aparelho de estado, da destruição da nossa economia, pergunta-se:

Que é que a Troika PS+PSD+CDS-PP querem com esta política?
Só não vê quem não quer ou é muito ingénuo. 
A crise do capitalismo está a ser aproveitada para retirar todos os direitos dos trabalhadores, recuando a história para os Séc. XVIII e XIX. 
Quer acabar com o Estado ao serviço do povo para o entregar aos privados contra o povo (explorando-o sempre mais).
Quer acabar com todas as conquistas do 25 de Abril de 1974.
Para o Governo quanto pior for a vida do povo, melhor domina. Lembre-mo-nos da história da rã (ver aqui).


19 de abril de 2012

Resultados da política de direita

Da mentira ao silêncio

O governo, depois de desmascarado, por tantas mentiras, parece estar agora, falho de imaginação e prefere não falar. 
Preparam-se às escondidas mais medidas contra os portugueses. Há fortes indícios de manobras do Relvas com dirigentes e eleitos do PSD e do CDS-PP para levarem por diante a Reforma Administrativa para a eliminação de freguesias e alterações da lei eleitoral. Estas conversas, em segredo, só para "amigos", por vezes estendem-se a alguns eleitos do PS a quem são prometidas algumas compensações de cargos.


No mundo do trabalho, também surgem as mesmas táticas como se depreende pela fraude do Relatório sobre as Indemnizações de despedimentos.
Sabe-se que os governos de direita têm que mentir, pois se falassem verdade não seria fácil convencer a maioria dos portugueses (que não defende, mas que diz defender) para ganhar as eleições. Compete aos trabalhadores mais conscientes, denunciar as mentiras e esclarecer os camaradas para que se saibam defender.
Exemplo:



O PCP confrontou o Primeiro-Ministro com a degradação das condições de vida dos trabalhadores e do povo, com os lucros escandalosos que o grande capital continua a realizar. 
Jerónimo de Sousa classificou como "colapso da mentira e da propaganda" as sucessivas medidas que vão sendo tomadas contrariando tudo o que o governo prometeu.

8 de abril de 2012

O PCP propõe


Urgente! Renegociar a dívida;
Romper com a política de direita;
Pôr o país a produzir.


Ontem, num acto público, o Secretário Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, mostrou como eram correctas as propostas apresentadas pelo PCP, a necessidade imediata de uma política alternativa e apresentou a proposta de urgente renegociação da dívida pública, como única forma de libertar meios financeiros para pôr Portugal a produzir e entrar pelo caminho do crescimento. 

Disse Jerónimo de Sousa: "Há precisamente um ano – face à degradação da situação económica e social e à espiral especulativa que arrasava o país – o PCP propôs, em alternativa, a renegociação imediata da divida pública portuguesa a par de outras medidas que, em ruptura com o rumo ruinoso da política de direita, assegurasse um outro caminho que, não isento de dificuldades, garantiria a inversão da dependência externa no quadro de uma política de promoção da produção nacional, de dinamização do mercado interno e de valorização dos rendimentos do trabalho.




Passado um ano...


Lembrou que "Há precisamente um ano", o PCP alertou e denunciou os perigos que viriam da política de direita, neoliberal, que os partidos PS, PSD e CDS/PP teimavam em prosseguir. "Um ano depois, a situação do país aí está para provar a razão dos alertas, das denúncias e das propostas do PCP", disse Jerónimo de Sousa que concvretizou: "Um ano depois, Portugal está mais endividado e dependente, afundado numa recessão económica sem precedentes traduzida num aumento exponencial do desemprego e do encerramento de empresas, saqueado nos seus recursos e riquezas, marcado por crescentes injustiças e pelo empobrecimento da generalidade da população".


Contra factos...


Como o PCP previra e prevenira esta política serve apenas a especulação financeira, os bancos, "que, depois da construção de lucros milionários alcançados (...) é contemplada com mais de 12 mil milhões de euros em nome da sua recapitalização e beneficiária de mais 35 mil milhões de euros disponibilizados a título de garantias" e ainda os chamados mercados que associados ao BCE e ao FMI vêem garantidos, à conta do empréstimo de 78 mil milhões de euros, um acrescento em juros e comissões superior a 35 mil milhões de euros".

2 de abril de 2012

O 1º de Abril e a verdade

Como se ganham eleições

Procurei nas notícias dos Jornais e Televisão qual a mentira de 1 de Abril e, vi tantas que, fiquei sem saber qual escolher.
Lembrei-me então que nesta nossa "democracia" ganham eleições, não os que têm mais mérito, mas, os que mais mentem e conseguem enganar. Para isso não precisam de esperar pelo 1º de Abril. Mentem todos os dias. Por isso sugiro que o 1 de Abril passe a ser o dia da verdade. Ao menos que haja um dia no ano em que a vergonha recorde que a verdade existe.
  
Onde e em que dias, ouvi isto:

" O IVA, já o referi, não é para subir"
 
"Se vier a ser primeiro-ministro, a minha garantia é que a carga fiscal será canalizada para os impostos sobre o consumo e não sobre o rendimento das pessoas"
 
"Do nosso lado não contem com mais impostos"
 
"Dizer que o PSD quer acabar com o 13º mês é um disparate"
 
"Eu não quero ser primeiro-ministro para proteger os mais ricos"
  
"Quando for preciso apertar o cinto, não fiquem aqueles que têm a barriga maior a desapertá-lo e a folgá-lo"
 
"Tributaremos mais o capital financeiro, com certeza que sim"
 
"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam"
 
"Não quero ser eleito para dar emprego aos amigos"
 
"etc, etc, etc....
 
Que legitimidade para governar pode ter quem ganha eleições por muito mentir?

1 de abril de 2012

Os espertos...

A ética e os valores dos governantes


O Conselho de Doutores da Universidade de Medicina "Semmelweis", de Budapeste, retirou hoje o título de doutor ao Presidente húngaro, Pál Schmitt, por plágio, na sua tese de doutoramento, noticia a agência Efe.
Schmitt, por sua parte, afirmou na quarta-feira, em Seul, onde participa numa cimeira internacional sobre segurança nuclear, que "não pensa" demitir-se, apesar de toda a oposição húngara exigir a sua renúncia, porque o plágio ensombra a honestidade exigida a um chefe de Estado.
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2392016&seccao=Europa


Cá, no nosso Portugal, os tribunais não funcionam, as leis são só para os pobres, Sócrates fez provas ao Domingo, Passos Coelho não precisa de plagiar, porque apenas faz o que lhe mandam e Cavaco também não pensa em demitir-se apesar de todos so escândalos de fraudes e corrupção em que está envolvido. É assim que funciona a direita nesta "Democracia" virtual. 
E, os parvos que votam neles, gostam de ser enganados e fingem que não sabem nada.

30 de março de 2012

Continuam a mentir

Governo sabe há muito que não vai haver recuperação em 2013
  
Banco de Portugal dizia em 2011 que a recessão em 2012 seria de 3,1% e em 2013 haveria recuperação de 0,3%. Agora verifica que a recessão em 2012 já vai em 3,4% e reconhece que em 2013 não vai haver crescimento da nossa economia. Amanhã vem dizer que a recessão vai continuar em 2013.
Daqui a uns meses vêm querer mais austeridade.
Andam a cozer-nos em lume brando e nós a deixarmos. Enquanto formos amolecendo eles vão transferindo o nosso dinheiro para os bancos e para o estrangeiro.
Com esta política só deixarão de nos roubar quando já não pudermos dar mais.

28 de março de 2012

A irracionalidade desta política


Autoestradas portajadas perderam 14 mil viaturas 
por dia


De acordo com a notícia da Lusa:

As antigas SCUT do interior e do sul, portajadas desde 08 de dezembro, perderam quase 14 mil viaturas por dia no último mês de 2011, indica um relatório do Instituto Nacional de Infraestruturas Rodoviárias (INIR).

Segundo o documento, relativo ao movimento nas autoestradas no quarto trimestre de 2011 e divulgado este mês, as quatro concessões perderam, no total, 13.990 viaturas em cada dia do mês de dezembro.

A Via do Infante (A22) movimentou diariamente, em dezembro de 2011, 6.528 viaturas, correspondente a uma quebra, face a 2010, de 48,4 por cento.
  
@Agência Lusa

As auto-estradas perdem movimento de viaturas mas as concessionárias nada perdem.
Quem perde então?
O Estado garante as receitas, mesmo que estas se reduzam.
Perde o Estado e portanto perdem todos os cidadãos.
Perde o país que investiu em auto-estradas que não têm movimento.
Ésta é a política de classe do Governo da direita.
Pagam todos para que os muito ricos possam continuar a ter uma boa vida.
  

Dia da Juventude

Hoje, 28 de Março, Dia Nacional e Mundial da Juventude
Logo após a vitória dos povos sobre o nazi-fascismo, em 10 de Novembro de 1945, a Conferência Mundial da Juventude, reunida em Londres, fundava a Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD), representando mais de 30 milhões de jovens de 63 países de todo o mundo.
Nesse momento foi adoptado um pacto de comprometimento de luta pela paz e pela erradicação de qualquer traço de fascismo da face da terra, bem como de união da juventude progressista e anti-imperialista do mundo. Adoptou-se o dia 28 de Março como Dia Mundial da Juventude.

Juventude que sabe o que quer ..
  
A juventude portuguesa, mesmo sob as difíceis condições do fascismo, aderiu entusiasticamente aos objectivos de luta no mundo e contra o fascismo em Portugal.

25 de março de 2012

Portugal saqueado


PORTUGAL A SAQUE E SALDO


Com este título o Economista Eugénio Rosa publicou mais um dos seus estudos mostrando que "Cada vez mais riqueza produzida em Portugal é apropriada por grupos estrangeiros, ficando menos para os portugueses". É assim a política de direita instalada há 36 anos em Portugal.


Mostra, com dados incontroversos, que o investimento de portugueses no exterior tanto como o de estrangeiros em Portugal, não é, na sua esmagadora maioria, investimento directo produtivo, que crie riqueza e emprego, mas sim, apenas para especulação, para obter juros, mais-valias, etc., ou seja, "lucros fáceis e rápidos".
  
O investimento de portugueses no estrangeiro e de estrangeiros em Portugal.


Em 2011 capitalistas portugueses investiram no estrangeiro, 291.629,3 milhões €. 
O investimento estrangeiro em Portugal gerou uma "divida total bruta do país ao estrangeiro, resultante destes investimentos", que no final de 2011 atingia 468.826,8 milhões €. 
Apenas 18% era investimento directo em Portugal, ou seja com objectivo de aumentar a capacidade produtiva e o emprego. Tudo o resto, na sua esmagadora maioria, foram aplicações financeiras especulativas, para sacar juros, mais-valias, etc., Eugénio Rosa revela que "em apenas 6 anos (2006/2011), foram transferidos para o estrangeiro 111.461 milhões € de rendimentos gerados em Portugal, sendo 20,3%, ou seja, 22.681 milhões de euros, referentes a dividendos e lucros distribuídos, na sua maioria de investimentos directos. Os restantes 79,3%, ou seja, 88.780 milhões de euros de rendimentos resultaram, na sua maioria, de aplicações financeiras", especulativas. Os 111.461 milhões € foram "transferidos directamente para o estrangeiro, a maioria não pagando quaisquer impostos em Portugal". 


O caso do BPN e da EDP


O Estado Português capitalizou o BPN com mais de 500 milhões € e deu um crédito sem juros de 300 milhões €. O BPN, foi vendido a angolanos, a preço de saldo, por 40 milhões €.
A EDP vendida a um grupo chinês que agora, pelo que veio a público, com “rendas excessivas” pagas pelos portugueses, que contribuíram para que a EDP tivesse, em 2011, 1125 milhões € de lucros líquidos, mostra bem a politica de privatizações a saldo de empresas lucrativas que são fundamentais para a nossa economia. 
O Governo está a entregar a grupos económicos estrangeiros, empresas importantes do Estado obrigando os portugueses a pagar mais impostos, para substituir as receitas perdidas.
O roubo do dinheiro produzido pelos trabalhadores em Portugal


Explica Eugénio Rosa que "O PIB (Produto Interno Bruto) corresponde ao valor da riqueza criada anualmente no país. O RNB (Rendimento Nacional Bruto) corresponde à riqueza que, em cada ano, fica no país...". "Em 1995, o PIB era superior ao RNB em 175,9 milhões €, portanto Portugal recebia mais do estrangeiro do que transferia para o exterior. Em 1996, com a entrada na União Europeia, a situação inverteu-se e Portugal começou a transferir para o exterior mais do que recebe". 
Em 2011, Portugal transferiu para o exterior mais 6.083,5 milhões € do que recebeu do estrangeiro, o que provocou que o valor produzido no país tenha atingido 171.112 milhões €, mas o valor que ficou em Portugal tenha sido apenas de 165.028,5 milhões €. 
Como mostra o Estudo, em 2011, 1.251 € foi o que cada trabalhador foi obrigado a transferir para o estrangeiro para cobrir o saldo negativo, gerado pela riqueza que produziu em Portugal e que os capitalistas levaram para o estrangeiro. 

18 de março de 2012

A corrupção em Portugal (6)

A história do BPN é exemplar
  
A direita, PSD e CDS, e Presidente da República Cavaco Silva, evitam falar do BPN. O PS com "rabos de palha" não se atreve a exigir a punição dos corruptos. Contudo o BPN já levou aos portugueses muitos milhares de milhões de euros.

Nunca em Portugal houve fraude de tamanha dimensão!
Quem está envolvido nela?
Tudo gente que anda à volta dos partidos da direita e em especial do PSD.

A propósito do debate sobre as propostas de lei contra a corrupção, hoje abordarei a história do BPN. 
  
Tem sido apresentado como real o número de 9.710.600.000,00 € valor da fraude do BPN que estamos a pagar.

Para os trabalhadores, sacrifícios...

Ao povo e trabalhadores pedem-se sacrifícios. Os que os pedem são aqueles que, com a sua política, causaram os problemas em que Portugal se encontra. 

Privatizar e "desprivatizar" para o Estado pagar

Os Bancos Nacionalizados foram Privatizados. Agora, os prejuízos,  são nacionalizados para sacar mais dinheiro aos portugueses. A nacionalização já custou 2.400 milhões de euros e pode ultrapassar os 8.000 milhões de euros, pagos por todos os portugueses. 

  
O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD 
   
Mais um covil do capitalismo financeiro para proporcionar "colocações" para ex-ministros e secretários de Estado sociais-democratas. O homem forte do banco era José de Oliveira e Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. Assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo Banco Europeu de Investimentos e pelo Finibanco.

A "social democracia"...

O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva.

Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo de Santana Lopes) foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.

O "social-democrata" polivalente

Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por três milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.

O Estado português vendeu o BPN ao desbarato, por 40 milhões ao BIC e os contribuintes portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores.

Negócios entre amigos com o dinheiro dos portugueses

O BIC é dirigido por Mira Amaral, ministro nos três governos de Cavaco Silva e um dos mais famosos pensionistas de Portugal, com uma reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD.

Cavaco Silva e a filha compraram 255.018 acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de 140%, mais de 350 mil euros.

A ditadura capitalista serve um bando no poder à custa da maioria que trabalha

Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN. A vivenda de Cavaco Silva resultou de uma permuta efectuada em 1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também seu vizinho no aldeamento. Tudo gente fina. 
Nesta "democracia" o povo é roubado e, vergonhosamente enganado, continua a votar nos ladrões. 

17 de março de 2012

Corrupção em Portugal (5)

As "artimanhas" do PS para que não se aprovasse a Lei contra a corrupção

Em alguns comentários neste blogue, houve quem defendesse as "desculpas esfarrapadas" do PS que também foram em parte defendidas pelos partidos de direita, PSD e CDS-PP-
Aconselho a revisão dos debates da Assembleia da República a esse propósito. Creio que os vídeos abaixo são esclarecedores.

16 de março de 2012

Corrupção em Portugal (4)


O exemplo da Argentina

Falei da Islândia, país da União Europeia, e agora vou referir uma outra situação com a qual devemos também aprender, para não cairmos nas patranhas que os políticos da direita no Governo e os comentadores contratados para abanar a cabeça (num movimento vertical de baixo para cima e de cima para baixo), vão dizendo.

Para não ter que inventar o que já está inventado, adaptei o escrito (aqui), com a devida vénia.

- O Leitor pensa que as receitas do FMI e das Troikas são a única possibilidade para sair da crise?
- O Leitor pensa que, não aceitar o que quer a Troika, significa a exclusão dos mercados?
- O Leitor acha que a solução está num Estado mais pobre, nos cortes dos serviços sociais?
- O Leitor julga que devemos fazer tudo o que os bancos querem, porque eles é que têm o dinheiro?
- O Leitor pensa que certas coisas funcionam só na Islândia porque é pequena e tem vulcões?
- O Leitor acha a recessão e "austeridade" um mal necessário?
- O Leitor acredita que não há Alternativa?
Mas porque é que o Leitor pensa coisas destas?
  
Vejamos o que nos escondem a Televisão e Jornais:
  
Argentina: depressão, rebelião, retoma

Entre 1998 e 2002, a Argentina enfrentou a pior crise económica da sua história.

A economia mergulhou numa recessão e numa depressão em larga escala. 
O desemprego tinha ultrapassado os 25%.
  
Viam-se dezenas de milhares de profissionais da classe média em fila para o pão ou uma sopa, a pouca distância do palácio presidencial. 
Centenas de milhares de trabalhadores desempregados, os "piqueteros", bloqueavam as estradas principais e alguns assaltavam os comboios carregados de animais e grãos que iam para o estrangeiro. 
O País fortemente endividado e as pessoas profundamente empobrecidas. 
O descontentamento popular estava à beira de provocar uma revolução.
  
O Presidente Fernando De La Rua foi deposto em 2001. 
Até ao final de 2002, centenas de fábricas falidas foram ocupadas e geridas pelos trabalhadores.
  
A Argentina estava, impossibilitada a  pagar a dívida contraída e os elevados juros exigidos.
  
No início de 2003, Nestor Kirchner foi eleito Presidente no meio da crise. Começou por rejeitar as pressões externas que pretendiam o pagamento da dívida e a austeridade.  
Ao contrário das pressões do "mercados" e do FMI, Kirchner inaugurou uma série de programas de emergência para o sector público. Autorizou o pagamento de um subsídio para os trabalhadores desempregados (150 pesos por mês) para atender as necessidades básicas de cerca de metade da força-trabalho. 


Argentina: a crise antes, o crescimento depois

As vitórias eleitorais de Kirchner e Fernandez foram o reflexo do "estado social capitalista" que após 30 anos de exploração neoliberal e regimes servos dos americanos, e do FMI, deixaram o país na miséria.
  
Kirchner/Fernandez declararam a impossibilidade de pagamento da dívida. Contrapôs-se uma moratória, nacionalizaram-se os fundos de pensões e muitas empresas anteriormente privatizadas. Assim o Estado pôde expandir os investimentos públicos e favorecer o consumo, com a intenção de conseguir a recuperação económica. Uma vez livre do FMI, a Argentina passou duma fase de recessão para um crescimento do PIB de 8%. 


Comparações

A economia argentina cresceu cerca de 90% entre 2003 e 2011.
A recuperação tem sido acompanhada por programas vocacionados para a redução da pobreza. A percentagem dos Argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza desceu de 50% em 2001 para menos de 15% em 2011. Em contraste, a pobreza nos Estados Unidos, aumentou de 12% para 17% na mesma década e continua a subir. 
  
Os Estados Unidos tornaram-se o País com a maior desigualdade na área da OCDE, com 1% da população que detém 40% da riqueza nacional. 
As desigualdades na Argentina foram reduzidas para metade.
  
Na Argentina, os níveis de rendimento das pessoas empregadas aumentaram 50% na última década, enquanto nos EUA caíram cerca de 10%. 
  
Na Argentina o protesto das massas populares obrigou a um repúdio da dívida, ao abandono das medidas do FMI e a um maior cuidado com as faixas sociais mais desfavorecidas.
Nos Estados Unidos os eleitores votaram num Presidente ao serviço de Wall Street. 
Os resultados estão à vista!


Os Profetas da "Austeridade" e da desgraça.

O rumo seguido pela Argentina, foi ao contrário de todas as "recomendações" do FMI (e Troikas), dos gurus financeiros e dos apoiantes políticos deles, os comentadores de serviço na Televisão.
  
A imprensa económica já tinha profetizado uma Argentina fora dos mercados financeiros e económicos (segundo a equação: Não pagas a tua dívida? = Ninguém vai vender-te mais nada), contudo o que sucedeu foi exactamente o contrário




Conclusão: 
O FMI e as Troikas, são incompetentes? Não! Eles são é oportunistas exploradores que ganham o dinheiro dos povos com os juros do que emprestam. Por isso, interessa-lhes que os países estejam dependentes deles para terem que pedir dinheiro emprestado. Ora, um país que se desenvolva, não precisa de recorrer aos pedidos de "ajuda" e eles perdem o "cliente" e perdem os elevados juros que ganham.
Os políticos que nos amarraram à Troika, PS, PSD e CDS, perdem "os favores e as benesses" dos seus financiadores, os bancos e banqueiros. 
Só não vê quem não quer.

14 de março de 2012

Corrupção em Portugal (2)


A ditadura capitalista instala-se no poder, faz as leis, domina a Justiça em Portugal 

Na continuação das denúncias de corrupção em Portugal, advogados e fiscalistas mostram como a direita se serve das leis feitas pelos seus deputados do PS, PSD e CDS para proteger os corruptos desses partidos. 

Os jornalistas sem ética, escondem que os partidos não são todos iguais tal como os políticos não são todos corruptos. Preferem apontar a responsabilidade para “todos” para não terem que apontar os verdadeiros responsáveis.
Essa é uma forma de "branquear" os sujos. 



Como já referi, em 15 de Fevereiro de 2007, o Grupo Parlamentar do PCP, apresentou na Assembleia da República uma proposta para criminalizar o enriquecimento ilícito. Essa proposta tem sido sistemáticamente reprovada pelo PS, pelo PSD e CDS-PP.
Em 23 de Fevereiro de 2008, esse projecto teve os votos contra do PS, do PSD e do CDS-PP.
Em 8 de Abril de 2009, o PCP insistiu na proposta, e apresentou nova iniciativa que, foi de novo rejeitada, desta vez apenas com os votos contra do PS e as abstenções do PSD e do CDS-PP. 
Em 2 de Novembro de 2009 o PCP apresentou nova proposta que em 10 de Dezembro de 2009 foi rejeitada com os votos contra do PS e do CDS-PP.


Em 13 de Janeiro de 2011, o PCP retomou o projecto de lei de crime de enriquecimento ilícito, mas a dissolução da Assembleia da República que entretanto ocorreu não permitiu o agendamento dessa iniciativa.

Em 12 Julho de 2011, o PCP retoma a proposta uma vez que com a nova composição da AR e as declarações dos vários partidos, tudo indicaria que desta vez fosse aprovada. Entretanto os restantes partidos (excepto o PS) apresentaram também propostas suas. 
Os diplomas foram aprovados na generalidade em 23 de Outubro de 2011, com os votos favoráveis dos partidos subscritores, à excepção do CDS/PP (que se absteve nos textos do PCP e do BE), bem como do PS que votou contra todos.
Desde então muitas cambalhotas têm dado o PS, e depois  de muitos ajustes, lá foi aprovada a lei, com muitos condicionamentos, mas sem o acordo do PS. 
O diploma foi aprovado na Assembleia da República a 10 de fevereiro, com os votos contra do PS. A lei foi enviada ao Presidente da República que resolveu não a promulgar sem primeiro ouvir o Tribunal Constitucional, conforme comentei no passado dia 10 (ver aqui).

13 de março de 2012

Corrupção em Portugal (1)

A ditadura capitalista instala-se no poder, faz as leis, domina a Justiça em Portugal 

A SIC entrevistou advogados e fiscalistas que mostram como uma minoria se serve das leis feitas pelos seus apaniguados para proteger a corrupção. 

É pena que a censura em Portugal, e o silenciamento das ações do PCP, impeça os jornalistas de dizer que este Partido, o PCP, desde 2007 que todos os anos apresenta na Assembleia da República propostas de lei contra a Corrupção e são “chumbadas” pelos partidos de direita PS, PSD e CDS-PP.



Os jornalistas preferem dizer que a responsabilidade é de “todos” os partidos, ou “dos políticos”, para não terem que “chamar os bois pelos nomes” e mostrar que são o PS, o PSD e o CDS os verdadeiros responsáveis, tal como os corruptos em Portugal são desses partidos. 

Foi em 15 de Fevereiro de 2007 que o Grupo Parlamentar do PCP apresentou pela primeira vez na Assembleia da República uma proposta visando criminalizar o enriquecimento ilícito. Foi uma

27 de fevereiro de 2012

Política de classe, do governo


Aumento disfarçado do IRS e das taxas de retenção


A taxa retenção de IRS, e consequentemente, esse imposto, tem grandes aumentos em 2012. Estes aumentos do imposto afetam todos os trabalhadores e ainda mais quem tem rendimentos mais baixos. 

No seu último estudo, o economista Eugénio Rosa, revela que no Orçamento para 2012, estão várias "medidas introduzidas à socapa pelo governo", o que faz aumentar a taxa de retenção de IRS este ano.

Facto também lamentável é que as famílias com mais filhos, vão passar a pagar mais IRS, em contradição com os apelos aos portugueses para aumentar o número de filhos. 
   
"O confisco pelo governo do subsidio de ferias e do Natal" e a redução do rendimento disponivel dos pensionistas, a "redução da dedução especifica que diminui de 6000 euros para 4190 euros" e a redução de “beneficios fiscais” nas despesas de saúde e da habitação, aumentam a carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho e sobre as pensões e agravam a penalização dos rendimentos mais baixos sujeitos a IRS. 

A política de classe, da direita, revela-se também nestes pormenores. Os mais pobres pagam mais, os de maiores rendimentos, pagam menos. 

A demonstração destes factos pode ser vista em:  http://www.eugeniorosa.com/