As liberdades e os direitos humanos nos EUA
A série de artigos aqui publicados, Direitos Humanos nos EUA, revela uma realidade que não é divulgada na comunicação social em Portugal e na maioria dos paises em que os grandes grupos económicos controlam. (ver também aqui) e (aqui). Com a acentuação da crise do capitalismo, Obama tem deixado cair o disfarce e mostra a sua natureza de servidor do sistema, de poder dos grandes capitalistas sem pátria.
A recente passagem do 10º aniversário da inauguração da Prisão e Campo de Tortura de Guantanamo, é um exemplo entre muitos, da falsidade das promessas de Obama.
A censura na Internet
No próximo dia 24 o Senado norte americano vai votar uma lei que autoriza o Governo a criminalizar qualquer Web cujo conteúdo seja considerado ilegal ou perigoso. De acordo com o texto, a simples colocação de um artigo numa rede social pode motivar a intervenção da Justiça de Washington.
A lei, será de aplicação mundial. Por outras palavras, se uma Web europeia, asiática ou africana publicar algo que as autoridades norte-americanas considerem «perigoso», pode ser bloqueada nos EUA por decisão da Justiça de Obama.
A Constituição Americana tornada sem valor
A Lei da Autorização da Segurança Nacional, aprovada, sobrepôe-se à Constituição do país.
Com pretexto no "terrorismo" Obama elimina liberdades fundamentais e muitos dos Direitos Humanos. A partir de agora, qualquer cidadão sobre o qual pese a simples suspeita de ligações com «o terrorismo» pode ser preso por tempo ilimitado e, eventualmente submetido à tortura no âmbito de outra lei aprovada pelo Congresso.
Leis de Hitler inspiram a política dos EUA
Michel Chossudovsky lembrou a semelhança destas leis com as que Hitler produziu para justificar a persiguição dos Judeus e Comunistas, em 1933, após o incêndio do Reichstag.
Conforme referido ontem, aqui, Obama justificou há dias o Orçamento de Defesa, pela necessidade de os EUA manterem a hegemonia no planeta. O Pentágono é agora dirigido pelo ex-director da CIA.
A fascização das Forças Armadas é cada vez mais acentuada.
Os EUA deixaram de ser um país democrático
A partir da derrota dos países socialistas do Leste da Europa, há 20 anos, os EUA passaram, descaradamente, a mostrar a sua verdadeira face, aumentando domínio e a exploração de muitos povos do mundo.
Observadores internacionais cada vez mais reconhecem a falta de democracia na América do Norte.
Chossudovsky vai mais longe ao mostrar que nos EUA se acentua a tendência para «um Estado totalitário militar com traje civil».
Estas realidades são silenciadas pela comunicação social, controlada pelos grandes grupos económicos.
C de Comunicar, C de Conversar, C de Comentar, C de Criticar, C de Conhecer, C de... Cultura
Mostrar mensagens com a etiqueta EUA. Mostrar todas as mensagens
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13 de janeiro de 2012
2 de dezembro de 2011
Os Direitos Humanos nos EUA (4)
Sobre os direitos económicos e sociais
Continuando a recolha de informações contida no relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA, iniciado no separador "Cortes e Recortes" em 29 de Outubro, publiquei, no mesmo separador, o seu quarto capítulo, voltado para a defesa dos direitos económicos e sociais. (clique aqui).
Continuando a recolha de informações contida no relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA, iniciado no separador "Cortes e Recortes" em 29 de Outubro, publiquei, no mesmo separador, o seu quarto capítulo, voltado para a defesa dos direitos económicos e sociais. (clique aqui).
28 de novembro de 2011
Perigo da escalada agressiva da NATO
Os EUA criam pretextos para o ataque à Síria e Irão
Crise do capitalismo e III Guerra Mundial
Conforme escrevi no separador "Conjecturas" deste blog, a crise do capitalismo poderá provocar atos desesperados do poder financeiro que controla os governos e pretende controlar o mundo. A análise dos factos e as tendências agressivas do imperialismo americano e seus aliados na NATO, agora voltados para a Síria, permite prever essa possibilidade o que poderá trazer consequências muito vastas, tipo Terceira Guerra Mundial.
Em http://c-de.blogspot.com/p/conjecturas.html, justifico essa hipotese.
Os EUA procuram criar pretextos para o ataque à Síria e Irão. O porta-aviões CVN 77 George H. W. Bush foi enviado para a costa da Síria. Há quem admita que se preparam para a criação de uma zona de exclusão aérea tal como na Líbia. A embaixada dos Estados Unidos em Damasco ordenou aos seus cidadãos que saiam do país e Obama retirou seu embaixador Robert Ford. A França admite uma intervenção militar da NATO.
Os objectivos destas potências são o controle das matérias-primas da região, as rotas de transporte de energia e mercadorias, a partilha do mercado, o enfraquecimento da influência económica e política de países da região, privar o povo palestino de um aliado estável na sua luta, abrir caminho para o assalto ao Irão e também reduzir a influência da Rússia e da China na região.
China e Rússia que se opõem a esta agressão, estão a preparar posições e a Rússia enviou já navios de guerra para águas territoriais sírias para dissuadir qualquer ataque.
Note-se que uma intervenção militar imperialista na Síria provocará uma escalada de guerras com consequências imprevisíveis.
Sondagens feitas nos EUA mostram que a maioria dos norte americanos se opõem a uma intervenção militar na Síria, com apenas 12% a favor de qualquer tipo de conflito.
(recolha de informações em várias publicações)
Crise do capitalismo e III Guerra Mundial
Conforme escrevi no separador "Conjecturas" deste blog, a crise do capitalismo poderá provocar atos desesperados do poder financeiro que controla os governos e pretende controlar o mundo. A análise dos factos e as tendências agressivas do imperialismo americano e seus aliados na NATO, agora voltados para a Síria, permite prever essa possibilidade o que poderá trazer consequências muito vastas, tipo Terceira Guerra Mundial.
Em http://c-de.blogspot.com/p/conjecturas.html, justifico essa hipotese.
Os EUA procuram criar pretextos para o ataque à Síria e Irão. O porta-aviões CVN 77 George H. W. Bush foi enviado para a costa da Síria. Há quem admita que se preparam para a criação de uma zona de exclusão aérea tal como na Líbia. A embaixada dos Estados Unidos em Damasco ordenou aos seus cidadãos que saiam do país e Obama retirou seu embaixador Robert Ford. A França admite uma intervenção militar da NATO.
Bombardeamentos humanitários na Líbia
Tal como diz o Partido Comunista Grego KKE, o ataque ao Irão pode exigir atacar primeiro a Síria. Israel está vivamente interessado nesta escalada de guerra que significaria o domínio na região. A Turquia, Arábia Saudita e Jordânia, juntamente com os EUA e a UE, desempenham um papel especialmente reaccionário. Não se pode, também, excluir que através destes países se verifique uma intervenção militar contra a Síria. Os objectivos destas potências são o controle das matérias-primas da região, as rotas de transporte de energia e mercadorias, a partilha do mercado, o enfraquecimento da influência económica e política de países da região, privar o povo palestino de um aliado estável na sua luta, abrir caminho para o assalto ao Irão e também reduzir a influência da Rússia e da China na região.
China e Rússia que se opõem a esta agressão, estão a preparar posições e a Rússia enviou já navios de guerra para águas territoriais sírias para dissuadir qualquer ataque.
Note-se que uma intervenção militar imperialista na Síria provocará uma escalada de guerras com consequências imprevisíveis.
Sondagens feitas nos EUA mostram que a maioria dos norte americanos se opõem a uma intervenção militar na Síria, com apenas 12% a favor de qualquer tipo de conflito.
(recolha de informações em várias publicações)
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26 de novembro de 2011
Gigante com pés de barro
A crise encoberta dos EUA
O Boletim Antecipação Global Europa GEAB é o boletim do Laboratório Europeu de Antecipação Política (LEAP) / Europa 2020 e tem por objectivo analisar a governação no mundo, em especial a governação económica e procurar prever as tendências globais. É publicado em parceria com a fundação holandesa GEFIRA.
Em fevereiro de 2006, a equipe do LEAP/E2020 fez um alerta mundial sobre a iminência de uma crise sistémica global. Desde essa altura, mês após mês, têm vindo a antecipar as diferentes etapas da crise em curso.
O boletim deste mês volta a analisar a economia dos Estados Unidos, uma vez que considera que "é exactamente este país, e não a Grécia, que está no epicentro da crise sistémica global". Informa que a "super-comissão" do Congresso encarregada de reduzir o défice federal dos EUA deverá confessar o seu fracasso. "Cada partido aguça já seus argumentos para despejar o fracasso no outro campo". Comentam os analistas do GEAB que "Barack Obama, à parte os seus sorrisos afectados na televisão (...) contempla passivamente a situação enquanto constata que o Congresso rasgou em pedaços seu grande projecto de plano para o emprego apresentado com fanfarras há apenas dois meses. E não é o anúncio completamente irrealista de uma nova união aduaneira do Pacífico (sem a China) – na véspera da cimeira da APEC em que chineses e americanos se enfrentam cada vez mais duramente – que vai reforçar a sua estatura de chefe de Estado e ainda menos as suas possibilidades de reeleição".

Continuando a citar o GEAB, publicado no dia 16, "Este fracasso previsível da "super-comissão", que apenas reflecte a paralisia total do sistema político federal americano, vai ter consequências imediatas e muito pesadas: uma nova série de degradações da classificação de crédito dos Estados Unidos. A agência chinesa Dagon abriu o fogo confirmando que ia novamente baixar esta nota em caso de fracasso da "super-comissão". Mais uma vez a equipa do GEAB acertou e o desastre das negociações, anunciado dia 21, fez com que os analistas voltassem a prestar atenção aos dados americanos, lembrando que o o gigante tem pés de barro. É sabido que o endividamento privado nos EUA é claramente pior que o da Grécia.
No GEAB conclui-se que "estamos a uma polegada do pânico geral quanto à capacidade dos Estados Unidos para reembolsar a sua dívida de outra forma que não seja com dólares desvalorizados".
Consideram os analistas que "os Estados Unidos continuam a afundar a toda velocidade num endividamento crescente. Para o próximo semestre, Washington prevê emitir US$846 mil milhões de Títulos do Tesouro, ou seja, 35% mais que o ano passado no mesmo período.
Apesar da situação explosiva a Standard & Poor's garantiu que a classificação de crédito dos EUA não se vê afetada pelo fracasso da "super comissão" o que mostra a incoerência das agências de rating.
O antigo presidente director geral da Goldman Sachs, antigo governador de Nova Jersey, principal doador da campanha Obama para 2012, considerado em Agosto último para substituir Tim Geithner no posto de secretário de Estado do Tesouro foi um dos "criadores" de Obama em 2004, e agora também fracassou. Este caso atinge o cerne da relação incestuosa Wall Street / Washington que agora se começa a denunciar.
O Boletim Antecipação Global Europa GEAB é o boletim do Laboratório Europeu de Antecipação Política (LEAP) / Europa 2020 e tem por objectivo analisar a governação no mundo, em especial a governação económica e procurar prever as tendências globais. É publicado em parceria com a fundação holandesa GEFIRA.
Em fevereiro de 2006, a equipe do LEAP/E2020 fez um alerta mundial sobre a iminência de uma crise sistémica global. Desde essa altura, mês após mês, têm vindo a antecipar as diferentes etapas da crise em curso.
O boletim deste mês volta a analisar a economia dos Estados Unidos, uma vez que considera que "é exactamente este país, e não a Grécia, que está no epicentro da crise sistémica global". Informa que a "super-comissão" do Congresso encarregada de reduzir o défice federal dos EUA deverá confessar o seu fracasso. "Cada partido aguça já seus argumentos para despejar o fracasso no outro campo". Comentam os analistas do GEAB que "Barack Obama, à parte os seus sorrisos afectados na televisão (...) contempla passivamente a situação enquanto constata que o Congresso rasgou em pedaços seu grande projecto de plano para o emprego apresentado com fanfarras há apenas dois meses. E não é o anúncio completamente irrealista de uma nova união aduaneira do Pacífico (sem a China) – na véspera da cimeira da APEC em que chineses e americanos se enfrentam cada vez mais duramente – que vai reforçar a sua estatura de chefe de Estado e ainda menos as suas possibilidades de reeleição".

Continuando a citar o GEAB, publicado no dia 16, "Este fracasso previsível da "super-comissão", que apenas reflecte a paralisia total do sistema político federal americano, vai ter consequências imediatas e muito pesadas: uma nova série de degradações da classificação de crédito dos Estados Unidos. A agência chinesa Dagon abriu o fogo confirmando que ia novamente baixar esta nota em caso de fracasso da "super-comissão". Mais uma vez a equipa do GEAB acertou e o desastre das negociações, anunciado dia 21, fez com que os analistas voltassem a prestar atenção aos dados americanos, lembrando que o o gigante tem pés de barro. É sabido que o endividamento privado nos EUA é claramente pior que o da Grécia.
No GEAB conclui-se que "estamos a uma polegada do pânico geral quanto à capacidade dos Estados Unidos para reembolsar a sua dívida de outra forma que não seja com dólares desvalorizados".
Consideram os analistas que "os Estados Unidos continuam a afundar a toda velocidade num endividamento crescente. Para o próximo semestre, Washington prevê emitir US$846 mil milhões de Títulos do Tesouro, ou seja, 35% mais que o ano passado no mesmo período.
Apesar da situação explosiva a Standard & Poor's garantiu que a classificação de crédito dos EUA não se vê afetada pelo fracasso da "super comissão" o que mostra a incoerência das agências de rating.
O antigo presidente director geral da Goldman Sachs, antigo governador de Nova Jersey, principal doador da campanha Obama para 2012, considerado em Agosto último para substituir Tim Geithner no posto de secretário de Estado do Tesouro foi um dos "criadores" de Obama em 2004, e agora também fracassou. Este caso atinge o cerne da relação incestuosa Wall Street / Washington que agora se começa a denunciar.
20 de novembro de 2011
Os Direitos Humanos nos EUA
As violações dos direitos humanos cometidas pelos departamentos judiciários e policiais dos EUA
Ver no separador "cortes e recortes" (Clique aqui)
Ver no separador "cortes e recortes" (Clique aqui)
10 de novembro de 2011
Registo dos Direitos Humanos nos EUA
Sobre os direitos civis e políticos (segunda parte)
Em "Cortes e recortes" foi publicada a segunda parte do relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA.
Aí se constata que "Nos Estados Unidos, o governo restringe e viola gravemente os direitos políticos e civis dos cidadãos."
Em "Cortes e recortes" foi publicada a segunda parte do relatório sobre os Direitos Humanos nos EUA.
Aí se constata que "Nos Estados Unidos, o governo restringe e viola gravemente os direitos políticos e civis dos cidadãos."
1 de novembro de 2011
Crise do capitalismo
Do blog Olhar à esquerda, retirei este fragmento de um texto de Juvenal que aconselho a ler:
O PADRASTO DA CRISE INTERNACIONAL
Já todos percebemos que a dramática crise que estamos a viver, é provocada pelo sistema bancário e pelas dívidas soberanas.
... na sua origem está uma golpada do Sistema Capitalista, proporcionada pelo sistema bancário americano.
Se é verdade que a questão do “Sub-prime” foi o detonador da crise, as razões mais profundas são a dívida contabilizada de cerca de 16 triliões de dólares, o passivo que os Estados Unidos têm a descoberto e se calcula na ordem dos 115 Triliões de dólares, mais a parcela de dólares que circula à sorrelfa e se calcula que sejam quatro vezes mais do que as emissões oficiais.
O sistema de emissão da moeda americana, estando na mão de entidades privadas, a celebrada Reserva Federal, tem permitido todas as barbaridades...
Texto completo (aqui)
O PADRASTO DA CRISE INTERNACIONAL
Já todos percebemos que a dramática crise que estamos a viver, é provocada pelo sistema bancário e pelas dívidas soberanas.
... na sua origem está uma golpada do Sistema Capitalista, proporcionada pelo sistema bancário americano.
Se é verdade que a questão do “Sub-prime” foi o detonador da crise, as razões mais profundas são a dívida contabilizada de cerca de 16 triliões de dólares, o passivo que os Estados Unidos têm a descoberto e se calcula na ordem dos 115 Triliões de dólares, mais a parcela de dólares que circula à sorrelfa e se calcula que sejam quatro vezes mais do que as emissões oficiais.
O sistema de emissão da moeda americana, estando na mão de entidades privadas, a celebrada Reserva Federal, tem permitido todas as barbaridades...
Texto completo (aqui)
Palestina membro de pleno direito da UNESCO
Publicidade enganosa
Diz-se que quando há crise de credibilidade, de imagem, ou para vender um produto que não presta, é preciso investir na publicidade.
Foi o que Obama fez no dia da morte de Kadafi, num discurso de vitória em que afirmou que a morte de Kadafi foi um sinal do reforço da liderança do EUA em todo o mundo.
Pois eu diria que há muitos outros sinais, esses sim, bem reais, da perda de credibilidade de Obama e dos EUA.
Registemos dois bem recentes. Há dias foi a votação quase unânime de 186 paises contra o bloqueio que os EUA fazem a Cuba há 50 anos. Ontem foi a votação na Unesco, admitindo a Palestina como membro de pleno direito.
Diz-se que quando há crise de credibilidade, de imagem, ou para vender um produto que não presta, é preciso investir na publicidade.
Foi o que Obama fez no dia da morte de Kadafi, num discurso de vitória em que afirmou que a morte de Kadafi foi um sinal do reforço da liderança do EUA em todo o mundo.
Pois eu diria que há muitos outros sinais, esses sim, bem reais, da perda de credibilidade de Obama e dos EUA.
Registemos dois bem recentes. Há dias foi a votação quase unânime de 186 paises contra o bloqueio que os EUA fazem a Cuba há 50 anos. Ontem foi a votação na Unesco, admitindo a Palestina como membro de pleno direito.
31 de outubro de 2011
UNESCO
A "democracia" dos EUA e de Israel
Os Estados Unidos ameaçaram também que cortariam financiamento à UNESCO caso a organização aceitasse a Palestina como membro de pleno direito.
Os Estados Unidos ameaçaram também que cortariam financiamento à UNESCO caso a organização aceitasse a Palestina como membro de pleno direito.
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29 de outubro de 2011
Direitos Humanos? Que direitos?
China expõe hipocrisia dos EUA em relação aos Direitos Humanos
O Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou seu Relatório por Países sobre Práticas de Direitos Humanos correspondente a 2009, erigindo-se, mais uma vez, em "juiz mundial dos direitos humanos".
Como em outros anos, os documentos estão cheios de acusações sobre a situação dos direitos humanos em mais de 190 países e regiões, inclusive a China. No entanto, é completamente omisso, ignora e inclusive encobre as violações dos direitos humanos em seu próprio território.
Aproveitando estas publicações do Portal O Vermelho, vou colocar no separador "Cortes e recortes" deste blog alguns dados, compilados pelo Conselho de Estado da China, que evidenciam o que é "Democracia" no país das desigualdades.
Para ver mais, (clique aqui)
O Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou seu Relatório por Países sobre Práticas de Direitos Humanos correspondente a 2009, erigindo-se, mais uma vez, em "juiz mundial dos direitos humanos".
Como em outros anos, os documentos estão cheios de acusações sobre a situação dos direitos humanos em mais de 190 países e regiões, inclusive a China. No entanto, é completamente omisso, ignora e inclusive encobre as violações dos direitos humanos em seu próprio território.
Aproveitando estas publicações do Portal O Vermelho, vou colocar no separador "Cortes e recortes" deste blog alguns dados, compilados pelo Conselho de Estado da China, que evidenciam o que é "Democracia" no país das desigualdades.
Para ver mais, (clique aqui)
22 de outubro de 2011
Cinismo e descaramento
Obama: Khadafi e Iraque demonstram liderança americana renovada
O presidente Barack Obama disse que a morte do antigo líder líbio Muammar Khadafi e a retirada militar total das tropas americanas do Iraque até ao final do ano evidenciam a renovada liderança da América no mundo.
«Esta semana, tivemos dois poderosos lembretes do quanto renovámos a liderança Americana no mundo», disse Obama na sua mensagem semanal à rádio.
Para o presidente norte-americano, os sucessos da política externa americana fazem parte de uma história maior.
Diário Digital / Lusa
A política do quero posso e mando
Quando Barack Obama se candidatou a presidente, muitas pessoas tiveram esperança numa nova política de Paz e entendimento com os povos do mundo. Obama foi nomeado Prémio Nobel da Paz. Porém, cedo se verificou que toda a sua campanha foi uma fraude. A base de Guantánamo continua torturando, os soldados estado-unidenses continuam no Iraque e no Afeganistão, sempre com a intensificação dos crimes sobre civis. Os tribunais especiais e militares, prendem, acusam e julgam sem direito a defesa. Os suspeitos são torturados sem provas de qualquer crime. Invadem países soberanos sempre que lhes apetece, como no Paquistão.
A recente a invasão da Líbia, as ameaças ao Irão, à Síria e a todos os povos que não se submetam aos seus interesses mostram a verdadeira face de Obama e da política de norte americana. Apesar de alastrar a fome nos Estados Unidos, das condições de vida do povo estarem a ser degradadas a ponto de gerar revoltas cada vez maiores, os orçamentos militares aumentam, assim como os orçamentos da CIA e de muitas organizações que têm por missão gerar conflitos, dissidências e matar governantes eleitos, nos países alvo da política imperialista americana. As guerras são um negócio que matam e destroem as vidas de muitos milhares de pessoas mas enriquecem grandes corporações.
Fomentar o medo e a agressividade, fazem parte da cultura que desde cedo é incutida às pessoas nos EUA. Desde tenra idade que crianças usam armas e são treinadas para matar.
Nas escolas ensinam que os americanos podem tudo e que são superiores aos outros povos, contudo, vivem cada vez pior.
Pelo discurso de Obama, após a morte de Kadafi, confirmamos o seu lembrete: a "liderança no mundo" foi mais uma vez demonstrada com a guerra na Líbia. Confirmamos também que a história dos EUA é a história dos seus sucessos de guerra, de genocídios, de invasões, de mortes de substituição de governos e de regimes, de apoio a ditadores que sirvam os seus interesses e de morte aos que se lhes opõem.
O presidente Barack Obama disse que a morte do antigo líder líbio Muammar Khadafi e a retirada militar total das tropas americanas do Iraque até ao final do ano evidenciam a renovada liderança da América no mundo.
«Esta semana, tivemos dois poderosos lembretes do quanto renovámos a liderança Americana no mundo», disse Obama na sua mensagem semanal à rádio.
Para o presidente norte-americano, os sucessos da política externa americana fazem parte de uma história maior.
Diário Digital / Lusa
A política do quero posso e mando
Quando Barack Obama se candidatou a presidente, muitas pessoas tiveram esperança numa nova política de Paz e entendimento com os povos do mundo. Obama foi nomeado Prémio Nobel da Paz. Porém, cedo se verificou que toda a sua campanha foi uma fraude. A base de Guantánamo continua torturando, os soldados estado-unidenses continuam no Iraque e no Afeganistão, sempre com a intensificação dos crimes sobre civis. Os tribunais especiais e militares, prendem, acusam e julgam sem direito a defesa. Os suspeitos são torturados sem provas de qualquer crime. Invadem países soberanos sempre que lhes apetece, como no Paquistão.
A recente a invasão da Líbia, as ameaças ao Irão, à Síria e a todos os povos que não se submetam aos seus interesses mostram a verdadeira face de Obama e da política de norte americana. Apesar de alastrar a fome nos Estados Unidos, das condições de vida do povo estarem a ser degradadas a ponto de gerar revoltas cada vez maiores, os orçamentos militares aumentam, assim como os orçamentos da CIA e de muitas organizações que têm por missão gerar conflitos, dissidências e matar governantes eleitos, nos países alvo da política imperialista americana. As guerras são um negócio que matam e destroem as vidas de muitos milhares de pessoas mas enriquecem grandes corporações.
Fomentar o medo e a agressividade, fazem parte da cultura que desde cedo é incutida às pessoas nos EUA. Desde tenra idade que crianças usam armas e são treinadas para matar.
Nas escolas ensinam que os americanos podem tudo e que são superiores aos outros povos, contudo, vivem cada vez pior.
Pelo discurso de Obama, após a morte de Kadafi, confirmamos o seu lembrete: a "liderança no mundo" foi mais uma vez demonstrada com a guerra na Líbia. Confirmamos também que a história dos EUA é a história dos seus sucessos de guerra, de genocídios, de invasões, de mortes de substituição de governos e de regimes, de apoio a ditadores que sirvam os seus interesses e de morte aos que se lhes opõem.
25 de setembro de 2011
As decisões cobardes do Ignobel da Paz
Obama desenvolve o programa de ataques com "drones" na Africa oriental
Os EUA estão a criar um anel de bases de drones armados em todo o Oceano Índico, na África oriental e na península arábica.
Notícia do The Telegraph
Notícia do The Telegraph
Drones é a designação dos aviões não tripulados, telecomandados como o MQ-9 Reaper que entram no espaço aéreo de estados soberanos para bombardear e matar quem os norte americanos queiram. Estão a ser utilizados no Afeganistão, no Paquistão e recentemente na Líbia, sendo responsáveis por muitos milhares de mortes de civis desses países.
24 de setembro de 2011
Obama mata
O ignobel da Paz mata
Obama matou Troy Davis apesar dos apelos que recebeu de todo o mundo incluindo do Papa. Troy Davis, foi há 22 anos condenado sem provas por um dos muitos tribunais fantoches dos EUA peritos em forjar provas ao sabor das conveniências.
Não bastaram os apelos de chefes de Estado de todo o mundo, do Papa, de milhares e milhares de cidadãos do seu País, não bastaram os 22 anos de prisão de um homem que durante a maior parte da sua vida foi torturado com a incerteza da morte a que foi condenado, sem provas, só porque foi acusado, quando tinha 21 anos de idade. Durante os 22 anos Troy Davis lutou para que acreditassem na sua inocência. Obama, assassinou-o friamente. Este assassínio como o de centenas de milhar de mortes que Obama tem causado não são crimes nas leis desta "democracia".
No El País encontrei esta estatistica do país da democraCIA.
Obama matou Troy Davis apesar dos apelos que recebeu de todo o mundo incluindo do Papa. Troy Davis, foi há 22 anos condenado sem provas por um dos muitos tribunais fantoches dos EUA peritos em forjar provas ao sabor das conveniências.
Não bastaram os apelos de chefes de Estado de todo o mundo, do Papa, de milhares e milhares de cidadãos do seu País, não bastaram os 22 anos de prisão de um homem que durante a maior parte da sua vida foi torturado com a incerteza da morte a que foi condenado, sem provas, só porque foi acusado, quando tinha 21 anos de idade. Durante os 22 anos Troy Davis lutou para que acreditassem na sua inocência. Obama, assassinou-o friamente. Este assassínio como o de centenas de milhar de mortes que Obama tem causado não são crimes nas leis desta "democracia".
No El País encontrei esta estatistica do país da democraCIA.
No corredor da morte
21 de setembro de 2011
A censura nas notícias
A comunicação social dominada
Todos os dias vimos exemplos da censura na Comunicação dita Social.
Através de um documento revelado pela Wikileaks o jornal O Público revela mais uma interferência dos EUA (os tais que se afirmam democratas) a restringir a liberdade de informação relativamente à guerra no Iraque. Por aqui se adivinha o que se passa com o Afeganistão, com a Líbia, e todas as outras guerras que os EUA lançam no mundo.
Notícia desenvolvida no separador "Coisas..."
26 de agosto de 2011
Terrorismo "legal" e as ilegalidades
O poder económico, a manipulação dos órgãos de comunicação, e o desrespeito à lei e ao povo português
Apesar das críticas generalizadas, o anterior Governo PS celebrou, em segredo com os EUA, um acordo para cedência dos nossos dados pessoais.
Muitas personalidades do PSD acompanharam as críticas a essa violação dos nossos direitos fundamentais.
Agora o Governo PSD / CDS-PP resolveu agendar, para aprovação na Assembleia da República, já na próxima quarta-feira, dia 31, esse miserável e ilegal acordo de submissão aos EUA. Os chefes mandam o Governo obedece.
É esta a democracia de um governo eleito pelo povo mas que o trai às ordens de outros.
A nossa Comunicação "Social", directamente dependente dos mesmos que mandam no "nosso Governo" obedece às instruções de censura, desvalorizando a defesa dos direitos de privacidade de cada cidadão.
Segundo declarou António Filipe, Deputado do PCP, os dados pessoais no nosso País têm «tutela constitucional expressa», que proíbe a sua «interconexão não autorizada» e garante a sua protecção através de autoridade administrativa independente, no caso a Comissão Nacional de Protecção de Dados.
Daí que, para António Filipe, esta perigosa acção, é uma «violação flagrante de direitos fundamentais constitucionalmente garantidos».
O argumento do "terrorismo" serve para tudo. Serve para formar e apoiar grupos e comandos terroristas, para justificar o combate ao que, alguns, consideram ser terrorismo, retirar as liberdades, reprimir, os que não se submetem aos intereses dos morte-americanos. O argumento da "ajuda" serve para fazer guerras, invadir paises, matar, roubar as matérias primas e explorar os povos. O critério é dos "donos do mundo" e de mais ninguém.
Se os dados fornecidos são para ajudar a luta contra o terrorismo, porquê dar os dados aos maiores terroristas? É dar o oiro a guardar ao bandido.
Apesar das críticas generalizadas, o anterior Governo PS celebrou, em segredo com os EUA, um acordo para cedência dos nossos dados pessoais.
Muitas personalidades do PSD acompanharam as críticas a essa violação dos nossos direitos fundamentais.
Agora o Governo PSD / CDS-PP resolveu agendar, para aprovação na Assembleia da República, já na próxima quarta-feira, dia 31, esse miserável e ilegal acordo de submissão aos EUA. Os chefes mandam o Governo obedece.
É esta a democracia de um governo eleito pelo povo mas que o trai às ordens de outros.
A nossa Comunicação "Social", directamente dependente dos mesmos que mandam no "nosso Governo" obedece às instruções de censura, desvalorizando a defesa dos direitos de privacidade de cada cidadão.
Segundo declarou António Filipe, Deputado do PCP, os dados pessoais no nosso País têm «tutela constitucional expressa», que proíbe a sua «interconexão não autorizada» e garante a sua protecção através de autoridade administrativa independente, no caso a Comissão Nacional de Protecção de Dados.
Daí que, para António Filipe, esta perigosa acção, é uma «violação flagrante de direitos fundamentais constitucionalmente garantidos».
O argumento do "terrorismo" serve para tudo. Serve para formar e apoiar grupos e comandos terroristas, para justificar o combate ao que, alguns, consideram ser terrorismo, retirar as liberdades, reprimir, os que não se submetem aos intereses dos morte-americanos. O argumento da "ajuda" serve para fazer guerras, invadir paises, matar, roubar as matérias primas e explorar os povos. O critério é dos "donos do mundo" e de mais ninguém.
Se os dados fornecidos são para ajudar a luta contra o terrorismo, porquê dar os dados aos maiores terroristas? É dar o oiro a guardar ao bandido.
25 de agosto de 2011
A verdadeira guerra "humanitária"
Cheira a Petróleo
Ao ver este cartoon no blog "Cantigueiro" fiquei, muito, mesmo muito, sensibilizado.
Vi nesta imagem, uma pomba (disse pomba e não bomba!) Obama, digníssimo Nobel da Paz, e os aviões, anjos "guarda costas" do pacificador, vindo de tão longe, atravessar o atlântico, carregado de um ramo de oliveira para, depois de ter defendido as populações da Líbia, vir agora defender o Petróleo da cobiça das Companhias Petrolíferas dos vários países que, atentos, aguardam os despojos de guerra. Obama certamente também atento às notícias de todo o mundo, leu neste blog C de... a notícia publicada hoje, "A verdade é como o Azeite...". Mais sensibilizado fiquei.
24 de agosto de 2011
A farsa da "intervenção humanitária"
Poucas vezes na Historia a desinformação cientificamente montada terá tido tanto êxito em transformar a mentira em verdade, ocultando a agressão a um povo.
O Diário.info publicou uma acusação fundamentada pelos editores do blog. (Ver aqui)
Nota feita às 00:10 de 25/08
Neste mundo movido por interesses muito poderosos, é preciso desconfiar de todas as notícias que nos impingem.
Perante factos, considero importante começar por entender a quem é que interessa o que acontece. Depois julgar se esse interesse é legítimo, e se está de acordo com os nossos valores, a nossa ética.
Nota feita às 00:10 de 25/08
Neste mundo movido por interesses muito poderosos, é preciso desconfiar de todas as notícias que nos impingem.
Perante factos, considero importante começar por entender a quem é que interessa o que acontece. Depois julgar se esse interesse é legítimo, e se está de acordo com os nossos valores, a nossa ética.
A ponta do iceberg
Este foi emprestado pelo As Palavras são Armas
7 de agosto de 2011
6 de agosto de 2011
Hiroshima e Nagazaki há 66 anos
Os Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki foram ataques nucleares ocorridos no final da Segunda Guerra Mundial pelos Estados Unidos da América nos dias 6 e 9 de agosto de 1945 .
Estes bombardeamentos constituíram um massacre por armas de destruição maciça, sobre uma população civil. O número total de mortos estima-se entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki,[4] ...
Ver mais em http://c-de.blogspot.com/p/cortes-e-recortes.html
No Vietnã, agente laranja faz terceira geração de vítimas
Assolado por um confronto que durou cerca de 20 anos, o Vietnã ainda vê em sua população as marcas de uma das guerras mais impactantes do século passado. O conflito, travado pelos Estados Unidos, deixou 2 milhões de inválidos e 300 mil desaparecidos. Os 83 milhões de litros de agente laranja – herbicidas altamente tóxicos – despejados por Washington sobre milhares de hectares do Sudeste Asiático já faz a terceira geração de atingidos no país.
Estes bombardeamentos constituíram um massacre por armas de destruição maciça, sobre uma população civil. O número total de mortos estima-se entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki,[4] ...
Ver mais em http://c-de.blogspot.com/p/cortes-e-recortes.html
A propósito trancrevo um post de hoje no Ponta Esquerda:
No Vietnã, agente laranja faz terceira geração de vítimas
Assolado por um confronto que durou cerca de 20 anos, o Vietnã ainda vê em sua população as marcas de uma das guerras mais impactantes do século passado. O conflito, travado pelos Estados Unidos, deixou 2 milhões de inválidos e 300 mil desaparecidos. Os 83 milhões de litros de agente laranja – herbicidas altamente tóxicos – despejados por Washington sobre milhares de hectares do Sudeste Asiático já faz a terceira geração de atingidos no país.
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