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31 de outubro de 2014

Novamente o desemprego

Governo manipula a informação com os números do desemprego, não conta com a emigração e com milhares de desempregados (de facto) que não entram na contabilidade.

E se em vez de falarem em percentagem falassem em número de postos de trabalho que foram criados? E nos que desapareceram? Esse balanço seria certamente mais concreto.

13 de dezembro de 2012

Perguntas


Idade de reforma

Se aumenta o desemprego, em especial para os jovens, porque é que o governo aumenta a idade de reforma? 
Será para ter velhos a trabalhar e jovens desempregados? 

Tempo de trabalho

Se um em cada cinco trabalhadores, um está no desemprego, porque é que aumentam as horas de trabalho?
Será para ter mais desempregados a receber dos trabalham?

Resposta:

Sábado dia 15 às 15 horas concentração em Alcântara para marchar para o palácio de Belém  Vamos ver se o fantasma que jurou defender a Constituição, manda o Orçamento para o Tribunal Constitucional.

8 de novembro de 2012

Capitalismo e desemprego

Capitalismo - Um sistema que já não serve

Porque é que no capitalismo a evolução da ciência e da tecnologia aumenta a pobreza e o desemprego?

Seria lógico que, à medida que mais se produz com menos custos, menos mão de obra, a humanidade reduzisse o tempo de trabalho e beneficiasse do progresso para que cada trabalhador tivesse mais tempo livre para se instruir, para a cultura para o lazer e para a família.

As máquinas substituem os trabalhadores


A História mostra-nos que, o que se fazia em um mês de trabalho hoje faz-se numa hora ou alguns minutos.

Os meios de produção aperfeiçoam-se de tal forma que a tendência normal é substituir o trabalho humano por máquinas. No entanto, o sistema capitalista, não reduz o horário de trabalho. Pelo contrário, aumenta o desemprego e a exploração dos trabalhadores.

Uma fábrica que quase não precisa de trabalhadores
Máquinas que não ajudam

No limite, quando as máquinas e os robôs fizerem tudo o que for preciso, os donos das máquinas, os capitalistas, não precisam de trabalhadores e o desemprego será total. É um cenário que não se chegará a concretizar pois o capitalismo acabará antes disso. Uma das grandes contradições do sistema capitalista é, justamente, o gerar a pobreza e, com ela, a impossibilidade de vender o que as fábricas produzem. 
As máquinas produzirão mas, estando a quase totalidade da população desempregada, não haverá quem possa comprar o que se produz. 
Esse é o caminho a que estamos já a assistir, pois o capitalismo não usa as máquinas para servir a sociedade mas, apenas, para aumentar o seu lucro, baixar salários e despedir trabalhadores.

O equilíbrio só será restabelecido no socialismo. Quando as máquinas forem da sociedade e servirem todos


Pelo contrário, no socialismo, os meios de produção, as máquinas são de todos, são da sociedade. Os trabalhadores trabalharão apenas o tempo necessário para produzir o que a sociedade precisa, ganhando o mesmo que se trabalhassem as oito horas, pois o "lucro" do trabalho produzido pelas máquinas será dividido pelos trabalhadores (pois todos são donos das máquinas), sem que haja desemprego. A gestão e o controle do sistema será dos trabalhadores, através das suas organizações.



24 de outubro de 2012

Criminosos!

Governo cria o desemprego e reduz os apoios sociais aos desempregados

A CGTP acusou ontem o Governo de "profunda desumanidade" e uma "enormíssima insensibilidade social" ao propor a redução dos subsídios de desemprego.

O Governo pretende baixar o valor mínimo do subsídio, dos atuais 419 euros para 377 euros.


O dinheiro não chega para tudo, dizem alguns. Se não chega é porque o roubaram e querem continuar a roubar para dar aos Bancos. O BPN continua a ser um coio de gatunos.

A fome continua a aumentar em Portugal. É urgente pôr fim ao desastre desta política de direita.


3 de setembro de 2012

Eurodesemprego


O desemprego na zona do euro, em julho atingiu 18 milhões

De acordo com a Eurostat, isso é equivalente a 11,3 por cento da população ativa e a um aumento de 88 mil em relação a junho.

Os números incluem 3,4 milhões de menos de 25 anos, o que significa que a taxa de desemprego nos jovens da Zona Euro, é de 22,6 por cento.



16 de maio de 2012

Desemprego continua a aumentar


Governo finge que não percebe e diz mostrar-se preocupado

O INE (Instituto Nacional de Estatística) revela que o desemprego atingiu os 14,9 %.
O Governo diz que é uma surpresa e uma preocupação. Contudo sabemos que não é surpresa pois tem sido alertado para esse resultado da política de direita que há anos é a opção dos governos da Troika (PS+PSD+CDS-PP). Vejam-se os dados apresentados pelo PCP, na Assembleia nda República que Passos Coelho desmentiu.


Mas o mais grave é que esses números não correspondem à realidade que é muito pior.
A LUSA, como se tivesse descoberto a pólvora, indica que "a taxa de desemprego para Portugal poderia ter disparado para 17,9 por cento" ou, mesmo para 21,5 por cento.
Explica o comunicado da LUSA que "a diferença resulta de, aos 819,3 mil desempregados “oficiais”, a realidade crua da rua associar 202,1 mil inativos disponíveis e 203 mil portugueses em situação de subemprego visível".


A RTP informa que "os cálculos da contabilidade que escapa aos livros do Governo foram feitos esta tarde pela Agência Lusa". Assim o número de desempregados ultrapassou "a barreira do milhão (1.021.400)" ou mesmo "de 1.224.400". 


Há meses a CGTP informou que o número de desempregados tinha ultrapassado o 1.200.000 e recentemente já tinha alertado que era mais de 1.220.000.


O Governo tem sempre desmentido estes números na procura de iludir a realidade.


Os números do Governo são também desmentidos pela Comissão Europeia, que anunciou uma taxa de desemprego para Portugal de 15,3 por cento.

1 de maio de 2012

A irracionalidade do capitalismo (1)


OIT estima em mais de 202 milhões os desempregados em todo o mundo

Entretanto o sistema capitalista que provoca esta situação continua a querer aumentar os horários de trabalho o que por sua vez aumenta o desemprego.


A técnica e a ciência actuais, com a utilização de máquinas e equipamentos modernos, permitem que a produtividade seja muitas vezes superior. Para se produzir o que é necessário, utilizando os meios técnicos actuais, bastariam 4 horas de trabalho por dia. Só um sistema irracional e explorador como o capitalismo leva a que o horário de trabalho se mantenha nas 8 horas e metade dos trabalhadores, não necessários, vá para o desemprego.


É uma "irracionalidade programada" para explorar mais os trabalhadores, criar a miséria social que permite aos grandes capitalistas dominar a vida de quem trabalha e impor as condições de exploração que pretendem.

11 de abril de 2012

Troikas e Baldroikas

Um ano de Troika estrangeira 
37 anos de Troika portuguesa


Destruição da produção nacional
Destuição da agricultura
Destruição das pescas
Destruição das indústrias

Privatização das empresas públicas
Privatização da banca
Privatização dos serviços do Estado
Privatização da economia

37 anos de alternâncias sempre dos mesmos 
37 anos de corrupção, de mentiras de oportunistas
37 anos de PS de PSD e CDS-PP
37 anos a virar o 25 de Abril de pernas para o ar

Ora agoras viras tu ora agora viro eu

37 anos, com pés de veludo, a chupar o sangue da manada.




Um ano de intervenção estrangeira ao serviço dos "mercados".
Um ano a destruir o que restava dos direitos dos trabalhadores
Um ano de mais sacrifícios em nome da "austeridade".
Um ano a roubar nos impostos, nos salários, nos subsídios, nos tempos de descanso.

Tudo isto para quê? Os resultados estão à vista!

Mais desemprego e pobreza
Mais falências de empresas
Mais dívidas ao estrangeiro
Mais retrocesso civilizacional

Quem ganha com tudo isto?

O dinheiro não se evapora! 
Para onde foi?
Quem paga conhecemos bem!
E quem o recebe?

Recebe o Estado que o dá aos bancos, em juros especulativos, em "apoios", (12 mil milhões do empréstimo a Portugal), nos negócios das nacionalizações e privatizações, nos prejuízos do BPN e muitos outros.
Recebe o Estado ao serviço de Governos que o dão aos amigos, aos do BPN, aos das empresas Público Privadas, aos das Concessões das Auto-estradas, aos que compram em Saldo as empresas do Estado, aos administradores das empresas, etc.

4 de abril de 2012

Marinaleda merece reflexão

  
Sim, se quisermos, é possível!


Esta experiência merece ser estudada. Não é a Comuna de Paris, mas tem características que mostram os resultados da coragem e tenacidade de uma população para alcançar a "utopia". O objetivo de uma sociedade de igualdade, fraternidade, solidariedade onde prevalecem os valores humanos. Sim, é possível!
Apesar de ser uma experiência muito limitada, a um município, é de destacar consciência das pessoas que venceram os preconceitos egoístas e retrógrados fomentados ao longo de séculos, e hoje encaram a vida comunitária, colectiva, a solidariedade, como um avanço para uma vida melhor.

Dizem eles (aqui):
- Esta terra é de todos os que a trabalham.
- Há 30 anos era só de um, que dava trabalho apenas a 4 pessoas e só produziam trigo e girassol.
- Apesar de terem muitas oliveiras, o latifundiário nem as tratava nem deixava colher as azeitonas que se estragavam.
- O povo morria à fome e não podia produzir porque [os meios de produção] tudo era propriedade de um.
- Hoje trabalham quatrocentos e produzem riqueza que é distribuida por todos.
Diz um cartaz pintado à mão:

- O Sindicato és tu. Defendendo-o, defendes-te!
Fizeram greve da fome, lutaram várias vezes durante mais de dois meses seguidos, eram repelidos pela Guarda Civil, mas voltavam. Voltavam sempre. Passaram muita fome pois não tinham trabalho.
Conseguiram fazer a Reforma Agrária e defendê-la até hoje. A Terra é de quem a trabalha.
Diz o presidente da Câmara, o Alcaide:
- Hoje a terra e os meios de produção pertencem a todos os trabalhadores.
- Foram 12 anos de lutas, enfrentando as prisões, a Guardia Civil, os tribunais mas, acabamos por vencer.
Em 1991 conseguiram as terras para trabalhar, terras que passaram a produzir e a distribuir mais riqueza dividida igualmente por todos. 

Aqui mesmo ao lado...
no nosso Portugal, a Reforma Agrária permitiu, de igual, forma criar riqueza nas terrras abandonadas do Alentejo. 
É preciso refletir sobre a política que destruiu a nossa Reforma Agrária, não para nos envolvermos em análises intermináveis que nos esgotem as energias, mas para encontrar a forma de erguer, de novo, os valores do 25 de Abril.
Organização, consciência, convicção e firmeza, são indispensáveis. 
Em Marinaleda, os trabalhadores e população, precisaram disso para aguentar uma luta de 12 anos. Conseguiram.

Como testemunham:
- Temos trabalho, para nós e para muitos que vêm de fora. Cada um ganha 47 euros por dia.
- Aqui senti-mo-nos seguros, pois tudo o que criamos é dividido por todos. 
- Quando há menos trabalho cada casal trabalha à vez para que, em cada lar, nunca falte ordenado. Ganham sempre entre 800 a 1000 euros por mês.

Todos a produzir.
- Não precisamos de Polícia, é dinheiro que se poupa. 
Esta ideia de que todos estão ocupados a produzir e a criar riqueza, está bem solidificada nas mentalidades e convicções.
As pessoas para além do que cultivam nas suas terras cultivam também valores humanos, de igualdade, de fraternidade, de solidariedade, de paz, valores do Socialismo, pela educação e cultura.

Democracia, Participação permanentes.
- Tudo é decidido por todos em assembleias da população.
- Assim todos aprendem, assumem a responsabilidade com os erros e todos estão solidários com as decisões.
Como afirmam:
"En una sociedad dividida en clases sociales, en ricos y en pobres, en explotadores y explotados creer que el poder es neutro es una tremenda ingenuidad."
Marinaleda é um oásis num país de desigualdades que sofre com mais de 20% de desemprego e, tal como em Portugal, aumenta a exploração.

Em Portugal...
a nossa Reforma Agrária foi destruída como foram destruidas a agricultura, as pescas e as nossas indústrias. Hoje compramos as coisas no estrangeiro e não produzimos, não criamos riqueza e temos mais de 1 milhão e 200 mil desempregados.
Estudemos esta experiência, com os seus erros e virtudes, com a convição de que é possível viver melhor, se lutarmos por uma sociedade mais justa e, através de um verdadeiro socialismo, alcançarmos a "utopia" da sociedade comunista. 

Para ver o vídeo clique (aqui)

26 de março de 2012

A crise do capitalismo no mundo



Crise económica global: Três anos de percurso

Osvaldo Martinez desmonta a argumentação dos vendedores da ilusão da "retoma económica na Europa e Estados Unidos", «a fantasia social-democrata do capitalismo mau e do capitalismo bom e de que a luta de classes acabou” analisa o "estado de senilidade do capitalismo", a fome, o desemprego e a redução das forças produtivas e aponta pistas para uma análise global económica e social do mundo.

25 de março de 2012

Portugal saqueado


PORTUGAL A SAQUE E SALDO


Com este título o Economista Eugénio Rosa publicou mais um dos seus estudos mostrando que "Cada vez mais riqueza produzida em Portugal é apropriada por grupos estrangeiros, ficando menos para os portugueses". É assim a política de direita instalada há 36 anos em Portugal.


Mostra, com dados incontroversos, que o investimento de portugueses no exterior tanto como o de estrangeiros em Portugal, não é, na sua esmagadora maioria, investimento directo produtivo, que crie riqueza e emprego, mas sim, apenas para especulação, para obter juros, mais-valias, etc., ou seja, "lucros fáceis e rápidos".
  
O investimento de portugueses no estrangeiro e de estrangeiros em Portugal.


Em 2011 capitalistas portugueses investiram no estrangeiro, 291.629,3 milhões €. 
O investimento estrangeiro em Portugal gerou uma "divida total bruta do país ao estrangeiro, resultante destes investimentos", que no final de 2011 atingia 468.826,8 milhões €. 
Apenas 18% era investimento directo em Portugal, ou seja com objectivo de aumentar a capacidade produtiva e o emprego. Tudo o resto, na sua esmagadora maioria, foram aplicações financeiras especulativas, para sacar juros, mais-valias, etc., Eugénio Rosa revela que "em apenas 6 anos (2006/2011), foram transferidos para o estrangeiro 111.461 milhões € de rendimentos gerados em Portugal, sendo 20,3%, ou seja, 22.681 milhões de euros, referentes a dividendos e lucros distribuídos, na sua maioria de investimentos directos. Os restantes 79,3%, ou seja, 88.780 milhões de euros de rendimentos resultaram, na sua maioria, de aplicações financeiras", especulativas. Os 111.461 milhões € foram "transferidos directamente para o estrangeiro, a maioria não pagando quaisquer impostos em Portugal". 


O caso do BPN e da EDP


O Estado Português capitalizou o BPN com mais de 500 milhões € e deu um crédito sem juros de 300 milhões €. O BPN, foi vendido a angolanos, a preço de saldo, por 40 milhões €.
A EDP vendida a um grupo chinês que agora, pelo que veio a público, com “rendas excessivas” pagas pelos portugueses, que contribuíram para que a EDP tivesse, em 2011, 1125 milhões € de lucros líquidos, mostra bem a politica de privatizações a saldo de empresas lucrativas que são fundamentais para a nossa economia. 
O Governo está a entregar a grupos económicos estrangeiros, empresas importantes do Estado obrigando os portugueses a pagar mais impostos, para substituir as receitas perdidas.
O roubo do dinheiro produzido pelos trabalhadores em Portugal


Explica Eugénio Rosa que "O PIB (Produto Interno Bruto) corresponde ao valor da riqueza criada anualmente no país. O RNB (Rendimento Nacional Bruto) corresponde à riqueza que, em cada ano, fica no país...". "Em 1995, o PIB era superior ao RNB em 175,9 milhões €, portanto Portugal recebia mais do estrangeiro do que transferia para o exterior. Em 1996, com a entrada na União Europeia, a situação inverteu-se e Portugal começou a transferir para o exterior mais do que recebe". 
Em 2011, Portugal transferiu para o exterior mais 6.083,5 milhões € do que recebeu do estrangeiro, o que provocou que o valor produzido no país tenha atingido 171.112 milhões €, mas o valor que ficou em Portugal tenha sido apenas de 165.028,5 milhões €. 
Como mostra o Estudo, em 2011, 1.251 € foi o que cada trabalhador foi obrigado a transferir para o estrangeiro para cobrir o saldo negativo, gerado pela riqueza que produziu em Portugal e que os capitalistas levaram para o estrangeiro. 

2 de março de 2012

Governo inviabiliza utilização de Fundos Comunitários


FICARAM POR UTILIZAR 6120 MILHÕES DE FUNDOS DO QREN. 


No seu último estudo o Economista Eugénio Rosa revela:
"Um dos problemas mais graves que Portugal enfrenta neste momento é aredução muito significativa do investimento público e privado. Segundo o Banco de Portugal, a quebra do investimento, em 2011, atingiu -11,2%, e a já prevista para 2012 é de -12,8%, o que somado dá uma redução superior a -25% em apenas 2 anos. E sem investimento é impossível criar emprego e aumentar e modernizar a capacidade produtiva instalada no país e, consequentemente, o chamado produto potencial, contrariamente ao que escreveu o ministro das Finanças no artigo que publicou na revista “Visão”. (ver Boletim Informativo nº 14 - Comissão Técnica de Coordenação do QREN).


Governo cria obstáculos à aplicação dos fundos pelas empresas 


O estudo de Eugénio Rosa, continua com uma analise mais detalhada da falta de apoios ao investimento das empresas nacionais e termina, mostrando que o Governo está indiferente à paralização das empresas e não cria condições para a utilização dos fundos comunitários. "As empresas, com o agravamento da recessão económica, enfrentam cada vez maiores dificuldades em vender o que produzem, seja para o estrangeiro, seja para o mercado interno. A juntar a tudo isto há ainda os obstáculos e atrasos provocados pelo próprio governo. É isso o que está a suceder neste momento com o governo PSD/CDS. Projectos que tinham sido aprovados, e que deviam arrancar logo no inicio de 2012, foram suspensos".  
  
O estudo completo pode ser visto em:  http://www.eugeniorosa.com/

1 de março de 2012

A Ditadura do Capitalismo (1)


O capitalismo na Europa obriga 
25 Milhões de trabalhadores a fazer greve todos os dias

Aos que se insurgem por os trabalhadores fazerem greve 1 dia para lutar contra esta política de ruína lembro:
Segundo as estatísticas do Euroestat o número de desempregados na Europa é cerca de 25 milhões. Os jovens são os mais atingidos. Enquanto isto acontece o capitalismo obriga os trabalhadores que conseguem trabalho a trabalhar mais horas, com menos direitos e menor salário.
  
O Economista Eugénio Rosa, mostrou que Portugal têm cerca de 1 milhão e 200 mil trabalhadores que, digo eu, são obrigados a "fazer greve" todos os dias, o que equivale a uma redução na produção nacional de 37.000 milhões de euros anuais. Ou seja, em três anos, este valor ultrapassa o empréstimo que pedimos à troika estrangeira. 
Isto é o resultado da destruição sistemática de postos de trabalho, da destruição da nossa agricultura, das pescas e da indústria nacional.
  
Foram os portugueses que quiseram isto? Foi isto que estes governos de direita anunciaram para que votassem neles? 
Não. Os governos de direita sempre usaram a "democracia" para impor a ditadura do capitalismo. A lei do mais forte: Roubar à maioria para enriquecer meia dúzia.

1 de fevereiro de 2012

Desemprego continua a aumentar

Estaremos num país de atrasados mentais?


Há quanto tempo se alerta para que a política de direita PS+PSD+CDS está a levar o país para o desastre?
Há anos que sabemos que, a continuar assim, só os muito ricos é que se safam. Contudo, os nossos governantes, escolhidos (e pelos vistos, bem!) pelos eleitores, fingem desconhecer e apresentam-se surpreendidos com o aumento do desemprego e com a recessão. É preciso ter lata! Por isso:
É preciso aumentar os preços dos Transportes!
É preciso aumentar o preço do Gás, da Electricidade! 
É preciso continuar a ir buscar os impostos a quem trabalha! 
É preciso continuar a aumentar os horários de trabalho!
Deixemos os ricos levar o dinheiro para os paraísos fiscais, pois então!




"Façamos de conta" que não sabemos que os processos de corrupção morrem nos tribunais e deixemos levar o que resta!
Continuemos a vender as empresas do Estado para os muito ricos ficarem ainda mais ricos e fugirem com o dinheiro criado pelas nossas empresas com o trabalho dos trabalhadores que trabalham mais e ganham menos!

A "receita"
  
Depois, quando já não é possível esconder os resultados, FAÇAMOS DE CONTA QUE FICAMOS SURPREENDIDOS. 
Na notícia, o Secretário Geral do PS tem a lata de dizer:  “a receita” do Governo não resolve os problemas". 
Mas então porque é que aprovaram a "receita" do Governo ?. 

Se é que ainda há alguém que não saiba, a "receita" que tem vindo a ser aplicada pelo PS+PSD+CDS tem sido encomendada pelos senhores do dinheiro, os Banqueiros. Esses estão mais ricos com o negócio dos juros sobre os empréstimos que fazem. É a esses senhores que não convém que a crise acabe enquanto não sugarem tudo o que podem. 
A crise está para os Bancos, como o negócio da guerra para a Indústria de Armamento. Se deixar de haver Guerra abrem falência. É assim o capitalismo!



20 de dezembro de 2011

Tudo previsto!

Facilitar os despedimentos para combater o desemprego

Os competentíssimos tecnocratas do nosso governo tem todas as instruções dos seus ultra competentes chefes da troika para a aplicação dos planos para o desenvolvimento da nossa economia e redução do desemprego. 
 
Plano A
 
Eles sabem bem que o combate ao desemprego, é a medida mais importante para a recuperação da nossa economia. Por isso, e como prenda de Natal, anunciaram já uma estratégia inovadora: 1ª Etapa - Aumentar o horário de trabalho. 2ª Etapa - Reduzir salários e os subsídios de férias e de Natal. 3ª Etapa - Reduzir os feriados e as férias. 4ª Etapa - Aumentar os preços dos produtos através do aumento do IVA. e agora a genial 5ª Etapa - Facilitar os despedimentos. 

Com tal estratégia, tão bem imaginada, é impossível que os empresários não comecem de imediato a colocar anúncios para admissão de mais pessoal. Isto porque a produção irá aumentar imenso dada a redução do poder de compra e o aumento dos preços dos produtos, conjugadamente. 
Quem, senão um génio, para conceber tão inteligente plano?
Mas, a minha admiração é ainda maior porque, tais génios, - apesar de garantida uma probabilidade de 97, 85% de sucesso - a pensar na hipótese, muito remota, de tal plano falhar, (02.15%) conceberam um Plano B, que revela a grande responsabilidade que assumem para com os portugueses que lhes pagam, e bem, os ordenados tão merecidos.
 
Plano B
 
O Plano B, já preparado, para o caso de causas externas, não permitirem a solução do desemprego em Portugal, apesar de muito improvável, é o seguinte:


16 de agosto de 2011

Quem ganha com isto?

Mais uma forte machadada no desenvolvimento de Portugal

A troika nacional PS, PSD e CDS ao serviço da troika estrangeira (BCE, FMI e CE), aumenta a dependência do país

O Governo deu mais uma forte machadada na debilitada economia do país com o aumento do IVA do gás e da electricidade de 6% para 23%. Este aumento, tal como o dos transportes, vai ser uma catástrofe para todos.
    
O Governo diz que facilita os despedimentos e reduz a TSU para aumentar a competitividade das empresas portuguesas. Agora,  aumenta os custos da energia colocando as empresas produtivas em enormes dificuldades. 

Se os grandes do capital financeiro, (Bancos) que nada produzem, consumissem gás e electricidade para os seus negócios especulativos, os preços da energia não aumentavam. 

Muitas indústrias, como as da cerâmica e do vidro, e até metalúrgicas, estão muito dependentes do gás natural. 
Fábricas modernas que utilizam intensivamente as máquinas, as estufas, o frio, a congelação e conservação de alimentos, deixarão de ser competitivas face aos preços dos produtos importados. 

Com esta política tudo se conjuga para que Portugal acentue os seus défices, aumente as falências e o desemprego.



13 de julho de 2011

Política de desastre mais que confirmado

Números que comprovam que, por este caminho, vamos à ruína



O Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal revela novos dados que mostram, mais uma vez, que as medidas de austeridade sustentadas numa política de direita, continuam a afundar o país. 


Prevê para este ano uma contracção de 2% da economia portuguesa e de 1,8% em 2012, o maior recuo desde 1974.


"Em comparação com o Boletim da Primavera em 2011, o crescimento do PIB foi revisto em baixa em 2011 e, sobretudo, em 2012, reflectindo o impacto sobre a procura interna das medidas de consolidação orçamental do programa de ajustamento [da troika]", aponta o boletim. "Por outro lado, as exportações foram revistas em alta, reflectindo as hipóteses relativas à procura externa dirigida à economia portuguesa, bem como o impacto da informação mais recente que se revelou mais favorável do que o antecipado". Duas situações que confirmam a necessidade da renegociação da dívida e do apoio à produção, "Pôr Portugal a Produzir" como insistentemente o PCP vem defendendo.


Renegociar a dívida enquanto há tempo


De facto se não for feita a renegociação da dívida,- montantes, juros e prazos de pagamento - esta torna-se impagável pois os juros crescem a ritmo muito superior ao do crescimento da economia (e do PIB) que continua a diminuir.


A austeridade imposta dá já os sinais de uma queda sem precedentes do consumo e indicia uma recessão que só poderá ser menos grave se a produção e as exportações aumentarem significativamente. Mostra a análise do BdP que sendo o consumo a maior fatia na criação de riqueza no país, o seu recuo aumenta a recessão este ano (menos seis pontos) e é apenas compensada parcialmente pelo contributo líquido de quatro pontos das exportações. E assim prevê-se uma recessão de 2%. 


Pôr Portugal a produzir


As quebras do consumo e a falta de incentivos à produção para substituir as importações refletem-se nas quebras de investimentos em todas as áreas de actividade, em especial do Estado que apresenta uma quebra entre 2010 e 2012 de mais de 50%.


Tudo isto leva o Banco de Portugal a prever para mais dois anos o aumento do desemprego que agravará fortemente a perda de rendimentos. Pelo menos, até 2013 Portugal serão perdidos 100 mil postos de trabalho. 

7 de julho de 2011

PIC-NIC CONTRA A PRECARIEDADE

Tomemos nas nossas mãos
os destinos das nossas vidas


As organizações promotoras do "Pic-Nic Contra a Precariedade" apresentaram, hoje, à Comunicação Social, as linhas de força desta iniciativa, designadamente os intervenientes nos "Debates", nas "Mesas Redondas" e nos "Concertos.
Sábado dia 9 de Julho das 10 às 21 horas no Parque Eduardo VII.
É organizado por quatro associações, a Interjovem, a Associação de Bolseiros de Investigação Científica, a Juventude Operária Católica e o Movimento 12 de Março, com o objetivo de lutar contra a precariedade laboral em Portugal. São esperados muitos jovens trabalhadores e desempregados, mas o convite estende-se a todos os que se queiram juntar à iniciativa.

15 de março de 2011

Boas notícias, finalmente!

Indústria e Golfe


Hoje, ao ler as noticias, verifiquei com indignação que começamos o ano de 2011 a reduzir a produção da Indústria em Portugal. Fomos o país que mais desceu a produção na Europa, mesmo em contra-corrente com a generalidade dos países que aumentaram as suas produções. Aquilo que há muitos anos o PCP vem afirmando, e que é uma das características desastrosas da política de direita PS+PSD+CDS, a destruição e entrega dos sectores produtivos aos interesses do capital estrangeiro, que agrava os défices, a balança comercial, a dependência económica, etc. e aumenta o desemprego, está continuamente a evidenciar os resultados. 
No entanto nem tudo é mau. O Governo, dito "socialista", tomou uma decisão que vai resolver os nosso s problemas, em especial o do grave e dramático problema social que é o desemprego. Reduziu o IVA do Golfe para 6%.
Agora, todos os 700.000 desempregados, podem ocupar-se a jogar Golfe.

22 de fevereiro de 2011

O mistério dos desempregados "desaparecidos"

A MÁ CONSCIÊNCIA DO PRESIDENTE DO IEFP E OS “DESAPARECIDOS” DOS FICHEIROS DOS CENTROS DE EMPREGO


Num artigo assinado e publicado no Jornal de Negócios de 21/2/2011, o presidente do IEFP, faz um ataque pessoal a Eugénio Rosa, Economista bem conhecido pelos estudos que faz e divulga sobre os mais diversos assuntos que afectam os consumidores, os trabalhadores e os portugueses em geral.


Eugénio Rosa responde com uma carta pública em que demonstra que Francisco Madelino na "falta de argumentos, substitui o debate objectivo e fundamentado por ataques que revelam um anticomunismo primário e a falta de espírito democrático". Aponta como exemplos o teor dos argumentos utilizados pelo presidente do IEFP transcrevendo as críticas, não fundamentadas, antes, preferindo ataques pessoais do tipo “panfletos dum conhecido economista do partido comunista..." e várias outros do mesmo teor transcritos na carta do conhecido economista.




Eugénio Rosa, passa então a demonstrar que os números apresentados mensalmente, pelo Instituto de Emprego, não batem certo e não são explicadas as diferenças, apesar de, há muito tempo, serem pedidas essas justificações. Pelas contas feitas, conclui-se que, o IEFP faz desaparecer, sem explicação, um elevado número de desempregados, o que "serve objectivamente os propósitos propagandísticos do governo". 


Eugénio Rosa, desafia o presidente do IEFP para que divulgue mensalmente o "numero dos desempregados “desaparecidos” dos ficheiros dos Centros do Emprego assim como as razões que levaram o IEFP a eliminar esse número tão elevado de desempregados". Enquanto isso não for feito, o Presidente do IEFP mostra que a credibilidade dos dados do desemprego é muito duvidosa. Denuncia ainda Eugénio Rosa, que Francisco Madelino, quiz envolver os trabalhadores do IEFP, quando é sabido que eles executam as ordens do Presidente.


Para ver o texto completo da Carta de Eugénio Rosa clique aqui.